Autor do livro Felicidade S.A. e criador do projeto homônimo, que visa a criar novas formas de produzir e disseminar conteúdo sobre pessoas procurando (e encontrando) caminhos para serem mais felizes e realizadas no trabalho, e sobre organizações que levam a sério o desafio de serem espaços para essa busca, Alexandre Teixeira está lançando uma campanha de financiamento coletivo para viabilizar a plataforma digital do projeto. O espaço servirá para reunir reportagens, entrevistas e artigos sobre as mudanças em curso no mundo do trabalho. “A ideia é que a plataforma seja criada desde o início como uma comunidade, que pense junto em pautas, seções, enfoques, etc.. Que ela sirva para conectar pessoas (físicas e jurídicas) interessadas na troca de ideias sobre a cultura do trabalho e queiram compartilhar uma nova visão sobre o mundo dos negócios”, explica o autor. É possível colaborar com valores a partir de R$ 10 e há recompensas para doações de R$ 20, 50, 100, 500, 1.000 e 5.000.
Brasileiros levam nove medalhas no Malofiej
Principal premiação de infografia do mundo reconhece trabalhos de O Globo, Folha de S.Paulo, Extra, Estadão, Gazeta do Povo e Superinteressante Foram anunciados em 28/3 os trabalhos vencedores da 22ª edição do Prêmio Malofiej, principal iniciativa no mundo de reconhecimento da produção de infográficos. Conferida desde 1993 pela SND – Society for News Design, a edição deste ano distribuiu 156 medalhas, nove das quais para trabalhos brasileiros (sete de bronze e duas de prata). A Folha de S.Paulo destacou-se com uma medalha de prata na categoria online pelo trabalho A batalha de Belo Monte e duas de bronze entre os impressos por Kombi, longa estrada e Quase perfeito. O Globo recebeu duas medalhas de bronze entre os impressos, por O novo Maracanã e A inflação da cultura brasileira. A segunda medalha de prata brasileira foi para a revista Superinteressante, que a recebeu pela reportagem A nova cruzada. Com uma medalha de bronze cada foram reconhecidos trabalhos de Estadão, por Conclave marca fim do período de transição iniciado por Bento XVI; Extra, por A revanche de Spider; e Gazeta do Povo, por Erva-mate – o ouro verde do Paraná. Dentre os jurados desta edição do Malofiej estiveram os brasileiros Alessandro Alvim (Infoglobo) e Sérgio Lüdtke (IICS). Veja a relação completa dos trabalhos vencedores Leia mais + Catorze trabalhos brasileiros são reconhecidos por The Best of Digital Design + Terra muda para oferecer conteúdo e publicidade personalizados + Reportagem da Folha de S.Paulo sobre Belo Monte consumiu dez meses
ABVCAP recebe até 5ª.feira (3/4) inscrições para seu Prêmio de Jornalismo
Terminam em 3/4 as inscrições ao Prêmio Imprensa ABVCAP 2014, para trabalhos sobre private equity, seed e venture capital. Em sua primeira edição, o prêmio, criado pela Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital receberá inscrições de trabalhos publicados entre 1/3/2013 e 21/3/2014.
Os vencedores participarão de um evento internacional promovido pela ABVCAP, que reunirá investidores internacionais, gestores de fundos de participações e empresas brasileiras. A premiação ocorrerá durante o Congresso ABVCAP, marcado para 14 e 15/4, no Sofitel Copacabana, no Rio. Saiba mais sobre regulamento e inscrições.
João Alberto Otazú comemora 35 anos de carreira
Um dos mais experientes profissionais especializados na cobertura e bastidores do automobilismo brasileiro, João Alberto Otazú completou este mês 35 anos de carreira. Nesse período dividiu sua atuação entre atividades como assessoria de imprensa e cobertura de competições e do mercado automotivo, além de competir como piloto nas horas vagas. “Gosto muito da área de Comunicação em geral, inclusive sou publicitário. Fiz muita coisa em diversas mídias e cheguei a atuar até em rádio e televisão, mas minha grande paixão mesmo sempre foi e vai continuar sendo motor. Todas as suas aplicações me interessam, seja em carro, moto ou barco”. No comando da Mastermídia Marketing, onde edita há nove anos o Auto Jornal (caderno de Veículo de O Dia SP), Otazú responde atualmente pela Diretoria de Comunicação e Marketing da Abiauto e é colunista das revistas Racing e Speedway. Começou a carreira em 1979 como assessor de imprensa do piloto Roberto Pupo Moreno, uma parceria que perdura desde então, com apenas um ano de interrupção, quando não pôde acompanhá-lo por uma temporada. De lá para cá frilou para diversas publicações, principalmente para a revista Autoesporte, onde ganhou o Prêmio Shell de Jornalismo em 1987. Para o futuro, pretende estender a parceria com Pupo Moreno, de quem é amigo desde a juventude, para uma série de coach para pilotos, aulas de engenharia para equipes e palestras motivacionais. Veja depoimento de Otazú sobre esse novo projeto e seus 35 anos de carreira: Eu tenho 35 anos… Por João Alberto Otazú, diretor da Mastermídia e colunista das revistas Racing e Speedway O ano de 1979 começou a mudar radicalmente o rumo de minha vida. No final de março daquele ano, exatos 35 anos atrás, eu comecei no jornalismo esportivo, comunicando à imprensa brasileira que o Chaveirinho seria a mais nova promessa do automobilismo brasileiro a embarcar para a Europa. Era Roberto Pupo Moreno, amigo de juventude, que iria começar a correr de Fórmula Ford na Inglaterra. E acho que estava certo, pois apenas um ano e meio depois eu o estava anunciando como piloto reserva da Lotus na Fórmula 1, pouco tempo depois de ele ter conquistado o Mundial de Fórmula Ford. E eu, nesse pequeno intervalo de tempo, ganhava experiência rapidamente, já conhecia muitos jornalistas do Brasil inteiro e emplacava grandes títulos nos principais jornais da época, fora as matérias que já produzia para a revista Autoesporte, com o aval do editor Fernando Calmon. Nesses 35 anos Pupo Moreno passou pelas principais categorias do automobilismo mundial, como Fórmula 1 e Fórmula Indy, além de ter participado de provas e certames de muitas outras modalidades pelo mundo inteiro, tornando-se o brasileiro que competiu no maior número de autódromos diferentes, em todos os continentes. E quase sempre estive ao lado dele, com exceção do período em que o saudoso Marcus Zamponi acompanhou o ”operário do automobilismo” em provas da Fórmula Indy. Enquanto isso, construí uma carreira sólida no jornalismo esportivo e automotivo brasileiro, assessorando pilotos e equipes, desde o kart até a Fórmula 1. Entre os jornalistas que ainda estão em atividade nesse meio, talvez eu seja quem trabalhou em mais categorias diferentes do automobilismo e com a maior diversidade de pilotos. Sinto-me orgulhoso também de ser há mais de uma década colunista das duas principais revistas especializadas em automobilismo, Racing e Speedway. E nesses últimos nove anos estou com o Auto Jornal, que começou no interior de Minas Gerais e está iniciando o seu sexto ano como caderno de veículos semanal do jornal O Dia SP. Ainda tive tempo de fazer minhas incursões no esporte a motor como piloto de moto, lancha, kart, rali e fórmula, além de proprietário de equipes de kart e Fórmula Ford. E exerço até hoje a adorável atividade de instrutor de pilotagem na Alpie Racing, no nosso templo, Interlagos. Neste ano em que comemoramos nossos 35 anos de parceria, eu e Pupo Moreno estamos juntos atrás de novos desafios, como trabalho de coach para pilotos, engenharia para equipes e palestras motivacionais. Pela experiência e índole, duvido que tenha no País um coach melhor que Pupo Moreno. Não creio que haja muitos engenheiros de pista tão competentes quanto ele. E tenho certeza de que é o palestrante com a história mais rica no automobilismo para motivar as pessoas. É a motivação que me leva a continuar a militância nesse meio tão apaixonante. Quero me atualizar constantemente, para repassar experiências e também espalhar esse vírus que me contaminou quando menino.
Vaivém das Redações!
Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Ceará: São Paulo Kennedy Alencar é o novo contratado do SBT. Desde 17/3, ele participa do SBT Brasil – apresentado por Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto –, fazendo comentários sobre o cenário político e econômico brasileiro. Às 4as.feiras, também tem uma participação especial no Jornal do SBT – Noite, em que recebe um convidado para debater assuntos políticos. Ainda na nota, o diretor de jornalismo Marcelo Parada disse que “a contratação agrega ainda mais valor à cobertura das eleições deste ano, como também a todo o departamento”. Após dois anos integrando a redação de Exame, Bruno Ferrari ([email protected] e 11-3767-7413) está de volta a Época como editor de Tecnologia. Rio de Janeiro Liana Verdini deixa o Brasil Econômico, onde era sub de Finanças, e se muda para Brasília, a convite da Secretaria de Comunicacao Social da Presidência da República. A editora Eliane Velloso deve substituí-la em breve. Marion Monteiro é agora editora de Conteúdo de web no Jornalismo da Rede Globo, trabalhando com novas mídias, como aplicativos para celulares. Depois de cobrir férias, continua na equipe de Valéria Rehder. Andréa Cardoso, ex-coluna de Hildegard Angel no JB e no R7, está disponível para novos trabalhos. Os contatos dela são [email protected] e 21-991-520-022.. Minas Gerais Luciano Correa, que está à frente do Palavra Cruzada na Rede Minas, passou a apresentar tambémo Opinião Minas. Com a saída de Carla Chein do jornal O Tempo, Aline Reskalla ([email protected]) assumiu a edição do caderno Interessa. E Jader Rezende ([email protected]) substitui a Queila Ariadne na reportagem de Economia do jornal durante as férias desta. Emilienne Santos deixou o jornal Edição do Brasil em busca de novos desafios e ainda não foi substituída. Ela pode ser contatada pelo [email protected]. No Metro BH, Cristiano Martins cobre as férias do repórter de Cultura Gustavo Cunha. No entanto, as demandas devem continuar sendo enviadas para [email protected]. Rio Grande do Sul Daniela Aspis está se despedindo do jornal O Sul, onde era responsável pelas colunas de Atividades Empresariais, Publicitárias e Rurais. Formada pelo PUC-RS em Jornalismo e Letras, ela deixa o jornalismo para assumir o posto de professora da rede municipal de Porto Alegre. Para o lugar dela o jornal anunciou a contratação de Clarice Ledur (ex-Folha da Manhã e Grupo RBS). Vale registrar que Clarice publicou 11 livros sobre histórias de empresas e gastronomia, já que também é gourmet. Ceará Com a extinção da Diretoria Industrial do Diário do Nordeste, o ex-diretor A. Capibaribe Neto passa a atuar apenas como colaborador do caderno social Gente. Também por lá, deixou de circular em 23/3 a revista dominical Siará, depois de 115 edições em três anos. Com isso, os colunistas Erilene Firmino e José Augusto Lopes passam para o Caderno 3 do Diário do Nordeste. Eles se juntam a Isabel Lustosa, Francisco Hermínio, Paulo Coelho, Ferreira Gullar, Gervásio de Paula e Batista Lima. O Sistema Verdes Mares não confirma nem desmente que esteja indo às compras. Segundo a edição de 21/3 do Relatório Reservado, emissoras de rádio e tevê de Piauí, Paraíba e Rio Grande do Norte estariam na mira do grupo, que já tem emissoras no Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Ainda por lá, Márcio Dornelles começou no setor de Jornalismo da Verdes Mares AM. Valéria Xavier e Cecília Eurides são, respectivamente, as novas diretoras de Marketing e Administrativa de O Povo. Leia mais + Vaivém das Redações! + Vaivém das Redações! + Vaivém das Redações!
Klester Cavalcanti lança segunda edição de Dias de inferno na Síria

Após bater a marca de dez mil exemplares vendidos em sua primeira edição, chega às livrarias esta semana a segunda edição de Dias de inferno na Síria (Benvirá), de Klester Cavalcanti.
Segundo o autor, a nova versão do livro traz “informações atualizadas (como números de mortos e refugiados), histórias de personagens importantes (como o funcionário do Governo Sírio que me ajudou em Damasco quando eu saí da prisão) e fotos recentes de Homs, a cidade da Síria onde a guerra é mais intensa e onde eu fui preso”.
A capa da segunda edição tem o selo do Prêmio Jabuti 2013, alusivo ao segundo lugar conquistado na categoria Reportagem – atrás de As duas guerras de Vlado Herzog, de Audálio Dantas – na mais recente edição do prêmio literário.
“Também haverá fotos de personagens que não havia na primeira edição, como a desse funcionário do Governo da Síria e do vice-cônsul do Brasil em Damasco, que, após a minha libertação da prisão, me levou da Síria para Beirute, dentro de um carro oficial da Embaixada Brasileira, para que eu pudesse sair da Síria em segurança”.
Originalmente lançada em novembro de 2012, a obra aborda a angústia de Klester Cavalcanti ao ficar durante uma semana sob custódia do governo sírio quando, em maio do mesmo ano, fazia uma reportagem sobre a vida em Homs para a revista IstoÉ.
Memórias da redação ? O quinteto do Bom Retiro
Estreante neste espaço, Rosa Symanski manda uma história de seus tempos de Editora Pini. Ela também teve passagens por Gazeta Mercantil, Jornal do Brasil, Agência Reuters e Agência Estado e atualmente é editora-chefe da revista Indústria & Tecnologia PS, da Editora Banas. O quinteto do Bom Retiro .
Era meados dos anos 1990, e, invariavelmente, eles batiam ponto no bar depois de horas extenuantes de labuta na redação. Sexta-feira, então, era sagrado. Estava lá sempre aquele quinteto formado por jornalistas da Editora Pini, baixando cerveja a torto e a direito e conversando sobre os assuntos mais variados que passavam por religião, política e… Segunda Guerra Mundial. Esse comportamento durou anos a fio e reunia Simone Capozzi (atual editora do UOL), Paulo Kiss (hoje diretor de Redação da Pini), Alberto Mawakidye (que é repórter especial da revista Metal Mecânica, da Editora Ipesi), Eric Cozza (atual presidente da Pini), e eu, gaúcha recém chegada a São Paulo, tão bem recebida por essa turma inesquecível.
“Pô, vocês repararam que a gente sempre começa um assunto sobre algum tema para, depois, acabar em Segunda Guerra Mundial?”, observou um deles em tom de troça certa noite. Mas a troca de informações históricas era imensa e as discussões, então, inflamadíssimas e, às vezes, até com direito a injúrias. “O fulano não para de ofender o mundo árabe”, reclamou um dos membros do grupo, saindo em defesa da sua origem síria. E aí desencadeava uma discussão daquelas intermináveis, em que um acabava emburrando com o outro, conversa de bêbado mesmo. Mas, na semana seguinte, agiam como se nada tivesse acontecido e voltavam a sentar lado a lado e retomar os velhos assuntos da “pauta do bar” até o próximo pau.
Certa feita, depois de ter virado dezenas de cervas, o bando quis dar asas à criatividade e resolveu escrever um samba-enredo de carnaval partindo do princípio que tal proeza é uma arte menor, portanto, muito fácil de fazer e que basta não ser um Zé Mané retardado mental para conseguir. As opiniões sobre a construção dos versos vinham de todos os lados: “Coloca aí Amazônia. Sim, porque sempre tem alguma estrofe em que se canta a Amazôniaaaaaaaaa…”, dizia o mentor da ideia, Eric Cozza, na época um garoto com, no máximo, uns 26 anos, mas que já se destacava pela inteligência arguta.
O resultado final saiu. O tal samba-enredo foi concebido ali em 10, 15 minutos e seguia todas as regras do que se geralmente vê na tevê, tais como: as belezas naturais nos rincões do meu País, a conquista da liberdade pelos escravos, além da Amazônia, habitada e preservada pelos índios. Ou seja, todos esses ingredientes misturados e que terminavam com a estrofe “arrebentando na Sapucaí”, seguida daquele famoso grito de puxador de samba: aaaaaaaaiiiiiiiiiiii…
Pena que não me recordo dos versos na íntegra, mas que foi uma das noites mais divertidas, isso lá foi.
E o nível etílico que se atingia era de uma proporção assustadora. Tanto que, a certa altura, ignorava-se totalmente o que se passava nas proximidades das outras mesas ou do balcão do estabelecimento. Foi nesse estado que dois membros do grupo, após terem entornado litros e litros da famosa loira, foram surpreendidos por um assustado atendente do bar, que indagou: “Vocês estão bem?”. Os dois se entreolharam e responderam: “Sim, tudo OK, por quê?”.
E o atendente respondeu: “É que o bar acaba de ser assaltado”. Os dois, em meio a gargalhadas, deduziram que a bebedeira afastou os bandidos, que concluíram que aqueles tipos não valiam a pena.
Cásper Líbero promove debate A imprensa sob a ditadura
A Cásper Líbero promove de 31/3 a 4/4, em São Paulo, um ciclo de debates sobre os 50 anos do golpe militar no Brasil. No evento, que é aberto ao público, também haverá exibição de filmes – seguidos de comentários – sobre a temática. Para dar início aos trabalhos, na manhã desta 2a.feira, Audálio Dantas, Regina Helena Ramos, Dácio Nitrini e o professor Dr. Sílvio Henrique V. Barbosa abordarão A imprensa sob a ditadura, a partir das 8h30.
Ao longo da semana também serão discutidos, entre outros temas, a profissão de relações públicas durante a ditadura, a importância do futebol no período, teatro, literatura e publicidade.
Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde inscreve até 3/4
Vai até 3/4 o prazo para concorrer à segunda edição do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, iniciativa promovida da Roche em parceria com a Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-americano, e que tem como objetivo estimular o jornalismo científico em toda a América Latina e promover o conhecimento e desenvolvimento de temas de saúde. Serão consideradas reportagens, em português ou espanhol, veiculadas em rádio ou internet entre 1º/1 e 31/12/2013, envolvendo um ou vários dos seguintes temas: inovação nos cuidados com a saúde; biotecnologia em saúde; acesso a tratamentos de saúde; pesquisa e desenvolvimento de temas de saúde; ambiente regulatório e políticas públicas de saúde; oncologia. Mais informações e inscrições pelo www.premiorochedejornalismo.com. Leia mais + Inscrições para o Prêmio SAE de Jornalismo terminam nesta 6ª.feira + Prêmio Estácio abre inscrições e vai distribuir R$ 100 mil brutos + Gilvan Barreto, do Rio, vence a 12ª edição do Prêmio FCW de Arte
Ernesto Bernardes deixa a TV1 e vai atuar em projetos de sustentabilidade
Após sete anos e meio no Grupo TV1, de Sergio Motta Mello e Selma Santa Cruz, Ernesto Bernardes despede-se esta semana da empresa, onde desde o ano passado é diretor Corporativo. Ele começou na TV1 em 2006, vindo da revista Época, onde era editor-executivo, para reestruturar a área editorial, com foco em revistas customizadas. Concebeu e lançou publicações impressas, online e mobile para clientes como Fleury, Caixa, SAP, Banco do Brasil e Microsoft, e em 2010 liderou a transformação da empresa em TV1 Conteúdo, além de produzir nesse período livros sobre a história de diversas organizações, relatórios anuais e de sustentabilidade. Com a fusão, em 2013, da TV1 Conteúdo e da TV1 Vídeo na TV1 Conteudo&Vídeo, sob a liderança de Eliana Arndt, passou a diretor Corporativo. Ernesto continuará dando consultoria para a TV1 e vai trabalhar em outros projetos de sustentabilidade, além tocar um blog sobre o tema que estreou recentemente no Brasil Post. Leia mais + Victor Martins e Simone Caldas deixam a Economia do Correio Braziliense + Adriana Reis deixa o Diário de Pernambuco após 17 anos + Domingos Meirelles comandará o Repórter Record Investigação







