11.5 C
Nova Iorque
sábado, maio 2, 2026

Buy now

Início Site Página 1194

Finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo 2014 serão escolhidos neste sábado (5/7)

Após quase um mês de análise, as reportagens finalistas da edição 2014 do Prêmio CNI de Jornalismo serão definidas pela Comissão de Seleção neste sábado (5/7) e divulgadas na 3ª.feira (8/7). Os três melhores trabalhos indicados em cada uma das 13 categorias do concurso seguirão depois para avaliação da Comissão Julgadora. A entrega dos prêmios ocorrerá em 29/7, em Brasília. O concurso distribuirá R$ 310 mil em valores brutos. Serão premiadas com R$ 25 mil as melhores reportagens de TV, rádio, revista, jornal e internet (sites e blogs). Os ganhadores nas categorias regionais (Sul, Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste) receberão R$ 15 mil cada um. Há também duas categorias especiais, em que os vencedores receberão R$ 30 mil: Educação e Inovação. Por último, o Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo, de R$ 50 mil, será entregue ao escolhido como melhor entre todos os trabalhos inscritos. A Comissão de Seleção do Prêmio CNI de Jornalismo 2014 é formada por Francisco Leali (O Globo), Ribamar Oliveira (Valor Econômico), Conceição Freitas (Correio Braziliense), Roseann Kennedy (Rádio CBN), Danielle Rafare (TV Globo Brasília), Ayr Aliski (Agência Estado) e Luciano Pires (FSB Comunicações). Mais informações em www.premiocnidejornalismo.com.br.

Grupos Boxpar e Attitude desistem da fusão

Em comunicado divulgado às 16 horas desta 2ª.feira, 30 de junho, os grupos Boxpar e Attitude informaram ter desistido da fusão de suas operações, anunciada no final de 2013. Desse modo, as três empresas que integram o Grupo Boxpar – Maxpress, Boxnet e Todo Ouvidos – voltam a operar de forma independente, sob a liderança dos sócios Decio Paes Manso e Thales Tofoli. O Grupo Attitude volta a ter basicamente a mesma composição do período em que se denominava Attitude Global, integrado pelas agências MZ (líder no segmento de relações com investidores e liderada por Rodolfo Zabisky) e MVL (especializada em comunicação corporativa e liderada por Mauro Lopes). No texto divulgado ao mercado, Boxpar e Attitude informam que “optaram por não concluir a fusão de suas operações como previsto no Memorando de Entendimentos assinado em dezembro de 2013” porque “as sinergias inicialmente estimadas, que viabilizariam a troca de participações societárias, não se confirmaram nos ensaios práticos realizados nestes primeiros cinco meses de 2014”. Os grupos assinalam que “apesar de não terem concluído a transação societária pretendida, continuam buscando oportunidades de negócios que sejam de interesse mútuo”. Pouco antes, a LVBA, que também havia se integrado ao projeto de constituição do Grupo Attitude, no final de 2013, ao lado da Boxpar, retirou-se do negócio em função do rompimento societário entre Gisele Lorenzetti e Flávio Valsani. Com a decisão, a LVBA, agora tendo apenas Gisele no comando, voltou ao endereço anterior, na rua Alvarenga, no Butantã, e Flávio integrou-se como associado à Concept, agência do Grupo Ideal, que tem no comando Rodrigo Padron.

Record renova com Ricardo Kotscho

Desde 2011 comentarista de política do Jornal da Record News e blogueiro do R7, onde hospeda o seu Balaio do Kotscho, Ricardo Kotscho acertou na semana passada ficar mais dois anos na empresa. Em mensagem ao Portal dos Jornalistas, ele informou: “Apesar do adiantado da hora da vida no batente, a Record renovou meu contrato por mais dois anos no R7 e na Record News. Vocês vão ter que me aguentar até maio de 2016… Sou pé quente: o R7 já é o segundo maior portal jornalístico em audiência e a Record News é líder disparada no segmento dos canais de notícias”. Ricardo concilia seu trabalho na emissora e no portal com a atividade de repórter da revista Brasileiros.

Rede Minas vive momento de mudanças e debates

Em entrevista exclusiva ao Portal dos Jornalistas, presidente da Fundação TV Minas esclarece que momento é de transição e que outras mudanças estão por vir. Movimento Salve a Rede Minas discorda do posicionamento da diretoria A Rede Minas vive momentos delicados desde a decisão judicial que estabeleceu realização de concurso público para seu quadro funcional no ano passado. Recorrentes protestos de insatisfação por parte dos funcionários, mudanças no quadro de pessoal e na programação são apontados pelos colaboradores como os principais indícios de um período conturbado e incerto. “O processo de concurso público é democrático, mas a forma como foi realizado não foi a mais adequada”, pontua o jornalista e membro do Movimento Salve a Rede Minas Leandro Lopes. “O concurso prevê 203 cargos concursados e 83 comissionados. Anteriormente, a tevê tinha mais de 400 funcionários e com a realização do concurso não ficou claro o motivo da redução”. Julio Miranda, presidente da Fundação TV Minas, esclarece que a mudança no modelo de gestão está acontecendo por determinação legal: “Entendemos que o processo de mudanças gera insegurança, mas o clima vai se recuperando à medida que a rotina se estabilizar. Nesse sentido, o movimento Salve a Rede Minas desempenha papel fundamental enquanto promotor das manifestações sociais e da defesa do patrimônio público. O importante é filtrar as informações propagadas e extrair delas dados relevantes”. Leandro Lopes também denuncia que a programação está sofrendo perdas significativas: “O conteúdo produzido está sendo sucateado. Programas como Rede Mídia, Jornal Visual, Curta, Trilhas do Sabor, Planeta, Diverso, Mais Ação, Bem Cultural, Dango Balango e Concertos Harmonia não estão mais sendo produzidos, apesar de alguns deles ainda serem veiculados como reprise. A Rede tem apenas sete horas semanais de produção de conteúdo”. O presidente da Fundação rebate afirmando que as mudanças fazem parte do processo natural da programação: “A produção de material não foi interrompida. Alguns programas saíram da grade e outros entraram, dentro da dinâmica da tevê. Atualmente, a emissora tem 24 projetos ativos, 23 horas de produção local e 90 minutos de coprodução local. As alterações realizadas na grade representam um ganho em profundidade de conteúdo, não uma perda de material”. Miranda informa ainda que o quadro de funcionários operante após os ajustes necessários de rotina será de 286 pessoas, “número adequado ao nível de produção ímpar que a emissora possui”. Para o Salve a Rede Minas, a remuneração oferecida aos funcionários concursados está abaixo do valor pago no mercado, o que prejudica a qualidade do conteúdo produzido. Questionado, Miranda pondera que a Rede Minas não é uma instituição governamental isolada e que a política de remuneração não pode ser analisada de forma restrita: “Não somos uma emissora com capacidade financeira de mercado. O projeto que determinou funções e salários foi aprovado pela Assembleia mineira e estamos cumprindo a determinação estabelecida no documento”. E ele prevê outras mudanças para os próximos meses: “A emissora completa 30 anos sendo reconhecida como veículo participativo, estimulador de cultura, educação e cidadania. As reformulações se estendem à mudança para uma sede própria (prevista para março de 2015) e uma renovação de imagem. Não queremos ser apenas uma tevê de telinha. Vamos nos adequar para receber participações sociais e virtuais”. Lopes contrapõe, afirmando que o movimento não tem o que comemorar: “Estamos vivendo uma perigosa perda de conteúdo. A tevê já foi uma das mais importantes emissoras públicas nacionais e vive momento de declínio. Torcemos para que esse quadro seja revertido com o apoio da sociedade”.

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Ceará: São Paulo Tatiana Klix ([email protected]) é a nova editora do Porvir (porvir.org), plataforma de produção, difusão e troca de conteúdos sobre inovações educacionais. Ela substitui Mariana Fonseca e passa a ser responsável pelo conteúdo publicado via internet e a organização de eventos de mobilização presencial com objetivo de inspirar políticas e práticas para melhorar a educação no País. Tatiana foi repórter de Zero Hora, editora-executiva no portal clicRBS e editora de Educação no iG.   Brás Henrique, ex-correspondente do Estadão em Ribeirão Preto, passou a editar o Blog do Galeno, de Galeno Amorim, e da sua newsletter que semanalmente leva para mais de 100 mil usuários temas de livros, leituras, literaturas e bibliotecas. Distrito Federal Patrícia Fernandes ([email protected]), que atuava como repórter, é a nova subeditora de Cidades do Jornal de Brasília. O jornal também tem novidades na área Comercial, com a chegada do gerente Khalil Faraj. Minas Gerais Aline Gonçalves, ex-O Tempo, agora faz parte da equipe da Revista Encontro. Ela recebe pautas, em especial as de gastronomia, pelo [email protected].   Silvânia Arriel, editoria executiva da Viver Brasil, está de férias até 23 de julho. Na ausência dela, pautas podem ser encaminhadas para [email protected]. Ceará Com a extinção da revista Siará (ver J&Cia 941), Cristina Pioner assumiu no Diário do Nordeste a redação do suplemento semanal Vida, que tem como editora e colunista Giovanna Sampaio. Completam a equipe a colunista Natália Varela, a diagramadora Gracielle Sampaio e o estagiário William Santos.   Maísa Vasconcelos, ex-tevês Jangadeiro, Diário e NordesTV, é a nova articulista de O Povo.   Daniele Portela assume programa matinal na FM Dom Bosco.   Leia mais + Vaivém das Redações! + Vaivém das Redações! + Vaivém das Redações!

A Copa no Portal dos Jornalistas ? III

Nesta terceira e última parte do nosso tour pelos perfilados do time do esporte brasileiro no Portal dos Jornalistas, vamos de homenagens. Alguns sofreram “impedimentos” e não estão cobrindo pessoalmente a Copa do Mundo no Brasil. Foram mestres em suas carreiras e deixaram os corações dos torcedores brasileiros saudosos e um pouco mais tristes. Marcaram também por suas frases. Osmar Santos, o Garotinho, com o “Ripa na Xulipa” e “Pimba na gorduchinha”, há anos longe dos campos, recupera-se em casa de um acidente automobilístico. Geraldo José de Almeida (até 16/8/1976), marcou a chegada dos bordões ao futebol. Nem chegou a entrar no Portal. Criou expressões como “Linda! Linda! Linda!”, “Que que é isso, minha gente!”, “Mata no peito e baixa na terra!”, “Ponta de bota” e “Seleção Canarinho do Brasil”. Também chamava os jogadores de maneira peculiar: Pelé era o “Craque Café”, Rivelino o “Garoto do Parque” e Tostão de “Mineirinho de Ouro”. O narrador esportivo Walter Abrahão (até 8/8/2001) também deixou as coberturas antes de entrar no Portal. Morreu aos 80 anos. Foi um dos mais importantes nomes da narração esportiva da história da TV brasileira. Gravou nas mentes dos brasileiros, para marcar o gol: “Oooolha o placar!!!! ÔXO, ou seja, zero a zero. Benjamin Abaliac (até 29/5/2014) morreu 15 dias antes de a Copa começar. Com mais de 30 anos de carreira, atuou, por 25 na editoria de Esportes do Estado de Minas, onde foi subeditor. Luciano do Valle (até 10/4/2014) tornou-se um dos ícones da narração esportiva no Brasil. Sentiu-se mal quando chegava a Uberlândia para cobrir o jogo entre Atlético-MG e Corinthians, no Estádio Parque do Sabiá, pela 1ª rodada do Campeonato Brasileiro. Montou a equipe de esportes da TV Bandeirantes e foi o narrador titular da TV Globo por oito anos. É considerado um dos grandes responsáveis pelo sucesso do vôlei no Brasil. Maurício Leandro (até 25/7/2013) era locutor esportivo e comentarista da Rádio Mega FM do DF, morreu em acidente de carro na BR-040, em Felixlândia, região central de Minas. Ele estava acompanhado do comentarista esportivo Fernando Brettas, que também faleceu no acidente. Eles voltavam da cobertura da disputa entre Atlético-MG x Olímpia pela Libertadores da América. Maurício Torres, (até 31/5/2014). Após passar mal durante um voo indo para mais uma cobertura, vinha sofrendo várias complicações médicas. Desde 2012 apresentava o Esporte Fantástico na Record, ao lado de Mylena Ciribelli e Cláudia Reis. Participou da cobertura de eventos como Jogos de Inverno de Vancouver (2010), Jogos Pan-americanos de Guadalajara (2011), Olimpíada de Londres (2012) e Jogos de Inverno de Sochi (2014). Joelmir Beting (até 29/11/2012) foi um profissional de economia apaixonado por futebol e pelo Palmeiras. Começou a carreira em 1957 nos jornais O Esporte e Diário Popular. Tempos depois, trabalhou também na Jovem Pan. Foi nessa fase da vida profissional que criou a expressão “Gol de placa”, após acompanhar uma partida entre Fluminense e Santos no dia 5 de março de 1961 no Maracanã pelo Torneio Rio-São Paulo. Quando faltavam apenas quatro minutos para o término do confronto, Pelé dominou a bola no seu campo de defesa e, com uma arrancada linda, driblou seis adversários até tocar a bola levemente para a meta do time das Laranjeiras, fechando o placar em 3 a 1 para o Peixe. Repetindo o jargão do Repórter Esso, o então jovem jornalista, que naquela ocasião estava a serviço do jornal O Esporte, chegou à redação e sugeriu aos seus chefes que fizessem uma placa de bronze para eternizar o feito. A placa, tempos depois, foi inaugurada no maior estádio do mundo. São eles os nossos anjos que acompanham cada lance da partida e juntos torcem pela nossa seleção e pelo Brasil que neste 2014 transformou-se no país de todas as bandeiras.   Leia mais + A Copa no Portal dos Jornalistas – I + A Copa no Portal dos Jornalistas – II  

A Copa no Portal dos Jornalistas ? II

Nesta segunda matéria da série sobre a Copa do Mundo no Portal dos Jornalistas vamos apresentar os nossos homens no torneio. Grande parte dos 667 homens do Esporte perfilados no Portal marca sua trajetória no jornalismo com bordões acompanhados de muita pontuação: exclamações, interrogações, as reticências do nervosismo, a insatisfação pelo erro do juiz e as vogais repetidas e repetidas para acentuar o impacto: Adalberto Piotto, autor, produtor e diretor do documentário Orgulho de ser brasileiro, apresentador do Revista Fecomércio, foi repórter e âncora dos programas Sintonia CBN e CBN Total e criou na rádio o Quatro em Campo, sobre esportes e com o toque irreverente dos comentaristas. Antônio Augusto é o criador dos bordões “Tem gol!” e “A hora certa mais certa do Brasil!”. Claudio Carsughi, nascido na Itália, veio adolescente para o Brasil e começou a trabalhar muito jovem, cobrindo a Copa do Mundo de 1950. É um veterano do Esporte, na ativa da rádio Jovem Pan e no SporTV. É o mestre Carsughi. Evaldo José carrega na voz o bordão “Que lindo!”, quando sai um gol, por sugestão do falecido cronista esportivo Luiz Mendes, e que se tornou um dos bordões mais conhecidos do rádio esportivo carioca. Após o bordão, grita gol subindo o tom de voz em uma escala diferente da maioria dos demais locutores. Também tem como bordões “É do Vascão”, “É do Fluzão”, “É do Mengão” e “É do Fogão”, além de “Você, a bola e eu”, no início das partidas de futebol. Deva Pascovicci, o “Pavarotti”, como é mais conhecido por sua voz imponente, têm alguns bordões bem conhecidos no rádio paulistano e brasileiro, como “Praaaaaaaaá… explodir de alegria!” (quando um time marca um gol); “Preeeeeeeepare-se!” (antes do início das partidas); “Cara a cara, cara a cara, cara a caraaaaaa….” (quando um jogador fica livre, de frente com o goleiro adversário); e “Não, não, não, não, não, não!” (quando acontece uma jogada ou lance muito feio). Galvão Bueno transmitiu em 1994 a conquista do tetracampeonato mundial de futebol da seleção brasileira. Na decisão entre Brasil e Itália, quando terminou a disputa dos pênaltis, ao lado de Pelé e de Ciro José, não controlou a emoção e gritou: “Acabou! Acabou! É tetra! É tetra!”. Naquele mundial, Galvão criou o bordão “Vai que é sua, Tafarel!”, para o goleiro da seleção brasileira. O locutor já era conhecido por expressões como “Bem, amigos da Rede Globo” e “O jogo é dramático”. João Guilherme é o dono dos bordões “Que desagradável!”, “Inacreditável!” e “Goooool!”, que com a emoção traz um estilo próprio de narrar. Trabalha no SporTV, é narrador de futebol do canal Fox Sports e na Rádio Manchete, no Rio de Janeiro. Esporadicamente, narra lutas de boxe no canal Combate. Faz parte da equipe da Fox na transmissão e comentários dos jogos da Copa do Mundo no Brasil. José Carlos Araújo, o “Garotinho”, marca suas narrativas com “Apontou, atirou, entrou!”, “Golão, golão, golão!”, “Se o jogo tá na tevê, a gente se liga em você!”, “E o tempo vai passandoooo!”, “Parou, parou, parou!” “Apite comigo, galera!”, e “Obrigado a você pela carona que me dá…” José Silvério, conhecido como “O Pai do Gol”, é narrador titular da Rádio Bandeirantes desde 2000. “Iiiiii! Que golaço!” Juarez Soares leva o mérito de ter trazido o GP Brasil de Fórmula 1 de volta para São Paulo, em 1990. Segue como comentarista. Luís Carlos Quartarollo ganhou o apelido, dado por Milton Neves, de “Repórter Cascavel”. Neves também escolheu o nome de guerra dele, dizendo “de Santos e Silvas o Brasil está cheio, Quartarollo é nome forte”. Marcos Uchôa Iniciou sua carreira na TV Manchete, pela qual cobriu os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. Transferiu-se para a TV Globo em 1987, onde passou a produzir matérias para Globo Esporte e Esporte Espetacular. Anos depois se tornaria correspondente internacional. Fala cinco idiomas e busca traduzir o sentimento internacional sobre o Brasil da Copa. Mario Marra é conhecido como “Olho Clínico”, apelido dado pelo narrador Deva Pascovicci. Ao falar do seu time do coração, o Palmeiras, Roberto Avallone já citou muito a “Tia Dora”. Outra peculiaridade dele é mencionar a pontuação ao final de uma frase, complementando a narração com descrições como “ponto de interrogação”, “exclamação” e “ponto final”. Sylvio Luiz narrador esportivo, completou 60 anos de profissão em 2012. Cunhou bordões como “Olho no lance!”, “Foi, foi, foi, foi, foi ele”, “Pelas barbas do profeta!”, com o complemento “O que eu vou dizer em casa?”. Walter Casagrande, comentarista esportivo e ex-jogador de futebol, passou por ESPN, Band e Record. Atualmente é comentarista na TV Globo e da rádio Globo. Fecha o trio de comentaristas da Globo para os principais jogos da Copa com o âncora Galvão Bueno e o ex-jogador Ronaldo. Esse time só se completa como os demais nomes do escrete esportivo brasileiro que também estão no Portal dos Jornalistas, como: José Carlos Fantini Carboni, Juca Kfouri, Lédio Carmona, Léo Batista, Luciano Faccioli, Luis Henrique Benfica, Luiz Penido, o ”garotão da Galera”, Mauro Beting, Mauro Naves, Milton Leite, Milton Neves, Octávio Muniz, Odinei Ribeiro, Pedro Luiz, Reginaldo Leme (do automobilismo), Roberto Carmona, um dos mais antigos comentaristas, Sílvio Scalioni, de Belo Horizonte, Tiago Leifert, Tino Marcos, Wilson Baldini Júnior, do boxe e UFC, e muitos mais. Basta navegar no Portal dos Jornalistas para conferir.   Leia mais + A Copa no Portal dos Jornalistas – I + A Copa no Portal dos Jornalistas – III

A Copa no Portal dos Jornalistas ? I

O Portal dos Jornalistas preparou para a Copa do Mundo no Brasil um escrete especial. Temos no ar os perfis de 781 profissionais da área de esportes, com suas histórias, trajetórias no jornalismo, exemplos de determinação e superação, e, lógico, com seus bordões. Acompanhamos a movimentação da imprensa na cobertura dos jogos e preparamos uma sequência de matérias sobre os profissionais que levam ao País a narração, os comentários e as análises sobre os fatos que se desenrolam fora das arenas. Nesta primeira edição, vamos ao placar: daqueles 781 profissionais perfilados no Portal dos Jornalistas, 114 integram o time feminino. Pela ordem alfabética, a lista começa com Abel Neto, jornalista da TV Globo, primeiro nome não apenas do time do jornalismo esportivo, mas também do rol geral do Portal dos jornalistas. Nesta Copa do Mundo, Abel acompanha a seleção brasileira em hotéis, treinos e traz a escalação. Busca as previsões de Luiz Felipe Scolari, o técnico Felipão, para o jogo que está para acontecer, os comentários do coordenador técnico Carlos Alberto Parreira sobre o desempenho dos atletas, a saída e chegada do ônibus da seleção para o campo da vez, e informa até quem comeu o quê na refeição anterior. As 114 mulheres perfiladas são boas de bola, isso só para falar das quatro cujos nomes estão na letra “A” do Portal. Vejam vocês: Adriana Saldanha, da ESPN Brasil, por exemplo, recebeu em maio de 2010 a premiação da ESPN internacional, em Bristol (EUA), como diretora geral do documentário Caravana do Esporte e da Música pela contribuição social da caravana a crianças e jovens brasileiros. Foi a primeira profissional brasileira a receber o Team ESPN Voluntears. Há 13 anos na ESPN Brasil, Adriana já atuou como repórter, apresentadora e editora-chefe do Núcleo de Esportes Radicais e também do programa Loucos por Futebol. Alice Bastos Neves é repórter da RBS TV e apresentadora da edição gaúcha do Globo Esporte desde 2011. Na cobertura da Copa do Mundo no Brasil entra ao vivo mostrando a movimentação da torcida, os comentários dos torcedores sobre o desempenho dos jogadores e jogadas. Lances emocionantes que ela respalda com a trajetória de cada atleta. Aline Bordalo é repórter de Esportes da TV Bandeirantes, passou por SBT, Globo e Verdes Mares. Escreveu um livro sobre o futebol carioca infantil: O quero-quero artilheiro (Daudt Editora, 2012), inspirado nos bastidores do futebol carioca e no pássaro que constrói seus ninhos em estádios de futebol. Amanda Romanelli está no Esporte de O Estado de S. Paulo e no portal estadão.com. Comanda também o blog Na pista e no campo. Na opinião dela, o jornalismo esportivo é “feito de opções: é necessário escolher quem cobrir, quais atletas e clubes, e saber onde encontrar material”. Das 114, 43 estão em São Paulo, 23 em Minas, 15 no Rio e as demais em Bahia, Ceará, Santa Catarina, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e no Planalto Central. Na Capital Federal, Ananda Rope editora e responsável pelos textos da Revista Paralímpico, do Comitê Paralímpico Brasileiro, passou pelos jornais O Dia e Correio Braziliense, nas editorias de Esporte, Política e Economia.   Leia mais + A Copa no Portal dos Jornalistas – II + A Copa no Portal dos Jornalistas – III

Fullpower comemora nove milhões de visualizações no youtube com novo quadro

A revista Fullpower comemora com um novo quadro os nove milhões de visualizações de seus vídeos no youtube, onde seu canal já conta com 66 mil assinantes (na fanpage do facebook os seguidores somam 400 mil). “Estamos focando na produção de vídeos e começamos um novo quadro, o Fullprojects, que mostrará passo a passo os carros sendo modificados”, informa o diretor de Redação Eduardo Bernasconi. “O primeiro carro das transformações é um Dodge Charger, da Fiat Chrysler”. O quadro mostra em episódios a modificação de carros dentro das próprias dependências da editora – que é em parte escritório, em outra, oficina. Luciano Falconi, João Mantovani, Giuliano Gonçalves e Lucas Ohori são os profissionais da equipe destacados para a produção dos vídeos, apresentados em revezamento por Gonçalves, Mantovani e Bernasconi. 

Um ano sem Teresa Urban

Por Liliana Lavoratti (*), especial para o Jornalistas&Cia Há um ano – em 26 de junho de 2013 –, a jornalista, ambientalista e escritora Teresa Urban morreu aos 67 anos, de problemas cardíacos, em Curitiba, sua terra natal e onde residiu durante quase toda a vida. Ativista política de esquerda nos anos 1960, foi pioneira na cobertura de assuntos ambientais na imprensa brasileira e deixou uma extensa obra, composta de 27 títulos, com ênfase em ambientalismo, direitos humanos, política e até ficção. Em maio último, a Comissão Estadual da Verdade do Paraná passou a se chamar Comissão Estadual da Verdade Teresa Urban, conforme o decreto 10.941. A história de Teresa Urban é um dos capítulos mais relevantes da resistência à ditadura no Paraná. Como registrou a Gazeta do Povo, “por interferência de dom Pedro Fedalto junto aos militares”, Teresa foi transferida da prisão para o convento das irmãs Vicentinas, na avenida Manoel Ribas. Saiu dali para um quase ostracismo. Não conseguia emprego. Até ser contratada no jornal semanal A Voz do Paraná, da Arquidiocese de Curitiba, no final dos anos 1970. Deu início ali a uma carreira que teria participações em sucursais dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo, na revista Veja e na Folha de Londrina, onde foi diretora de Redação. Nos últimos 15 anos de sua vida, Teresa produziu uma extensa obra que refletiu as causas abraçadas por ela. Em 1968 – Ditadura Abaixo, com ilustrações do quadrinhista Guilherme Caldas (Arte & Letra, 2008), ela conta às gerações mais novas não só a própria experiência no movimento estudantil mas também um pouco da história do Brasil. Teve a ajuda de um neto, à época com 16 anos, e de outros jovens que lhe indicaram como contar uma história para a geração atual, tocando seus corações  e mentes. Até mesmo a pesquisa nos arquivos públicos do Dops para a obra foi feita por jovens – estes fizeram parte de sua militância para sempre. Os Ecoberrantes – como ficaram sendo chamados os participantes da luta ambiental no Paraná –, reuniam-se na casa de Teresa, na capital paranaense. Em Missão (quase) Impossível (Editora Fundação Petrópolis), um dos vários títulos sobre ambientalismo, Teresa conta a trajetória dos movimentos ecológicos no Brasil, outra causa à qual se dedicou. Pensadora da contemporaneidade, Teresa autografou sua única obra de ficção – Dez Fitas e um Tornado (Arte & Letra, 2012) – em maio de 2013, cerca de um mês antes de falecer. Por meio de Suçuarana, personagem-ícone da formação do nosso País – cabra sem nome, idade incerta, paternidade imprecisa, inteligência aquilina e um enorme instinto de sobrevivência –, relata 500 anos de civilização e os últimos 50 anos de exploração formadora do Brasil. “Será um equívoco imaginar que Teresa só abraçava as grandes causas, aquelas que pudessem rapidamente mudar o mundo. As feridas do mundo lhe diziam respeito, grandes ou pequenas. Quem quer que fosse torturado, injustiçado, amargurado, quem quer que estivesse, animal, planta ou gente, ameaçado, intimidado, amedrontado ou desamparado, haveria de ter conforto em suas palavras, atitudes de calma generosidade”, diz o jurista, ex-procurador Geral do Estado do Paraná e ex-presidente da Funai Carlos Marés, companheiro de Teresa nos enfrentamentos à ditadura em 1967 e 1978, no texto Amanhã será outro dia, em homenagem à jornalista, no livro que ela não conseguiu autografar – Puxando o fio: história de  armarinhos. (*)  Liliana Lavoratti ([email protected]) é editora-chefe do DCI, em São Paulo

Últimas notícias

pt_BRPortuguese