A Record anunciou nesta 4ª.feira (2/7) a renovação do contrato de Celso Freitas, que se estenderá até 2018. Há dez anos na emissora, Celso iniciou na equipe fundadora do Domingo Espetacular, comandou o Repórter Record e está há pouco mais de oito anos à frente do Jornal da Record, que continuará a apresentar ao lado de Adriana Araújo. Exibido no horário nobre (por volta das 20h30), segundo o Ibope o programa apresentou de janeiro a maio deste ano crescimento de 17% de audiência na Grande São Paulo, em comparação ao mesmo período do ano passado.
Mauricio Moraes, ex-BBC, disputa vaga na Câmara Federal pelo PT
Mauricio Moraes (ex-BBC Brasil/BBC World Service), de 32 anos, deixou recentemente as redações para tentar sua primeira candidatura ao Congresso Nacional, como deputado federal pelo PT-SP, tendo como principal bandeira a revisão da política de drogas sob uma perspectiva de segurança pública e saúde. O candidato apoia abertamente a legalização da maconha para fins médicos e recreacionais, a exemplo do que ocorreu recentemente no Uruguai e em diferentes regiões dos Estados Unidos: “A atual política de ‘guerra às drogas’ é disfuncional. Bilhões de reais são gastos para coibir o tráfico, mas o consumo só aumenta. Essa política tem um efeito colateral desastroso, aumentando a violência no Brasil e em países vizinhos, afetando, sobretudo, a juventude das periferias”. Também defende o fortalecimento de políticas de equidade de gênero, em especial para a comunidade LGBT e o fortalecimento de políticas de cultura. Nascido em Araçoiaba da Serra, na região de Sorocaba, teve passagens por Editora Globo, Estadão, Folha de S.Paulo e portal R7, além da BBC. Também atuou no Diretório Municipal do PT em São Paulo.
Tarso Veloso e Venilson Ferreira começam no Canal Rural
Tarso Veloso, em Brasília, e Venilson Ferreira, em São Paulo, começaram recentemente em um novo núcleo de reportagem especial de agronegócios do Canal Rural. Tarso estava há quatro anos no Valor Econômico, os últimos três na cobertura do agronegócio. Antes, passou por CBIC, em Brasília (2009 a 2010), e Assessoria de Comunicação do governo do Acre (2007 a 2008). Venilson, que cobre o setor há mais de 30 anos, os últimos 18 no Estadão, havia deixado a sucursal da Agência Estado no DF em dezembro de 2013 e voltado para São Paulo.
Gilberto Scofield Jr. saiu de O Globo depois de 16 anos de casa
Gilberto Scofield Jr. saiu de O Globo depois de 16 anos de casa. Foi substituído interinamente, como editor de Rio, por Rolland Gianotti. Scofield entrou para O Globo em 1998. Em 2004, deixou a editoria de Economia para ser correspondente na China, depois de passar um ano aprendendo mandarim. Ali ficou por quatro anos e escreveu o livro Um brasileiro na China – O olhar de um jornalista estrangeiro sobre o país que mais cresce no mundo (O Globo Livros/Ediouro, 2007). De lá seguiu para Washington, também como correspondente. Apesar do bom trabalho, voltou ao Brasil por motivos pessoais no final do contrato, foi alocado na sucursal do jornal em São Paulo e voltou às lides diárias. Em janeiro de 2013 foi transferido para a sede do jornal, como editor de Rio. Gianotti, o sucessor interino, ganhou o Esso principal em 1998 com equipe do Globo e, na mesma época, um Prêmio CNT. Ele está na Rio desde 1997, vindo do Jornal do Brasil. Editor-adjunto até a semana passada, estava emprestado ao Esporte durante a Copa, respondendo pela seção A Copa no Brasil, temporária, criada para cobrir tudo o que não se refere aos jogos (como as manifestações), em qualquer cidade. Rodrigo Taves o substitui até o final do evento, quando retorna para País, sua editoria de origem. Sobre o novo posto, Gianotti comenta: “Estou tentando tocar o barco com a competência com que Gilberto tocava. E muito grato por ter recebido, ainda que interinamente, a confiança para comandar uma equipe grande, em uma editoria muito sensível” Estopim teria sido discussão por e-mail Certa vez – e lá se vai quase uma década –, em reunião de Jornalistas&Cia com o então diretor de Redação de O Globo Rodolfo Fernandes (já falecido), ao indagarmos sobre questões como o custo do papel e outros problemas do impresso ele olhou em volta, no ir e vir da redação, e comentou: “Meu maior problema é administrar os egos”. Era considerado também um bom administrador de talentos. Hoje os tempos são outros, e é preciso pulso firme para fazer uma transição peculiar, ainda que gradativa, do analógico para o digital, como sinalizam as mudanças recentes no sistema de trabalho e as contratações para essa área. Ao enfrentar esse desafio, o diretor de Redação Ascânio Seleme ganhou fama, entre seus comandados, de ser linha dura. Comenta-se, nos bastidores, que o estopim da demissão de Gilberto teria sido uma discussão por e-mail, compartilhada por todos, incluindo a direção. O motivo: nesta 2ª feira (30/6), a crítica diária do jornal – feita pelos editores executivos e distribuída internamente – apontou a falta de chamadas, no impresso, para os links de vídeo em duas matérias de domingo. No comunicado da demissão aos amigos, via rede social, Scofield mencionou que a saída se deu “aparentemente por certa incompatibilidade entre o que a direção quer de um jornalista e os limites daquilo que ele pode oferecer, entre aquilo que um profissional tem de convicções pessoais e aquilo que uma empresa interpreta como liberdade de expressão de seus subordinados. Entendo movimentos como esse em anos de grandes eventos e disputas eleitorais, especialmente para cargos de confiança como era o meu”. A falar ao Portal dos Jornalistas, ele preferiu não comentar os motivos, mas apenas como se sente: “A primeira demissão a gente nunca esquece. Sinto um misto de tristeza pelo que podia ter feito, e um pouco de alívio, porque a corda estava muito esticada”.
Comissão organizadora define júri do Salão Internacional de Humor de Piracicaba
A comissão organizadora do 41º Salão Internacional de Humor de Piracicaba anunciou os jurados que farão a seleção e a premiação dos trabalhos desta edição. São cartunistas, jornalistas e outros profissionais que fizeram e fazem parte da história do evento, cuja primeira edição ocorreu em 1974, em plena ditadura militar. Comporão o júri este ano os cartunistas Tiago Hoisel Ferraz, Bruno Hamzagic de Carvalho, Osvaldo da Silva Costa, Antonio Carlos Tironi Galhardo (Caco), Marcelo Henrique Maiolo, além dos jornalistas Ingrid Gomes e Paulo de Tarso Porrelli. A tarefa de escolher os premiados será de Fausto Longo (arquiteto, urbanista e senador italiano e um dos criadores do Salão de Humor), Paulo Bonfá (radialista e humorista), Carlos Balladas (presidente da Associação de Jornais do Interior de São Paulo), Jorge Cunha Lima (escritor) e dos cartunistas Luiz Carlos Fernandes, Elena Ospina (Colômbia) e Luc Descheemaeker (Bélgica). Descheemaeker, ou O-Sekoer – um trocadilho com au-secours (socorro, em francês) –, além de fazer parte do júri de premiação, é um dos convidados para realizar mostra paralela ao Salão. Chamada inicialmente de Humor Vintage da Bélgica, a exposição é uma retrospectiva composta por “fotografias de humor”, como ele mesmo denomina. Vencedor de mais de 190 prêmios em salões mundiais, O-Sekoer faturou o primeiro lugar na categoria cartum em quatro edições do Salão Internacional de Humor de Piracicaba: 1992, 1996, 1998 e 2001. O Salão distribuirá um total de R$ 51.500 em prêmios. Os artistas gráficos vão concorrer em cartum, charge, caricatura e tirinhas/HQs. No prêmio temático, a palavra “Indignação” será a inspiração este ano. Ainda há os prêmios Câmara Municipal de Piracicaba, júri popular Alceu Marozi Righetto, Águas do Mirante, Unimed e o Grande Prêmio Salão de Humor de Piracicaba, no valor de R$ 10 mil. As inscrições seguem abertas até 18/7, via Correios ou internet. A seleção será em 2 e 3/8, a premiação em 16/8 e a abertura em 23/8, no Engenho Central. Regulamento completo no salaodehumor.piracicaba.sp.gov.br, também em inglês e espanhol.
Folha é o veículo preferido de executivos, diz pesquisa do Grupo Máquina
O Grupo Máquina, por meio do Instituto Máquina de Pesquisa, publicou o estudo Impacto das Mídias 2014, em que faz um levantamento sobre hábitos de consumo de informação de executivos. O editorial assinado por Maristela Mafei, fundadora da agência, dá a dimensão dos resultados apurados: “Este levantamento dos hábitos de consumo de informação dos executivos traz indícios bastante úteis para referendar certas teses ou desmistificar conclusões precipitadas. Entre os dados oferecidos, há que se considerar, por exemplo, que os meios de comunicação tradicionais (jornais, revistas e emissoras de tevê e rádio) seguem influentes junto aos tomadores de decisão – ao mesmo tempo em que a credibilidade das redes sociais entrou em declínio”. Realizada desde 2011, a pesquisa tem por objetivo avaliar como as informações chegam até tomadores de decisão do meio empresarial brasileiro e como esses gestores avaliam os meios de comunicação. Na edição deste ano, 226 executivos de 137 empresas foram entrevistados entre 7 de abril e 16 de maio. O estudo mostra que, apesar de a imensa maioria dos executivos (96%) fazer uso das redes sociais, um pequeno número (7%) disse confiar nas informações que elas produzem. No entanto, 81% apontaram o jornal impresso como fonte mais confiável de informação, seguido por rádios (71%) e revistas (68%). Outro dado interessante é que os executivos não têm nos artigos de opinião a fonte primária de influência, e sim nas reportagens, apontadas como preferidas por 51% dos entrevistados. Folha de S.Paulo é o veículo preferido entre todos os segmentos, seguido por Veja, Agência Estado, Jornal Nacional (TV Globo) e CBN. O rádio, curiosamente, está mais presente na vida dos executivos do que a televisão: no comparativo com a pesquisa de 2011, subiu de 38% para 60%. Miriam Leitão é a colunista mais lida, Lauro Jardim tem o blog mais visto e Economia é o principal assunto de interesse dos entrevistados. Segundo o estudo, a internet é o meio pelo qual mais se consomem notícias; no entanto, 49% dos entrevistados disseram não abrir mão de versões impressas de jornais e revistas para se abastecerem de informação. De acordo com a pesquisa, os sites de notícias são único meio de comunicação presente na rotina de todos os entrevistados. Os blogs, porém, são os menos consumidos. Já os jornais diários estão no dia a dia de 70% dos entrevistados, número que sobe para 80% quando se considera a versão digital. Nas revistas, as posições se invertem e os executivos preferem a versão impressa (81%) à online (52%). Rodrigo Barneschi, diretor da Máquina Metric e do Instituto Máquina de Pesquisa, assinala no documento que, “em 1994, sequer havia internet comercial no Brasil. Muita coisa mudou de lá para cá, e poucos segmentos foram tão impactados pela revolução tecnológica quanto a comunicação de massa. Marcas centenárias se dissiparam em meio a novos hábitos, líderes globais surgiram de maneira inesperada, o broadcast deu lugar ao socialcast. Tamanha ruptura, no entanto, foi insuficiente para abalar o prestígio dos meios de comunicação que souberam se reinventar. É o caso desta mesma Folha de S.Paulo, que compensa hoje a tiragem mais tímida com uma avassaladora audiência digital (4,6 milhões de leitores diários) e com uma série de interfaces para seu público”.
Lígia Braslauskas deixa a Gerência de Jornalismo do R7
Após cinco anos de casa, Lígia Braslauskas deixou na última semana o agora extinto cargo de gerente de Jornalismo do R7 para se dedicar ao seu segundo livro, um romance, sobre o qual ainda mantém sigilo. Lígia, que havia sido editora executiva e editora-chefe, foi também responsável pela expansão do portal para as sucursais de Rio de Janeiro, Brasília, Minas Gerais e Bahia. Mesmo de saída de suas funções executivas, manterá um pé dentro da empresa, com o blog Literatura. No início da carreira, em 1996, em São Paulo, Lígia atuou em jornais de bairro e revistas especializadas. Depois passou por Folha de S.Paulo, onde escreveu sobre imóveis, mercado de trabalho, pequenos negócios em Cidades, e Internacional. Foi em seguida para a Folha Online, por nove anos, onde chegou a ser editora-chefe. Seu novo contato é [email protected]. Leia mais + Prêmio Esso abre inscrições + Finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo 2014 serão escolhidos neste sábado (5/7) + Grupos Boxpar e Attitude desistem da fusão
Prêmio Esso abre inscrições
Trabalhos serão recebidos até 12/8 e vencedores serão anunciados em 12 de novembro Abriram nesta 4ª.feira (2/7) e vão até 12/8, pelo www.premioesso.com.br, as inscrições à 59ª edição do Prêmio Esso de Jornalismo, patrocinado pela ExxonMobil, para trabalhos jornalísticos publicados na mídia impressa ou veiculados por emissoras de televisão em todo o Brasil entre 15/8/2013 e 12/8 deste ano. Os vencedores das 14 categorias, incluindo Telejornalismo e o Prêmio Principal, que leva o nome do programa, serão anunciados em 12 de novembro. O concurso distribuirá os seguintes valores (brutos): Prêmio Esso de Jornalismo: R$ 30 mil; Prêmio Esso de Telejornalismo: R$ 20 mil; Prêmio Esso de Reportagem: R$ 10 mil; Fotografia: R$ 10 mil; Informação Econômica, Informação Científica-Tecnológica-Ambiental, Educação, Primeira Página, Criação Gráfica/Jornal e Criação Gráfica/Revista: R$ 5 mil; e Regionais Norte/Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul: R$ 3 mil. O regulamento com todos os detalhes de inscrição e envio também estão no site do prêmio. Mais informações na RP Consultoria ([email protected] e 21-3208-3646).
14 profissionais reforçam time de O Tempo na cobertura da Copa
O Tempo contratou 14 profissionais para a cobertura da Copa do Mundo, além de fazer remanejamentos na equipe. Os novos integrantes são os redatores Frederico Machado, Lucas Buzatti, Ludmila Pizarro, Soraya Belusi e Thiago Pereira, os repórteres Bernardo Almeida, Diego Costa, Lohana Lima e Victor Martins, os fotógrafos Gustavo Baxter e Pedro Gontijo, além de Emerson Domingos (editor de vídeo), Ricardo Mallaco (assistente de edição fotográfica) e Roni Cavalieri (operador de scanner).
Viagem LGBT: Turismo para gays, lésbicas, bissexuais e transexuais
A InterConectada, de Fabiano Mazzeo, lança o site Viagem LGBT, focado em Turismo LGBT para brasileiros e estrangeiros que visitam o Brasil. Com mais de 20 anos de atuação em mídias LGBT, o ativista e escritor Stevan Lekitsch (foto) assina a edição. Ele passou os últimos anos envolvido também com Turismo, o que deu a ideia de unir os dois temas num único site. “O Turismo LGBT está crescendo no Brasil e já é consagrado lá fora”, disse em nota. “Devido a uma grande lacuna, onde a existência de sites especializados ainda era tímida, havia uma grande oportunidade de atender a esse público exigente e em crescimento. O Viagem LGBT chega para fazer a diferença”. O site divide seu conteúdo em abas como Destinos (Brasil e Internacionais), O que fazer (Eventos e Paradas LGBT), Onde ficar e Onde comer. Outro ponto do leiaute são as retrancas específicas para públicos como lésbicas, transexuais e “ursos”. A quem desejar atualização constante, newsletters estão disponíveis para assinantes, além das páginas em facebook e twitter.







