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quinta-feira, abril 30, 2026

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Grupo RBS lança Revista de Verão em Santa Catarina

O Grupo RBS lançou antes do Natal a Revista de Verão, publicação semanal encartada nos jornais Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina, que traz dicas de roteiros turísticos e gastronômicos, guia de festas, entre outras atividades do verão catarinense. O público pode participar com vídeos, sugestões e dicas de lugares e atividades para curtir a estação no Estado utilizando a #conexaoverao nas redes sociais. As fotos postadas com a #veraos no instagram podem ser selecionadas para estampar a revista.  

Abertas inscrições para o colóquio Mejor ? Mudanças estruturais no Jornalismo

Estão abertas as inscrições para a terceira edição do colóquio Mejor (Mudanças Estruturais no Jornalismo), que será de 12 a 15/5, em Florianópolis. Com o tema Silêncios no Jornalismo, o evento pretende reunir casos e pesquisas sobre censura, autocensura, tabus e omissões aparentemente acordadas com leitores, sociedade, fontes e Estado. O colóquio é promovido pelo Programa de Pós Graduação em Jornalismo da UFSC, em parceria com UnB, Réseau d´Études sur le Journalism (REJ), Centre de Recherche sur l´Action Politique en Europe (Crape) e Centre de Recherche en Information et Communication (ReSIC), vinculados à Universidade de Rennes 1 (França) e à Universidade Livre de Bruxelas (Bélgica). As inscrições seguem até 30/4, pelo http://mejor2015.sites.ufsc.br.

Jovem Pan contrata o historiador Marco Antonio Villa 

O Jornal da Manhã, da Jovem Pan, passou a contar com comentários do historiador Marco Antonio Villa. Ele estreou nesta 3ª.feira (6/1), dividindo a bancada com Joseval Peixoto, Rachel Sheherazade, Denise Campos de Toledo e Anchieta Filho. Além do Jornal da Manhã, Villa – que é bacharel e licenciado em História, mestre em Sociologia e doutor em História – atuará como consultor do site de notícias da Jovem Pan. Sua participação em outras produções da rádio em breve não está descartada. Villa também é comentarista do Jornal da Cultura, da TV Cultura de São Paulo.

Zero Hora vence seis categorias no Prêmio ARI de Jornalismo

A Associação Riograndense de Imprensa divulgou em 19/12 os vencedores da 56ª. edição do Prêmio ARI de Jornalismo, que reconheceu com a Contribuição Especial à Comunicação Social – Prêmio Antonio Gonzalez o colunista do Coletiva.net Julio Sortica, pela cobertura da Copa do Mundo publicada na Revista Goool, e o jornal Zero Hora, por seus 50 anos completados em maio de 2014. Os vencedores das 14 categorias receberam, além de valor em dinheiro, o troféu em bronze Negrinho do Pastoreio, confeccionado pelo artista Valdomiro Motta, e diploma. Os primeiros colocados foram: Paulo Roberto Souza Tavares, do Correio do Povo, com Zumbis no volante (Jornalismo Impresso – Reportagem Geral); Caio Cezar Cigana, de Zero Hora, com Proibidos, falsificados e perigosos (Jornalismo Impresso – Reportagem Econômica); Tânia Helena de Lima e Silva Goulart, do Jornal NH, com Os alemães na Revolução Farroupilha – Freiheit, Gleichheit, Menschlichleit – Liberdade, igualdade, humanidade (Jornalismo Impresso – Reportagem Cultural); Leandro Behs, de Zero Hora, com Fernandão – Morte e vida de um ídolo (Jornalismo Impresso – Reportagem Esportiva); Claudia Laitano, de Zero Hora, com O fim e o começo (Jornalismo Impresso – Crônica); Samuel Allgayer Maciel, do Correio do Povo, com Homens e ratos em busca da sobrevivência (Jornalismo Impresso – Fotojornalismo); Elias Ramires Monteiro, de Zero Hora, com Morre Mandela (Jornalismo Impresso – Charge), Carolina Salazar Moreira, de Zero Hora, com 1964 – 50 anos depois do golpe (Jornalismo Impresso – Planejamento Gráfico); Cid Martins, da Rádio Gaúcha, com Os caminhos da maconha no Uruguai (Radiojornalismo– Reportagem Geral); Francisco Ribeiro Neto, da Rádio Bandeirantes, com Fernandão, dor, ausência e celebração (Radiojornalismo – Reportagem Esportiva); José Renato Ribeiro, da Rádio Santa Cruz, com Fábrica de falsos engenheiros afeta mercado imobiliário gaúcho (Radiojornalismo – Reportagem Econômica); Matheus Felipe da Silva, da TV Record, com Sabrina, as pernas de um anjo (Telejornalismo – Reportagem Geral); Mariana Corsetti Oselame, da RBS TV, com Amor de mãe (Telejornalismo – Reportagem Esportiva); Karina Sgarbi, do site Jornal NH, com Violência contra a mulher: uma luta que precisa ter fim (Webjornalismo). A lista completa dos vencedores pode ser conferida aqui. 

Ana Hickmann, César Filho e Renata Alves assumirão o comando do Hoje em Dia

Celso Zucatelli, Chris Flores e Edu Guedes deixam, na Record, o comando do Hoje em Dia na próxima 6ª.feira (9/1) e a partir de 2ª o programa terá apresentação de César Filho, recém-contratado pela emissora, Renata Alves, que fez sucesso no quadro Achamos no Brasil do Domingo Espetacular, e Ana Hickmann, que volta à atração. O programa contará com a colaboração de Dalton Rangel na culinária, e continuam Dr. Antônio Sproesser (saúde), Gustavo Sarti (moda) e Mariana Leão (Rio de Janeiro). Celso, Chris e Edu continuam a integrar o elenco da Record e, segundo a emissora, em breve farão parte de novas atrações. Outra novidade por lá é a estreia neste domingo (11/1), após o Domingo Espetacular, do Repórter em Ação, apresentado por Celso Freitas e produzido pelo núcleo de reportagens especiais da casa, também responsável por Câmera Record e Repórter Record Investigação. Ele exibirá uma seleção das melhores reportagens desses programas.

Congresso Abraji de Jornalismo Investigativo já tem data marcada

A Abraji divulgou as datas da décima edição do Congresso de Jornalismo Investigativo: de a 2 a 4/7, em São Paulo. Mais uma vez, a Universidade Anhembi Morumbi abrirá seu campus da Vila Olímpia para receber jornalistas de todo o País. Em 2014, o evento reuniu cerca de 600 jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, que trocaram experiências sobre técnicas de reportagem, novas iniciativas jornalísticas e temas como meio ambiente, economia e saúde. Para seguir a tradição, a edição 2015 terá painéis de debates e oficinas práticas paralelamente. O participante deverá escolher o painel a que quer assistir em cada horário. Haverá também sessões especiais exclusivas. Os valores das inscrições – que serão abertas em breve – não sofrerão reajustes, mantendo-se os de 2014, que variaram de R$ 215 a R$ 490. A Abraji oferecerá descontos de até 17% para grupos com seis pessoas ou mais.

SIP abre inscrições para o Prêmio de Excelência Jornalística 2015

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) está com inscrições abertas para o Prêmio de Excelência Jornalística 2015, do qual podem participar publicações impressas e digitais, além de agências de notícias de mais de 33 países das Américas e do Caribe. O prazo para envio dos trabalhos, em espanhol, português ou inglês, é até 15 de janeiro. Esta edição tem como novidade a categoria Jornalismo sobre o Meio Ambiente Robert Eisenmann Jr., patrocinada pelo La Prensa, do Panamá, em homenagem ao editor e fundador do jornal. Somam-se a ela as categorias Relações Interamericanas, Direitos Humanos, Cobertura Noticiosa, Crônica, Jornalismo em Profundidade, Fotografia, Caricatura, Infografia, Opinião, Jornal na Educação, Jornalismo Ambiental, Cobertura Noticiosa na Internet e Cobertura Multimídia. Há ainda Grande Prêmio SIP para Liberdade de Imprensa, que será entregue à pessoa ou organização que tenha obtido resultados significativos em favor da causa da liberdade de imprensa. Os vencedores receberão certificados e prêmios em dinheiro durante a Assembleia Geral, em outubro, em Charleston, Carolina do Sul (EUA). É imprescindível que o trabalho inscrito tenha sido publicado durante 2014, mas não é necessário que o veículos seja sócio da SIP para participar. O regulamento do concurso e detalhes sobre a participação estão no site da SIP.

Paraguai, Brasil e México na lista dos 20 países mais letais para jornalistas 

O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) divulgou relatório especial em que aponta os países com maior índice de assassinatos em jornalistas em 2014. Na conta, apenas os casos em que há fortes indícios de que o homicídio tem relação com a atividade jornalística do profissional. No Brasil, o CPJ confirmou a morte de dois jornalistas no Rio de Janeiro em função de seu trabalho. O primeiro, Pedro Palma, proprietário do jornal Panorama Regional, foi morto a tiros em frente de casa em fevereiro. Sua morte provavelmente está ligada à cobertura local de fatos políticos. O segundo caso foi do cinegrafista da Band Santiago Andrade, que difere das outras mortes nessa lista por ter acontecido durante um protesto, ambiente particularmente perigoso para jornalistas brasileiros no ano. No Paraguai, país mais perigoso da América Latina para jornalistas, foram três casos de assassinato em 2014. O mais recente é de Pablo Medina Velázquez, correspondente regional do jornal ABC Color, baleado diversas vezes no departamento de Canindeyú, enquanto trabalhava. Uma assistente também foi morta no ataque. Medina cobria a produção de maconha e o tráfico de drogas próximo à fronteira com o Brasil, e editores disseram que ele recebia ameaças frequentes por causa disso. Seu irmão e parceiro de trabalho Salvador Medina foi morto na mesma região, em 2001, por suas reportagens. Ainda estão na lista paraguaia Fausto Gabriel Alcaraz Garay, da Radio Amambay, e Edgar Pantaleón Fernández Fleitas, da Belén Comunicaciones, também baleados e mortos perto da fronteira com o Brasil em maio e junho, respectivamente. CPJ relatou que Alcaraz denunciava regularmente atividades criminosas e tráfico de drogas em seu programa de rádio. Fernández, que também era advogado, apresentava um programa crítico a juízes locais, advogados e funcionários do gabinete do procurador-geral. No México, o repórter Octavio Rojas Hernández, que havia começado a trabalhar para o jornal El Buen Tono, em Córdoba, Veracruz, foi assassinado na porta de casa em agosto. De acordo com o diretor de Redação do veículo, a morte está relacionada a uma matéria que ligava um diretor da polícia municipal a uma quadrilha de roubo de gás. Também em Veracruz, o repórter Gregorio Jiménez de la Cruz foi morto após ter sido sequestrado em fevereiro por homens armados perto de Coatzacoalcos. Jiménez cobria crime e segurança para os jornais Notisur e Liberal del Sur, segundo o CPJ. O Comitê identifica também uma tendência à impunidade no que diz respeito aos assassinatos de jornalistas da região, com raros casos em que os responsáveis pelos crimes são identificados e punidos.

Portal Coletiva.net começa o ano com novidades

O portal gaúcho Coletiva.net, especializado em jornalismo e comunicação, deu início a um processo de modernização e apresentou nesta 2ª.feira (5/1) novo leiaute, com um mosaico de imagens na home, além de novos recursos, como design responsivo, que se adapta ao formato de tela do usuário, em computador ou dispositivos móveis. O portal ganhou ainda novos recursos de interação, integrados às redes sociais Facebook, Twitter, Google+ e Pinterest, para que o leitor compartilhe o conteúdo com mais facilidade e agilidade, e  um espaço destinado ao anúncio de vagas de emprego. Já na seção Agenda, o usuário tem a possibilidade de acrescentar os eventos de seu interesse a aplicativos de gerenciamento de agenda, como o Google Calendar. Outra mudança no site está na lógica de busca: ao procurar por um termo específico, o leitor encontra, em ordem cronológica, todo o conteúdo relacionado ao assunto publicado no portal, independentemente da seção em que a notícia, o artigo ou a coluna está localizado. As edições da revista Coletiva Tendências podem ser conferidas em versão digital. 

A história por trás de Belo Monte

Os bastidores da reportagem multimídia que colocou 19 jornalistas da Folha entre os dez mais premiados do ano Em 15 de dezembro de 2013 ia à rede A batalha de Belo Monte. Com alto investimento e uma volumosa equipe, a reportagem era importante aposta da Folha de S.Paulo para a produção de uma reportagem multiplataforma, envolvendo jornal impresso, site e TV Folha. Durante 15 dias os enviados especiais Dimmi Amora, Lalo de Almeida, Marcelo Leite, Morris Kachani e Rodrigo Machado visitaram as obras da usina às margens do Rio Xingu, no Pará, e conheceram esta que será a terceira maior hidrelétrica do mundo e que desde a sua concepção tem gerado controvérsias. Nesse período, também analisaram o impacto da construção no município vizinho de Altamira e em comunidades ribeirinhas. “Ficou evidente que um só repórter, em poucos dias, não daria conta de abarcar todos os aspectos do empreendimento controverso, que enfrenta resistências desde os anos 1980”, explicou Marcelo na época da apresentação do projeto. “Planejou-se enviar quatro ou cinco jornalistas à área, em agosto (estação seca), por duas semanas. Uma decisão acertada. (…) Em paralelo, aprofundavam-se as pesquisas para produzir os infográficos sobre a intrincada engenharia da usina. (…) Altamira, rio acima, viu sua população aumentar pelo menos 40% em dois anos. ’Caos‘ é a palavra que mais se ouve – no trânsito, na violência, nas obras de saneamento que rasgam as ruas da noite para o dia. Isso para não falar do despreparo do poder público em mitigar os previsíveis impactos sociais do empreendimento. (…) Uma extensa reportagem, acompanhada de gráficos dinâmicos, vídeos e fotos para mostrar todas as facetas da maior obra em curso no País”. Na sede do jornal, outros 14 profissionais trabalharam entre pesquisa, produção e edição do material, que foi dividido em cinco capítulos: Obra, Ambiente, Sociedade, Povos indígenas e História. Integraram o time Rony Maltz (gravou imagens de vídeo no Rio), Eduardo Knapp (fotos e vídeos), Fábio Marra (editor de Arte), Mário Kanno (Coordenação de Arte), Pilker, Rubens Alencar e Lucas Zimmermann (Design e programação), Simon Ducroquet (Infografia, animação e Folhacóptero interativo), Douglas Lambert (Edição de vídeo), Demétrius Daffara (Pós-produção e motion graphics do Folhacóptero), Melina Cardoso (Narração), Marcelo Soares (Cronologia), Giuliana Miranda (repórter de Ciência, colaborou na pesquisa para produção de infográficos) e Michael Kepp (tradução do texto para o inglês). Conversamos com Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha de S.Paulo, que falou sobre os investimentos da publicação em reportagens como a de Belo Monte. Portal dos Jornalistas – Como você analisa os resultados de A batalha de Belo Monte um ano após sua veiculação? Valeu a aposta? Sérgio Dávila – O resultado compensou o investimento, principalmente por mostrar ao leitor todas as possibilidades de uma boa narrativa jornalística em plataformas diversas. Investimentos assim devem se tornar a marca do jornalismo profissional, algo que o leitor só encontrará em sites noticiosos. Portal dos Jornalistas – Olhando para esses resultados é de se esperar que trabalhos como esse sejam tendência ou o atual momento do mercado jornalístico não permite isso? Sérgio – Eles já são tendência. Portal dos Jornalistas – O que podemos esperar para os próximos anos? Sérgio – Acho que o futuro reforçará o tripé do jornalismo profissional, que é formado por: 1. Informações exclusivas checadas e comprovadas – no cipoal de desinformações que toma as redes sociais, sites com informações confiáveis ganharão mais importância; 2. Curadoria – a internet é uma cacofonia informativa, onde tudo é manchete; neste ambiente, deve crescer o papel do jornalista na hierarquização editorial, com mandato do leitor; 3. Resumo, interpretação e análise – com mais atores disputando sua atenção, o leitor não tem tempo a perder, por isso tenderá a valorizar quem der a informação de seu interesse de maneira clara e contextualizada.   Veja quem são os cem mais premiados jornalistas de 2014

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