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sexta-feira, maio 8, 2026

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DCM aborda crise da água em série financia via crowdfunding

O Diário do Centro do Mundo abriu em 13/2 sua quarta série de reportagens financiadas por crowdfunding no site Catarse. Desta vez, o tema é A verdadeira história da crise de falta de água em São Paulo, com trabalhos conduzidos pelo repórter Pedro Zambarda de Araújo. O ponto de partida é uma denúncia investigada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo desde novembro de 2014, cujo autor é um ex-funcionário da Sabesp na Unidade Norte, que dá conta de que “várias ações fraudulentas são praticadas em licitações de companhias de saneamento, como DAE, SAAE, Sabesp e tais ações são de conhecimento geral de empresas e pessoas que atuam nesse mercado”.

R7 tem novas séries especiais

O R7 apresenta como novidade este mês as séries especiais Invisíveis, sobre casos de homicídios esquecidos pela Justiça e a polícia e a trilogia em vídeo Japão proibido, com histórias daquele país que não são noticiadas. Resultado de dez meses de apuração, o especial Invisíveis mostra nove histórias de pessoas comuns que perderam entes queridos e que ainda aguardam uma solução para esses crimes. A série de reportagens é assinada pelos repórteres Ana Claudia Barros, Vanessa Beltrão, Ana Ignacio, Alvaro Magalhães e Mariana Queen, com imagens de Daia Oliver e edição de Érica Saboya e Gustavo Heidrich. Já a série Japão proibido, conduzida pelo diretor de Conteúdo do R7.com Luiz Cesar Pimentel e pelo repórter Eduardo Enomoto, traz três histórias em formato de minidocumentários, divulgados uma vez por semana, sempre às 4ª.feiras. Já na rede, o primeiro episódio faz uma visita à floresta Aokigahara, conhecida como “floresta dos suicidas”. Os próximos episódios mostrarão, respectivamente, um encontro com membros da instituição mafiosa Yakuza e entrevista com o fundador e imagens do Clube da Luta japonês.

Repórter Record Investigação: brasileiros condenados à morte na Indonésia

O Repórter Record Investigação desta 2a.feira (23/2), às 23h30, exibirá reportagem especial com imagens e depoimentos sobre a trajetória dos dois brasileiros condenados à morte por fuzilamento na Indonésia – Marco Archer e Rodrigo Gularte. Marco foi morto com um tiro no peito, há um mês. “Bom vivant” no Rio de Janeiro, fez fama como traficante do outro lado do mundo. Seu último “lance em liberdade” foi carregar 13 kg de cocaína, escondidos em tubos de uma asa delta, para tentar faturar R$ 3 milhões. Rodrigo ainda pode escapar da morte se o novo laudo médico, que atesta esquizofrenia, for aceito pelas autoridades da Indonésia. Caso contrário, ele será executado nos próximos dias. “O laudo é algo importante, compreende? Atesta que ele está com o estado mental muito delicado”, disse à reportagem Paulo Soares, embaixador do Brasil na Indonésia. O programa tem apresentação de Domingos Meirelles.

CBN BH tem novos âncoras, quadro de política e chefe de Reportagem 

A partir da próxima 2ª.feira (23/2) o CBN BH será ancorado conjuntamente por Guilherme Ibraim e Shirley Souza. Formado em 2007 no UNI-BH e mestre em Comunicação Social pela PUC-MG, Guilherme está na emissora desde 2011, primeiro como repórter e depois como chefe de Reportagem. Também graduada no UNI-BH e com pós-graduação em Marketing pela Faculdades Integradas do Oeste de Minas, Shirley já trabalhou nas rádios Itatiaia e Alvorada e nas tevês Alterosa, Record e Rede Minas. Há quatro anos faz parte da equipe CBN. Na mesma semana, estreia Balaio, quadro que irá ao ar às 3as.feiras, às 11h35, no qual a coordenadora de Jornalismo da emissora Juliana Alvim reunirá convidados para discutir os temas mais quentes da política. Ainda por lá, Raquel Romagna é a nova chefe de Reportagem da manhã. Formada pelo Centro Universitário Newton Paiva, tem pós-graduação em Produção em Mídias Eletrônicas e esteve na Rede Minas nos últimos dez anos. 

Memórias da redação ? Cuba lembra o quê?

A história desta semana é novamente uma colaboração de Flávio Tiné, ex-Abril, Estadão e Diário do Grande ABC, assessor de imprensa do Hospital das Clínicas de São Paulo durante 21 anos, que hoje atua como escritor e cronista de Jornal do Commercio do Recife e revista Medicina Social de São Paulo. Ela foi publicada originalmente na edição do JC de 3/12/2014. Cuba lembra o quê?             Embora persistam embargos econômicos, o reatamento das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba é o começo de nova Era, pondo fim a uma injustiça que perdurou 53 anos. No momento em que Cuba volta às manchetes não custa relembrar o papel que esse pequeno país do Caribe exerceu sobre a juventude quando Fidel Castro derrubou a ditadura e implantou um novo regime político, inspirado na revolução socialista da União Soviética. Com erros e acertos, a verdade é que a maioria do povo cubano ainda hoje apoia o Governo, talvez porque não tinha alternativas, submetendo-se na época a uma escravidão pior do que a submissão dos negros no Brasil-Colônia. As mulheres se rendiam ao turismo sexual dos Estados Unidos e os homens viravam gigolôs para sobreviver ou permaneciam na eterna miséria dos canaviais. Tudo isso está na literatura da época.             A juventude brasileira ansiava por algo inovador. Ia às ruas para defender as liberdades, condenar o capitalismo desumano e as injustiças sociais, bem como para defender a Petrobras sob o lema de que o petróleo é nosso. Comícios políticos, eleições, passeatas, em qualquer evento social ou político surgia Cuba como a salvação da lavoura, digo, como exemplo de um país que se rebelou contra a exploração capitalista e todos os seus ingredientes, onde a prostituição era apenas um detalhe, naquele mar de lama sem limites. Mansões e carrões norte-americanos faziam da ilha o mais luxuoso bordel do Caribe.             Logo depois da vitória de Fidel o governo cubano costumava organizar caravanas de latino-americanos para conhecer de perto suas maravilhas. No Recife, os convidados para a viagem era selecionados por Francisco Julião, criador das Ligas Camponesas. Numa dessas viagens fui encaixado como representante do Sindicato dos Bancários, onde era editor de um jornal dirigido por Gastão de Holanda, escritor e funcionário do Banco do Brasil.             Após visitar a ilha de uma ponta a outra, por 30 dias, decidi ficar e tentar a Universidade de Havana, mas não obtive êxito na empreitada porque cursava o segundo ano colegial, não estando, portanto, habilitado para ingressar no curso superior. Dois fatores me atraíam: não havia Vestibular e o estudo e a estadia eram gratuitos.             Fiz então a maior loucura da vida: faltei deliberadamente ao embarque de volta ao Brasil, na esperança de reverter situação e concluir o colegial. Não consegui. Dias depois, as autoridades me arranjaram outro voo para o Rio de Janeiro, onde tive de mendigar passagem para Recife, cedida pela embaixada cubana, por interferência de meu companheiro de viagem Arthur Lima Cavalcanti.             Dois anos depois Cuba me reservaria novas emoções. Morava num pequeno apartamento do edifício Holiday, fartamente decorado com motivos cubanos: fotos, cartazes, recortes de jornais, livros e apetrechos os mais diversos, recordações da inesquecível viagem. A partir de 1º de abril de 1964 um grupo de policiais civis permanece na portaria, prendendo um a um assessores dos governos estadual e municipal – Arraes e Pelópidas. Eu era assessor de imprensa de Pelópidas.             Fiz então arriscada operação de retirada. Combinei com amigos da PA – Polícia da Aeronáutica para me retirar do prédio como preso político da FAB, na condição de ex-cabo da instituição. Levaria todo material, que em seguida seria devidamente enterrado num quintal, livrando-me de prova material importante em eventual prisão. De fato, quando preso, neguei qualquer vínculo com a subversão, sustentando que a viagem tivera apensas motivos jornalísticos. Leia mais + Movimentação na sucursal do SBT-DF + Fabíola Salani acerta com o Metro-SP + Armando Antenore e Tatiana Bandeira começam na Bella Editora

Movimentação na sucursal do SBT-DF

Flávio Figueiredo é o novo chefe de Reportagem da sucursal do SBT. Ele chega para substituir Débora Kolh, que passou a editar o Jornal do SBT. Flávio tem passagens por emissoras de rádio, além de TV Record e NBR. No Jornal do SBT Brasília, apresentado por Alex Gusmão e Alessandra de Castro, a editora Hosana Seiffert viajou para uma temporada de estudos nos Estados Unidos. Para substituí-la, assumiu  Renata Soares, que era editora do Jornal do SBT. Ainda por lá, o repórter Daniel Adjuto ocupou a vaga de Luciana Marques, que também viajou para temporada de estudos, mas na França. No lugar de Daniel no Notícias da Manhã ficou o repórter Felipe Malta, do jornal local. Este, a propósito, apresentado por Williane Rodrigues, conta com dois novos repórteres: Larissa Neves, que teve passagens pela emissora em São Paulo e Manaus, e Leonardo Ferreira, que estava cobrindo férias e foi efetivado. Leia mais + Fabíola Salani acerta com o Metro-SP + Armando Antenore e Tatiana Bandeira começam na Bella Editora + Mudanças na Comunicação da Câmara Federal preocupam jornalistas e sindicatos

Fabíola Salani acerta com o Metro-SP

Fabíola Salani aceitou convite do Metro Jornal de São Paulo e começou por lá em 9/2, como editora de Em Foco. Ela deixou a Folha de S.Paulo, onde coordenava a cobertura de finanças pessoais em Mercado, em sua segunda passagem por lá. Fabíola começou como trainee da Folha e ficou no jornal de 1994 a 2007, tendo passado por Folha ABCD, Folha da Tarde, Cotidiano, Painel do Leitor e Dinheiro. De lá foi para Entrelinhas, Unibanco, depois Itaú Unibanco, e voltou à Folha em janeiro de 2014, em Mercado, como redatora. Os novos contatos dela são [email protected] e 11-3528-8522. Leia mais + Armando Antenore e Tatiana Bandeira começam na Bella Editora + Mudanças na Comunicação da Câmara Federal preocupam jornalistas e sindicatos + Manhã Bandeirantes estreia quadro Pé na cozinha

Armando Antenore e Tatiana Bandeira começam na Bella Editora

Armando Antenore, ex-diretor de Redação da Bravo e ex-Folha de S. Paulo, e Tatiana Bandeira, ex-Globo Livros, passam a reforçar a equipe de Ana Landi na Bella Editora. Armando assume o cargo de diretor Editorial e Tatiana chega como consultora editorial da casa. A editora também anuncia o lançamento da biografia Divaldo Franco – A trajetória de um dos maiores médiuns de todos os tempos, de Ana Landi, que sai com tiragem inicial de 40 mil exemplares, já totalmente vendida. Editado por Antenore e pelo escritor Ronaldo Bressane (ex-redator-chefe da Trip e ex-editor da Alfa), o título é a primeira biografia jornalística do espírita baiano, reconhecido como o sucessor de Chico Xavier. O lançamento nacional, com autógrafos de Divaldo e da autora, será em 23/2 (2ª.feira), das 18h às 22h, na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista, em São Paulo (rua Treze de Maio, 1.947). Os direitos autorais do livro são cedidos às obras do médium.  Leia mais + Mudanças na Comunicação da Câmara Federal preocupam jornalistas e sindicatos + Manhã Bandeirantes estreia quadro Pé na cozinha + Prêmio Imprensa de Educação ao Investidor prorroga inscrições  

Mudanças na Comunicação da Câmara Federal preocupam jornalistas e sindicatos

Está provocando polêmica a intenção do presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de criar um órgão, ligado à Mesa Diretora e acima da Secom, para supervisionar o trabalho jornalístico dos veículos oficiais da Casa. O novo órgão seria comandado por um deputado da bancada evangélica com assessoria um membro da Rede Record. A medida gerou insatisfação entre os profissionais que atuam nesses veículos e provocou reação do Sindicato dos Servidores do Legislativo, o Sindilegis, e do Sindicato dos Jornalistas do DF. Ambas as entidades emitiram notas alertando para o risco de interferência política na linha editorial e na programação dos veículos da Casa, em especial da TV Câmara. Ao longo de quase 17 anos de existência, os veículos de Comunicação da Câmara – agência, jornal, rádio e tevê, que atuam de forma integrada – sempre foram comandados por profissionais de jornalismo que são servidores de carreira da instituição. O sistema é subordinado à Secretaria de Comunicação Social, um órgão diretamente ligado à Presidência da Câmara. Servidores alegam que nenhum outro presidente da Câmara colocou o sistema de comunicação da Casa sob o comando de uma corrente político-ideológica nem contratou profissionais de emissoras comerciais para supervisionar a programação da TV Câmara, por exemplo, que sempre se definiu pela diversidade, pluralidade, laicidade e independência, justamente para que todas as orientações políticas e partidos representados na Casa fossem contemplados. Sobre o trabalho desses veículos, disse Nilton Paixão, presidente do Sindilegis: “Eles estão sob a responsabilidade de servidores capacitados e preparados. É muito preocupante nomear um deputado para sua chefia. Iremos atuar fortemente contra essa medida”. O Sindicato dos Jornalistas do DF também se posicionou de forma enfática pela necessidade da preservação da pluralidade e isenção dos veículos da Câmara e pela manutenção desses sob a direção dos servidores de carreira: “É preciso conclamar deputados e a sociedade civil a atuar contra essa mudança, que pode ter consequências devastadoras para o interesse público”, afirmou em nota.  Leia mais + Manhã Bandeirantes estreia quadro Pé na cozinha + Prêmio Imprensa de Educação ao Investidor prorroga inscrições + Nelson Blecher assume Superintendência Editorial do Diário do Comércio-SP

Manhã Bandeirantes estreia quadro Pé na cozinha

O programa Manhã Bandeirantes estreou nesta 5ª.feira (19/2) o quadro Pé na Cozinha, que recebeu como convidada a chef Mara Salles, do restaurante Tordesilhas, de São Paulo. No novo quadro – sempre às 5as.feiras –, os apresentadores Carolina Ercolin e Agostinho Teixeira recebem para um bate-papo descontraído chefs de cozinha para falar de novidades, tendências e curiosidades da gastronomia. O Manhã Bandeirantes vai ao ar de 2ª a 6ª.feira, das 10 às 11h30, na Rádio Bandeirantes 90,9 FM e 840 AM ou pelo aplicativo Band Rádios.

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