Tino Marcos, um dos principais repórteres de Esportes da TV Globo, entrou em período sabático de dez meses. O anúncio foi feito por Galvão Bueno durante a transmissão do amistoso da seleção brasileira de futebol contra o Chile, no último domingo (29/3). Segundo Galvão, Tino vai se dedicar à família e aos estudos, e retornará às atividades na emissora em fevereiro de 2016. Em sua conta no Twitter, Tino comentou: “Uma sequência de boas sensações e o que fica é minha gratidão a todos. Volto em fevereiro ao trabalho. E não, não é por nada grave não!”. Natural de Duque de Caxias (RJ), Tino está na TV Globo desde 1985. Leia mais + Mário Sérgio Venditti deixa o comando da Carro + Motorpress contrata Claudio Luis de Souza para assumir área digital + Justiça suspende eleições do Sindicato dos Jornalistas de SP
Mário Sérgio Venditti deixa o comando da Carro
Um dos +Admirados Jornalistas Automotivos do Brasil, segundo ranking organizado por J&Cia Auto, Mário Sérgio Venditti pegou o mercado de surpresa ao anunciar em primeira mão, pelo seu perfil no facebook, sua saída da Motorpress. Ele havia retornado à editora, onde atuou entre 2003 e 2008, para assumir o comando da recém-criada revista semanal Carro Hoje, lançada em agosto de 2011 e que durou pouco mais de um ano. “Foi uma experiência muito marcante ter sido o diretor de Redação da primeira revista semanal de carros do Brasil”, lembra Venditti. “Inovamos tanto na periodicidade quanto na linguagem. Foram 63 semanas muito felizes, mas infelizmente o mercado não abraçou a causa e tivemos que fechar a revista mesmo vendendo em média 15 mil exemplares por semana, ou 60 mil por mês. Além do mais, tínhamos uma equipe de muita qualidade, com nomes como João Anacleto e Leandro Álvares”. Após o fim da publicação, Venditti assumiu a direção de Redação da Carro, mesmo posto que havia ocupado em sua primeira passagem, na época em paralelo com o comando de outras revistas da casa, como Avião Revue (hoje na Key Publishing) e Racing. “Nessa primeira passagem entrei no meu habitat, que era fazer revista mensal de carros, mas achei interessante atuar em outras áreas totalmente diferentes, como aviação, por exemplo”. Além das duas vezes na Motorpress, Venditti foi diretor de redação da Automóvel e Requinte, editor especial da Quatro Rodas e editor da Placar, além de ter atuado por quatro meses na assessoria da Scania. Sobre o futuro ele explica que ainda está estudando novos rumos, mas analisará propostas em redações ou em assessoria de imprensa. Leia mais + Motorpress contrata Claudio Luis de Souza para assumir área digital + Justiça suspende eleições do Sindicato dos Jornalistas de SP + Morre Beatriz Thielmann
Motorpress contrata Claudio Luis de Souza para assumir área digital
Em uma das principais movimentações do mercado jornalístico automotivo deste início de ano, a Motorpress Mídia anunciou em 20/3 a saída do diretor de Redação da revista Carro Mário Sérgio Venditti e, na semana passada, para assumir sua área digital, a chegada de Claudio Luis de Souza, que recentemente deixou o posto de editor do UOL Carros. Apesar de quase se sobreporem, as mudanças foram independentes e atenderam às novas necessidades da editora, como garante Isabel Reis, vice-presidente da Motorpress: “Com o mercado exigindo cada vez mais um direcionamento voltado para o digital, e após o alto investimento que fizemos no último ano em ferramentas para essa plataforma, sentimos a necessidade de trazer alguém com esse perfil e experiência para integrar todas nossas redações digitais”. O investimento ao qual ela se refere diz respeito a ferramentas que vêm sendo implantadas desde o ano passado e que visam a ampliar a lucratividade do negócio, oferecendo soluções comerciais a partir do conteúdo editorial de suas publicações. Na época, para tocar essa nova empreitada, foi contratado o publisher Andrés Bruzzone, profissional com larga experiência editorial e passagens por Editora Abril e revista Caras, que também deixou a casa neste mês. Pela nova estrutura, o editor-chefe da Carro Wilson Toume assume o comando da publicação, enquanto Claudio passa a responder pela área digital de todas revistas da casa, que incluem ainda os sites de Racing, Motociclismo e Transporte Mundial. “Apesar do desafio de atuar com novos públicos e produtos, a essência continua sendo a mesma, que é a do jornalismo”, explica Claudio. “Quando recebi o convite achei algo extremamente interessante e desafiador. Principalmente em um momento em que havia acabado de deixar um posto que ocupei por tanto tempo, e por isso não me via voltando tão rápido a uma publicação do segmento, ainda mais para atuar na área digital. Após minha saída do UOL Carros até planejei diversificar e escrever para outras áreas, como política, com que me identifico muito, mas um convite como esse, para atuar em uma editora como a Motorpress, não se pode recusar”. Na Carro Online, Claudio contará com o apoio do repórter Hector Vieira. De casa nova – Além das mudanças estruturais em sua equipe, a Motorpress começa a semana de casa nova em São Paulo. A partir desta 2ª.feira (30/3) a editora deixa sua sede próxima à avenida João Dias, e vai para o Campo Belo, na rua Barão do Triunfo, 1318. O telefone continua sendo o 11-2165-8700. Leia mais + Justiça suspende eleições do Sindicato dos Jornalistas de SP + Morre Beatriz Thielmann + CPJ lança projeto para libertar jornalistas presos
Justiça suspende eleições do Sindicato dos Jornalistas de SP
O juiz Francisco Duarte Conte, da 77a Vara da Justiça do Trabalho de São Paulo, acolheu em 26/3 o pedido do Ministério Público do Trabalho de suspensão liminar das eleições no Sindicato dos Jornalistas no Estado até o julgamento da ação cautelar impetrada por Nelson Lin, que encabeça chapa de oposição. A medida cautelar pede “que ambas as chapas sejam inscritas com um total [mínimo] de 3 (três) candidatos por Diretoria Regional”, nos termos do acordo firmado nos dois pleitos eleitorais anteriores [2009 e 2012] e ratificado pelas respectivas Comissões Eleitorais, dando-se reinício ao processo eleitoral de sorte que as urnas sejam abertas somente após 30 dias da publicação da decisão”. . Pede, ainda, que a Chapa 2 possa exercer o direito previsto no artigo 97, §2º do Estatuto, de “substituir, até o limite de 20% da chapa, os candidatos que não reúnam condições de participarem por outros que as tenham”. A Chapa 2 teve sete candidatos impugnados pela Comissão Eleitoral, entre os 63 jornalistas que a compõem. Isso equivale a 11% da chapa, portanto dentro da margem de 20% prevista no Estatuto. A Comissão Eleitoral, porém, não teria autorizado a Chapa 2 a substituir os candidatos impugnados. Em nota publicada pelo Sindicato, o presidente da Comissão Cláudio Soares se manifestou: “Eu, como presidente da Comissão Eleitoral que dirige as eleições para a nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Cláudio Luís de Oliveira Soares, mesmo sem ter sido formalmente notificado, tomei conhecimento na data de hoje da decisão da Justiça do Trabalho suspendendo os efeitos da eleição realizada nos dias 24, 25 e 26 de março de 2015. Acatando a decisão, entendo que estão suspensos os efeitos práticos do resultado eleitoral, enquanto se aguarda a decisão final do processo judicial. Observo que a decisão tomada não acata os pedidos formulados pelo grupo que teve sua chapa não registrada, mas suspende o processo eleitoral a pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) ‘para que não haja prejuízo a quaisquer das chapas’. Reafirmo que esta Comissão Eleitoral cumpriu o mandato que recebeu democraticamente da assembleia que instalou o processo eleitoral, respeitando estritamente o Estatuto do SJSP, parâmetro que permite solucionar positivamente a disputa em curso. Acredito que o SJSP tomará as medidas cabíveis para preservar a continuidade normal do processo eleitoral, esclarecendo todos os fatos perante a Justiça.” Leia mais + Morre Beatriz Thielmann + CPJ lança projeto para libertar jornalistas presos + Saga de Castelinho chega às livrarias em obra de Carlos Marchi
Morre Beatriz Thielmann
Morreu neste domingo (29/3), aos 63 anos, a repórter da TV Globo Beatriz Thielmann. Ela estava internada no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, e lutava contra um câncer. Com mais de 30 anos de carreira, Beatriz cobriu importantes momentos do País, como a promulgação da Assembleia Nacional Constituinte, em 1988, a eleição e morte de Tancredo Neves, a implantação do Plano Cruzado, a Eco-92, os Jogos Pan-Americanos e a visita do Papa Francisco ao Rio. Foi ainda a primeira repórter da emissora a entrevistar Fidel Castro. Beatriz deixa dois filhos, Diogo e Rafael. Leia mais + CPJ lança projeto para libertar jornalistas presos + Saga de Castelinho chega às livrarias em obra de Carlos Marchi + Paulo Zocchi é o novo presidente do SJSP
CPJ lança projeto para libertar jornalistas presos
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) lançou, em parceria com estudantes da University of Maryland, o projeto Press Uncuffed, que visa a arrecadar dinheiro para a libertação de profissionais detidos durante alguma cobertura ou em consequência de um comentário. A ideia nasceu quando o repórter do Washington Post Dana Priest designou a cada de seus alunos da classe de jornalismo na Universidade de Maryland o perfil de um profissional preso. Ao final da aula, os estudantes decidiram ajudá-los de alguma forma e criaram a campanha, que logo recebeu o apoio do CPJ. O dinheiro será arrecadado por meio da venda de pulseiras de acrílico que carregam os nomes de jornalistas detidos. Inicialmente, o projeto objetiva angariar US$ 30 mil para produzir um mínimo de dez mil pulseiras, que carregarão os nomes de nove jornalistas presos: Ammar Abdulrasool (Bahrein, 2014), Mahmoud Abou Zeid (Egito, 2013), Reeyot Alemu (Etiópia, 2011), Khadija Ismayilova (Azerbaijão, 2014), BhekiMakhubu (Swazilândia, 2014), Ta Phong Tan (Vietnam, 2009), Jason Rezaian (Irã, 2014), Yusuf Ruzimuradov (Uzbekistão, 1999) e Ilham Tohti (China, 2014). Segundo senso do CPJ, em 2014 pelo menos 221 jornalistas foram presos no mundo todo. No Brasil, um profissional da imprensa pode ir para a prisão por algo que escreveu no caso de ser condenado por um crime de honra: calúnia (atribuir ações falsas ao sujeito), difamação (atribuir ações desonrosas ao sujeito) e injúria (ofensa pessoal ao indivíduo).
Saga de Castelinho chega às livrarias em obra de Carlos Marchi
Todo aquele imenso mar de liberdade (Record) será lançado em São Paulo, no dia 6 de abril (Livraria Cultura, Conjunto Nacional, 19h), e em Brasília, no dia 14 de abril (Carpe Diem, 19h) Chega às livrarias neste início de abril Todo aquele imenso mar de liberdade – A dura vida do jornalista Carlos Castello Branco, livro que Carlos Marchi escreveu sobre a saga daquele que é apontado quase com unanimidade como o maior cronista político da história do jornalismo brasileiro. Editado pela Record, já tem lançamentos marcados para São Paulo e Brasília e nos próximos dias editora e autor definem a noite de autógrafos no Rio de Janeiro.
Com 560 páginas, o livro tem texto de orelha de Dora Kramer e apresentação de Merval Pereira. Sobre a oportunidade da obra, diz Marchi: “Ela mostra que a vida de um jornalista tem uma história que muitas vezes se confunde com a História do Brasil. Quando percebi isso, fiquei orgulhoso de ter sido jornalista. Nós construímos a História do nosso País. Alguns fazem isso mais modestamente; outros fazem com todo vigor, como fez Castelinho. Espero que o exemplo frutifique e outros autores se encorajem para contar a vida de outros jornalistas que fizeram a História do Brasil com H maiúsculo”.
Marchi conviveu longamente com Carlos Castello Branco, a ponto de ter sido um dos jovens jornalistas, nos anos 1960, a convencê-lo a assumir, num momento delicado, a Presidência do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal. Desse convívio e admiração ficou a certeza de que teria que prestar a ele algum tributo, em algum momento, materializado na obra que agora chega às livrarias. Nascido em Macaé (RJ), Marchi passou por alguns dos mais importantes veículos de comunicação do País. No Rio, atuou em Correio da Manhã, Última Hora e O Globo; em Brasíliam em O Globo, TV Globo, Estadão e Jornal do Brasil; e em São Paulo, no Estadão. É também autor de Fera de Macabu (1988), da mesma Editora Record.
Paulo Zocchi é o novo presidente do SJSP
A chapa única, de situação, Unidade e Luta elegeu-se para a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) pelo triênio 2015-2018.
Dos 699 jornalistas que participaram da votação – entre os mais de três mil sindicalizados –, 653 (93%) manifestaram seu apoio para que a atual gestão permaneça à frente da entidade, que passa a ser presidida por Paulo Zocchi. O estatuto do Sindicato não exige quórum mínimo para o primeiro turno das eleições.
Edinho Silva assumirá a Secom
Nem Américo Martins, nem Alessandro Molon. Edinho Silva – ex-deputado estadual pelo PT de São Paulo e coordenador financeiro da campanha do partido ao Planalto no ano passado – é o escolhido por Dilma Rousseff para assumir a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. O anúncio foi feito na tarde desta 6ª.feira (27/3), em nota oficial. A posse está marcada para a próxima 3ª.feira (31/3), às 11 horas. Nascido em Pontes Gestal, cidade da região de São José do Rio Preto (SP), Edinho é formado em Ciências Sociais pela Unesp de Araquara e Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos, ambas no interior de São Paulo. Foi prefeito de Araraquara de 2001 a 2008. Nesse ano também assumiu a presidência do PT paulista, seguindo na função até 2013. Em 2010, elegeu-se deputado estadual, cargo que ocupou até o início deste ano. Leia mais + Thomas Traumann deixa a Secom + Com Luiz Egypto, do OI, Portal dos Jornalistas chega a 5.700 perfis + Chico Alves é o novo editor executivo de O Dia
Com Luiz Egypto, do OI, Portal dos Jornalistas chega a 5.700 perfis
Com o perfil de Luiz Egypto, redator-chefe do Observatório da Imprensa, o Portal dos Jornalistas atinge nesta 6ª.feira (27/3) a marca de 5.700 perfis biográficos. Além do OI, Egypto exerce a função de editor associado do Museu da Pessoa, espaço virtual e colaborativo fundado em São Paulo, em 1991, cujo objetivo é registrar, preservar e transformar em informação histórias de vida de toda e qualquer pessoa da sociedade. Natural de São Luiz do Paraitinga (SP), Luiz é graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora e mestre em História pela PUC-SP. Ao longo da carreira, passou por Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil, Estadão, além das revistas Ícaro e Imprensa. Também foi consultor de projetos para a Unesco e professor universitário. O Portal em números Dos 5.700 perfis que estão no Portal dos Jornalistas, 2.116 são mulheres e 3.584, homens. Há 3.108 profissionais atuando em mídias digitais — sendo 1.242 blogueiros –, 2.236 em jornais e 1.261 em revistas. Em televisão são 2.078 e 1.053, em rádio. Nessas contas, claro, há os que atuam em mais de uma mídia. São Paulo lidera a participação por Estados, com 2.437 profissionais. Seguem no topo da lista dos mais representados: Minas Gerais, com 624 jornalistas, Rio de Janeiro (531), Rio Grande do Sul (242), além do Distrito Federal, com 254. Entre os jornalistas especializados, 950 abordam Economia e Negócios, 880 cobrem Cidades, 832, Cultura e Entretenimento, 817, Esporte e 741 escrevem sobre Política e Opinião. Mais de 1.200 jornalistas são também escritores, e, juntos, publicaram mais 5.900 livros. Leia mais + Edinho Silva assumirá a Secom + Mauro Beting deixa a Rádio Bandeirantes + Chico Alves é o novo editor executivo de O Dia






