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terça-feira, abril 28, 2026

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Jornal do Senado completa 20 anos e publica especiais sobre o País e o Parlamento

A edição do Jornal do Senado desta 3ª feira (19/5) trouxe o encarte 20 anos na primeira página, destacando que algumas das principais decisões da Casa ?foram divulgada?s? por meio das capas do ?veículo nesse período. O trabalho pode ser conferido? na? página especial do Portal Senado Notícias. Nela, há também um vídeo com depoimentos de jornalistas sobre os bastidores da criação e da rotina diária do jornal. “A orientação era repercutir o que acontecia no dia a dia, não dando demasiado destaque às atividades do presidente e priorizando as decisões da Casa?”?, lembra no vídeo o primeiro editor-chefe Djalba Lima. Já a chefe de reportagem, Sheyla Assunção, ressalta a responsabilidade de colocar em linguagem jornalística uma série de notícias muitas vezes carregadas do jargão legislativo. Além do vídeo, do encarte impresso e da página na internet com todas as capas, o Senado prepara para o junho uma exposição com os trabalhos da equipe de Comunicação do impresso. O Jornal do Senado surgiu como uma evolução do boletim bissemanal Carta do Senado, que era produzido desde 1989 e enviado pelos Correios a jornais do interior. Naquele ano, começavam? a ser criado?s? os veículos de comunicação do órgão. Na época, também, a Agência Senado mandava notícias por fax a 100 redações pré-selecionadas no País. O trabalho de estruturação da Secom começou nesse período. Atualmente o jornal circula de 2ª a 6ª.feira com tiragem de 6 mil exemplares. Também está na internet, nas mídias sociais, em newsletter via e-mail e pode ser acessado por meio de plataformas interativas como aplicativos de celulares e tablets. ?O jornal publica ainda a seção Especial Cidadania todas as 3as, a edição mensal em braile e a revista Em Discussão!, que trata dos principais temas debatidos nas Comissões.

Estariam Infoglobo e Editora Globo caminhando para uma fusão?

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

 

Frederic (Fred) Kachar, diretor geral da Editora Globo, com sede em São Paulo, chegou ao Rio esta semana para assumir o cargo de diretor geral (CEO) da Infoglobo – editora dos jornais O Globo, Extra e Expresso –, acumulando-o com o da Editora. Ele é também presidente da Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas).

Seu antecessor Marcello Moraes deixa a empresa e o cargo que ocupava desde o final de 2011. Em 14/5, Moraes convidou os diretores das publicações da Infoglobo para um café da manhã no dia seguinte, na Barra da Tijuca, onde mora, e deu-lhes a notícia de que havia sido demitido. A versão oficial é de que ele se desliga para desenvolver projetos pessoais. Jorge Nóbrega, braço-direito dos acionistas do Grupo Globo para a parte financeira, comunicou a Moraes a decisão da cúpula. Não foi João Roberto Marinho, o vice-presidente do Grupo que responde pelos impressos.

Fusão à vista? Marcello Moraes esteve na Infoglobo por 16 anos, e era diretor de Planejamento Corporativo, vindo de uma diretoria executiva de Mercado Leitor e Operações, quando foi conduzido à Direção Geral para substituir Paulo Novis, que se aposentava. Fred Kachar chegou a ser cogitado na ocasião, mas a ideia não prosperou, possivelmente por influência de Novis, que escolheu Moraes e o preparou com bastante antecedência para a transição.

Kachar chegou ao Grupo Globo em 1997, depois de passar pela consultoria Deloitte. Na Infoglobo, foi controller; no Diário de S.Paulo, então pertencente ao grupo, foi diretor financeiro; na Editora Globo desde 2002, sua atuação destacou-se pela joint venture com a editora americana Condé Nast, em 2010, o que trouxe para a Editora Globo as publicações com o selo Vogue.

O estopim para a troca de executivos teria sido o novo prédio. Previsto para ser inaugurado neste mês de maio, tem ligeiro atraso na obra, mas está praticamente pronto. Começou a ser construído quando se pactuou a venda dos edifícios antigos da rua Irineu Marinho, o que pagaria a obra.

O negócio – que o mercado especula ter sido em torno de R$ 100 milhões –, no último momento, não se concretizou. Do ponto de vista de gestão, esse tropeço seria pecado sem perdão. Roberto Irineu Marinho, presidente do Grupo, acompanhado pelos irmãos João Roberto e José Roberto, vice-presidentes, em recente (24/4/15) entrevista ao jornal Valor – que o Grupo compartilha como controlador com a Folha de S.Paulo –, a propósito dos 50 anos da TV Globo, mencionaram as subsidiárias do Grupo, sem uma palavra sobre a Editora Globo.

Repercutiu no mercado uma interrogação: os acionistas se esquecem da subsidiária, mas se lembram do principal executivo dela para o cargo em aberto?

Outro motivo para a mudança poderia ser uma preferência pessoal. Sem dúvida, Kachar, presidente reeleito da Aner desde 2011, é hoje o principal porta-voz do segmento revista, requisitado pela mídia para declarações. Em entrevista antiga ao site Comunique-se (6/2/13), afirmou sua intenção de estreitar o relacionamento da Aner com outras entidades ligadas aos veículos, como a ANJ (Associação Nacional de Jornais) e a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão).

Com aspas: “Nossos principais desejos são os mesmos: total liberdade de expressão e diminuição na tributação”. Além do perfil sério, o lado pop de Kachar, bem revista de celebridades, pode ser conferido, pela dica do cáustico blogueiro Ivson Alves, no camarote da Quem, ainda que de seis anos atrás. Sob a perspectiva dos acionistas, na mídia impressa, a menina dos olhos de ouro sempre foi o jornal, cabendo à editora um eterno papel de coadjuvante.

Roberto Marinho disse certa vez que lhe poderiam tirar tudo, menos o jornal. Os filhos, ainda que não tão radicais, zelam por essa tradição. A Infoglobo tem estudos para praticamente todas as situações gerenciais, para todo tipo de publicação, tudo mesmo. E pode pôr em prática qualquer projeto com uma agilidade invejável. Sabe-se que existe um estudo aprofundado, e antigo, na Infoglobo para sua fusão com a Editora Globo.

Em termos de mercado, agora, quando declinam as oportunidades nos impressos – mesmo em suas mais elaboradas opções digitais, como O Globo A Mais – pode ser: a hora é esta!

Jornalistas&Cia chega à milésima edição

Chegar à milésima edição não é um sonho, até porque, em sã consciência, dificilmente alguém inicia uma empreitada underground, como a nossa, pensando em longevidade. Na melhor das hipóteses, pensávamos em ir sobrevivendo. No entanto, aquele despretensioso fax, nascido quase de uma brincadeira, foi ganhando consistência, musculatura, relevância, credibilidade e, quase sem se dar conta dos anos e edições, chega nesta 4a.feira (20/5) à emblemática Edição 1.000. Vimos nascer jornais, como o Valor Econômico; revistas como Época e Dinheiro; emissoras como RedeTV, CBN, BandNews (tevê e rádio), GloboNews, Record News; a internet e seus múltiplos blogs, sites, redes e mídias sociais, novas plataformas, mobilidade… Mas também vimos – e esse é o lado sempre triste de nossa saga – acabarem títulos tradicionais como as versões impressas de Jornal do Brasil – o nosso gigante JB –, A Gazeta Esportiva e Diário do Comércio, Gazeta Mercantil, Manchete (revista e tevê), Fatos&Fotos… Acompanhamos os constantes e agressivos rasantes daquele pássaro cruel, o passaralho, em veículos de todo o País, inicialmente como recurso das empresas para diminuir a folha de pagamento nos momentos de reajuste salarial; mas, hoje, por causa do próprio encolhimento dos veículos jornalísticos, em especial da mídia impressa. Assistimos à ascensão e queda da bolha da internet, nos anos 2000, que levou o mercado a seu ponto máximo de aquecimento e, poucos meses depois, a uma inflexão também histórica. E nos despedimos com tristeza de dezenas, centenas de profissionais, que ajudaram a fazer o jornalismo brasileiro ser melhor. Nossas edições especiais combinaram o noticiário do dia a dia com pautas diferenciadas, mostrando tendências, perfis profissionais, memórias de nossa atividade. E entrevistas de fôlego maior, como as produzidas durante alguns anos pelas séries Protagonistas da Imprensa Brasileira e J&Cia Entrevista. Geramos alguns filhos, como o Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva, lançado em abril de 2009, o Prêmio J&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade (2009 a 2012), o Portal dos Jornalistas (de novembro de 2011), o Ranking dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros (de 2011), o Ranking dos Mais Admirados Jornalistas Brasileiros (de 2014). Resgatamos alguns momentos marcantes da Cultura Popular, com o Jornalistas&Cia Memória da Cultura Popular, em parceria com o Instituto Memória Brasil, dirigido por Assis Ângelo. E até o Centenário da Imigração Japonesa chegamos a revisitar, num especial coordenado por Celso Kinjô. Mas o mais importante de tudo foi ter sempre ao nosso lado a companhia privilegiada de leitores que estão ajudando a construir a história contemporânea do jornalismo e da comunicação brasileira. Mil edições depois, já é possível sonhar: aqui começa a saga rumo a edição 2.000!!    

Rádio Estadão despede-se da AM

Espaço no dial será ocupado pela Igreja Internacional da Graça de Deus

 

O Grupo Estado anunciou a saída da Rádio Estadão da frequência AM 700 KHz. A partir de agora, vai concentrar-se em FM com a própria Rádio Estadão (92,9 MHz) e a Eldorado (107,3 MHz). A empresa negociou a cessão do espaço, que passará a ser ocupado, já a partir de 2ª.feira (25/5), pela Igreja Internacional da Graça de Deus. Não foram revelados os valores.

No comunicado distribuído, o Grupo Estado informa que “continuará como titular e responsável pela operação” e também que “um segundo acordo entre as organizações dispõe sobre a possível transferência da permissão e da frequência AM, após cumpridas as condições contratuais e aprovação do Ministério das Comunicações” – ou seja, transferência em definitivo da concessão.

À parte a questão econômica, que, embora não citada no comunicado, certamente teve peso relevante na decisão, o Grupo Estado explica que fez a opção de sair da AM porque “tem priorizado investimentos em conteúdos e plataformas digitais destinados a públicos de qualificação diferenciada ou de interesse específico – como o lançamento, semana passada, do novo site móvel para celulares e da recentemente lançada série de aplicativos Viagens do Paladar, entre outros”.

O núcleo de rádio, no Grupo Estado, passou anteriormente por duas importantes mudanças, com vistas a encontrar soluções economicamente viáveis e com maior lucratividade para o negócio. A primeira foi criar a Rádio Estadão e instalá-la no dial no endereço até então consagrado à Eldorado, o FM 92,7 MHz, deslocando esta para a frequência 107,3 MHz.

O segundo movimento, alguns meses depois, foi o acordo comercial com a ESPN, que transformou a rádio em Estadão/ESPN, com esta assumindo toda a parte esportiva da emissora. O acordo durou quase dois anos e acabou desfeito por não gerar os benefícios esperados pelas duas organizações.

Este terceiro movimento concentra a atuação da emissora no chamado segmento premium do mercado de rádio, as FMs. A Rádio Estadão também continuará veiculando seu conteúdo pelo site e pelo aplicativo para smartphones, disponível para os sistemas iOS e Android.

Vitor Hugo Brandalise é novo repórter do Estadão

Vitor Hugo Brandalise começou como repórter do Aliás, no Estadão. Em sua terceira passagem pelo jornal, ele foi repórter de Cidades de 2008 a 2011, quando saiu para fazer um mestrado em Comunicação na Universidade de La Coruña (Espanha), onde atuou no jornal La Voz de Galícia.

Retornou ao Estadão em dezembro de 2012, no mesmo caderno, e permaneceu no veículo até março de 2013. Foi editor de reportagens da revista GQ Brasil, da Editora Globo Condé/Nast, e recentemente vinha atuando como freelancer.

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (2007) e mestre em Comunicação (Edição Jornalística) pela Universidade de La Coruña, é vencedor de sete prêmios nacionais e internacionais de reportagem, entre eles o Petrobras de Jornalismo 2013, ano em que também publicou o livro-reportagem O Theatro Municipal de São Paulo (editora Senac).

Rede Jornalistas Livres será lançada no domingo (24/5)

Evento com teatro, circo, samba, música brasileira, entre outras, marcará o lançamento da rede de jornalismo independente em defesa da Democracia e dos Direitos Humanos Jornalistas Livres, no próximo domingo (24/5), das 15h às 23h30, na Praça das Artes (av. São João, 281), em São Paulo. Com entrada gratuita, a festa celebra o nascimento da rede, que procurará fazer denúncias de abusos aos direitos humanos, acompanhamento e fiscalização de políticas públicas, agendamento de debates, pluralidade de fontes, contextualização dos temas abordados e democratização da informação. Interessados em participar do projeto ou colaborar com o financiamento coletivo devem enviar e-mail para [email protected] ou preencher cadastro.

Diálogo entre gestores e funcionários é tema de novo livro de Viviane Mansi

Viviane Mansi, coautora de Comunicação com Empregados – a Comunicação Interna sem fronteira, lança nesta 5ª.feira (21/5), às 19h, na Faculdade Cásper Líbero (SP), a obra Comunicação, Diálogo e Compreensão nas Organizações (Editora In House). Para debater sobre o tema do livro, que aborda o diálogo dentro das organizações, principalmente entre gestores e funcionários, a autora recebe no lançamento Bruno Carramenha (consultor e especialista em comunicação com empregados), Dimas A. Künsch (responsável pelo grupo de pesquisa A Compreensão como Método), Fabio Betti (consultor e especialista em facilitação de processos de inovação e transformação cultural), Gracio Reis (executivo e escritor) e Thatiana Cappellano (consultora e especialista em semiótica psicanalítica). Para participar, é necessário enviar para [email protected] e-mail com nome, RG e instituição acadêmica a que está vinculado. 

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias redações de São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais:

São Paulo

Thaís Folego, repórter de Finanças do Valor Econômico que cobria o setor de seguros e previdência fechada (fundos de pensão), deixou o jornal para trabalhar na empresa de análise de investimentos Empiricus. Para o lugar dela a editora de Finanças Vanessa Adachi convidou Simone Cavalcanti (ex-Brasil Econômico). Quem também vai deixar o Valor é a repórter de macroeconomia (editoria de Brasil) Vanessa Jungerfeld. Doutoranda de Economia na Unicamp, Vanessa, que está no Valor desde a fundação do jornal, em maio de 2000, seguirá a carreira acadêmica.

Diego Zanchetta, deixou o Estadão, onde desde fevereiro de 2008 era repórter de administração municipal do Estadão, e passou a integrar a equipe do Fantástico, da TV Globo. Antes ele passou por Agora e Correio Popular, de Campinas.

Distrito Federal

A propósito, Bruno Feittosa, que com a extinção do programa Brasil Urgente DF deixou a TV Bandeirantes depois de quase um ano, foi contratado como repórter da CBN. Antes de atuar na tevê ele esteve por dois anos na BandNews FM.   Flávia Tavares foi transferida da sucursal de Época para a capital paulista. A vaga dela no DF não foi preenchida.

Minas Gerais

A repórter Juliana Dapieve, que escrevia para as editorias de Emprego, Imóveis e Infantil de O Tempo, foi promovida a repórter especial e passa a trabalhar para todas as editorias. O contato dela é [email protected]. Dayse Resende ([email protected] e 31-2138-3921) a substitui na reportagem daqueles cadernos.

Luigi Reis volta para a produção do Esporte na TV Record Minas, depois de uma temporada produzindo matérias para rede na emissora.

O caderno de Economia do Hoje em Dia ganhou uma nova estagiária: Samara Souza ajudará o editor José Antônio Bicalho na coluna de notas de negócios. O espaço, publicado aos domingos, divulga novidades empresariais, como produtos, contratações, serviços, selos, premiações, participação em eventos, entre outros. Samara recebe sugestões no [email protected]. Na mesma editoria, Thiago Ricci ([email protected]), ex-jornal Metro e ex-correspondente do O Globo, compõe a equipe de repórteres.

Guilherme Torres, ex-Veja BH, volta a assinar a coluna Gente Fina na Revista Encontro. Torres ([email protected]) havia deixado a equipe em 2014 para fazer na revista da Abril a coluna Inconfidências Mineiras.

Lucas Sampaio começa na GloboNews

Ex-Folha e Estadão, Lucas Sampaio começou como produtor de reportagem sênior do Jornal das Dez, da GloboNews, em São Paulo. Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina, foi repórter fotográfico do jornal Notícias do Dia, de Florianópolis, trainee no Estadão e na Folha de S. Paulo e correspondente dos dois jornais em Campinas. Na Folha, passou pelas editorias de Mercado, Tec, Revista sãopaulo e Novas Plataformas. Esta é sua primeira experiência em televisão. Seus novos contatos profissionais são 11-5509-5125 e [email protected].

Nova obra de Magaly Prado chega às livrarias em 26/5

Ciberativismo e noticiário – da mídia torpedista às redes sociais (Alta Books), de Magaly Prado, será lançado na próxima 3ª.feira (26/5), às 18h, na livraria Martins Fontes da Paulista, em São Paulo. Dividida em quatro partes, a obra tem a finalidade de debater os protestos, a cobertura pela imprensa e como as redes sociais e mensagens por celular modificam os modos de se fazer ativismo. Magaly analisa os movimentos sociais que nasceram e se desenvolveram por meio da internet, com atenção especial às manifestações iniciadas em junho de 2013 e a consequente cobertura que a mídia (convencional e alternativa) fez desses protestos. Magaly é doutora em Comunicação e Semiótica e mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP; e pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde é professora titular de Produção de Rádio e, no CIP — Centro Interdisciplinar de Pesquisa, produz estudos e orienta trabalhos de iniciação científica desde 2004. Em pós-graduação, ministra aulas no curso Redes Sociais, Mobilidade e Colaboração na PUC-SP e oficinas no curso Jornalismo Digital da ESPM-SP. É professora de Webjornalismo (Edição para Internet) no curso de Jornalismo da ESPM-SP, em que dirige o programa de tevê Linkados na área. 

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