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sexta-feira, abril 24, 2026

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Débora Bergamasco assume a direção da IstoÉ em Brasília

Débora Bergamasco deixou a assessoria especial do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, onde permaneceu por seis meses, e assumiu nesta 3ª.feira (8/9) a direção da sucursal de IstoÉ em Brasília. O cargo estava vago há três meses, desde a saída de Eumano Silva.

Na nova função, Débora também assinará a coluna Brasil Confidencial. Antes de ir para o ministério, ela trabalhou por sete anos no Estadão, na reportagem de Política, e como repórter da coluna Direto da Fonte, de Sônia Racy. Também atuou na coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

Segundo o Comunique-se, quem saiu da IstoÉ no DF há duas semanas foi a repórter Josie Jerônimo, para se dedicar ao doutorado em Ciência Política. Ainda segundo o portal, Izabelle Torres voltou de licença-maternidade e também decidiu sair, ficando na revista até o final desta semana; depois, passará a fazer assessoria de imprensa para um grupo de deputados.

STF cassa liminar que impedia quebra de sigilo de Allan de Abreu e Diário da Região

O ministro do STF Dias Toffoli rejeitou nesta 4ª.feira (9/9) a reclamação da ANJ que pedia a anulação da decisão do juiz da 4ª Vara Federal de Rio Preto (SP), Dasser Letière Júnior, determinando a quebra do sigilo telefônico do repórter do Diário da Região, Allan de Abreu, e de toda a redação do jornal paulista. O objetivo da quebra é descobrir a origem do vazamento de escutas telefônicas da Operação Tamburutaca, divulgadas pelo Diário em 2011, que revelavam um esquema de corrupção na Delegacia do Trabalho de Rio Preto. De acordo com nota publicada pelo jornal, o ministro seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República, para quem a decisão que derrubou a Lei de Imprensa e que servia de base ao pedido da ANJ não tem relação com a preservação do sigilo de fonte, e sim com a censura prévia. Para Toffoli, “o STF (…) não outorgou imunidade de jurisdição aos profissionais de imprensa e a suas fontes, a fim de alijá-los de todo e qualquer procedimento ou processo instaurado a fim de assentar responsabilidades penal, civil ou administrativas decorrentes de seus atos”. O ministro não chegou a analisar o mérito do pedido. Ainda de acordo com o Diário, o advogado da ANJ Gustavo Binenbojm adiantou que irá recorrer para que o pedido seja analisado pela segunda turma do STF, formada, além de Toffoli, pelos ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Teori Zavascki. Ao mesmo tempo, o jornal recorrerá ao TRF em busca de nova liminar para suspender temporariamente o inquérito. Em nota publicada nesta 4ª.feira (9/9), a Abraji “lamenta a decisão do ministro Dias Toffoli, que volta a permitir a quebra do sigilo telefônico do repórter Allan de Abreu”. Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ, também lamentou a decisão do ministro. Segundo ele, “a ANJ entende que a decisão contraria o direito ao sigilo de fonte assegurado pela Constituição e espera que a decisão seja revista”. Indiciamento em Rio Preto Em 2/9, Luís Guilherme Pião, juiz da 2ª Vara Criminal do fórum de São José do Rio Preto, arquivou o inquérito que pedia o indiciamento do repórter Allan de Abreu, do Diário da Região, acusado de quebra de sigilo e interceptação telefônica embora não corresse em segredo de justiça o processo ao qual ele teve acesso e cujos trechos fizeram parte de sua reportagem. Em 3/9, o editorial do Diário da Região falava em bom senso sobre a decisão de Pião e “infelicidade da cúpula da Polícia Civil em Rio Preto”. O texto comentava ainda que “(…) o jornalismo não se aquieta. Para desespero dos estafetas do medo e da censura, a mídia se une sempre que a atitude deles põe em risco o sagrado direito da liberdade de expressão”. Em menos de uma semana, vitória e derrota do bom senso e da liberdade de imprensa. 

O adeus a Edson Di Fonzo

Morreu em São Paulo no último dia 5/9, aos 67 anos, Edson Di Fonzo, que foi por muitos anos da Jovem Pan, mantinha uma agência de comunicação que levava seu nome e em paralelo atuava na área de gastronomia. Ele sofreu um infarto fulminante em casa e nem chegou a ser socorrido. Formado na consagrada escola francesa Le Cordon Bleu, teve diversos restaurantes, entre eles um em Pinheiros, Le Marie, e há cerca de um ano assumiu o Beer Bar, em Moema, a que agregou o título de Bistrô, destaque na Vejinha de 26 de agosto passado. Deixa a esposa, Vera, os filhos Alexandre, Juliana e Maria Isabel, além de netos. O corpo foi enterrado no Cemitério Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes. Sobre ele, escreveu no facebook o amigo Eleno Mendonça: “Há muito tempo eu não via o Edson Di Fonzo. Quando eu entrei no jornalismo, em 1982, totalmente foca, ele já era um jornalista experiente. Naquele tempo era dos poucos a usar terno e gravata, o que depois acabou sendo traje obrigatório da profissão. Ele estava sempre correndo, fazendo quatro ou cinco pautas para a rádio Jovem Pan e outras para o dia a dia e especiais para o Jornal da Tarde. Dupla jornada de trabalho, dois locais, uma maratona. Com seu jeitão italiano, falava alto e sempre passava muita segurança na forma de atuar na profissão. Era entre outros nomes, como Nilton Flora, Serginho Leopoldo Rodrigues, Marilu Cabañas, Pedro Luiz Ronco, as vozes do rádio. Durante anos convivemos na rua cobrindo greves, pacotes econômicos, manifestações, coletivas. Era um tempo muito profissional e havia uma amizade sincera entre a maioria dos repórteres. Por isso não era incomum uns ajudarem os outros, passar matéria, dar dicas, não deixar o colega na mão. Depois de muitos anos Di Fonzo deixou o dia a dia, abriu uma empresa de comunicação e seguiu na consultoria com muito sucesso. Lembro que seu primeiro cliente foi o Carrefour. Vejam que pegar um cliente desse porte logo de cara era para poucos. Nossos caminhos e de tantos outros companheiros se perderam com o tempo, como é comum na vida. Cada qual segue seu destino, eu sei, mas acho que nunca devemos pôr de lado nossas origens. Hoje soube que ele morreu. Fiquei triste. Lembrei daquele cara com voz forte, barba cerrada e que me chamava de garoto pela precocidade. Um repórter correndo feito louco para ganhar a vida. Quantas matérias não deve ter feito? Enfim, espero que a família encontre o conforto e que ele siga o destino com muita luz.”

Instituto Vladimir Herzog produzirá HQ italiana sobre Vlado

No ano em que completa 40 anos a morte do jornalista Vladimir Herzog nos porões da ditadura, o Instituto Vladimir Herzog, criado em 2009 para homenagear os valores e a história de vida de Vlado, está realizando uma série de atividades para relembrar essa data tão importante na História do País. Um desses projetos é a tradução e impressão de uma história em quadrinhos realizada por artistas italianos, baseada na vida de Vlado. A HQ ainda traça paralelos dessa época com as manifestações que tomaram as ruas do Brasil tanto nas décadas de 1970 e 1980, como durante a Copa do Mundo em 2014. O Instituto tomou conhecimento da obra – criada e produzida na Itália – pelo perfil de um dos autores em uma rede social. Após os primeiros contatos, os artistas liberaram a impressão do material, que será feita por meio de financiamento coletivo, via Catarse. Na página do projeto, qualquer pessoa pode realizar doações. Para viabilizar o projeto, o IVH precisa arrecadar R$ 30 mil. Desse valor, 34% serão destinados para a impressão, 10% para a tradução, 13% para a distribuição, 30% para taxas administrativas e os outros 13% correspondem ao valor cobrado pelo Catarse para abrigar a página do projeto.

Prêmio Massey Ferguson divulga vencedores

O Prêmio Massey Ferguson divulgou, durante cerimônia na sede da fábrica em Canoas (RS), os vencedores de sua 14ª edição. Os primeiros lugares ficaram com Joana Colussi e Leandro Becker, de Zero Hora, na categoria Multimídia; Sérgio Ranalli (Folha de Londrina), em Fotografia; André Borges (Estadão-DF), em Jornal; Cassiano Ribeiro (Globo Rural-SP), em Revista; e César Dassie (Globo Rural-TV Globo SP), em TV. O ganhador da categoria América do Sul foi Fabio Romero Martínez (Colômbia) e o quesito Estudante revelou Thuane Liesenfeld, da UniRitter.

Justiça arquiva inquérito contra jornalista por quebra de sigilo e interceptação telefônica

Luís Guilherme Pião, juiz da 2ª Vara Criminal do fórum de São José do Rio Preto, arquivou o inquérito que pedia o indiciamento do repórter Allan de Abreu, do Diário da Região, acusado de quebra de sigilo e interceptação telefônica. O jornalista publicou no final de agosto de 2014 escutas realizadas pela polícia para solucionar o sequestro de um fazendeiro em São José do Rio Preto. Ele obteve o conteúdo das gravações ao consultar o processo então disponível para acesso público no cartório da 2ª Vara Criminal de São José do Rio Preto. No entanto, o segredo de Justiça sobre o caso só foi decretado em novembro de 2014, meses após a publicação da reportagem. Apesar de agir legalmente, no dia seguinte à veiculação da matéria, o delegado Airton Douglas Honório, coordenador da Divisão Antissequestro de São José do Rio Preto, pediu a abertura de inquérito para apurar a fonte das escutas publicadas por Abreu, alegando que a divulgação prejudicaria as investigações do caso, que já estaria solucionado. O advogado do Diário da Região, Luiz Roberto Ferrari, destacou que a decisão do juiz reafirma o direito de liberdade de imprensa, fundamental para a sociedade. Na ocasião, a ABI enviou carta ao governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, a fim de que interferisse no caso e tomasse as providencias necessárias, restabelecendo as garantias individuais do jornalista além de impedir a repetição episódios desta natureza que agridem a liberdade de informação. O Governo de São Paulo, por meio do subsecretário da Casa Civil Márcio Aith, respondeu às solicitações da ABI em relação a violência cometida contra o repórter, e condenou a censura ao trabalho do jornalista e da imprensa. Em agosto, o Conselho Pleno da OAB, em defesa da liberdade de informação da imprensa e de sua inviolabilidade, aprovou o ingresso da entidade no STF como apoio em processo sobre o caso de Abreu. *Com ABI

Prorrogadas até 18/9 as inscrições para o Prêmio Gandhi de Comunicação

Iniciativa da Agência da Boa Notícia – ONG com sede em Fortaleza, criada com o objetivo de estimular a Cultura de Paz por meio da Comunicação –, o Prêmio Gandhi de Comunicação prorrogou suas inscrições até 18 de setembro. O objetivo do concurso é fortalecer a relação com os profissionais e estudantes de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade & Propaganda –, destacar os trabalhos que mais contribuem para a Cultura de Paz e chamar atenção da sociedade para a importância do tema. Podem participar trabalhos veiculados entre 1º/7/2014 a 1º/7/2015, produzidos por jornalistas, publicitários e estudantes de graduação em Comunicação Social, com atuação no Estado do Ceará ou em outros Estados, desde que os trabalhos inscritos sejam sobre ações e fatos do Estado do Ceará. Saiba mais

Jornalismo da ESPM-SP lança Programa de Aulas Abertas 

O curso de graduação em Jornalismo da ESPM-SP lança o Programa de Aulas Abertas. Gratuito, tem por objetivo trazer profissionais do mercado à instituição para discutir temas da atualidade com alunos da graduação e do ensino médio. A primeira aula aberta será sobre Jornalismo de Moda, nesta 5ª.feira (10/9), das 14h às 16h, no auditório Victor Civita da ESPM, campus Prof. Francisco Gracioso (Rua Dr. Álvaro Alvim, 123). Para esse encontro, a ESPM convidou Mônica Salgado, diretora de redação da revista Glamour, que abordará o tema Os bastidores de uma revista de moda. Inscreva-se!

Dirigentes municipais de educação lançam Prêmio Undime de Jornalismo

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) lançou a primeira edição do Prêmio Undime de Jornalismo. As inscrições seguem abertas até 18/9 e o tema é Boas iniciativas na educação básica pública municipal. O objetivo é valorizar e reconhecer a prática jornalística direcionada à identificação e discussão de boas iniciativas municipais na educação básica pública. O prêmio está dividido em quatro categorias: mídia impressa, telejornalismo, radiojornalismo e webjornalismo.  Ao todo, 12 trabalhos serão premiados. Para cada categoria haverá um vencedor, que receberá o prêmio no valor de R$ 18 mil reais; um 2º lugar, cujo prêmio será de R$ 12 mil reais; o 3º lugar de cada categoria receberá um prêmio no valor de R$ 8 mil reais. A critério da comissão julgadora, também poderá ser selecionado um trabalho para receber a Menção Honrosa. O prêmio é uma inciativa da Undime em parceria com Unesco-Brasil, Fundação Lemann, Fundação Itaú Social, Organização dos Estados Iberoamericamos (OEI), Instituto C&A, Unicef e Fundação Santillana.

Acnur seleciona para seu escritório em Brasília

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil (ACNUR) está selecionando assistente de Informação Pública para seu escritório em Brasília. Os candidatos devem ser graduados em Jornalismo ou cursos correlatos e ter pelo menos dois anos de experiência na área. Também se exige domínio do pacote Office e fluência em inglês e português. A remuneração é de R$ 3 mil. Saiba mais.

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