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sexta-feira, maio 15, 2026

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Grupo Attitude passa a se chamar MZ?

O CEO Rodolfo Zabisky falou ao Portal dos Jornalistas sobre as razões da mudança e sobre a atuação do grupo na comunicação corporativa O Grupo Attitude reestruturou seus ativos, com a migração para a holding da maioria dos sócios das empresas que o compõem (MZ Consult, LEAD, MVL/Attitude RP, Tino, Digitale.XY2, Pixit, HCI, Illios e CAN) e fez o rebranding do grupo para a marca MZ”, que, segundo o CEO Rodolfo Zabisky, tem o maior reconhecimento de mercado no Brasil e no exterior. Todos os atuais sócios, líderes e consultores seniores permanecem na empresa, que foi reorganizada em cinco grandes unidades de negócio: (1) reputação e valor; (2) comunicação e engajamento; (3) digital e experiência; (4) relações com investidores; e (5) assuntos governamentais. “Assim, a MZ” fortalece o seu posicionamento como consultoria líder em comunicação de negócios, reputação e valor (marcas e companhias)”, diz Rodolfo. Por enquanto, apenas a Tino e a startup Engage-x serão mantidas como marcas independentes, a primeira atuando no segmento de healthcare e qualidade de vida da MZ” e a segunda como plataforma colaborativa de comunicação e interação entre stakeholders e marcas/empresas. Zabisky explica que MZ representa as iniciais de Marco Zero, “o ponto inicial, a origem, onde tudo começou… Ground zero, o ponto de maior impacto. Aliado a isso, as aspas ao lado da marca remetem à capacidade de execução, com persistência e determinação, ou seja inch-by-inch (como no filme Um domingo qualquer, com Al Pacino). Uma marca forte, alinhada com o nosso propósito: inovar em comunicação para impactar o negócio dos clientes como eles precisam”. A MZ” conta com cerca de 250 colaboradores e mais de 400 clientes em 14 países. Rodolfo falou ao Portal dos Jornalistas sobre as mudanças e sobre o desempenho e as perspectivas do grupo especificamente em relação à comunicação corporativa: Portal dos Jornalistas Jornalistas – O que levou o grupo a fazer essa reestruturação? Rodolfo Zabisky – Tendência natural e evolução dos negócios após uma fase de crescimento acelerado, impulsionada por fusões e aquisições, e de emancipação empresarial, com a adoção de melhores práticas de governança corporativa e compliance, decorrentes do investimento feito pelo fundo Jardim Botânico em dezembro de 2009. Agora unificamos as áreas de Relações Públicas, Digital e de Relações com Investidores e, a elas, agregamos Relações Governamentais, para uma melhor proposta de valor ao mercado. A maioria dos sócios decidiu migrar para a holding, onde o fundo é acionista. Com isso, deixamos de duplicar esforços em atividades de marketing, comercial, nos sites, redes sociais e podemos alavancar negócios com a marca mais forte do grupo. Portal dos Jornalistas – Quais foram as exceções nessa migração dos sócios e como foi resolvida a questão? Rodolfo – Até o momento, apenas três sócios minoritários ainda não migraram. Os contratos com eles preveem a oportunidade de migração para a holding no evento de liquidez do fundo Jardim Botânico Investimentos, que, aliás, está bem próximo. Portal dos Jornalistas – Fisicamente e em termos de pessoal, houve ou está prevista alguma mudança nas empresas do grupo? Rodolfo – Não. Contamos com uma liderança que reúne experiência e senioridade e o nosso time é de primeira linha. Os sócios da antiga agência Digitale assumiram novas responsabilidades e protagonismo, tendo o desafio de capturar sinergias, aportar visão estratégica ao negócio e garantir os resultados a partir da integração. Portal dos Jornalistas – A situação política e econômica do País não pode interferir de alguma forma nesse processo? Rodolfo – Criatividade, flexibilidade e inovação são peças-chave na hora da crise. Procuramos caminhos inovadores para fazer valer cada tostão do investimento dos clientes. A situação política e econômica do País está interferindo nos negócios de todos os setores. O nosso não é exceção. Mas entendemos que, tanto nós como os clientes, precisamos fazer mais com menos. O movimento de consolidação resultou em uma consultoria de comunicação de negócios, reputação e valor com uma pegada diferente do que existe no mercado. É um trunfo numa conjuntura difícil. Portal dos Jornalistas – Como foi 2015 para o grupo? Conseguiu crescer? Em que áreas e em que percentuais? Rodolfo – O grupo não cresceu em 2015, mas conseguiu melhorar seu lucro líquido à custa de muito esforço e foco em eficiência. Olhando o período 2013-2015 o grupo cresceu e ainda melhorou o seu resultado líquido, o que, à luz das condições de mercado, é muito bom. O ano foi importante para a conquista de grandes e importantes contas no grupo: Honda, Catupiry, Mary Kay, J.Macedo, Lojas Colombo, Senac-São Paulo e Cencosud, apenas para citar algumas. Portal dos Jornalistas – Especificamente em relação a comunicação corporativa, com que cenários trabalha para 2016? Haverá espaço para crescimento, a despeito da crise? Rodolfo – Acreditamos que sim. Nosso DNA de inovação deverá reescrever a forma como os stakeholders se comunicam, interagem e engajam com marcas e empresas. A MZ” tem um histórico consistente de investimento e desenvolvimento de tecnologias. Esse diferencial pesa a nosso favor na conjuntura atual. Trabalhamos com o lançamento, ainda neste semestre, de um projeto que deve ser disruptivo. Isso abre oportunidade para um crescimento significativo em 2016, ainda alavancado em um cenário de crise. Portal dos Jornalistas – E quanto ao setor de RP como um todo, qual avaliação pode ser feita em relação a 2015 e uma projeção para 2016? Rodolfo –  O setor de RP amadureceu muito no Brasil. Ainda assim,  há anos vendemos e compramos esse tipo de serviço da mesma maneira e o mundo pede que tenhamos um novo olhar para isso, em sintonia com um novo tipo de consumidor e de sociedade – conectada e em rede. Na  MZ” fazemos Relações Públicas e relações com pessoas em todos os ambientes e telas. A comunicação digital já é orgânica – o debate sobre on ou offline está superado há tempos – e estamos plugados com a tecnologia. Portal dos Jornalistas – Quais os principais investimentos realizados pelo grupo na área em 2015 e o que está sendo projetado para os próximos anos, em especial 2016? Rodolfo – Em 2015 o grupo fez um esforço enorme em ganhos de eficiência para a melhoria de resultado líquido e, ainda assim, realizou investimentos em uma nova tecnologia sob medida para comunicação e interação entre stakeholders: funcionários, jornalistas, investidores, analistas, consumidores… Em 2016 continuaremos investindo em tecnologia e em disrupção, para inovar em comunicação e impactar o negócio dos clientes como eles precisam. Portal dos Jornalistas – Como anda a prospecção de novos clientes e negócios e o que se pode falar do atual estágio de concorrência no setor? Rodolfo – Com a crise e o acirramento da concorrência, o mercado ficou com margens mais apertadas. Nossa prioridade em prospecção é buscar empresas que estejam insatisfeitas com o “mais do mesmo” das agências tradicionais. Clientes que demandem inovação e queiram uma comunicação que de fato impacte o negócio, engaje os stakeholders. Portal dos Jornalistas – A internacionalização do setor de RP, na visão de vocês, deve continuar em 2016? Isso vai mudar muito o perfil do setor? Rodolfo – O setor continua em consolidação. Grandes players globais contam com a vantagem de dólar forte e o movimento de consolidação tende a continuar. Quanto à mudança do perfil, os dois lados podem se beneficiar. Os players internacionais já perceberam que a aliança com agências e grupos locais é necessária e benéfica – afinal, elas conhecem profundamente o mercado daqui. Por outro lado, os players nacionais passam a ter alianças que os colocam em melhor posição para atender a clientes globalizados. A MZ” tem acordos operacionais com a Knight & Pawn, pool de agências que atua em toda a América Latina, e com a Wikot, agência digital com presença na região, entre outras. Portal dos Jornalistas – Que outras novidades a MZ” reserva para 2016? Rodolfo – A principal delas chama-se Engage-x e será lançado em breve. Acreditamos que muito do que se faz tradicionalmente em comunicação vai perder relevância, porque deixou de contribuir efetivamente para a construção da reputação e não engaja stakeholders. A maior empresa de táxis no mundo é o Uber, que não tem nenhum automóvel; a maior empresa de conteúdo do mundo é o facebook, e eles não geram conteúdo; a Airbnb, da mesma forma, no segmento de hotelaria – eles não têm imóveis. O futuro da comunicação corporativa não está na batalha por serviços e sim na interface, e essa será a grande novidade da MZ” em 2016.  

Mudanças no Balaio do Kotscho já estão operacionais

Com algum atraso em relação à previsão original devido a ajustes técnicos (seria logo depois do Carnaval), já está na rede versão reformulada do Balaio do Kotscho, de Ricardo Kotscho, com novos visual e ferramentas para facilitar a interação com os internautas: o endereço no facebook e um e-mail para o recebimento de comentários e colaborações em textos, vídeos e fotos, com lugares e personagens que não estão na mídia. Segundo Ricardo, “o principal objetivo das mudanças é abrir o leque de assuntos, mostrando fatos e histórias da vida real, longe dos palácios e dos gabinetes. Num País tão grande como o nosso, não é humanamente possível para um repórter ou blogueiro acompanhar tudo o que está acontecendo. E é impossível que não aconteça nada de novo e de bom de um dia para o outro, que mereça ser contado, numa terra generosa como a nossa, onde vivem mais de 200 milhões de habitantes”.

UOL completa vinte anos com mudanças de leiaute

Ao completar 20 anos, o UOL apresenta novo projeto gráfico e muda a forma de navegar pelas suas páginas. O novo leiaute aparece primeiro em UOL Estilo de Vida, área que reúne reportagens de Viagem, Receitas e Vida Saudável, além de Comportamento, Beleza, Moda, Casa e Filhos. Em vez das tradicionais notícias e homepages, os usuários encontram coleções em texto, fotos e vídeos com scroll infinito. O menu global de navegação da home também muda e passa a ser oferecido em todas as áreas, permitindo que o público possa navegar entre temas e estações. A publicidade também traz mudanças e agora tem um destaque maior. Os banners passam a ter dois formatos: o viewability, que acompanha o scroll da página, e o impressão, que será visível conforme a pessoa navegue pela página.

Ancine muda classificação do Canal Rural: ?conteúdo de interesse nacional?

Às vésperas de completar 20 anos, o Canal Rural acaba de ser reconhecido como Canal Jornalístico Brasileiro de Conteúdo de Interesse Nacional pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), que regulamenta a atividade das emissoras que transmitem em tevê paga. Além dele, somente BandNews e Globo News operam nesse patamar de classificação da Ancine. “Os esforços na qualificação da grade e foco na produção de jornalismo sério e de credibilidade nos últimos anos nos fizeram alcançar esse novo patamar”, disse em nota Donário Lopes de Almeida, presidente da emissora. “Temos trabalhado na atualização dos jornalistas da casa, além de trazermos gente nova e de ponta, sem deixar de lado a ampliação de nossas sucursais nos grandes polos de produção no interior do País”.

Gilberto Scofield começa no escritório carioca da Máquina

Gilberto Scofield Jr. começou em 29/2 como diretor executivo do escritório do Rio da Máquina Cohn & Wolfe. Ele vai trabalhar em conjunto com Fabrícia Rosa, diretora de Operações do escritório, e ambos se reportam a Daniella Camargos, uma entre os CEO. Scofield só teve tempo de arrumar as malas: desde 2014 até a semana passada, ele estava na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República como consultor. Antes disso, foram 15 anos no jornal O Globo – metade dos quais como correspondente em Pequim, na China, e em Washington, nos Estados Unidos. Foi comentarista do canal Globo News e da rádio CBN; esteve no Jornal do Brasil e na revista Exame. Agora na agência, pretende dar ênfase às novas ideias e novas plataformas de comunicação. A Cohn & Wolfe, da WPP, adquiriu o Grupo Máquina em janeiro passado. É a 13ª maior agência de RP do mundo, segundo o ranking do Holmes Report. Recém-chegada ao Brasil, anuncia a conquista das contas da BHP e da Basf.

Josué Suzuki passa a diretor de Jornais e Mídias Sociais da EPTV

Josué Suzuki, que desde setembro de 2012 vinha à frente da Redação dos jornais Tribuna Araraquara e A Cidade (Ribeirão Preto), assumiu em janeiro novas funções no Grupo EPTV, que controla os dois jornais e seus portais, atua como afiliado da Rede Globo nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto e Sul de Minas, além de operar a CBN Ribeirão e os portais Virando Bixo (para estudantes) e Via EPTV. Josué foi promovido a diretor de Jornais e Mídias Digitais do grupo, deixando de existir a vaga de diretor Editorial, que ocupava. Ele disse ao Portal dos Jornalistas que continua em Ribeirão Preto e que seguirá respondendo pelas operações dos jornais impressos, mas passou a conduzir também projetos digitais do grupo, exceto o G1 (“Teremos novidades interessantes em breve nesta área, talvez no final de março”). Com a promoção dele, Thiago Roque, que atuava como editor executivo de A Cidade, agora é editor-chefe.

Paulo Saldaña e Ricardo Chapola deixam o Estadão

Paulo Saldaña e Ricardo Chapola deixaram nos últimos dias o Estadão, o primeiro em direção da Folha de S.Paulo, onde começou nessa 2ª.feira (29/2), e o segundo para a TV Globo, em que deve assumir na próxima semana. Paulo participou do Curso de Focas do Estadão em 2008, tendo sido contratado em 2009. Especializado em Educação, integrou no ano passado a equipe do jornal que ganhou o Esso de Jornalismo, com a série Farra do Fies, que revelou aspectos até então ocultos desse programa governamental de financiamento estudantil. Na Folha, onde ainda não tem e-mail ou telefone definido (por enquanto, pode ser contatado pelo [email protected]), entrou na reportagem de Educação no lugar de Fábio Takahashi, promovido a editor adjunto de Treinamento. Ricardo, há seis anos no Estadão, onde começou como estagiário e há cinco cobria Política, vai para a reportagem do SP-TV. Ele disse ao Portal dos Jornalistas que já há algum tempo vinha conversando com a emissora e que lá vai cobrir tudo, não apenas política: Quanto ao futuro do blog Crônicas do cotidiano, que mantém no site do Estadão em parceria com o designer gráfico Felipe Blanco, afirmou não saber ainda o que fará: “Como a Globo exige exclusividade contratual, certamente não poderei seguir com ele no Estadão. Mas, independentemente de onde estiver hospedado, não deixarei de escrever, ainda que individualmente”.

Hoje em Dia foi vendido novamente

Menos de três anos depois de ter sido comprado pelo Grupo Bel à Igreja Universal do Reino de Deus (Grupo Record), o Hoje em Dia mudou novamente de mãos: o prefeito de Montes Claros e empresário Ruy Muniz assumiu o controle do veículo no último dia 22/2, sendo o quarto proprietário da Ediminas. O jornal passa a ser dirigido por Luciano Rezende, que até então comandava a Associação Educativa do Brasil (Soebras), entidade do grupo de Muniz. Entre os projetos do novo proprietário está o de reformular o portal Hoje em Dia para que ele se consolide como veículo complementar ao impresso, seguindo a tendência do mercado de comunicação digital. De acordo com o ranking nacional do IVC, o HD está na 55ª posição, com média de 7,7 mil exemplares impressos vendidos e tem 2% do total de vendas de impressos em Minas Gerais. 

Conselho Deliberativo aprova o voto eletrônico na ABI 

Pela primeira vez na centenária história da entidade, associados de todo o Brasil poderão votar sem sair de suas bases Numa das mais longas assembleias dos últimos anos, com quase cinco horas de duração, em 29/2, na sede da ABI, no Rio de Janeiro, o Conselho Deliberativo da entidade aprovou o voto eletrônico, que de forma inédita permitirá a todos os associados da instituição votarem nas eleições de abril sem a necessidade de se deslocarem ao Rio de Janeiro ou a São Paulo, como era até então obrigatório. Com o novo processo eleitoral, que este ano renovará a Diretoria Executiva e um terço do Conselho Deliberativo, deixam de existir limitações geográficas e até econômicas para a participação dos associados, o que, segundo se espera, tornará o pleito mais concorrido e representativo. “Essa é uma vitória da democratização e da modernização de nossa centenária Associação, que completará 108 anos em abril”, destaca o presidente Domingos Meirelles. Segundo ele, esse é também o coroamento da atuação da atual diretoria, que assumiu num momento delicado da instituição, em que disputas judiciais cercaram a sucessão de Maurício Azêdo, falecido durante o mandato. Entre as realizações, Domingos aponta as obras de revitalização da fachada e outras instalações do histórico prédio da ABI, no Centro do Rio de Janeiro; a implantação de um programa de cestas básicas que atende a 120 jornalistas em situação de extrema vulnerabilidade; o primeiro convênio feito pela ABI com uma universidade, assinado com o Mackenzie de São Paulo, que permite aos estudantes de Jornalismo da instituição ingressarem no quadro de associados em categoria específica; o desenvolvimento de nova logomarca, papelaria e carteira associativa; e a criação do SOS Jornalista, para dar apoio e proteger profissionais vítimas de violência.

Profissionais do Fato Online decretam greve e empresa pode fechar

Com salários atrasados desde dezembro e sem receber o 13º, funcionários do portal Fato Online, de Brasília, paralisaram suas atividades na noite dessa 2ª feira (29/2). Eles dizem que a medida já vinha sendo planejada se a empresa não regularizasse a situação até o final de fevereiro. Em tentativas de negociação desde o final do ano passado, o empresário do Amapá Sílvio Assis reconheceu à época a crise financeira da empresa. Segundo Lúcio Vaz, editor de Política do portal e coordenador do comitê de negociações, a empresa chegou a oferecer duas propostas aos funcionários. Na primeira, para aqueles que ganhavam R$ 10 mil ou mais, todo o passivo, que contempla quatro salários, seria transformado em cotas na empresa e pro labore de dois terços do salário. Para os demais, o pagamento dos quatro salários começaria a ser pago em 20 de março. Na segunda proposta, os funcionários com salários maiores e que não aceitassem se tornar sócios da empresa, receberiam em dez parcelas, também a partir de 20 de março. “Eles prometeram pagar onze vezes e não cumpriram”, lamenta Lúcio. Alguns funcionários do portal comentam que a situação é mais caótica do que parece e que não veem solução do caso em curto prazo, “já que o investimento na empresa pode ter partido de um empresário do Tocantins, que teria no momento fechado as torneiras”. Eles contam ainda que nessa 3ª feira (1/3) a empresa bloqueou a entrada dos jornalistas, permitindo apenas o acesso do pessoal da área administrativa, além de ter sido cortado o e-mail dos trabalhadores e tirada a senha de acesso dos editores ao site. “Contamos mais com uma força divina do que real para resolução de nosso caso”, disse um profissional da empresa. “Nunca presenciei tal situação no mercado. Acho até que tenho que desligar porque pressinto que meu telefone pessoal, a exemplo de outros, pode estar grampeado”. O Portal dos Jornalistas não conseguiu contato com o diretor da empresa. A redação de Fato Online conta com mais de cem profissionais, entre eles nomes renomados no mercado, que apostaram desde o início no projeto, como Helena Chagas (colunista), Cecília Maia (diretora de Jornalismo), Andrei Meireles (repórter e colunista), Lúcio Vaz (editor de Política), Sheila D’Amorim (editora-chefe) e Orlando Brito (editor de Fotografia e colunista). Enquanto a situação não é definida, a página, que neste dia 4/3 completaria um ano, segue reproduzindo  conteúdo de outros sites, como da Agência Estado. Com a palavra, alguns profissionais do Fato Online Rudolfo Lago, que foi editor-chefe e hoje é colunista, comentou em sua página do facebook: “Talvez precisasse mesmo ser num dia bissexto para bem marcar o fim de um sonho, o fim de uma ilusão. É o fim de um drama que estamos vivendo desde o final de novembro”. Diego Amorim, repórter, no twitter: “Fomos um portal valente: até o fim, sem salários, a equipe deu furos e ajudou a trazer um pouco mais de análise ao caótico mundo virtual”. Renato Alves, da agência de imagens OBritoNews, que prestava serviços para o portal, também pelo twitter: “Funcionários descobriram que não há nada no nome dos donos, que admitiram ter $ no exterior. Eles (os donos) chegaram a propor aos funcionários que assumissem o negócio, ou seja, as dívidas”. 

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