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quinta-feira, abril 2, 2026

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Paula Merlo deixa a direção da Vogue Brasil

Paula Merlo, editora-chefe da Vogue Brasil desde 2018, anunciou nesta semana sua saída da publicação para assumir novo desafio profissional, ainda não informado. Ela também deixa a Edições Globo Condé Nast, onde acumulava quase 20 anos de atuação, em duas passagens, tendo nesse período dirigido também a Glamour Brasil.

Paula Merlo (Crédito: LinkedIn)

“Mais que um trabalho, a Vogue foi minha escola: me viu crescer, me ensinou, me chacoalhou. E como uma professora inesquecível, a mais importante delas, me acolheu em momentos difíceis também”, celebrou em mensagem de despedida pelo LinkedIn.

Além do trabalho na Vogue Brasil, Paula atuou como apresentadora do projeto de vídeos Momento Estilo, do GNT, e como editora de Especiais do Luxure Media Group, de Londres, no Reino Unido.

Prêmio Maria Moors Cabot 2026 recebe inscrições até 12 de março

Estão abertas até 12 de março as inscrições para o Prêmio Maria Moors Cabot 2026, da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, em Nova York, que valoriza e reconhece coberturas de excelência na América Latina e no Caribe. O prêmio é entregue a profissionais que, com seu trabalho e ao longo de suas carreiras, tenham contribuído para um melhor entendimento dessas regiões.

Podem se inscrever comunicadores contratados, freelances ou colaboradores de qualquer empresa de mídia nas Américas que tenham dedicado grande parte de suas carreiras cobrindo a região. Interessados devem acessar este link e enviar um currículo contendo formação acadêmica e experiência jornalística; uma declaração que especifique a contribuição que o trabalho do candidato forneceu à cobertura das Américas; pelo menos cinco artigos que representem o trabalho; e uma a três cartas de recomendação que explicam porque o candidato merece ser premiado.

Em 2025, Natalia Viana, cofundadora da Agência Pública, esteve na lista dos vencedores do prêmio. Foi a primeira vez uma jornalista de um veículo brasileiro independente venceu o Moors Cabot. Antes, em 2024, o também brasileiro Lalo de Almeida, fotojornalista da Folha de S.Paulo, esteve na lista de vencedores. Além deles, entre os brasileiros que já receberam o Maria Moors Cabot, estão nomes como Adriana ZehbrauskasAssis ChateaubriandCarlos LacerdaClóvis RossiDorrit HarazimEliane BrumFernando RodriguesJosé Hamilton RibeiroJoão Antonio BarrosLucas MendesMauri KonigMerval PereiraMiriam LeitãoOtavio Frias FilhoPatrícia Campos MelloPaulo SoteroRoberto CivitaRoberto Marinho Rosental Calmon Alves.

SBT estreia em 2 de março o Galvão FC, com Galvão Bueno

Crédito: Rogerio Pallatta/Divulgação SBT

O SBT estreará em 2 de março, às 22h30, o novo programa Galvão FC, comandado pelo narrador Galvão Bueno. A atração, que terá plateia, reunirá conhecidos nomes do esporte e do entretenimento para discutir os principais acontecimentos do mundo do futebol. O novo programa substitui o Arena SBT, que estava no ar desde 2021.

Farão parte da equipe do programa os comentaristas Mauro Beting e Mauro Naves, além do ex-jogador e pentacampeão mundial Vampeta. O Galvão FC terá ainda a participação da banda Los Buenos, liderada pelo comediante Marcelo Marrom. A ideia é debater futebol de forma direta, descontraída e com humor.

Crédito: Rogerio Pallatta/Divulgação SBT

Galvão, que chegou ao SBT em janeiro deste ano, fará parte do projeto de transmissão da Copa do Mundo, em parceria com a NSports, empresa da qual o narrador é um dos proprietários. Serão ao todo 32 jogos exibidos pelos dois veículos, incluindo todas as partidas de Seleção Brasileira. Galvão, que narrou 13 edições consecutivas da Copa do Mundo, comandará a transmissão de todos os jogos do Brasil e vai narrar também outras partidas importantes da competição. Outro nome que fará parte do projeto é Tiago Leifert, que também vai narrar jogos importantes e estará à frente de programas especiais que debaterão os principais resultados do torneio.

Intercom Sudeste 2026 terá Grupo de Trabalho dedicado à Comunicação Pública

Webinário debate Inteligência Artificial e Comunicação Pública em lançamento de e-book

O 29º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste – Intercom Sudeste 2026 – contará com um Grupo de Trabalho (GT) especialmente dedicado à Comunicação Pública. O evento será realizado de 14 a 16 de maio de 2026, no Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, em Volta Redonda.

O GT Comunicação Pública será coordenado pelos diretores regionais da ABCPública em Minas Gerais, Agnaldo Montesso, e em São Paulo, Michel Carvalho da Silva. A proposta é consolidar o espaço como um fórum qualificado de debate acadêmico e profissional sobre práticas, políticas e desafios contemporâneos da comunicação nas instituições públicas.

A submissão de trabalhos, em formato de resumo expandido, poderá ser feita até o dia 30 de março de 2026, por meio do sistema oficial da Intercom (sistemas.intercom.org.br). Os textos devem ter entre quatro e seis páginas, conforme o template padrão do congresso.

Os Grupos de Trabalho da Intercom são ambientes de apresentação e discussão de pesquisas que reúnem estudantes de graduação, pós-graduandos e pesquisadores doutores, promovendo intercâmbio científico e fortalecimento das redes acadêmicas. Na edição de 2025, realizada na PUC Campinas, o congresso registrou 1.200 inscritos de universidades de todo o Sudeste, distribuídos entre GTs, oficinas e palestras.

Para Michel Carvalho da Silva, a proposta do GT Comunicação Pública no Intercom Sudeste representa um avanço estratégico para o campo. “A Comunicação Pública tem papel estruturante na consolidação da democracia, na promoção da cidadania e no fortalecimento da transparência nas instituições. Ter um GT dedicado ao tema em um congresso da dimensão da Intercom Sudeste amplia a visibilidade das pesquisas e das boas práticas desenvolvidas na região e no país”, afirma.

Agnaldo Montesso destaca que a participação institucional da ABCPública no congresso reforça o diálogo entre academia e mercado. “A presença da ABCPública na coordenação do GT demonstra o compromisso da entidade com a produção científica e com a qualificação do debate sobre comunicação nas instituições públicas. É fundamental aproximar pesquisadores, gestores e profissionais para enfrentar desafios como governo digital, inovação, inteligência artificial e linguagem simples”, ressalta.

Ementa do GT Comunicação Pública

Este Grupo de Trabalho destina-se a reunir pesquisas teóricas e empíricas que analisem práticas, políticas, discursos e tecnologias comunicacionais no âmbito das instituições públicas e de interesse coletivo. O GT acolhe investigações sobre comunicação pública vinculada à cidadania, democracia, educação, meio ambiente e radiodifusão pública, bem como estudos sobre governo digital, transparência, accountability, participação social e direitos humanos.

Também são de interesse pesquisas que abordem inteligência artificial, acessibilidade, diversidade, linguagem simples e inovação na gestão da comunicação pública. O grupo busca fomentar reflexões críticas sobre os desafios éticos, sociais, culturais e políticos da comunicação pública em diferentes contextos institucionais, valorizando boas práticas, experiências audiovisuais e estratégias comunicacionais voltadas à inclusão, à ampliação do acesso à informação e ao fortalecimento da esfera pública democrática.

100 anos de Rádio no Brasil: A publicidade, algoritmos e a reinvenção do som

(Crédito: Pewresearch.org)

Por Álvaro Bufarah (*)

Quando o mercado publicitário global ultrapassa a marca simbólica de US$ 1 trilhão, como projeta a dentsu para 2026, não se trata apenas de um recorde financeiro. Trata-se de um marco cultural. Um trilhão de dólares não mede apenas investimentos, mas disputa por tempo humano, por percepção, por relevância e por presença nos fluxos de vida cotidiana. Em um mundo saturado de estímulos, a publicidade deixa de ser mensagem e passa a ser infraestrutura invisível da experiência social.

Segundo o estudo Global Ad Spend Forecasts, mesmo em um cenário de instabilidade econômica, o crescimento publicitário seguirá acima do PIB mundial. A lógica é simples e brutal: quanto mais incerto o mundo, mais as marcas precisam se fazer presentes. Eventos esportivos globais, eleições, crises políticas, transformações tecnológicas e guerras de narrativas criam um ambiente em que visibilidade se converte em poder simbólico. E, cada vez mais, esse poder é mediado por algoritmos.

(Crédito: Linkedin)

Mais de 70% de todo o investimento publicitário global já será orientado por sistemas algorítmicos em 2026. Isso significa que a publicidade deixou de ser apenas uma relação entre marcas e pessoas – ela se tornou uma relação entre modelos preditivos, bases de dados e sistemas de decisão automatizados. Não se compra mais espaço: compra-se probabilidade de atenção.

Nesse cenário, o Brasil surge como um dos mercados mais dinâmicos do mundo, com crescimento projetado de 9,1% em 2026, quase o dobro da média global. Em parte, isso se explica por fatores clássicos – eleições, Copa do Mundo, força da televisão e das redes sociais. Mas há um elemento mais profundo: o País transformou-se em um ambiente de experimentação contínua de formatos, linguagens e modelos de monetização híbridos.

O brasileiro não apenas consome mídia: ele vive dentro dela. A fronteira entre entretenimento, informação, publicidade e engajamento político é cada vez mais tênue. Influenciadores são veículos. Marcas são produtoras de conteúdo. Plataformas são ecossistemas completos de vida simbólica. Nesse contexto, a publicidade deixa de interromper a experiência: ela se confunde com a própria experiência.

No recorte da mídia sonora, a dentsu projeta um crescimento modesto para o áudio como um todo (0,7% em 2026), mas um crescimento robusto para o áudio digital (5,5%), puxado por streaming e podcasts. À primeira vista, isso poderia ser lido como sinal de estagnação do rádio. Na prática, revela algo mais sofisticado: o áudio não perde importância – ele muda de função no ecossistema publicitário.

Enquanto vídeo e redes sociais dominam a lógica da descoberta e do impacto visual, o áudio ocupa um território estratégico: companhia, repetição, presença contínua e vínculo emocional. Estudos de Nielsen Audio, Edison Research e Kantar Ibope Media mostram que o áudio é o meio com maior tempo médio de exposição passiva: carros, trabalho, casa, academia, transporte. Ele não exige imersão total, mas oferece continuidade simbólica.

Em termos publicitários, isso é ouro: o áudio não disputa atenção – ele habita a rotina.

O que realmente muda não é o meio, mas a lógica de comercialização. O rádio tradicional vendia audiência estimada; o áudio digital vende audiência identificável, segmentável e mensurável. Inserção dinâmica de anúncios, compra programática, personalização por contexto, geolocalização, mood e comportamento transformaram o áudio em um canal tão endereçável quanto redes sociais ou vídeo online.

O resultado é um deslocamento conceitual: o áudio deixa de ser “mídia de massa” e passa a ser mídia de proximidade algorítmica.

(Crédito: Pewresearch.org)

Podcasts, em especial, consolidam-se como território nobre da publicidade de alta confiança, com taxas de lembrança de marca superiores às de vídeo e display, segundo relatórios de IAB, Podtrac e Spotify for Podcasters. O podcast não interrompe – ele convida.

Quando a dentsu projeta que o mercado chegará a US$ 1,15 trilhão até 2028, o número não fala apenas de dinheiro. Ele fala de algo mais inquietante: a publicidade tornou-se o principal sistema de mediação entre economia, tecnologia e subjetividade.

Ela organiza:

  • o que vemos,
  • o que ouvimos,
  • o que descobrimos,
  • o que esquecemos.

No centro desse sistema estão dados, IA e plataformas. Mas, curiosamente, o som – esse meio ancestral, invisível e persistente – continua sendo o canal mais íntimo da relação entre marcas e pessoas. Não porque grita mais, mas porque permanece mais tempo.

Em um mundo dominado por telas, o áudio consolida-se como o último espaço de atenção não totalmente colonizado pela imagem. E talvez por isso mesmo seja um dos mais valiosos.

No fim, o trilhão não compra apenas mídia.

Ele compra presença na vida cotidiana.

E, cada vez mais, essa presença ainda passa pelo ouvido.


Fonte primária

  • dentsu – Global Ad Spend Forecasts – December 2025

Fontes sobre publicidade e mídia

  • WARC – World Advertising Research Center
  • IAB Global – Internet Advertising Revenue Reports
  • Deloitte – Global Media Trends
  • Statista – Global Advertising Market

Fontes sobre áudio e rádio

  • Nielsen Audio – Audio Today / Podcasting Today
  • Edison Research – Infinite Dial (2023–2025)
  • Kantar IBOPE Media – Book de Rádio Brasil
  • Inside Radio / Radio Ink – Digital Audio Trends

Fontes sobre podcast e branded audio

  • IAB Podcast Advertising Revenue Study
  • Podtrac Industry Rankings
  • Spotify for Podcasters – Brand Lift Studies
Álvaro Bufarah

Você pode ler e ouvir este e outros conteúdos na íntegra no RadioFrequencia, um blog que teve início como uma coluna semanal na newsletter Jornalistas&Cia para tratar sobre temas da rádio e mídia sonora. As entrevistas também podem ser ouvidas em formato de podcast neste link.

(*) Jornalista e professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e do Mackenzie, pesquisador do tema, integra um grupo criado pela Intercom com outros cem professores de várias universidades e regiões do País. Ao longo da carreira, dedicou quase duas décadas ao rádio, em emissoras como CBN, EBC e Globo.

Preciosidades do acervo Assis Ângelo: O cego na História (44)

Giordano Bruno (Crédito: Feedobem.com)

Por Assis Ângelo

É certo que não é comum um físico ou cientista dar crédito às ditas Sagradas Escrituras. Mas não se espante, meu amigo e amiga.

No correr da nossa vida é comum ouvirmos histórias do “arco-da-velha”. Ou de Trancoso, não é mesmo?

A história conta que o grande e aplaudido físico inglês Isaac Newton (1643-1727) punha toda a sua fé no Livro de Daniel. Desse livro era leitor extremado.

Giordano Bruno (Crédito: Feedobem.com)

Numa carta a um amigo datada de 1704, Newton traçava suas impressões pessoais sobre a grandeza do Universo. Ele, como Nicolau Copérnico (1473-1543), não endossava a crença da Igreja sobre a Terra como centro de tudo. Dizia, com extrema clareza, que a Terra e todos os demais planetas giram em torno do Sol.

Isaac Newton escapou das garras do Santo Ofício. O mesmo não sucedeu com o matemático e estudioso do Universo Giordano Bruno.

Bruno, italiano de Nola, foi sem dúvida um grande sabichão.

Também por discordar da Igreja, foi preso pelos inquisidores e condenado à morte na fogueira. Morreu em Roma, queimado vivo, em 17 de fevereiro de 1660. E pouco antes de ser queimado foi torturado de maneira… não, não vou dizer. Apenas que foi algo completamente desumano. Terrível!

Galileu Galilei

Fim diferente de Bruno teve Galileu Galilei (1564-1642).

Galileu estudou o Universo de tudo quanto foi jeito e chegou à mesma conclusão dos seus pares passados. Com uma diferença: na hora do vamos ver negou o que achava sobre o Universo.

Mesmo negando que a Terra gira em torno do Sol, Galileu foi condenado a nunca mais sair de casa.

Observadores comprometidos com a história afirmam até hoje que o velho Galileu, no leito de morte, balbuciou: “Mas que gira, gira”.

Referia-se, claro, à Terra no seu movimento giratório em torno do Astro Rei.

Contatos pelo http://assisangelo.blogspot.com.

Globo cria Núcleo de Estratégia para planejar uso de IA no jornalismo

Codesinfo 2025 abre inscrições para apoiar projetos de Inteligência Artificial no jornalismo

A Globo criou na quinta-feira (19/2) uma nova área em seu setor de jornalismo: o Núcleo de Estratégia, que terá o objetivo de planejar grandes coberturas, auxiliar o dia a dia de telejornais da emissora e, principalmente, gerenciar o uso de Inteligência Artificial no jornalismo do canal. As informações são de Gabriel Vaquer, do F5 (Folha de S.Paulo).

Ben-Hur Correia (Crédito: Instagram)

O responsável pelo novo núcleo será Rogerio Nery, experiente executivo com mais de 20 anos de Globo. Além disso, o repórter Ben-Hur Correia, que atuava em telejornais como Jornal Nacional e Fantástico, deixará a reportagem para atuar como um dos gerentes do núcleo, ao lado de Vitor Sorano e Viviane Costa. Ben-Hur produziu anteriormente reportagens sobre tecnologia e inteligência artificial. É autor do livro Meus Robôs: Novas relações estabeleci entre humanos, robôs e IAs.

Em comunicado interno, Ricardo Villela, diretor de jornalismo da Globo, explicou que o núcleo terá o objetivo de “mapear e solucionar gargalos tecnológicos e organizacionais, atuando em parceria com outras áreas da empresa, e com as equipes de cada produto, sem interferir na autonomia dos times”. Villela declarou também que a IA será integrada aos telejornais da emissora “em tarefas transversais de gestão e produto”. A ideia é auxiliar no desenvolvimento e implementação de novas tecnologias no jornalismo da emissora, além do planejamento de grandes coberturas, como as eleições deste ano. A Globo promoverá nos próximos meses uma espécie de treinamento sobre uso de IA no jornalismo com seus profissionais.

ESPM e Sindusfarma abrem inscrições para curso gratuito de jornalismo de ciência e saúde

Crédito: Hans Reniers/Unsplash

A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e o Sindusfarma abriram inscrições para a segunda edição do Curso de Extensão em Jornalismo de Ciência e Saúde. As aulas, gratuitas e voltadas a jornalistas recém-formados, têm o objetivo de preparar os profissionais para lidar com a complexidade da cobertura do setor. As inscrições vão até 13 de março.

Ao logo do curso, coordenado por Guilherme Costa, serão abordados temas como o funcionamento do sistema de saúde brasileiro, ética durante a cobertura em saúde, técnicas de produção, investigação e edição de reportagens, comunicação multiplataforma, gestão de riscos, uso de inteligência artificial, e tendências e inovações no campo da saúde. No final do curso, os participantes produzirão uma reportagem na área de ciência e saúde.

As aulas, realizadas em formato online às terças-feiras, das 19h às 23h, serão ministradas por profissionais especializados no setor. O começo do curso será em 24 de março. Podem se inscrever jornalistas de todo o País, desde que tenham se formado nos últimos três anos. São ao todo 50 vagas.

Mais informações e inscrições aqui.

Mongabay Brasil lança programa de bolsas de jornalismo ambiental para profissionais de língua portuguesa

Abraji e Transparência Brasil levarão 12 jornalistas da Amazônia Legal para o 20º Congresso em SP
Crédito: Vlad Hilitanu/Unsplash

A Mongabay Brasil lançou nesta sexta-feira (20/2) o seu Programa de Bolsas de Jornalismo Ambiental Y. Eva Tan, que oferece seis bolsas para comunicadores de língua portuguesa desenvolverem e aperfeiçoarem suas habilidades na cobertura de temas relacionados ao meio ambiente e às mudanças climáticas. As inscrições vão até 31 de março.

Ao longo do programa, com duração de seis meses, os selecionados aprenderão com a equipe da Mongabay, recebendo apoio editorial ao longo de todo o processo. Eles terão aulas sobre o básico da reportagem ambiental, como apresentar e elaborar propostas de pauta, encontrar e entrevistar fontes, redigir notícias, além de debates sobre ética jornalística, segurança e proteção. Os participantes também aprenderão sobre florestas, oceanos, vida selvagem, agricultura, questões extrativas e as relações entre pessoas, cultura e natureza.

Os participantes receberão ao todo US$ 3.000 para a produção de projetos e reportagens autorais sobre temas relacionados ao meio ambiente e ao clima. Ao longo do programa, cada bolsista deverá dedicar 10 horas por semana e produzir, em média, uma matéria por mês em português para ser publicada no site da Mongabay.

Mais informações e inscrições aqui.

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