Jornalistas mineiras investem em especialização em cervejas

Que jornalista gosta de uma happy hour não é novidade pra ninguém. O que talvez seja pouco conhecido é que alguns desses profissionais estão se especializando num mercado promissor: cervejas. Conforme o Sebrae, o consumo de cervejas especiais baseia-se em um novo hábito, em que se bebe menos, mas com maior qualidade. Segundo o Ministério da Agricultura, havia em julho passado 835 cervejarias registradas no Brasil. Minas, estado famoso pelos barzinhos, é o terceiro em número de cervejarias, com 112.

Fabiana Arreguy

Fabiana Arreguy é uma dessas especialistas. Colunista, autora de livros e editora de portal sobre o assunto, é diplomada como Sommelier de Cerveja pela Doemens Akademie de Munique e Senac/SP, membro da Associação dos Sommeliers de Cerveja da Alemanha, sócia-fundadora e diretora da Academia Sommelier de Cerveja e juíza em concursos nacionais e internacionais de cerveja.

Fabiana encantou-se com as possibilidades gastronômicas da cerveja e começou a estudar o assunto até trabalhar com o tema diretamente: “Tenho o portal Pão e Cerveja, projeto pioneiro e inédito, criado em 2009 e veiculado pela rádio CBN BH. Em 2013, fui convidada pela editora C/Arte para produzir um livro sobre cervejas, o Cervejas e comidas mineiras – Vamos combinar?. Além dos produtos de comunicação, presto consultoria em mix de produtos para o Super Nosso e faço a curadoria de conteúdo da plataforma Albanos de Cerveja”.

Renata Abritta

Renata Abritta é outra jornalista que se apaixonou pelo universo cervejeiro. Em 2016 decidiu focar na área para divulgar e levar a um público cada vez maior a nova experiência. Precisava capacitar-se e, em 2017, formou-se no curso de Beer Sommelier na Academia Sommelier de Cerveja, lançando a coluna Cerveja é cultura, publicada aos domingos no jornal O Tempo, sendo a primeira coluna cervejeira em um jornal de grande circulação de Minas.

Lançar a coluna no YouTube e trabalhar de forma multimídia é um dos planos dela para os próximos meses: “Atualmente, já está no jornal impresso, na rádio Super 91.7, na internet, nas redes sociais, mas sinto falta em vídeo, um meio que gosto de trabalhar”.

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