Grupo Estado divulga em 27/10 finalistas do concurso Estadão no Futuro

Concurso interno mobilizou funcionários de todas as áreas da empresa e teve 240 inscrições “O número de inscritos foi uma grata surpresa”, diz Roberto Gazzi, diretor de Redação do Grupo Estado, um dos integrantes da comissão criada pela empresa para organizar o concurso Estadão no Futuro e identificar as (boas) ideias com origem na própria equipe que vivencia o dia a dia da empresa e os desafios dos novos tempos. A ideia nasceu, segundo ele, no período em que a empresa estava investindo no redesenho do Portal, momento em que muitos colaboradores quiseram ajudar com ideias em áreas como redação, mercado leitor, mercado anunciante, tecnologia, entre outras. “Ao observar aquele movimento, decidimos refletir sobre como poderíamos canalizar aquela boa energia para aprimorar, não só o próprio Portal, mas como toda a operação da empresa. Aí pedimos para Diego Ramos, gerente de Projetos de Produtos Digitais, apresentar um projeto que pudesse sistematizar e incentivar essa participação. E ele nos trouxe o Estadão no Futuro, um concurso aberto a todos os colaboradores, com prêmios em dinheiro ou transformados em bolsas de estudos”. Na próxima 2ª.feira (27/10) serão conhecidos os dez finalistas entre os 240 projetos inscritos entre 15/9 e 12/10 – individuais ou de grupos de até três funcionários – e que desde então foram analisados por uma Comissão de Avaliação formada por cinco representantes de diferentes áreas, que conhecem profundamente a empresa. Os selecionados ganharão R$ 1.000 em vales de compra da livraria FNAC e agora passam a concorrer aos três prêmios maiores, respectivamente de R$ 30 mil (1º colocado), R$ 20 mil (2º) e R$ 10 mil (3º), valor que poderão optar por receber integralmente em bolsas de estudos, para aprimorar a formação (objetivo maior do projeto), ou 50% em dinheiro. Todos terão auxílio para aprimorar os projetos, antes da classificação final, com especialistas externos que a empresa colocará à disposição para que possam sistematizar no papel as ideias, com palestras e mesmo atendimento personalizado em áreas como análise do mercado, empreendedorismo, inovação em jornalismo etc. E, o mais importante, as três ideias vencedoras têm o compromisso da empresa de que serão implantadas. Gazzi lembra que a avaliação dos 240 trabalhos para chegar aos dez finalistas foi inteiramente impessoal, ou seja, não havia o nome das pessoas nos projetos apresentados, para que isso não viesse eventualmente a influenciar o júri. Diego Ramos, que coordenou um grupo de dez pessoas e ficou encarregado de montar o Estadão no Futuro a partir de meados de julho, conta que tudo foi feito internamente, por profissionais de diversas formações: “De fora, só mesmo os consultores que vão assessorar os finalistas na transformação das ideias em projetos, para apresentação em 27 de novembro. Depois, eles passarão pelo crivo de um novo grupo de avaliadores e o resultado final será anunciado em 2 de dezembro”.