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sexta-feira, julho 19, 2024

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Ex-Bloch recebem parte dos direitos trabalhistas

A Justiça liberou mais uma parcela da correção monetária a que têm direito os ex-empregados da Editora Bloch, habilitados como principais credores da massa falida. A determinação partiu da juíza titular da 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Maria da Penha Nobre Mauro. “Contamos muito com a eficiência e dedicação da juíza e do Ministério Público”, diz José Carlos Jesus, representante da Comissão dos Ex-empregados da Bloch Editores (Ceebe). E prossegue: “Essa é uma conquista, pois temos no Brasil vários indicativos de que a coisa não anda, veja o Jornal do Brasil, a Última Hora. Muitos ficaram pelo meio do caminho; nós, não”. Trata-se do terceiro rateio realizado, e será feito, como das vezes anteriores, por ordem alfabética até o mês de novembro. Neste primeiro momento, serão atendidos aqueles cujos nomes começam com as letras de A a D. A Ceebe emitiu um comunicado, na última 6ª feira (10/10), convocando os credores e orientando o recebimento: – Comparecer de imediato a uma agência do Banco do Brasil, munidos de CPF e carteira de identidade. – Ali, informar claramente que foram para “receber um mandado de pagamento da Massa Falida de Bloch Editores”. – Se houver alguma dificuldade, ir ao 4º andar do Fórum, na av . Erasmo Braga, 115, no Centro do Rio, e dirigir-se à agência local do Banco do Brasil, que faz a coordenação geral da operação. O grupo marcou uma assembleia para o próximo dia 31 de outubro. “Ainda temos muito o que correr atrás, coisas que dependem da Justiça, de modo geral. Não da Justiça do Trabalho, porque ali praticamente tudo foi resolvido. Restam, no máximo, uns dez processos, entre quase 2.500. Mas há outras questões”, informa José Carlos. A empresa faliu em agosto do ano 2000. A Massa Falida aguarda atualmente, em Brasília, o julgamento de um recurso contra a decisão da Justiça sobre as obras de arte que deveriam ir a leilão. E é preciso acelerar esse processo. As obras estão armazenadas em um local a que ninguém pode ter acesso sem autorização judicial e, até hoje, a Massa Falida já teve uma despesa de R$ 2 milhões com a guarda, conservação e seguro, apenas para manter o valor de mercado de um material como esse. Outra pendência é o prédio onde funcionavam os escritórios da Bloch Editores e os estúdios da TV Manchete em São Paulo, no bairro do Limão, na Casa Verde, e que ainda não foi leiloado. Atenção, interessados, para a convocação do dia 31 de outubro.

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