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quinta-feira, maio 14, 2026

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Especial Dia da Imprensa: Um mergulho nas fake news e os antídotos do jornalismo contra elas

Especial Dia da Imprensa: Um mergulho nas fake news e os antídotos do jornalismo contra elas

A vida não tem sido fácil para o jornalismo e muito menos para os jornalistas. Enfrentando múltiplas batalhas, com ataques que chegam de várias frentes, como inteligência artificial, fuga da publicidade, equipes diminutas, perda da primazia da intermediação das fontes de informação, o jornalismo tem como seu inimigo mais incisivo e desafiador as fake news, fenômeno tão antigo quanto a civilização, mas que ganhou neste século um impulso tão avassalador e abrangente que as combater passou a ser não só uma questão de ordem para o jornalismo, como um desafio hercúleo e de difícil execução pela sociedade defensora dos chamados valores civilizatórios.

Não sem razão, Jornalistas&Cia reservou sua edição especial do Dia da Imprensa para dar voz e vez ao estratégico encontro que realizou no último dia 26 de maio na ESPM Tech, em São Paulo, para debater o tema, tendo como protagonistas três experientes jornalistas brasileiros, reconhecidos pela trajetória que ostentam: Ana Dubeux, do Correio Braziliense, Marília Assef, da TV Cultura, e Sergio Lírio, da CartaCapital, com moderação de Hélio Gama Neto, da ANJ – Associação Nacional dos Jornais, entidade que, ao lado de ABI, Abraji, Ajor, Aner e Projor, apoia a iniciativa desde a primeira edição.

Euripedes Alcântara, diretor de Redação do jornal O Estado de S. Paulo, que estaria no encontro, não pôde participar, em função de um pequeno problema de saúde.

Durante o evento, foram debatidos temas essenciais como os limites da liberdade de expressão e Educação Midiática. Os convidados conversaram sobre os riscos e o combate às fake news no ecossistema do jornalismo. E na plateia, estavam presentes executivos de jornalismo e da comunicação corporativa, além de estudantes de jornalismo da ESPM. Destaque para a diferença de gerações, o que mostra que a luta contra a desinformação é um tema de interesse para todos, desde os comunicadores mais experientes, com anos de redação, até os jovens estudantes, que ainda vão ingressar no mercado do jornalismo.

Confira o especial na íntegra aqui.

Reportagem da Rede Minas abordará história e situação atual das bancas de jornais

Reportagem da Rede Minas abordará história e situação atual das bancas de jornais
Carlos Augusto (Crédito: Divulgação/Rede Minas)

A Rede Minas vai exibir na sexta-feira (6/6), às 18h, uma reportagem especial com foco nas bancas de jornais, abordando a história das bancas em Belo Horizonte e no Brasil, e também a situação atual dos locais ocupados pelos jornaleiros, com a chegada da tecnologia.

Comandado pelo repórter Carlos Augusto, o conteúdo especial, que vai ao ar no Jornal Minas 2ª Edição, vai traçar uma linha do tempo sobre a trajetória das bancas de jornal no País, trazendo curiosidades como a história do imigrante que deu nome ao negócio no Brasil. Carlos também visitou algumas das 508 bancas de jornais em Belo Horizonte e mostra aquelas que se mantêm fiéis às publicações e outras que se adequaram à modernidade.

“Com a chegada da Internet, muitos leitores substituíram o papel pela tela. Hoje, suvenires, equipamentos eletrônicos e bebidas são alguns dos produtos que disputam espaço nas estantes”, diz release enviado pela Rede Minas sobre a reportagem especial.

A Rede Minas está no ar no canal 9; Claro TV (Net) 20 e Claro TV HD (Net) 520; Vivo 508; e através do satélite StarOne D2 para a América Latina. Também será possível acompanhar a reportagem no site da Rede Minas e na plataforma de streaming Minasplay.

Decisão do CNJ garante jornais como veículos oficiais de publicidade legal

Decisão do CNJ garante jornais como veículos oficiais de publicidade legal
Crédito: Utsav Srestha/Unsplash

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) respondeu na quarta-feira (4/6) de forma favorável a uma reclamação de Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Brasileira das Agências e Veículos Especializados em Publicidade Legal (Abralegal) e a Associação dos Jornais do Interior do Brasil (Adjori), determinando a legitimidade dos jornais como veículos oficiais de publicidade legal.

Segundo as entidades, a decisão traz um avanço institucional que mantém os jornais (em formato impresso ou digital) como meio adequado, confiável e tradicional para a veiculação da publicidade legal, por serem produzidos por empresas jornalísticas que têm compromisso com a credibilidade, a transparência e o interesse público. “Ao preservar essa prática, fortalecemos os princípios da transparência, do acesso à informação e da segurança jurídica – pilares essenciais para a convivência democrática em nossa sociedade”, dizem as entidades, em nota sobre a novidade.

“A decisão torna nulos os provimentos estaduais que restringiam a divulgação de atos extrajudiciais exclusivamente a plataformas administradas por entidades cartoriais, o que limitava a liberdade de escolha dos cidadãos e comprometia o acesso a meios de comunicação jornalísticos legítimos e amplamente reconhecidos”, continua a nota. “A decisão também foi clara ao afirmar que não pode haver imposição obrigatória de uso de portais específicos, garantindo, assim, o direito de escolha dos interessados e promovendo a concorrência justa entre os prestadores desse tipo de serviço”.

Leia na íntegra a declaração conjunta das entidades aqui.

TalentsComms, Trivas e SmartPR unem-se para formar a Smart

A Smart, sob a liderança de sua fundadora, Silse Martel, anunciou neste início de semana um reposicionamento estratégico, pelo qual, como informa release distribuído para a imprensa, “a agência evolui para um hub de construção de autoridade de marca, com a integração de todas as frentes de comunicação estratégica: PR e comunicação corporativa, public affairs e sustentabilidade, conteúdo e comunicação interna”.

O movimento resulta da união de três marcas: TalentComms, Trivas e SmartPR, todas agora sob o guarda-chuva da marca Smart, e nasce com novos website (wearesmart.com.br) e logomarca.

Um dos destaques na apresentação ao mercado é o novo board da agência. Juntaram-se às VPs Fabiana Jacomini, Karina Lotze, Caru Fogaça e Thais Aguiar, que era CEO e partner da TalentComms, Caroline Arice Silva, ex-IBM e Liberty Seguros, como VP de Public Affairs e Sustentabilidade; Diego Iraheta, ex-Huffington Post e Alice, VP de Conteúdo; Edna Polito, ex-InPress Porter Novelli, VP de Operações; Bel Pocai, ex-Giusti, diretora de Atendimento; Rodrigo Varanda, ex-Netflix, que assume como diretor de Atendimento; e Silvia Helena Fernandes, ex-Matchbox, nova gerente comercial.

A Smart também anunciou a chegada de novos clientes: Latam Airlines, com projeto de marca empregadora, Iberia Airlines, de relacionamento com a imprensa, e Bee2Be, para storytelling de sustentabilidade e relacionamento com imprensa. São marcas que se juntam aos cerca de 40 clientes da casa, como Pinterest, Think with Google, Duolingo, Airbus, Shopee, Bauducco, Iguatemi, Grupo HDI, Localiza, Wise, Assaí, realme, Monday.com, Senna Tower e Global Citizen.

O adeus a Izolda Cremonine Silva

Faleceu em São Paulo em 1º de junho, em decorrência de problemas respiratórios, Izolda Cremonine Silva, profissional que fez história em comunicação corporativa e relações públicas, tanto como consultora, com a sua C&M Comunicação, quanto como professora de escolas como ESPM e FGV.

Boa parte de sua trajetória dedicou também a instituições como Aberje e Abracom, integrando comitês e apoiando as múltiplas iniciativas focadas no mercado.

No início dos anos 1980, ao lado de colegas como Amauri Marchese, Marco Rossi, Renato Gasparetto Jr., Elizabeth Sanchez, Maria Aparecida Ferrari, Silvia Czapski e outros, integrou um grupo informal batizado de Grece – Grupo de Estudos da Comunicação Empresarial, que viria a mudar a face da atividade no País ao concorrer e vencer as eleições na Aberje.

Em editorial que publicou no site da Mega Brasil (ver aqui), Marco Rossi detalha a trajetória de Izolda, formada em relações públicas, publicidade e jornalismo. Ele e Eduardo Ribeiro, diretor deste J&Cia, fizeram uma das últimas entrevistas com Izolda para o projeto A Comunicação Empresarial no Brasil – a história contada por quem ajudou a contar a história. Aqui o link com a íntegra da entrevista.

O corpo dela foi sepultado no Cemitério do Morumbi em 2 de junho.

Radialista é executado a tiros no Pará; RSF pede proteção aos jornalistas da região Amazônica

Radialista Luisinho Costa é executado a tiros no Pará; RSF pede proteção aos jornalistas da região Amazônica
Crédito: Redes Sociais

Luís Augusto Carneiro da Costa, conhecido como Luisinho Costa, radialista da Rádio Comunitária Guarany FM, foi assassinado a tiros em 27/5, em Abaetetuba, no Pará, no seu local de trabalho, enquanto apresentava um programa ao vivo. Os tiros puderam ser ouvidos em tempo real por ouvintes da transmissão. A vítima morreu no local.

Segundo a Polícia do Pará, dois homens encapuzados entraram nas dependências da Guarany FM e perguntaram por Luís Costa. Em seguida, ao encontrarem o radialista, um deles atirou várias vezes na cabeça de Luís. Recentemente, a polícia prendeu um dos homens que admitiu o crime e contou que teve desavenças com Luís relacionadas à organização de eventos na região.

Com mais de duas décadas de atuação como radialista na Guarany FM, Luisinho Costa era também DJ, produtor de eventos e empresário. Ficou conhecido por divulgar grandes eventos de Abaetetuba, contribuindo para o crescimento de festas e atrações na região. É um dos fundadores do bloco carnavalesco Me Namora. Casado desde 1998, deixa a esposa e uma filha.

Entidades defensoras do jornalismo lamentaram o assassinato de Luisinho Costa. A Repórteres Sem Fronteiras (RSF) declarou que o crime ocorreu em um contexto de diversos ataques e violações à liberdade de imprensa na região amazônica. A entidade, que pediu que as autoridades brasileiras garantam a proteção dos jornalistas que atuam na região, destacou o relatório Amazônia: Jornalismo em Chamas, publicado em setembro de 2023.

Segundo a RSF, o relatório evidencia a “crescente hostilidade enfrentada por jornalistas que cobrem temas locais como conflitos fundiários, corrupção e crimes ambientais — incluindo ameaças de morte, agressões físicas, ataques armados e assédio judicial”.

Flow News encerra atividades depois de dois anos no ar

Flow News encerra atividades depois de dois anos no ar

O Flow News, projeto de notícias do Grupo Flow, anunciou na semana passada o fim de suas atividades. Em comunicado publicado em 30/5, a equipe da iniciativa, que estava há dois anos no ar, explicou que o projeto terá um novo formato, ao lado dos outros produtos do grupo.

“Ao longo de dois anos, o Flow News discutiu notícias com responsabilidade, pluralidade, bom humor e, claro, sempre carregando o jeito Flow. Tivemos programas incríveis, com grandes comunicadores que compartilhavam o mesmo propósito. Foram mais de 1.200 episódios, 278 mil inscritos e mais de 45 milhões de visualizações no YouTube. Até mesmo promovemos o primeiro debate totalmente on-line com os candidatos à prefeitura de São Paulo, em um formato inédito e inovador. Fizemos história! Agora, é hora de encerrar um ciclo para iniciar algo novo. O Flow News ganhará um novo formato dentro do Grupo Flow, então fique de olho”, diz o comunicado.

Faziam parte do Flow News nomes renomados do jornalismo brasileiro, entre eles Carlos Tramontina, Gloria Vanique, André Marinho, Carol Moreira, Marcela Rahal e Paulo Cruz. Criado em 2023, o projeto tinha como objetivo ser o canal de notícias do Grupo Flow, informando com “abordagem plural, bem-humorada e com estilo informal”.

Última semana de inscrições para o 47º Prêmio Vladimir Herzog

47º Prêmio Vladimir Herzog abre inscrições neste sábado (10/5)

Termina na próxima terça-feira (10/6) o período de inscrições para a 47ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, que valoriza e reconhece trabalhos jornalísticos que defendam a democracia, a justiça e os direitos humanos.

A principal novidade desta edição é a inclusão de uma nova categoria, a Categoria Extra: Defesa da Democracia, que vai reconhecer trabalhos sobre política nacional, ataques ao Estado democrático de direito e como as instituições brasileiras estão atuando na defesa da democracia. Para esta categoria especificamente, serão aceitas inscrições até 23 de setembro.

Além da Defesa da Democracia, o prêmio segue com suas sete categorias tradicionais:  Arte, Fotografia, Produção Jornalística em Áudio, Produção Jornalística Multimídia, Produção Jornalística em Texto, Produção Jornalística em Vídeo e Livro-Reportagem. A comissão julgadora do prêmio também concederá menções honrosas em cada uma das categorias.

A sessão pública de julgamento e divulgação dos vencedores será marcada para 7 de outubro, às 14h, com transmissão ao vivo pelo YouTube e pelas plataformas do Prêmio Vladimir Herzog. E a tradicional roda de conversa com os ganhadores, além da solenidade de premiação, será em 27 de outubro, no Tucarena, em São Paulo.

Mais informações e inscrições aqui.

CNN volta a operar no Rio de Janeiro

Por Cristina Vaz de Carvalho, editora do Portal dos Jornalistas no Rio

A CNN Brasil comunicou em 2/6 que voltará a ter um estúdio próprio no Rio de Janeiro, depois de ter-se retirado da cidade no final de 2022. Aparentemente, a emissora não volta apenas à cidade do Rio, mas a todo o Estado. Foi o que ficou claro quando João Camargo, presidente do Conselho da CNN, anunciou a nova fase em conjunto com o governador do Estado, Cláudio Castro. Nada foi divulgado ainda sobre o local e a estrutura da nova sucursal.

Ao iniciar as atividades no Brasil, o canal mantinha uma área de 400 m2 no Centro do Rio, com vista privilegiada para o Pão de Açúcar, e empregava 60 pessoas. Devido a dificuldades financeiras, em agosto de 2022 demitiu cerca de 30% dos colaboradores. Em dezembro daquele ano, fechou o estúdio no Rio. Manteve apenas quatro repórteres e um cinegrafista, trabalhando em um escritório de coworking, sem muito apoio da estrutura editorial da sede em São Paulo.

Preciosidades do acervo Assis Ângelo: O cego na História (8)

Graciliano Ramos

Por Assis Ângelo

Há um tempo que nunca acaba. Esse tempo é o tempo de ontem, mas também pode ser o tempo de hoje. Em tese. Tempo, tempo, tempo…

Há quem diga que o Nordeste brasileiro é um nordeste violento, carregado de coisas piores herdadas da Idade Média.

Pois, pois!

Tanto ontem quanto hoje, a violência carregada de absurdos grassou e grassa mundo afora.

Jesus, o JC, nasceu nas bandas do Oriente Médio pregando a paz e o bom viver.

Bom, o judeu é um povo historicamente sabido. E lá atrás, bem lá atrás, judeus botaram pra quebrar levando JC a se explicar ao bambambã Pilatos. Esse lavou as mãos e… Os romanos fizeram o que não deveriam ter feito: mataram o Salvador.

Voltemos, voltemos…

Pais, principalmente pai, no tempo d’antonte, descarregavam no lombo dos filhos a insatisfação e frustração que tinham consigo. Na verdade, até hoje.

O escritor Graciliano Ramos (1892-1953) comeu na mão da mãe e do pai o pão que o diabo amassou. Dos dois, pai e mãe, o bom Graça chegou a levar chicotadas e não foram poucas.

Graciliano Ramos

Como eu disse, a violência não é marca registrada do Brasil, tampouco do nosso Nordeste.

Lá longe, no século 19, um caboco chamado Franz Kafka sofreu na mão do pai. E na mão do pai, a mãe também sofreu.

Não vou concluir aqui tema tão absurdo, porém normalizado no correr dos séculos e séculos.

Antes disso, não custa dizer ou lembrar que Graciliano Ramos de Oliveira começou a sofrer profundamente quando perdeu a luz dos seus olhos. Sua infância foi a de um menino cego, que vivia o tempo todo escondido num quarto com os olhos em sangue.

No livro Infância, de 1945, Graciliano lembra terríveis momentos que viveu, no capítulo Cegueira:

 

“Afastou-me da escola, atrasou-me, enquanto os filhos de Seu José Galvão se internavam em grandes volumes coloridos, a doença de olhos que me perseguiu na meninice. Torturava-me semanas e semanas, eu vivia na treva, o rosto oculto num pano escuro, tropeçando nos móveis, guiando-me às apalpadelas, ao longo das paredes. As pálpebras inflamadas colavam-se. Para descerrá-las, eu ficava tempo sem fim mergulhando a cara na bacia de água, lavando-me vagarosamente, pois o contato dos dedos era doloroso em excesso. Finda a operação extensa, o espelho da sala de visitas mostrava-me dois bugalhos sangrentos, que se molharam depressa e queriam esconder-se. Os objetos surgiam empastados e brumosos. Voltava a abrigar-me sob o pano escuro, mas isto não atenuava o padecimento. Qualquer luz me deslumbrava, feria-me como pontas de agulhas. E as lágrimas corriam, engrossavam, solidificavam-se na pele vermelha e crestada. Necessário mexer-me à toa, em busca da bacia de água”.

A crueldade praticada pelo pai e pela mãe deixou marcas profundas no corpo e na alma do escritor.

Antes e depois de escrever Infância, Graciliano não deixou de lembrar os sofrimentos e aperreios provocados pelos pais. A mãe o ignorava e dele só se lembrava quando estava por aqui de irritação.

As dores de infância que nunca abandonaram Graciliano aparecem sem pieguice em Memórias do Cárcere, obra de 1953, em quatro volumes.

Em 1934, Graciliano publicou São Bernardo. Escrita incrível, como os personagens e, particularmente, Paulo Honório.

Honório foi criado por uma vendedora de cocadas, pois órfão que era. E por esse tempo, meninote ainda, foi guia de cego, como sabe o bom leitor.

Em 1944, um ano antes de Infância, o mestre alagoano publicou um livro praticamente esquecido até hoje. Título: Histórias de Alexandre.

Alexandre é um senhor loroteiro. A mulher dele, Cesário, é conivente com suas mentiras. A plateia é basicamente formada por cego preto Firmino, o cantador de viola Libório, o curandeiro Mestre Gaudêncio e a beata rezadeira das Dores.

Não sei não, mas acho que o humorista Chico Anísio se inspirou na mulher de Alexandre pra criar Terta. Lembra? “É mentira, Terta?”.


Contatos pelos [email protected], http://assisangelo.blogspot.com, 11-3661-4561 e 11-98549-0333

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