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terça-feira, abril 21, 2026

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Zoom revitaliza logomarca e adota novo posicionamento

A Zoom, tradicional agência de comunicação de Minas Gerais, lança site apresentando sua logomarca revitalizada e novo posicionamento de mercado, focando a comunicação em movimento. A nova logo representa a transformação da comunicação e da própria empresa nos últimos dois anos.

Admilson Resende, diretor da Zoom, diz que a evolução move o mundo, a mudança move o mercado e é fundamental garantir uma comunicação em movimento para acompanhar esse processo: “A tecnologia modificou o modo como as pessoas se relacionam. A internet revolucionou o cotidiano e o desaquecimento econômico está obrigando as empresas a se reinventarem para manter um diálogo eficaz com seus diversos públicos. Somente quem está atento e alerta aos novos paradigmas também estará pronto para ajudar os clientes a retomarem o crescimento”.

Segundo ele, a inovação levou a Zoom a deixar de ser uma tradicional agência para se reposicionar no mercado como uma empresa de comunicação. A mudança implica a diversificação de serviços em três pilares: Comunicação (assessoria de imprensa, comunicação interna, planejamento estratégico, gestão de mídias sociais, gestão de crise, media training, relações públicas, relacionamento comunitário, monitoramento e marketing), Marketing Digital (inbound marketing, criação de sites, SEO, Google Adwords) e Produção Editorial (conteúdo em geral para sites, blogs, jornais e revistas, entre outros).

Dança das cadeiras agita IstoÉ

Com a saída de Débora Crivellaro da IstoÉ, Celso Masson, que editava Cultura, assumiu o lugar dela no comando da editoria de Comportamento. Para substituí-lo a revista contratou Luís Antônio Giron, que vem de uma temporada como gerente de Conteúdo de Mídia e Publicações da Aberje, onde respondia, entre outras atividades, pela edição de revistas e livros e pelo portal, que reformulou.

Celso ([email protected] e 11-3618-4364) foi subeditor de Artes de Espetáculos de Veja, editor executivo do SBT, editor de Sociedade de Época e diretor de Redação de Época São Paulo.

Giron (giron@ e 4360) teve passagens por Veja, Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil e foi por 12 anos editor de Cultura de Época, que deixou em 2014 para ser gerente  de Multimída da TV Cultura, responsável pelo portal de notícias, cuidando da reformulação e estratégia digital da página, tarefa que não chegou a concluir por injunções políticas.

Divisão de eventos do Poder360 começa a operar

Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360, recebe o presidente da Câmara Rodrigo Maia e empresários para lançamento do Poder360-Ideias - Crédito: Sérgio Lima
Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360, recebe o presidente da Câmara Rodrigo Maia e empresários para lançamento do Poder360-Ideias – Crédito: Sérgio Lima

Com uma palestra do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia a empresários, durante jantar em 20/6 no restaurante Piantella, em Brasília, o Poder360, de Fernando Rodrigues, realizou a primeira atividade da sua divisão de eventos, Poder360-ideias.

O novo núcleo promove entrevistas, debates, seminários, conferências e encontros, com foco na discussão de políticas públicas, temas de interesse nacional e local. O objetivo é ajudar a compreender melhor a conjuntura nacional. Os profissionais do portal fazem a curadoria das conversas e entrevistas.

Fernando afirma que os eventos são uma extensão do jornalismo praticado pelo Poder360, “com os mesmos valores, qualidade, precisão e credibilidade“. Segundo ele, os convidados serão sempre representantes da política, do universo econômico, especialistas e outros atores ligados ao poder em seu sentido mais amplo: “A busca da objetividade e a pluralidade de pontos de vista são as linhas-mestras do Poder360-ideias”.

O Poder360 inclui ainda o DataPoder360, com foco em pesquisas, e a newsletter Drive Premium.

Hermano Henning negocia retorno ao SBT

Hermano Henning

Embora seu contrato com o SBT tendo terminado em 31/5, Hermano Henning negocia com a emissora um programa nas manhãs de domingo. A informação é de Thell de Castro, em seu TV História.

Segundo ele, o programa é o Horse Brasil, que Hermano apresenta há anos no Canal Rural. Thell diz que Hermano havia falado sobre a negociação em entrevista ao TV História em março passado e agora, em novo contato, disse que as conversas evoluíram: ele e sua equipe já preparam o piloto, com uma ou meia hora de duração, para submeter à direção do SBT.

Vale lembrar que Hermano cria cavalos na região de Sorocaba (SP).

Imprensa é a segunda instituição mais confiável, aponta Datafolha

A imprensa é a segunda instituição brasileira com o maior índice de confiança dos brasileiros, perdendo apenas para as Forças Armadas. É o que aponta pesquisa do Datafolha divulgada na semana passada. Segundo a Folha de S.Paulo, 22% dos entrevistados disseram confiar muito na imprensa, 49% um pouco e 28%, não, absolutamente. Entre os mais novos, contudo, a desconfiança é maior. Dos entrevistados de 16 a 24 anos, 10% confiam muito na imprensa, 48% um pouco e 41% não confiam.

O levantamento mostra que as Forças Armadas são a instituição em que a população mais confia no País hoje, enquanto o Congresso, a Presidência e os partidos políticos caíram em descrédito. A pesquisa aponta que 40% da população dizem confiar muito nas Forças Armadas e 43% confiam um pouco. Outros 15% não confiam e 2% não souberam responder.

O Datafolha ouviu 2.771 pessoas de 21 a 23/6 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Morre Paulo Nogueira, criador do DCM

Faleceu na noite dessa quinta-feira (29/6) em São Paulo, aos 61 anos, de um câncer diagnosticado há dez meses, Paulo Nogueira, que criou e desde 2012 dirigia diretamente de Londres o site Diário do Centro do Mundo, um dos principais de oposição ao atual governo brasileiro.

Começou a carreira como revisor na Folha de S.Paulo em 1970, ocupou diversos postos na Editora Abril, entre eles o de diretor de Exame, e foi diretor editorial na Editora Globo. Deixa mulher, quatro filhos e três irmãos. O corpo foi enterrado no Cemitério Gethsêmani do Morumbi.

Kiko Nogueira, irmão que dirige em São Paulo o DCM, publicou no site o texto que reproduzimos a seguir.

“Paulo Nogueira morreu na noite de 29 de junho. Tinha 61 anos.

Estava com câncer. Depois de uma batalha de dez meses, finalmente descansou.

Paulo está vivo.

Paulo está em seus filhos: meus sobrinhos Emir, Pedro, Camila e Fernando. Paulo está em minhas cunhadas Erika e Luísa.

Está nos seus irmãos Mari, Zé, Kika. Nos seus sobrinhos e sobrinhas. Na minha tia Maria Ely. Nos amigos, como Sergio Berezovsky, Caco de Paula, Bia Parreiras e aqueles que peço desculpas por não citar nesse momento.

Está em mim e em você.

Está em seu legado vasto e generoso, digno do nosso pai, o jornalista Emir Nogueira, a quem Paulo dedicou linhas e linhas de beleza e gratidão.

Ele fez de tudo no jornalismo. Foi repórter, editor, diretor de redação, superintendente. A maior parte da carreira na Editora Abril, outra parte na Editora Globo, os anos mais recentes neste Diário do Centro do Mundo.

Um dos maiores jornalistas do país, passou pela Veja, foi editor da Veja São Paulo, reinventou a Exame, lançou diversas outras publicações.

Deixou sua marca em cada uma delas. A vibração, a provocação, o apuro, a busca da excelência. Antecipou tendências, fez acontecer.

Nunca foi santo. Era duro. Era também de uma paciência infinita. Fez companheiros para a vida toda nas redações e revelou vários talentos. Fez inimigos, também, como todo grande homem.

‘Sempre que você se desentender com alguém, lembre que em pouco tempo você e o outro estarão desaparecidos’, dizia, repetindo Marco Aurélio, o imperador romano, seu filósofo de cabeceira.

O DCM era seu projeto preferido. Ele falava do privilégio de poder exercer o ofício depois dos 50. Poderia ter tido uma aposentadoria tranquila, jogando tênis e pôquer às margens do Tâmisa.

Preferiu combater o bom combate, com a mesma paixão de sempre. Em 2012, quando começamos, comemorávamos quando conseguíamos alcançar 20 mil visualizações num dia. Ele de Londres, eu de São Paulo. Hoje são 500 mil.

O Paulo tinha uma visão e a perseguia com a mesma obstinação que tinha jogando futebol (um dia eu conto do gol mais bonito que ele fez. Um dia eu faço isso, quando não me doer desse jeito).

A utopia do Brasil escandinavo, um Brasil mais justo, foi a nossa bússola no DCM. Continuará sendo.

Uma vida intensa, um homem que fez tudo à sua maneira. Nasceu e morreu no mesmo quarto na casa dos nossos pais, no Jardim Previdência.

Como ele queria.

O Paulo vive. Obrigado, Fratello.”

Viagem de trem à Bahia

* Por Regina Helena Paiva

 

Em 1956, bem foquinha ainda, fui viajar com meus tios para o Nordeste. Fui de trem, voltei de Ita. Sofri quase tanto como sovaco de aleijado, mas foi ótimo. Uma foca da minha estirpe precisava, mesmo, jogar-se Brasil afora (ou a dentro?), ver o sofrimento do povo, observar de perto a saga dos migrantes, viajar de “trem baiano”, não dormir à noite de tanto balanço na bitola de apenas um metro, sufocar durante o dia com a poeira que o trem jogava no último vagão e pegar tempestade num Ita sem o romantismo de Caymmi cantando “peguei um Ita no Norte e fui pro Rio morar”. Foi uma experiência pra professor algum de jornalismo botar defeito.

O Brasil era, sim, bem pior do que hoje e aprendi lições que serviram para toda a vida. O Prêmio Esso, naquela altura, tinha menções honrosas, e ganhei uma. Guardei o recorte que me dava essa honra, mas cadê ele? Perdi. Nunca mais pude comprovar a tal menção. Mas é o de menos. O bom foi ver de perto o Brasilzão sofrido e mergulhar nele.

Essa história da foquinha que trabalhava em A Gazeta está agora no meu blog.

 

* Regina Helena Paiva ([email protected]) trabalhou por muitos anos em A Gazeta, de São Paulo, e hoje, aposentada, dedica-se à literatura e a pilotar o blog Escrevinhações da Regina.

Empregados da RAC decidem entrar em greve

Depois de um ano e meio de pagamentos atrasados e após várias tentativas de negociação com a Rede Anhanguera de Comunicação (RAC), de Campinas, os jornalistas, gráficos e administrativos da empresa decidiram entrar em greve a partir das 11h desta quarta-feira (28/6).

Segundo o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, como a empresa não tem cumprido nenhum dos acordos para regularização dos pagamentos, a decisão de cruzar os braços foi tomada em assembleia na tarde de 26/6, convocada pela Regional Campinas da entidade e pelos sindicatos dos trabalhadores gráficos e dos administrativos.

Em nota no seu site, a entidade informa que, além de dois meses de atrasos nos salários, os profissionais também não receberam o 13º que, pelo prometido pela RAC, deveria ter sido quitado em quatro parcelas, de fevereiro a maio último. Diz ainda que, “no começo do ano, a RAC havia se comprometido, ainda, a minimizar a situação dos atrasos com pagamentos semanais de um quarto de salário e das férias, mais os vales correspondentes aos cinco dias da semana, mas a empresa não cumpriu o acordo.Os vales-refeição e alimentação estão atrasados desde dezembro passado, pois o grupo também não cumpriu acordo nem com a empresa que administrava os benefícios, nem com os trabalhadores que deveriam passar a receber os valores semanalmente”.

A RAC edita os jornais Correio Popular, Notícias Já, a revista Metrópole e o portal rac.com, e, até o final do ano passado, empregava 250 trabalhadores, dos quais mais de 60 jornalistas, dez gráficos e mais de 170 administrativos.

STJ libera Falha de S.Paulo após sete anos de censura

Criado pelos irmãos Lino e Mario Bocchini em 2010 para satirizar a cobertura jornalística da Folha de S.Paulo e tirado da rede menos de um mês depois em função de uma ação judicial movida pelo jornal, o site Falha de S.Paulo pode voltar a funcionar por decisão da Quarta Turma do STJ. A Folha entrou com o processo alegando que o site havia usado indevidamente a marca, teria copiado o projeto gráfico e o logo do impresso e os explorado comercialmente.

A suspensão do site satírico continua sendo considerada um caso clássico de censura na área da comunicação. O jornal ainda pode recorrer da decisão do STJ, mas os irmãos Bocchini já estudam a retomada da publicação.

Lino informou à Revista Fórum que isso não ocorrerá automaticamente: “Estamos vendo com os advogados o que é preciso fazer, quem é preciso avisar etc. Ainda preciso conversar melhor com meu irmão, mas a intenção é recolocar no ar, sim, nem que seja uma memória do caso e um alerta para que não se repitam situações de censura como essa”.

Para ele, a decisão do STJ é boa inclusive para a Folha: “Como foi a primeira vez que um órgão de imprensa censurou um pequeno blog, abria-se uma jurisprudência terrível, que poderia ser usada contra eles mesmos, que tantas vezes se utilizam de paródias em suas colunas, charges etc”.

Terra encerra operações em sete países

*Atualizado em 29/6, às 17h59

 

O site mexicano Siete24 informou nessa segunda-feira (26/7) o fim das operações do portal Terra em sete dos oito países em que atua. De acordo com a publicação, apenas a operação brasileira seguirá ativa, mas em função de negócios digitais não relacionados ao jornalismo.

Com a decisão, a partir das 23h59 da próxima sexta-feira (30/6), sairão da rede as versões do Terra em México, Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Espanha e Peru. Nenhuma das páginas informou oficialmente o fim de suas operações, mas todas estão comunicando aos usuários sobre o fim do serviço de e-mails, que até então era gratuito.

A decisão comprova que o jornalismo deixou de ser um dos negócios do grupo, criado há 18 anos, e que atualmente pertence à espanhola Telefónica. No Brasil, as operações editoriais da página já haviam sido reduzidas drasticamente há cerca de dois anos, quando perto de 60 profissionais foram demitidos.

Este Portal dos Jornalistas entrou em contato com a assessoria de imprensa do Terra Brasil, que preferiu não se pronunciar sobre o caso.

 

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