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sexta-feira, abril 24, 2026

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Mapeamento identifica 1.200 agências de comunicação no País

Número chega a 1.285, com a inclusão das filiais

Levantamento concluído na última semana pela Mega Brasil ampliou para 1.200 o número de agências de comunicação existentes no Brasil, considerando todos os portes e especialidades.

Em comum, todas têm em seu portfólio atividades típicas de RP, sobretudo assessoria de imprensa e relações com a mídia, mas também comunicação interna, mídias digitais, redes sociais, marketing digital e branded content, entre outras atividades.

São Paulo, com 767 matrizes e 36 filiais, é o Estado líder, seguido pelo Rio de Janeiro, com 110 matrizes e 23 filiais. Vem a seguir, em terceiro lugar, Minas Gerais, com 61 matrizes e duas filiais. E, em quarto lugar, o Rio Grande do Sul, com 50 matrizes e três filiais.

Na Edição Especial de Aniversário de Jornalistas&Cia, você confere o mapa completo do levantamento da Mega Brasil, que servirá de apoio para a Pesquisa com Agências de Comunicação da edição 2018 do Anuário da Comunicação Corporativa e para a publicação do Guia das Agências de Comunicação da versão digital.

 

 

Total Estados Total Matrizes Filiais
Acre 1 1 0
Alagoas 3 3 0
Amapá 1 1 0
Amazonas 5 5 0
Bahia 30 29 1
Ceará 10 9 1
Distrito Federal 32 19 13
Espírito Santo 31 31 0
Goiás 13 11 2
Maranhão 3 3 0
Mato Grosso 7 7 0
Mato Grosso do Sul 4 4 0
Minas Gerais 63 61 2
Pará 12 12 0
Paraíba 2 2 0
Paraná 42 41 1
Pernambuco 26 25 1
Piauí 2 2 0
Rio de Janeiro 133 110 23
Rio Grande do Norte 8 8 0
Rio Grande do Sul 53 50 3
Rondônia 2 2 0
Santa Catarina 31 30 1
São Paulo (*) 767 731 36
Sergipe 4 3 1
Totalização 1285 1200 85
(*) Matrizes – Capital 612; Litoral, ABC e Interior 119
Filiais – Capital 22; Litoral, ABC e Interior 14

 

Ana Florence reforça o time de diretores da In Press Porter Novelli

Ana Florence acaba de integrar-se ao time de diretores de atendimento da In Press Porter Novelli. Assume um grupo de contas corporativas que inclui clientes como ArcelorMittal e Grupo Leros. Ana começou sua carreira em redações, tendo passado por Gazeta Mercantil e Folha de S.Paulo.

No mercado corporativo há mais de 20 anos, foi diretora executiva da Máquina e da FSB e diretora de novos negócios da CDI. Nos últimos anos, atuava com sócia-diretora da LeaderSpin, que oferece soluções educacionais para empresas. O novo contato dela é [email protected].

Ecos de guerra e sons de paz

*Por Cristina Vaz de Carvalho, editora do Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro.

O Rio de Janeiro vive, esta semana, o primeiro alinhamento da comunicação federal e estadual sobre o clima de guerra civil na cidade. Após desentendimentos públicos entre o ministro da Defesa, o governador do Estado, o secretário de Segurança e os comandos das polícias, nas últimas semanas, ouvimos finalmente todos falando a mesma língua, pelo menos nos microfones dos meios de comunicação.

Ao mesmo tempo, só havia notícias boas sobre o Rock in Rio, nos dias 15 a 24 de setembro. Numa cidade dividida entre o inferno que fecha escolas e postos de saúde, com som de tiroteios ecoando por toda parte, e a festa ruidosa, sem hora para acabar, as frases do rock mais pesado soavam como música de paz. Quem viveu a gênese da cultura hippie, a repetição do slogan Paz e amor enquanto os Estados Unidos mergulhavam cada vez mais fundo na guerra do Vietnã, não pode deixar de traçar um paralelo.

Em termos de comunicação, viu-se de tudo. Nem faltou o bom humor, com gaiatos que postavam no Whapp: “para quem estiver com medo de ir ao Rock in Rio, compro seu ingresso (a preço vil)”. Nem o mau gosto do general Mourão (ainda ele), pregando uma intervenção militar no País. Como se não bastasse, Luiz Philippe de Orleans e Bragança – o nome diz que é descendente de Dom Pedro – lança Por que o Brasil é um país atrasado?, livro com opinião monarquista. No meio da encrenca, tem gosto pra tudo. E para completar, o prefeito do Rio disse que era o momento de dar um “banho de loja” na Rocinha, no meio da operação de guerra no local. Mais curiosa foi a reação dos moradores, que levaram a oferta a sério, e começaram a pedir saneamento, urbanização, tudo a que têm direito.

Terezinha Santos, que criou no Facebook o grupo Gestão de Crise, depois de 30 anos atuando nessa área, pretende discutir as crises institucionais e operacionais do ponto de vista da gestão de comunicação. Vemos acontecer as mesmas coisas de sempre, porque os dirigentes não dão ouvidos ao gestor de comunicação. Alguns participam de treinamentos, mas ignoram os ensinamentos técnicos na hora de falar com a imprensa. Não se sabe se existe intenção por trás de declarações desastradas, ou se é despreparo e falta de bom senso. Não faltaram exemplos nos últimos dias.

Deloitte renova apoio à premiação. Segundo turno já começou

Prémio+ Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças

A Deloitte confirmou apoio ao Prêmio Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças e será, ao lado de Gerdau e do BTG Pactual, uma das patrocinadoras máster do certame. As três organizações estiveram presentes também na edição de 2016. Além delas, a iniciativa conta com a colaboração da Latam e com o apoio institucional de Ibri e Abrasca. A festa de premiação está marcada para 27/11 no Renaissance Hotel, em São Paulo, num almoço para 150 convidados.

Em 21/9 começou o segundo turno, que apontará os profissionais Top50 (entre os 89 finalistas) e os veículos ganhadores nas categorias Jornal, Revista, Rádio, TV, Site/Blog e Agência de Notícias. São cerca de 53 mil profissionais cadastrados no colégio eleitoral, mas esse cadastro é aberto para todos os jornalistas do País e para profissionais de comunicação corporativa, publicidade, marketing e RH. Para se cadastrar basta enviar mensagem para [email protected]. Esse mesmo endereço pode também ser acionado no caso de dúvidas, como retenção dos e-mails por servidores, por considerarem a mensagem como spam, e por profissionais de redações que não tenham recebido o link de votação. O segundo turno vai até 6 de outubro.

Pingos nos is – Na relação de finalistas publicada em J&Cia 1.120, Larissa Coldibeli, apontada como integrante da revista Melhor Viagem Online, de São Paul, é na realidade repórter do UOL Empreendedorismo.

Conteúdo de J&Cia passa a integrar a base de dados da LexisNexis

A LexisNexis, maior e mais antiga empresa dedicada à distribuição eletrônica de conteúdos, pioneira nesse tipo de distribuição – existe desde a década de 1980 –, passou a oferecer a seus assinantes em mais de 130 países o noticiário semanal do Jornalistas&Cia. A entrada do informativo faz parte de um programa iniciado no final do ano passado para ampliar a presença de conteúdo brasileiro nessa plataforma. As negociações foram conduzidas pela MediaLink, de Adhemar Altieri, e o conteúdo de J&Cia integra uma base de dados que já conta com noticiário exclusivo de Grupo Estado, Valor Econômico e O Globo, entre outros veículos nacionais.

Segundo Altieri, “os assinantes da LexisNexis em todo o mundo são em geral grandes empresas, governos e instituições que precisam fazer pesquisas de alta confiabilidade. Por exemplo, empresas especializadas em fusões e aquisições, quando fazem due diligence sobre uma empresa envolvida em uma transação, buscam informações na LexisNexis e não no Google, que não traz conteúdos ‘fechados’ e junto com o trigo traz também um monte de ‘joio’… Todos os grandes veículos do mundo, principalmente os que não se consegue ler na web, estão disponíveis na LN – entre outros, The New York Times, Wall Street Journal, Financial Times, Washington Post, Le Monde, El Pais, Economist e por aí vai”.

Sonia LaFountain, diretora global de Planejamento de Conteúdo da empresa, que tem sede em Washington, diz ter muita satisfação em trabalhar com tantos veículos noticiosos e de informação no Brasil como J&Cia: “Todos ganham. Os veículos brasileiros têm a oportunidade de incluir suas informações entre os serviços legais e profissionais da LexisNexis em nível global; a LexisNexis entregará essas informações a assinantes em países e mercados que esses veículos talvez não alcançassem de outra maneira; e os clientes da empresa se beneficiam pela possibilidade de compreenderem o panorama político, econômico e de negócios brasileiro por meio de uma rica mescla de notícias e informações de companhias e assim tomarem melhores decisões de negócios”.

Para Eduardo Ribeiro, diretor de J&Cia, “é uma ótima oportunidade que temos de atingir um público enorme e totalmente novo, que antes não era impactado, e um privilégio ombrear nosso conteúdo com o de marcas nacionais e internacionais de renome”.

A LexisNexis faz parte do RELX Group, dono da Reed Exhibitions, maior realizadora de feiras do mundo (no Brasil é Reed Exhibitions Alcantara Machado, realizadora, entre outros, do Salão do Automóvel). O RELX também é dono da Elsevier, editora de livros com atuação global, inclusive no Brasil.

Abril quer demitir e parcelar verbas rescisórias

O Sindicato dos Jornalistas realizou assembleia na Editora Abril nesta quinta-feira (5/10), às 12h30, na Praça Victor Civita, em Pinheiros, para discutir com os profissionais sobre os próximos passos em relação à proposta da empresa de parcelar as verbas rescisórias de um número não informado de jornalistas que pretende demitir proximamente.

No início de setembro, representantes da Abril apresentaram uma proposta nesse sentido ao Sindicato, que se dispôs a discuti-la com os profissionais, embora tenha se posicionado contra as demissões. Em 14/9, jornalistas da empresa reunidos em assembleia decidiram negociar com a empresa, mas em outras condições.

Em reunião com o Sindicato no dia 26, a direção da editora recusou a contraproposta alegando dificuldades financeiras. Agora, caberá aos profissionais decidirem na assembleia como a situação será encaminhada.

Mais uma semana para concorrer ao Fundação FEAC de Jornalismo

Vão até 11/10 as inscrições ao Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo 2017. Em sua 20ª edição, o concurso traz como tema Organizações da Sociedade Civil: solidariedade, voluntariado e bem-estar social.

Serão distribuídos R$ 75 mil entre os vencedores de suas 14 categorias. Dentre as nacionais, podem concorrer trabalhos em Mídia ImpressaTVRádioJornalismo Online, Cinegrafista e Fotojornalismo. Já nas categorias regionais são aceitas apenas reportagens veiculadas na Região Metropolitana de Campinas – onde está instalada a entidade, que presta assessoramento para organizações da sociedade civil atuantes nas áreas de educação, assistência social e saúde –, nas mesmas categorias contempladas nacionalmente, além de Assessoria de Imprensa e Produto Universitário.

EBC estreia nova temporada do Alto-falante

Sabrina Damasceno,Terence Machado e Adriano Falabella
Sabrina Damasceno,Terence Machado e Adriano Falabella

O programa Alto-falante, da EBC, tem nova temporada, que começou a ser exibida neste sábado (30/9) na TV Brasil e na Rede Minas. Com 20 anos de existência, terá, nessa nova fase, atrações inéditas, quadros reformulados e informações sobre o rock pop e independente. Os apresentadores são Terence MachadoAdriano Falabella e Sabrina Damasceno.

O quadro Enciclopédia do rock traz a história das grandes bandas; Garimpo divulga artistas independentes; Ferramenta traz dicas sobre os instrumentos; Forno tem lançamentos musicais; e no DNA os artistas falam dos discos que influenciaram suas carreiras. Um novo quadro, HTTP:, revela o que surge de bom nas ondas da internet. Produzido pela Rede Minas, o programa vai ao ar aos sábados, às 15h na TV Brasil. A emissora pública mineira exibe a atração aos sábados, às 17h, com horários alternativos aos domingos (2h e 14h) e às sextas (21h).

 

Valéria Monteiro quer disputar a Presidência da República

Valéria Monteiro
Valéria Monteiro

*Por Cristina Vaz de Carvalho, editora do Jornaslitas&Cia no Rio de Janeiro.

Um vídeo do jornal O Globo mostra Valéria Monteiro, ex-apresentadora do Jornal Nacional e do Fantástico, como pré-candidata à Presidência da República, nada menos que isso. Aos 52 anos, e afastada da TV nos últimos tempos, Valéria foi a primeira mulher a ancorar o Jornal Nacional. Morou nove anos nos Estados Unidos, e ali trabalhou na emissora WNBC e na Bloomberg. De volta ao Brasil, é roteirista numa produtora independente.

Jornalista faz série com biografias de cineastas

Hermes Leal
Hermes Leal

Estreou sábado (30/9) Cineastas, a série de Hermes Leal com biografias de quem faz cinema no Brasil. A estreia coincidiu com o lançamento do canal Prime Box Brazil em HD na NET. Na primeira temporada, serão dez episódios de 45 minutos cada, com as histórias de vida de cineastas de diferentes épocas, estilos e regiões do país. Ao todo, estão previstas 60 biografias de realizadores com carreiras consagradas. Aos sábados, às 21h, também no www.boxbrazil.tv.br.

Diretor e idealizador da série, Leal é formado em Jornalismo e começou a carreira trabalhando em São Paulo, nas redações de TV Manchete, SBT e Record. Dedicou-se depois ao cinema, com um mestrado na ECA-USP e oficinas de roteiro no Sundance. Dirigiu séries e documentários. Atualmente, tem sua produtora HL Filmes e edita a Revista de Cinema. O Prime Box Brazil é um canal de TV por assinatura com programação baseada na recente produção cinematográfica brasileira independente, e distribuída multiplataforma, em televisão, celular e internet.

 

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