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sábado, abril 25, 2026

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Felipe Machado assume a Comunicação da ONG World Fund

Felipe Machado
Felipe Machado

A World Fund, ONG com sede em Nova York e uma série de projetos na área de educação implantados no Brasil e no México, anunciou a contratação de Felipe Machado como seu novo diretor de Comunicação.

O executivo chega com o desafio de reformular o conteúdo editorial das mídias digitais da entidade e ampliar sua presença na imprensa dos países onde atua.

Apesar de circular com freqüência pelas bases da entidade, a sede de atuação de Felipe será o Brasil. Mais informações pelo [email protected].

Moisés Rabinovici estreia na TV Brasil

Moisés Rabinovici
Moisés Rabinovici

Moisés Rabinovici estreia hoje 16/10 na televisão com o programa semanal Um olhar sobre o mundo, às 22h, na TV Brasil. Ele vai discutir os principais acontecimentos internacionais, receber personalidades, especialistas, estudiosos e jornalistas para refletir sobre fatos que marcaram o mundo.

Rabino, como é conhecido, foi diretor do Diário do Comércio, de São Paulo, por 11 anos. Antes, esteve em Jornal da Tarde, Estadão, rádio Eldorado, revista Época e Agência Estado. Foi correspondente no Oriente Médio, em Washington e Paris, entre outros locais. Ele se orgulha de ter aprendido o ofício nos jornais Diário de Minas e Última Hora.

Após 21 anos, Paulo Pontes é demitido da Jovem Pan

Paulo Pontes
Paulo Pontes

Paulo Pontes, âncora do Jornal da Manhã, anunciou em 11/10 sua demissão da Jovem Pan, emissora em que esteve por 21 anos, 16 dos quais na bancada do noticioso. De acordo com o jornalista, sua demissão foi motivada por ele não admitir “o radicalismo que se impôs na linha editorial do veículo”.

Em post no Facebook, Pontes criticou ainda a forma como se deu a demissão, e agradeceu a todos que fizeram parte desses anos de trabalho na Jovem Pan.

“Minha ética, meu compromisso com a verdade e com a condição apolítica não me permitiam vender a alma. Isso foi o início do meu fim na Jovem Pan“, acrescentou.

Cláudia Collucci vai a Moçambique dar capacitação em jornalismo de saúde

Cláudia Collucci
Cláudia Collucci

A repórter especial da Folha de S.Paulo Cláudia Collucci ([email protected]) seguiu para Moçambique no sábado (14/10), a convite da Irex, organização sem fins lucrativos que, em parceria com a Usaid, desenvolve o Programa para fortalecimento da mídia em Moçambique, de capacitação e formação profissional e institucional. Durante seis semanas, ela vai dar aulas e fazer consultorias e mentorias, individuais e coletivas, em jornalismo de saúde, com foco em questões ligadas a HIV, segurança alimentar, planejamento familiar, saúde materno-infantil, saúde sexual e reprodutiva. “O objetivo é encorajar a produção de mais reportagens sobre questões de saúde pública. Nesse período, tirarei uma licença do meu trabalho na Folha”.

Com mestrado em História da Ciência e pós-graduação em Gestão em Saúde pela FGV, Cláudia começou há 31 anos em Ribeiro Preto, no interior de São Paulo, tendo passado Diário de Ribeirão Preto, EPTV Ribeirão e Jornal de Ribeirão. Em 1990, ingressou no caderno regional da Folha (Folha Nordeste/Folha Ribeirão) e há 20 anos está em São Paulo, onde foi repórter e pauteira do caderno Cotidiano e editora adjunta de Treinamento. “Nos últimos 15 anos, me dedico especialmente ao jornalismo de saúde. Além de repórter especial da Folha, tenho uma coluna semanal sobre saúde, onde discuto diversas temáticas dos setores público e privado”.

Nesse período, fez dois fellowships nos Estados Unidos (Knight Wallace University of Michigan e Georgetown University), onde estudou conflitos de interesses entre médicos, jornalistas e indústria da saúde, além do impacto das novas tecnologias em saúde nos países em desenvolvimento. Tem dois livros publicados na área da reprodução humana e um capítulo em livro sobre método científico.

Oswaldo Ribas, da CDN, é assassinado durante assalto em SP

Osvaldo Ribas - Reprodução: Linkedin
Oswaldo Ribas – Reprodução: Linkedin

Uma tentativa de assalto na manhã desta quarta-feira (11/10) resultou na morte do jornalista Oswaldo Ribas. Com passagens pelo Estadão, onde participou da edição brasileira do The Wall Street Journal Americas, e pela Gazeta Mercantil, como editor de Finanças Internacionais, ele estava há 19 anos na CDN, atuando como gerente e editor de Análise de Assuntos Internacionais.

Em nota, João Rodarte, presidente da agência, lamentou o ocorrido e destacou que “Ribas era reconhecido por todos como um excelente profissional e, principalmente, um colega respeitado e querido”. Pela agência, o profissional se destacou no atendimento a grandes grupos empresariais e bancos públicos, entre eles Banco do Brasil, Petrobras, BNDES e Telefónica.

Com 63 anos de idade, deixou esposa, três filhos e dois netos. Ainda não há informações sobre o velório.

Novas mídias predominam no Vladimir Herzog

A Comissão Organizadora do 39º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos anunciou em 9/10 os vencedores da edição deste ano. A sessão de julgamento, aberta ao público, na Câmara Municipal de São Paulo, foi transmitida ao vivo pelo site da Casa.

Veículos das novas mídias – Vice, Ponte e Pública – levaram metade os prêmios principais; outros dois foram para veículos regionais – A Tarde e Diário Catarinense – e apenas um ficou com a mídia tradicional (TV Globo). Foram 634 trabalhos inscritos, novo recorde participantes. A cerimônia de entrega está marcada para 31/10, no Tucarena, precedida pela 6ª Roda de Conversa com os jornalistas premiados. Ambos os eventos são abertos ao público.

Confira a relação dos ganhadores:

Arte

Vencedor: Massacre do Carandiru, de Simanca, para o jornal A Tarde

Menção Honrosa: Ricardo Silva, executado pela PM, de Bruno Nobru, Ciro Barros e Julio Falas, para a Agência Pública

Fotografia

Vencedor: foto de abertura da reportagem Tiroteios, mortes e invasões dominam o Complexo do Alemão, de Fábio Teixeira, para a Vice

Menção Honrosa: foto de abertura da reportagem Prefeitura retira sem-teto de viaduto em SP, de Nelson Antoine, para o Portal da Band

Áudio

Vencedor: Moradores do Moinho falam em rotina de repressão da PM, um mês após morte de jovem, de Claudia Rocha, para a Ponte Jornalismo

Menções Honrosas: Histórias invisíveis, de Gabriel Jacobsen e Daiane Vivatti, para a Rádio Guaíba; e Dar à luz a dor, de Hebert Araújo, para a rádio CBN João Pessoa

Multimídia

Vencedor: Sozinhas: histórias de mulheres que sofrem violência no campo, de Ângela Bastos, Aline Fialho, Chico Duarte, Felipe Carneiro, Julia Pitthan, Maiara Santos e Ricardo Wolffenbüttel, para o Diário Catarinense

Menção Honrosa: Mapa da homofobia em SP, de Thiago Reis, Alexandre Nascimento, Alexandre Mauro, Beatriz Souza, Fabíola Glenia, Glauco Araújo, Igor Estrella, Kleber Tomaz, Marcelo Brandt, Mariana Mendicelli, Rodrigo Cunha, Rogério Banquieri, Sávio Ladeira e Wagner Santos, para o G1 São Paulo

Texto

Vencedor: Especial Quilombolas, de Patrick Camporez Mação, Luísa Torre e Marcelo Prest, para a Agência Pública

Menções Honrosas: Brasília Confidencial, de Adriana Bernardes e Renato Alves, para o Correio Braziliense; e Cerco aos isolados, de André Borges e Werther Santana, para o Estadão.

Vídeo

Vencedor: Quem sou eu?, de Bruno Della Latta, Cláudio Guterres, Nunuca Vieira e Renata Ceribelli, da TV Globo

Menção Honrosa: O inferno de Lidiany, de Gabriela Pimentel, Domingos Meirelles, Heleine Heringer e Natália Fiorentino, para a TV Record – São Paulo/SP

 

 

Nexo vence prêmio internacional de jornalismo online

Renata Rizzi e Paula Miraglia, cofundadoras do Nexo, recebem prêmio em Washington (Reprodução)
Renata Rizzi e Paula Miraglia, cofundadoras do Nexo, recebem prêmio em Washington (Reprodução)

O Nexo Jornal foi agraciado no último sábado (7/10) com o prêmio de Excelência Geral em Jornalismo Online, na categoria Pequenas Redações, em concurso promovido pela Online News Association. A publicação é a primeira do Brasil a receber esse prêmio da ONA, que há 17 edições celebra o melhor do jornalismo digital em todo o mundo.

Dentre os aspectos que garantiram o prêmio ao Nexo, a organização do concurso destacou a abordagem inovadora para narrativas em textos curtos e longos, com visualização interativa e integrada, a alta qualidade de seu jornalismo e a dedicação criativa para informar e encantar audiências em uma variedade de plataformas.

“Atravessamos um momento em que o jornalismo é essencial”, destacou Paula Miraglia, diretora geral do Nexo. “Nós nos sentimos privilegiados em fazer o que fazermos neste momento histórico específico”. Em sua categoria, o jornal concorreu com os norte-americanos PublicSource, STAT, The Marshall Project e The Texas Tribune.

Leila Coimbra começa na Agência iNFRA

Leila Coimbra
Leila Coimbra

A Agência iNFRA iniciou a cobertura do setor de energia com a contratação de Leila Coimbra ([email protected]), que deixou o Poder360 em agosto. Com grande experiência no setor, Leila atou no Valor (em Brasília e São Paulo); na Folha de S.Paulo, com Dimmi Amora, que fundou a iNFRA, e na Reuters, no Rio de Janeiro.

Em assessorias, trabalhou na Petrobras e para a usina de Belo Monte. Com a chegada dela, a equipe da agência, que entra no sexto mês de atuação, conta agora com nove profissionais.

UOL analisa as fake news

Rodrigo Flores
Rodrigo Flores

*Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro.

Rodrigo Flores, diretor de conteúdo do UOL, fala sobre fake news em entrevista no podcast Rio Bravo. No ar desde os primórdios da internet no Brasil, mais precisamente em 1996, o portal procura manter-se fiel ao seu slogan: a busca pelo “melhor conteúdo”.

Flores discorre sobre como manter esse princípio no território hostil e cada vez mais disputado da internet; avalia o impacto do consumo de informação via mídias sociais; e analisa a influência das fake news, que têm tomado o noticiário de assalto.

Ele acredita que “nada é mais crítico para uma sociedade do que a desinformação”, mas pondera: “Fake news não são produto da imprensa. São produto das redes sociais. Nenhuma empresa jornalística séria faz fake news”. E assinala que o UOL tem hoje, como missão, informar e verificar a confiabilidade das notícias.

Renata Brasil assume Marketing e Comunicação do BNP Paribas

Renata Brasil - Divulgação
Renata Brasil – Divulgação

O BNP Paribas anunciou a contratação de Renata Brasil para a liderança da área de Marketing e Comunicação. Chega com o desafio de reforçar o posicionamento da marca e dar impulso à agenda de transformação e crescimento do BNP Paribas no Brasil.

Será responsável pelas áreas de Marketing, Branding, Digital, Relações Públicas, Comunicação Interna e Voluntariado, além de responder pela Fundação BNP Paribas. Também integrará o Comitê Executivo do banco, ampliando a participação de mulheres na equipe liderada por Sandrine Ferdane, CEO da instituição

“Queremos reforçar a imagem do BNP Paribas no Brasil alinhada à ambição do banco no País e ao seu posicionamento global, um banco para um mundo em mudança”, destaca Renata.

Formada em Publicidade e Propaganda, com MBA em Administração e Marketing e formação em programas executivos internacionais, Renata Brasil tem mais de 20 anos de experiência nos segmentos B2C e B2B de diferentes mercados da América Latina. Atuou nas empresas Souza Cruz, Telemar/Oi e Organizações Globo, além das agências Y&R, Ogilvy e África.

Em 2011, ingressou no setor financeiro como diretora de Marketing do HSBC para os segmentos de Atacado e Private Banking, além da área de Patrocínios, assumindo a Diretoria de América Latina dois anos depois. Posteriormente, participou do processo de transição para o Bradesco, onde atuou como Superintendente de Marketing.

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