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Prêmio Garcia Márquez seleciona nove reportagens brasileiras

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O Prêmio Garcia Márquez, que reconhece os melhores trabalhos ibero-americanos no ano, tem 40 histórias selecionadas, entre elas, nove do Brasil. De acordo com a Fundação Gabriel Garcia Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-Americano, foram inscritos 1.714 trabalhos para a sexta edição da premiação, distribuídos em quatro categorias: Texto, Imagem, Cobertura e Inovação. Os indicados brasileiros são: Texto – Piauí, com duas reportagens: Meu guri e O massacre de Pau D’Arco; Imagem – O Globo (Aqui no Haiti), Agência Pública (Feridos pelo Estado) e GloboNews (Filhos de Ruanda); Cobertura – G1 (Monitor da violência) e Época (Crime sem fronteiras); e Inovação – Metrópoles (Chacinas nos presídios: Conheça as 123 histórias dos detentos mortos) e AFP-Brasil (Balas perdidas).

Nos próximos dias serão anunciados três finalistas em cada categoria e os vencedores, conhecidos em 4/10, em Medellín (Colômbia).

Colmeia Podcast renova o som da notícia

Colmeia

Sérgio Carvalho, Alexandre Carauta e Júlio Lubianco lançaram o Colmeia Podcast. O portal sonoro reúne um time de jornalistas especializados que vão trazer, semanalmente, entrevistas, novidades, tendências e curiosidades sobre os mais variados temas. No lançamento, Sérgio e Alexandre comandam O negócio é esporte, talk show sobre marketing esportivo, e conversam com executivos da área sobre novidades, bastidores e tendências dessa indústria tão próxima do nosso dia a dia. Fernando Miragaya pilota o Autorama, com informações úteis, curiosidades e novidades sobre automóveis. Para os corredores de plantão, Iuri Totti apresenta o Corrida informa, com atualizações sobre treinos, alimentação e equipamentos.

Alex Campos conduz o Faça as pazes com o dinheiro, com dicas sobre investimentos, quitação de dívidas e recomendações para a saúde financeira. Já Renata Rodrigues apresenta o Pequenos viajantes, grandes aventuras, com dicas e sugestões para planejar e aproveitar ao máximo as viagens com crianças. Para os simpatizantes do cada vez mais sortido e concorrido universo cervejeiro, Carolina Barbosa traz entrevistas, esclarecimentos, histórias e indicações exclusivas no Por dentro da cerveja. Igualmente saborosos são os casos contados no Cada palavra, uma história pelo professor Deonísio Silva, que passeia por curiosidades de expressões da língua portuguesa. Um banquete musical também integra o cardápio de estreia do Colmeia, com o tradicional programa Ronca ronca, apresentado pelo DJ Mauricio Valadares.

Júlio Lubianco, mestre em Mídia e Comunicação pela London School of Economics (LSE), foi gerente de Jornalismo da CBN e um dos idealizadores do Brio Hunter. Sérgio Carvalho foi produtor-executivo da Rádio Globo e coordenador nacional da CBN. Alexandre Carauta, mestre em Gestão Empresarial pela FGV, foi editor executivo do Jornal do Brasil e integra a equipe de pesquisadores do Laboratório de Mídias Digitais (LabMid) da PUC-Rio.

Prêmio Estácio de Jornalismo anuncia finalistas

Prêmio Estácio

O Prêmio Estácio de Jornalismo anunciou nessa segunda-feira (24/9) seus 24 finalistas. A entrega dos prêmios aos vencedores será em 31/10, durante cerimônia no hotel Hilton de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Participaram da edição deste ano 334 reportagens e as 24 finalistas concorrem em nove categorias a prêmios de R$ 10 mil (mídias regionais), R$ 15 mil (mídias nacionais) e R$ 25 mil (Grande Prêmio Estácio). O concurso recebeu desde a sua criação a inscrição de 2.145 reportagens. A edição de 2018 teve participantes de 23 estados e do Distrito Federal. Os veículos regionais representaram 79% dos inscritos. Confira os finalistas.

Humor e jornalismo fecham temporada do Clube da Imprensa

A terceira temporada do Clube da Imprensa chega ao fim nesta terça-feira (25/9) reunindo humoristas que transformam notícias e seus personagens em engraçadíssimas paródias. O tema é Quando o humor vira notícia. A ideia é mostrar como se inspiram os profissionais que transformam em piada as mazelas e os personagens da vida nacional e mundial.

O painel contará com as participações de Thiago de Souza e Daniel Battistoni, conhecidos como Os Marcheiros. Eles marcam presença na cobertura jornalística do País com bem-humoradas charges musicais. Responsável pelas letras, Thiago é advogado e humorista; Daniel é professor de música e cuida das melodias. A mais conhecida das composições da dupla é a Marchinha do Japonês da Federal, que transformou o agente da PF de Curitiba no rosto da Operação Lava Jato.

Os encontros do Clube, no Tubaína Bar, em São Paulo (na Rua Haddock Lobo, 74), começam com uma happy hour, às 18h, som ambiente nas picapes e por volta das 20h, os debates. Como cortesia, o Tubaína Bar vai oferecer o segundo chope – ou Tubaína. Terá transmissão ao vivo pelo Facebook do Clube da Imprensa.

Criado por Hélio GomesMilton GamezRica Ramos, Denize BacoccinaClayton MeloEdson Franco e Marcia Minilo, o Clube conta com apoio institucional da Aner e divulgação de Jornalistas&Cia, Portal dos Jornalistas, Comunique-se e A Vida no Centro.

Time é vendida por US$ 190 milhões ao dono da Salesforce

Marc Benioff
Marc Benioff

A revista Time, umas das publicações mais tradicionais dos Estados Unidos, foi vendida por US$ 190 milhões ao bilionário Marc Benioff, dono da empresa de tecnologia Salesforce. A venda ocorre menos de um ano após a revista ter sido adquirida pelo grupo de mídia Meredith. A Time tem mais de 100 milhões de leitores em suas versões impressa e digital e 40 milhões de seguidores em suas redes sociais.

A Meredith, que comprou a Time Inc. por US$ 2,8 bilhões em novembro de 2017, colocou à venda quatro publicações. As revistas Fortune, Money e Sports Illustrated ainda estão em negociação. A empresa permanece com a People, semanal sobre celebridades, além de outras revistas dirigidas ao público feminino, como Better Homes and Garden, e Family Circle, bem como 17 estações de TV.

Revista Cidadão do Mundo circula em outubro

Capa revista

Prevista para circular em outubro, a Revista Cidadão do Mundo será um espaço editorial para programas, projetos, ações e parcerias, envolvendo ONGs, empresas, governos e o cidadão comum. O projeto é de Valéria Flores, que, após sete anos produzindo o caderno Eu Acredito!, no jornal Hoje em Dia, assim como as edições do Prêmio Cidadãos do Mundo, investe nessa iniciativa em parceria com a agência de publicidade Star Comunicação.

“Nós seremos porta-vozes e vitrine para contar as realizações que emocionam e transformam a sociedade, unidos em uma rede do bem para buscar um mesmo resultado: a multiplicação da solidariedade. Bem-vindos! A casa é de vocês e o prazer é todo nosso em receber, informar, divulgar e mobilizar!”, afirma Valéria.

Formada pela PUC Minas e pós-graduada em Comunicação e Marketing Corporativo pela Fundação Santo Agostinho, Valéria foi assessora de Comunicação do Centro de Apoio ao Terceiro Setor do Ministério Público de Minas Gerais e coordenadora de comunicação de cinco edições do evento nacional Encontro do Terceiro Setor de Minas Gerais. Mais informações e envios sugestões de pauta pelo [email protected].

Revelações sobre o programa nuclear brasileiro

Capa do Livro

Tania Malheiros lança na terça-feira (25/9), pela editora Lacre, o livro Bomba atômica! Pra quê? – Brasil e energia nuclear. A autora avança e aprofunda nas informações e documentos reunidos em suas duas primeiras publicações sobre o tema: Brasil, a bomba oculta, de 1993, e Histórias secretas do Brasil nuclear, de 1996. Das 19h às 22h, no restaurante Lamas (rua Marquês de Abrantes, 18). Informações pelo 21-996-015-849.

Nesse novo livro, ela atualiza a história secreta do enriquecimento de urânio no Centro Experimental de Aramar, da Marinha, e os negócios com Iraque e China. Algumas revelações foram noticiadas no The Times londrino. A maioria dos atuais candidatos à Presidência da República preferiu não manifestar opinião sobre temas como a bomba atômica, pressões internacionais, usinas nucleares e submarino de propulsão nuclear.

Tania Malheiros escreve sobre energia nuclear desde 1986. Seu primeiro destaque nessa área foi pela Folha de S.Paulo, com a revelação de vazamento de radiação na usina nuclear Angra I. Em O Estado de S. Paulo, foram seis anos com reportagens exclusivas, entre elas denúncias de altos índices de radiação na Usam. No Rio, trabalhou também em O Globo e na Agência Estado/Broadcast. No Jornal do Brasil, em 1996, revelou acidentes com radiação no Centro Experimental Aramar, o que lhe valeu o Esso de Jornalismo na categoria Científica, tecnológica e ecológica. Atualmente, escreve sobre o tema em seu blog.

Sistema Verdes Mares demite ao menos 20

O Sistema Verdes Mares, que controla no Ceará a TV e a Rádio Verdes Mares e o jornal Diário do Nordeste, demitiu em 20/9 sem justa causa perto de 20 profissionais, ao menos dez deles jornalistas, entre os quais seis editores com entre 15 e 30 anos de casa. J&Cia apurou que saíram Edison Silva (editor de Política), Regina Carvalho (editora de Economia), Maristela Crispim (editora do Regional), Carlos Eugênio Nogueira (editor de Opinião), Eduardo Queiroz (editor de Fotografia), Giovanna Sampaio (editora do Viva), os repórteres fotográficos Cid Barbosa e Kleber Gonçalves, além de Mário Kempes e Caio César, da rádio.

Segundo o Sindicato dos Jornalistas do Ceará, a decisão resulta da atuação de uma consultoria que a empresa contratou para unificar as redações. Sobre as demissões, assim se manifestou Samira Castro, presidente da entidade: “Que máquina de moer gente é essa no jornalismo cearense? Colegas com quem trabalhei por décadas acabam de ser demitidos do Diário do Nordeste e eu sinto uma dor absurda. E uma raiva imensa também porque a nossa área não valoriza a experiência das pessoas. Ao contrário, as empresas expurgam os profissionais experientes”.

Uma das demitidas, Maristela Crispim postou em suas redes sociais: “Não vai ter textão! Essa imagem, sem maquiagem, com cara de cansaço, feita numa pauta que nem chegou a ser publicada, foi a minha escolha para dizer que não trabalho mais no Diário do Nordeste. Fica aqui a minha gratidão a todos que me acolheram, me deram força, compartilharam momentos bons e ruins, me ajudaram a me tornar a jornalista que sou hoje. Continuarei me dedicando às pautas da sustentabilidade e do Semiárido nos novos caminhos a serem trilhados. Contato, por hora: [email protected]“.

A Associação Cearense de Imprensa disse em nota lamentar profundamente a demissão de jornalistas e trabalhadores do Sistema Verdes Mares: “Infelizmente, os projetos modernizantes e voltados para a convergência de mídia mostram-se incapazes de propor soluções fora do caminho fácil da dispensa de profissionais que deram toda a sua vida à história das empresas do Sistema. Aos colegas demitidos, nossa solidariedade neste momento difícil”.

Jornais e livro debatem educação

Daniel Barros

*Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de J&Cia no Rio de Janeiro

A quinta edição do encontro internacional Educação 360, realizado pelos jornais O Globo e Extra, reúne em 24 e 25/9 (segunda e terça-feiras) pessoas que põem em prática iniciativas transformadoras nessa área. No auditório principal do Museu do Amanhã, debatem nomes sonoros da educação mundial, como Eric Hanushek, Bunker Roy e Nuno Crato, em palestras e discussões sobre o futuro da educação.

No Museu de Arte do Rio, estarão as master classes preparadas especialmente para professores e ministradas, entre outros, por Daniel Munduruku, Renato Janine e Beatriz Milhazes. E ainda workshops para interatividade, entretenimento e conteúdo, também no MAR. Os museus do Amanhã e de Arte do Rio estão na praça Mauá.

Como que reforçando esse debate, Daniel Barros lança na segunda-feira (24/9), pela Record, País mal educado, uma análise aprofundada do sistema educacional brasileiro. “O livro investiga as razões para nossa crise de aprendizagem e oferece caminhos a partir de casos emblemáticos de sucesso no Brasil e em partes do mundo”, defende Daniel.

Formado pela UFRJ e mestre em Administração Pública pela Universidade de Columbia, em Nova York, Daniel ganhou o Esso na categoria Educação, em 2014, como repórter da revista Exame. Trabalha atualmente como consultor de políticas públicas, tendo passado pela consultoria McKinsey & Company e organizações do terceiro setor.

Às 19h, um bate-papo com o autor na livraria Travessa de Botafogo (rua Voluntários da Pátria, 97).

Sarau Literário homenageia Lourenço Diaféria

Lourenço Diaféria
Lourenço Diaféria

Por iniciativa do vereador Eliseu Gabriel (PSB), a Câmara Municipal de São Paulo realiza nesta sexta-feira (21/9), a partir das 19h, sessão solene em homenagem ao escritor, cronista e jornalista Lourenço Diaféria, falecido há dez anos (16/9), aos 75 anos. Será na sala Sérgio Vieira de Mello, em formato de Sarau Literário, com leitura de crônicas e demais formas escritas que relembrem a memória dele. O evento é aberto ao público.

A solenidade contará com a presença de familiares e amigos e a mesa será composta, além do vereador Eliseu Gabriel, pela viúva do cronista Geiza Diaféria e pelos jornalistas Rose Nogueira e Sérgio Gomes, com os quais Lourenço teve a oportunidade de trabalhar e conviver. O evento tem apoio do grupo de sarau do jornal do Centro em Foco, cujos integrantes farão a leitura das crônicas de Lourenço, um dos poucos que retratou a cidade de São Paulo em seus escritos. Ele nasceu no Brás e nunca esqueceu suas raízes paulistanas, sempre presentes em sua obra.

Diaféria começou a carreira em 1956 na antiga Folha da Manhã, atual Folha de S.Paulo, onde ficou até 1977, quando foi preso pela ditadura devido à publicação da crônica Herói. Morto. Nós, considerada ofensiva às Forças Armadas. Nela, relatava o heroísmo do sargento do Corpo de Bombeiros Sílvio Delmar Hollenbach, que pulou em um poço de ariranhas no zoológico de Brasília para salvar a vida de um menino. A criança se salvou, mas o militar não conseguiu sobreviver ao ataque dos animais. A crônica citava o Duque de Caxias, patrono do Exército, lembrando o estado de abandono em que se encontrava sua estátua, existente até hoje na praça Princesa Isabel, no centro de São Paulo, próximo à Estação da Luz. Essa menção rendeu-lhe alguns dias de cárcere e processo baseado na Lei de Segurança Nacional. Enquanto esteve preso, a Folha não pode publicar suas crônicas e, em protesto, deixou em branco o espaço da coluna. Ele colaborou ainda com Jornal da Tarde, Diário Popular, Diário do Grande ABC, além de ter escrito para a TV Globo e as rádios Excelsior, Gazeta, Record e Bandeirantes.

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