A Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (Aceesp) divulgou os vencedores do Troféu Aceesp 2020, que valoriza o trabalho dos profissionais da área ao longo do ano.
TV
Narrador:Everaldo Marques (TV Globo/SporTV)
Comentarista:Alexandre Lozetti (TV Globo/SporTV) e Ana Thaís Matos (TV Globo/SporTV)
Rádio: Rádio CBN Campinas, Rádio Central de Campinas, Thati FM de Ribeirão Preto, Rádio Futebol Total de Bragança Paulista
TV: TV Tribuna, de Santos
Jornal: Tribuna, de Santos
Ex-atletas
Pedrinho (TV Globo/SporTV)
Assessoria de Imprensa
Don Roberto Costa (Portuguesa)
Troféu Regiani Ritter: Lia Benthien
Troféu Ely Coimbra: Luiz Ceará
Homenagem – 50 anos de Jornalismo: Programa Parada dos Esportes (São José dos Campos)
Melhor matéria: História de Barreto, ex-roupeiro da seleção brasileira de futebol masculino – Daniel Servidio (Torcedores.com)
Furo de reportagem: Apostador detalha esquema de compra de resultados na série A3 ao tentar subornar jogador – Emilio Botta, Anselmo Caparica, Leonardo Lourenço, Mauricio Oliveira (Globo Esporte)
Drauzio Varella, Repórteres Sem Fronteiras e a Agência Lupa participam do evento nesta quinta, dia 10, às 14h. O encontro está sendo organizado em conjunto com o Portal Comunique-se
Na semana em que a vacina começa a ser distribuída pela primeira vez à população, no Reino Unido, MediaTalks e Comunique-se promovem uma live com três dos maiores especialistas do Brasil em saúde, comunicação e fake news para discutir o tema. Se a maior parte da população tomar a vacina, a doença acaba. Se, ao contrário, a maior parte acreditar nas fake news que buscam desacreditá-la, todo o esforço para lançar a vacina terá sido em vão.
Drauzio Varella dispensa apresentações. Além de sua excelência como médico, cientista e escritor premiado, é o principal comentarista de saúde do Brasil, tornando acessíveis à população os mais complexos temas ligados à medicina.
Natália Leal é jornalista e diretora da Agência Lupa. Depois de passar por redações de jornais de diversos estados, desde 2017 tornou-se especialista em fact-checking e professora de educação midiática, dois dos principais antídotos contra as fake news.
Emmanuel Colombié é diretor da Repórteres sem Fronteiras para a América Latina. Jornalista e ativista de direitos humanos, sua organização denunciou recentemente como os jornalistas passaram a ser atacados na Europa por negacionistas que consideram as notícias sobre a Covid-19 um terrorismo contra a população.
Os três vão falar como a desinformação está tornando a atual pandemia ainda mais perigosa, os riscos que ela representa para o sucesso da vacinação que pode salvar vidas, como cada um pode ajudá-la em combatê-la e o papel do jornalismo nesse combate. Além, é claro, de interagir e responder a perguntas dos participantes. Não perca. Nessas horas, manter-se bem informado é o melhor remédio.
Serviço:Live do MediaTalks com Drauzio Varella, Natália Leal (Agência Lupa) e Emmanuel Colombié (Repórteres Sem Fronteiras)
A CNN Brasil anunciou Maria Carolina Abe como a nova editora-chefe do CNN Brasil Business, plataforma com foco na cobertura do mercado de investimentos e finanças pessoais. Ela trabalhou por nove anos no UOL, inicialmente como redatora, depois promovida a editora assistente e editora do UOL Economia.
O CNN Brasil Business também aborda áreas de macroeconomia, negócios e economia 4.0 com vídeos, textos, redes sociais próprias, conteúdo gerado pela CNN Internacional. O programa venceu no início da semana a categoria Vídeo dos +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2020, do Jornalistas&Cia.
A desinformação associada a motivos religiosos pode ser uma barreira para a aceitação da vacina contra a Covid-19 na América Latina. Um estudo da First Draft, organização britânica que se dedica a combater a desinformação no mundo, verificou que a principal narrativa de fake news que vem sendo utilizada com esse tema na região é a de que o sangue de Cristo é a única vacina contra a doença.
Na análise de mais de 14 milhões de postagens online publicadas em três idiomas, em 41 países, verificou-se que as fake news com motivos religiosos em espanhol equivalem ao dobro das encontradas no idioma francês e ao triplo do inglês. As postagens com temas religiosos responderam por 7% de toda a desinformação antivacina catalogada no idioma espanhol. Os pesquisadores encontraram conteúdo que confunde os limites entre religião e ciência, com narrativas de que a intervenção sobrenatural é necessária para a solução da pandemia.
Para a organização, isso demonstra que a fé ainda se sobrepõe à ciência nos países de língua espanhola. Saiba mais em mediatalks.com.br.
Fernando Caetano é um dos profissionais que deixam a emissora (Crédito: Reprodução/Fox Sports)
A Disney anunciou nesta quinta-feira (3/12) a demissão dos repórteres André Cavalcante, Fernando Caetano, Bruna Carvalho, Álvaro Loureiro, Flávio Winick e Diego Bertozi, todos da Fox Sports. De acordo com Flavio Ricco (R7), “os cortes, em diversos setores do mesmo canal, segundo o roteiro estabelecido, devem continuar avançando e agora atingindo muito mais os profissionais de vídeo”.
Entretanto, a Disney renovou com Gustavo Berton, Vinícius Nicoletti, William Tavares, Fernando Nardini e Felippe Facincani. Segundo o UOL Esportes, o grupo está analisando 50 contratos que se encerram no final do ano. Nas próximas semanas, outros apresentadores, comentaristas e ex-jogadores devem ser comunicados se continuam ou não na empresa.
No começo da semana, a Disney já havia anunciado as saídas de Márcio Moron, vice-presidente de Jornalismo, Paula Young, diretora artística, e Luiz Santos, vice-presidente de Engenharia.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) anunciou os finalistas da 4ª edição do Prêmio CICV de Cobertura Humanitária, que visa a valorizar trabalhos sobre temas humanitários na imprensa brasileira. Além da categoria CICV de Reportagens e Documentários, a edição deste ano conta com a categoria especial ACNUR 70 anos, em homenagem ao aniversário Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).
A cerimônia de premiação será na próxima terça-feira (8/12), com transmissão pela internet. No evento, os finalistas participarão de uma roda de conversa sobre a produção dos trabalhos.
• Invisíveis no banco da frente − Allan Rabelo, André Marques, Daniel Ferreira, Manoela Alcântara, Michael Melo, Gabriel Foster, Gui Prímola, Igo Estrela, Lilian Tahan, Moisés Amaral, Olívia Meireles, Otto Valle, Priscilla Borges, Rafaela Felicciano, Saulo Marques e Viviane Novais (Metrópoles)
• Povos Isolados − Ailton SoaresCavalheiro, Daniel Salvia, Evaristo Costa, Flávia Moraes, Gabriela Pimentel, Guilherme Zwetsch, Lucas Mioni, Marcus Vinícius Oliveira, Nadhine Farah, Pablo Soares e Rafael Gomide (CNN Brasil)
• imigrantes de sp − Bruno Santos, Flávia Mantovani e Thiago Almeida (Folha de S.Paulo)
• ‘Saí para salvar minha vida’ − Amanda Paes, Antonio Alves Filho, Dennis Barbosa, Fabio Tito, Guilherme Gomes, Lucas Corrales Vidigal de Oliveira, Oscar Veroneze Junior, Rodrigo Cunha de Paula e Savio Ladeira (G1)
A campanha Dia de Doar, promovida por 18 organizações jornalísticas de todo o Brasil, visa a incentivar as pessoas a doar e apoiar o jornalismo e a democracia. O objetivo é ajudar esses veículos a continuarem trabalhando, informando, e combatendo a desinformação.
Pela hashtag#diadedoar, a campanha vai até esta sexta-feira (4/12) nas redes sociais, com posts sobre a importância de apoiar e valorizar o jornalismo brasileiro, principalmente em meio à pandemia de coronavírus.
A expressão “enxugar gelo” cai como luva para ilustrar as tentativas de estancar desinformação e discurso de ódio nas mídias sociais e na web. Assim como o coronavírus, ambos resistem firmes.
As plataformas digitais intensificaram mecanismos para identificar e remover conteúdo nocivo − ainda que aquém do que muitas entidades e governos desejassem. Agências de fact-checking aprimoraram ferramentas tecnológicas e integração global.
Mas o inimigo é ardiloso. No Reino Unido, que sofre com as investidas dos que contestam o distanciamento social e as vacinas contra a Covid-19, a novidade agora é um falso “jornal de verdade”, que pode não ser o único do gênero pelo mundo.
O The Guardian publicou em 27/11 uma matéria sobre o Light, criado em Manchester pelo dono de uma loja de camisetas com mensagens renegando vacinas e questionando o atentado de 11 de setembro, sugestivamente denominada Conspiracy Shirts. O currículo do editor não deixa dúvidas sobre a linha editorial.
Verificadores de fatos chegaram ao “veículo” na caçada à origem de uma reportagem informando que uma agência governamental americana teria declarado a inexistência da Covid-19. A foto da matéria viralizou em vários países.
O Guardian classificou o jornal de falso porque só foram publicadas três edições desde o lançamento, em setembro. Seu site não exibe notícias. Tem os exemplares em pdf para download, produtos à venda e banners para compartilhar.
O objetivo parece claro: é um instrumento para gerar fake news com aparência de matérias jornalísticas, cujo alcance aumenta com a distribuição via redes sociais. Por se assemelharem a notícias de verdade, tornam-se mais críveis. Isso foi confirmado pelo editor, que disse ao Guardian ter criado o Light para fugir da censura das plataformas.
Uma ideia antiga, de cara nova
Jornais apócrifos para difamar adversários fazem parte do repertório político brasileiro. Mas o Light é outra coisa, pois de anônimo e artesanal como os panfletos de antigamente ele não tem nada.
A equipe é identificada no expediente. Várias matérias são assinadas. Com cerca de 20 páginas, é dividido em editorias (política, economia, internacional, saúde). Tem entrevistas, anúncios e até palavras-cruzadas. Ao final, sinaliza a que veio: oferece pôsteres com mensagens contrárias às medidas de isolamento.
O Light também não pode ser comparado a um jornal partidário, que defende uma causa, pois o conteúdo vai além da opinião. Ele apresenta matérias supostamente factuais, só que inteiramente baseadas em falsidades que beiram o grotesco.
Impressionante como gente em um país de alta escolaridade propaga matérias como uma que abre dizendo: “O Departamento de Defesa e a Fundação Bill e Melinda Gates associaram-se a uma companhia do Vale do Silício, a Profusa, para implementar uma tecnologia capaz de controlar nossas mentes. O que pode parecer ficção científica está acontecendo agora”.
Os leitores são aliciados para distribuírem o Light por um grupo privado com 5 mil membros no Facebook. Dá certo. O Guardian encontrou exemplares no comércio de várias cidades, incluindo cafeterias em Londres.
O Light é um exemplo de como as redes sociais que banem teóricos da conspiração continuam sendo usadas para propagar desinformação por meio de artifícios criativos, demonstrando que ainda têm muito a fazer para curar a doença.
Enquanto isso, a web também continua dando guarida aos excluídos e aos que fogem da moderação das redes. O caso mais eloquente é o da rede americana Parler, que abriga pessoas e grupos banidos pelas plataformas globais. E também aqueles que ainda estão nelas e aproveitam seu alcance para levar seguidores a um novo território livre e sem controle.
Os números ainda são pequenos se comparados aos de Twitter e Facebook. Mas, segundo o Washington Post, após as eleições americanas ela chegou a alcançar a liderança em downloads na Apple Store. E já ultrapassa 10 milhões de usuários.
Vem aí mais gelo para enxugar.
Leia em MediaTalks: o que é a Parler, rede social que cresce abrigando discursos de ódio e preconceitos banidos de Facebook e Twitter.
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A Associação Nacional de Jornais (ANJ) concedeu para o Jornalismo em geral o Prêmio ANJ de Liberdade de Imprensa de 2020. Diferentemente das edições anteriores, atribuídas a pessoas ou instituições, a premiação homenageou neste ano a própria atividade jornalística como um todo. Criado em 2008, o prêmio homenageia pessoas ou entidades que se destacaram na defesa da liberdade de imprensa.
Para a entidade, o jornalismo tornou-se ainda mais necessário e essencial durante a pandemia de Covid-19, com diversas fake news, desinformação e ataques ao trabalho da imprensa. Marcelo Rech, presidente da ANJ, declarou que “as condições adversas da pandemia atingiram em cheio o exercício diário do jornalismo, assim como atingiram tantas outras atividades. Mesmo trabalhando em casa, longe do ambiente rico das redações, editores e repórteres prosseguiram cumprindo sua missão. Todo o restante da indústria também se adaptou e levou as informações à sociedade, no impresso e no digital”.
A plataformaUniversa, do UOL, lançou em 25/11, Dia internacional do combate à violência contra a mulher, o Manual Universa para Jornalistas: Boas Práticas na Cobertura da Violência Contra a Mulher, com objetivo de ajudar profissionais de imprensa que trabalham com o tema.
O texto visa a tirar dúvidas sobre como abordar as vítimas e familiares, como tratar da violência sem fazer com que a mulher reviva o fato, como evitar estereótipos machistas, e ainda apresentar normas e leis que podem contribuir para uma cobertura mais justa e com empatia. A obra é dividida em três grandes temas: a conduta do jornalista e o cuidado com a pauta; dados e informações sobre os principais crimes cometidos contra mulheres; e uma compilação de leis, fontes sobre violência contra a mulher, além de formas de denunciar os crimes.