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BuzzFeed Brasil anuncia Fernando Oliveira, o Fefito, como diretor de Redação

BuzzFeed Brasil anuncia Fernando Oliveira, o Fefito, como diretor de Redação
BuzzFeed Brasil anuncia Fernando Oliveira, o Fefito, como diretor de Redação

O BuzzFeed Brasil anunciou Fernando Oliveira, o Fefito, como novo diretor de Redação. Ele responderá pela coordenação da produção editorial do portal, que em outubro do ano passado teve sua operação brasileira adquirida pela holding Flagcx. Ele também levará para o site sua coluna sobre entretenimento e cultura pop. Segundo Viviane Duarte, que assumiu o posto de CEO do BuzzFeed, Fefito será responsável por trazer formatos que engajem a audiência.

Sob o comando de Fefito, o BuzzFeed Brasil vai apostar nos pilares de televisão, mundo geek e celebridades, mas sem deixar de lado questões relacionadas a direitos humanos e diversidade. Ele destacou que um dos principais objetivos é a aproximação com o leitor: “A linha editorial do BuzzFeed é muito cristalina e o veículo não tem medo de se posicionar sobre questões importantes, mas, para além disso, há uma qualidade fundamental: linguagem própria, leve e de fácil entendimento. O excesso de formalidade pode ser uma pedra no sapato do leitor e nossa relação com a audiência tem de ser de proximidade”.

Fefito trabalhou em Folha de S. Paulo, Record, iG, IstoÉ, Jovem Pan e UOL, e comandou o programa Estação Plural na TV Brasil. Paralelamente, ele seguirá como apresentador do Fofoca Aí, da TV Gazeta de São Paulo.

Conteúdo mais longo e aprofundado pode ser futuro do jornalismo

Scrollytelling: conteúdo mais longo e aprofundado pode ser futuro do jornalismo
Scrollytelling: conteúdo mais longo e aprofundado pode ser futuro do jornalismo

O scrollytelling, uma evolução do storytelling, com conteúdos mais longos e aprofundados, pode ser um caminho para o jornalismo reconquistar audiência e reduzir a dependência das plataformas digitais, que hoje focam muito em postagens mais rápidas e curtas.

Essa é a tese defendida pelo cientista de dados Benoit Pimpaud. Veja em MediaTalks by J&Cia como funciona o scrollytelling e exemplos de como pode ser aplicado.

O adeus a Cariê Lindenberg, fundador da TV Gazeta (ES)

O adeus a Cariê Lindenberg, fundador da TV Gazeta (ES)
O adeus a Cariê Lindenberg, fundador da TV Gazeta (ES)

Morreu em 6/4 o empresário Carlos Fernando Lindenberg Filho, ou Cariê Lindenberg, aos 85 anos, em Vitória, vítima de complicações decorrentes de uma pneumonia. Ele foi responsável pela criação da TV Gazeta e do site Gazeta Online, hoje A Gazeta.

Cariê sempre foi defensor do jornalismo e da liberdade de expressão. Comandou a Rede Gazeta por quatro décadas, entre 1965 e 2001. Nos últimos anos, dividia-se entre a leitura e a música em sua residência na Ilha do Frade. Desde o começo da pandemia de Covid-19, permaneceu em isolamento social. Seu último livro lançado foi Vou te contar. Sobre a obra, declarou: “Talvez um terço ou mais das histórias do livro sejam vinculadas à Gazeta, porque foi a coisa mais importante da minha vida”.

Imposição do governo Chinês coloca em risco a liberdade de imprensa em Macau

Imposição do governo Chinês coloca em risco a liberdade de imprensa em Macau
Imposição do governo Chinês coloca em risco a liberdade de imprensa em Macau

O governo Chinês determinou o uso de uma “linguagem patriótica” na rede pública Teledifusão de Macau (TDM), com o objetivo de expor orgulho e o amor a Macau. A medida causou revolta entre os profissionais do veículo, e diversas entidades consideraram que a liberdade de imprensa está em jogo no País.

As determinações levantam também uma questão jurídica. O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, exigiu “o respeito pela Declaração Conjunta”. Vale lembrar que Macau é uma ex-colônia portuguesa. E a Lei Básica de Macau determina, entre outros, a liberdade de imprensa no país.

Entenda o caso em MediaTalks by J&Cia.

Maracanã seguirá homenageando Mário Filho

Mário Filho nas obras do Maracanã
Mário Filho nas obras do Maracanã

O governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro tornou público na última quinta-feira (8/4), o veto à lei que mudava o nome do Estádio do Maracanã. Com isso, cai o projeto que pretendia alterar o nome oficial de Estádio Jornalista Mário Filho para Rei Pelé.

Desde o primeiro momento, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (Acerj) posicionaram-se contra a mudança, enviando cartas à Cláudio Castro pedindo que ele não aprovasse a proposta.

ABI escreveu que, “ao mesmo tempo em que reconhece o mérito de todas as homenagens ao genial Pelé, que encantou o mundo com a sua arte, é preciso relembrar o importante papel desempenhado pelo jornalista Mário Filho, que recebeu o apelido de “criador das multidões”, para viabilizar a construção e criar todo o simbolismo que, há muitos anos, envolve este Estádio, inclusive internacionalmente”.

Mário Filho nas obras do Maracanã
Mário Filho nas obras do Maracanã

A decisão de mudança havia sido tomada em março deste ano pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e o pedido de desistência foi feito pelo presidente da Casa, André Ceciliano (PT), na terça-feira (6/4). Ceciliano era um dos idealizadores do projeto e tinha como intuito, segundo ele, homenagear Pelé em vida.

Na carta enviada ao governador, a Acerj destacou que “Mário Filho foi um profissional importante para a identidade do Rio de Janeiro, criou aqui o primeiro jornal brasileiro dedicado apenas ao esporte. Colaborou para a popularização da cobertura jornalística do futebol trocando os termos rebuscados da época por expressões mais populares e o Maracanã muito contribuiu para isto. Foi Mario Filho quem cunhou a expressão Fla-Flu, um dos mais destacados clássicos jogados no estádio”.

Pernambucano, Mário Filho chegou ao Rio de Janeiro ainda criança e logo se tornou repórter no periódico A Manhã, jornal pertencente ao seu pai. Entretanto, foi no jornalismo esportivo que ele se encontrou. Nas décadas de 40 e 50, Mário deu início um debate que mobilizou os brasileiros; a construção de um estádio municipal para reunir os clubes cariocas e incentivar o esporte. Mas homenagem lhes foi dada apenas em 1966, quando o Maracanã foi rebatizado em memória ao seu maior entusiasta, após um mês do falecimento de Mário, que sofreu um ataque cardíaco.

CBN reforça time de comentaristas

CBN
CBN

A CBN anunciou reforços no time de comentaristas. Natalia Pasternak, microbiologista, pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e presidente do Instituto Questão de Ciência, estreou em 6/4 no Jornal da CBN.

Sempre às terças-feiras, às 7h, ela vai conversar com Mílton Jung e Cássia Godoy sobre os fatos relacionados com a pandemia de coronavírus e as novidades científicas no quadro A Hora da Ciência, que também vai ao ar às quintas-feiras no Ponto Final CBN.

Além dela, Ariel Palacios começou em 8 de abril no Estúdio CBN, com Tatiana Vasconcellos e Fernando Andrade, no quadro CBN pelo Mundo. Vai explicar, às quintas-feiras, como os principais acontecimentos do mundo interferem na vida dos ouvintes. 

InfoMoney e XP organizam a série Super Lives – 1 ano de pandemia, que entrevista empresários, executivos de empresas, integrantes do governo, especialistas em saúde, economistas e investidores sobre os impactos da pandemia e as perspectivas para o pós-crise.

Nesta quinta-feira (8/4) participaram Hamilton Mourão, vice-presidente da República, às 17h, e às 19h, Miguel Patricio, CEO da Kraft-Heinz; na sexta (9/4), às 11h, o palestrante será Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. As lives vão ao ar no canal do InfoMoney no YouTube. Confira mais informações.

Jornalistas querem retomar direitos autorais monopolizados pelas empresas

Lincoln Macário é um dos coordenadores do movimento que luta contra a monopolização dos direitos autorais pelas empresas
Lincoln Macário é um dos coordenadores do movimento que luta contra a monopolização dos direitos autorais pelas empresas

O grupo Conteúdo Jornalístico tem Valor convoca profissionais a apoiarem PL em consulta pública

Está em consulta pública no Senado o Projeto de Lei 4255/20, de autoria do senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que tem como objetivo regulamentar o pagamento pelas empresas de internet de conteúdos jornalísticos. Pelo teor da proposta, ele abre uma importante oportunidade para que os profissionais retomem direitos de autoria que foram monopolizados pelas empresas depois da edição da Lei dos Direitos Autorais (Lei 9610/1989). Desde então, as empresas jornalísticas adotam um documento denominado Cessão de Direito Autoral, pelo qual os jornalistas abrem mão da autoria de seus trabalhos.

De acordo com o grupo Conteúdo Jornalístico tem Valor, um dos problemas do projeto de Coronel é que ele não deixa claro, por exemplo, o direito dos autores, e como os profissionais serão remunerados por sua produção intelectual. Para sanar pontos como este, um grupo de jornalistas empenhou-se em produzir um substitutivo ao texto original do projeto. Para garantir que o PL tramite na Casa, o movimento chama a categoria para participar do apoio à proposição.

Diretor da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública), Lincoln Macário, que é um dos coordenadores do movimento, ao lado de Fred Ghedini, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, conversou com Kátia Morais, editora da newsletter Jornalistas&Cia em Brasília, sobre os principais pontos da iniciativa.

Lincoln Macário é um dos coordenadores do movimento que luta contra a monopolização dos direitos autorais pelas empresas
Lincoln Macário é um dos coordenadores do movimento que luta contra a monopolização dos direitos autorais pelas empresas

Jornalistas&Cia − Quais os principais pontos do substitutivo que vocês elaboraram ao PL 4255?

Lincoln Macário − O aspecto mais importante é regular uma área em que reina a desregulação, visto que a LDA nunca foi clara e eficiente em garantir o reconhecimento de autoria e a remuneração adequada desse direito patrimonial a jornalistas. Também é importante destacar que nossa sugestão de substitutivo ao PL 4255/2020 busca ser simples e autoaplicável, aproveitando o potencial das tecnologias já existentes e largamente utilizadas pelas plataformas para garantir seus lucros, mas nunca usadas paras reparti-lo com justiça. Ressalte-se, ainda, o caráter progressivo da remuneração, incentivando a ação voluntária dos veículos e plataformas e encarecendo muito o desrespeito à lei. Por exemplo: se algum veículo publica parcialmente matéria, até metade do conteúdo original, com o devido reconhecimento de autoria, e paga sem a necessidade de notificação, a remuneração devida é de apenas 10% da monetização, metade para autor e metade para veículo original. Já se publica mais da metade, sem reconhecer autoria, necessitando de notificação, o valor devido passa a ser 100% do monetizado. E em caso de judicialização pode chegar a 500%. Por esses mecanismos-fim o projeto objetiva garantir, além de segurança jurídica, a baixa judicialização das relações entre produtores de conteúdo jornalístico, veículos e plataformas. Outra vantagem é não deixar ninguém de fora do ecossistema regulatório, ao contrário do que se pensou para a chamada Lei das Fake News, que atingiria apenas as chamadas BigTechs. Essas grandes empresas carecem de regulação específica, em razão do poder significativo de mercado, porém, não são apenas elas que têm lucrado com a monetização de conteúdo jornalístico de terceiros, publicados sem o devido reconhecimento de autoria e a devida remuneração dos autores.

J&Cia − Qual seria a expectativa de votação nas duas casas? O que espera da tramitação na Câmara? O lobby das empresas de comunicação e de internet é mais forte em qual das duas casas?

Macário − Nossa expectativa é fazer avançar a tramitação primeiro no Senado, em respeito ao fato de os senadores terem demonstrado efetivamente entender a importância e a urgência da temática. Esse reconhecimento se dá especialmente em relação ao autor do PL 4255, senador Ângelo Coronel, e ao líder da minoria, senador Jean Paul Prates. Além disso, o caminho no Senado é regimentalmente mais simples, e sua aprovação lá acelera a tramitação na Câmara. O lobby das empresas de comunicação é forte no Congresso como um todo; entretanto, acreditamos que todos os atores políticos, inclusive as empresas, compreenderão que se trata de uma saída engenhosa e justa para o problema do desrespeito ao direito de autoria e da não remuneração adequada de um trabalho fundamental para a sociedade.

J&Cia − Se aprovado na integra, como o texto do substitutivo poderá reverter em benefícios reais para os jornalistas? Qual a expectativa de ganho acrescido ao salário?

Macário − O acréscimo de renda vai depender não apenas de cada jornalista e sua produtividade mas também, e talvez principalmente, de como os demais elos da cadeia vão se comportar no curto, médio e longo prazos. Se vão aderir voluntariamente à regra ou se será necessário judicialização. O mais urgente é encarar o problema, estabelecer o mecanismo e, se necessário, fazer os ajustes para garantir justiça aos jornalistas.

J&Cia − Se aprovado o projeto e sancionado na íntegra, a cessão de direitos autorais cai? Passa a ser considerada letra morta?

Macário − A cessão de direitos autorais pode continuar existindo nas plataformas analógicas. Porém, nas plataformas digitais, ela perderia o sentido.

J&Cia − E os jornalistas que trabalham na área pública, também podem ser beneficiados pelo projeto?

Macário − Os jornalistas da área pública serão diretamente beneficiados pelo reconhecimento da autoria, um direito que vem sendo constantemente desrespeitado. No texto não há previsão explícita de remuneração direta. O dinheiro seria destinado a um fundo público gerido pelo Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, que poderia optar pela destinação direta ou pela aplicação difusa desses recursos, ou uma combinação de ambos. Uma ideia subjacente é destinar recursos para o fortalecimento das iniciativas de comunicação pública, tão atacadas recentemente e ainda tão negligenciadas em nosso país. Nós, os autores, não estamos completamente aferrados a esse aspecto. Estamos abertos ao debate e dispostos a construir outra redação que deixe mais claro se e como poderá ocorrer remuneração direta dos jornalistas do setor público.

Grupo invade rádio em Pernambuco por não concordar com críticas a Bolsonaro

Um grupo de simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro invadiu a sede da Rádio Comunidade, no município de Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco, após o radialista Júnior Albuquerque criticar a postura do presidente durante a pandemia de Covid-19. O vídeo de um homem de camisa preta discutindo e ameaçando os participantes da rádio circulou nas redes sociais.

A Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe) repudiou o ocorrido, que classificou como uma “ameaça à liberdade de imprensa”. Segundo a entidade, o caso “abre um perigoso precedente que ameaça todos os veículos, inclusive comerciais. A Asserpe espera resposta à altura, em virtude da gravidade do incidente, pelas autoridades que investigam o caso”. A organização reforçou sua defesa pela liberdade de imprensa e declarou apoio a Júnior Albuquerque.

A Associação Brasileira de Imprensa também se pronunciou sobre a invasão. Em nota, Paulo Jerônimo, presidente da entidade, escreveu que “a escalada de violência contra órgãos da imprensa continua num crescendo. (…) É preciso dar um basta nesse comportamento criminoso. A democracia pressupõe o direito de crítica e é obrigação das autoridades a garantia do exercício desse direito. É preciso que Bolsonaro não só pare de estimular as violências contra jornalistas, como as condene de forma explícita. Caso contrário, será acusado de cumplicidade”.

Grupo Reach fecha de vez redações e mantém 75% da equipe em home office

O grupo Reach, maior empresa de mídia britânica, anunciou o fechamento de suas 15 redações e adotou um sistema que mantém 75% da equipe em home office. As redações de jornais como o Daily Express e o Star estão sendo transformadas em hubs para reuniões e atividades presenciais temporárias.

Apesar de o Reach estar otimista em relação ao futuro devido ao crescimento dos negócios em mídia digital, o caminho para sustentabilidade pode ainda não ser uma linha reta. O próprio grupo enfrenta ameaça de greve por aumento salarial e viu cair a receita. Outras empresas de mídia britânicas passam por dificuldades.

Entenda a história e como o modelo do Reach pode servir para inspirar outras empresas jornalísticas em MediaTalks by J&Cia.

Encontro reúne coordenadores de cursos de Jornalismo de São Paulo

Encontro reúne coordenadores de cursos de Jornalismo de São Paulo
Encontro reúne coordenadores de cursos de Jornalismo de São Paulo

A Universidade Presbiteriana Mackenzie realizará na próxima terça-feira (13/4), às 18h, um debate sobre as profundas transformações no jornalismo nos últimos anos e como isso afetou o Ensino Superior. O encontro vai reunir coordenadores de cursos de Jornalismo de universidades em São Paulo.

Com mediação de Rafael Fonseca, do Mackenzie, o debate terá a presença de André Santoro, também do Mackenzie; Elisabete Antoniolli, da ESPM; Fábio Cypriano, da PUC-SP; Helena Jacob, da Cásper Líbero; e Dennis de Oliveira, da ECA-SP. Os participantes conversarão sobre os desafios da imprensa em tempos de fake news, a formação jornalística no Brasil, as diretrizes curriculares nacionais, as novas possibilidades no mercado de trabalho e os desafios em sala de aula durante a pandemia.

O debate, gratuito, será transmitido pelo canal do Mackenzie no YouTube.

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