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quinta-feira, maio 14, 2026

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+Admirados do Agro: David Cardoso, da Band Bahia, receberá o Troféu de Revelação do Ano

Pelo segundo ano consecutivo a Comissão Organizadora do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio concederá o Troféu Revelação do Ano a um profissional em começo de carreira que tem se destacado na cobertura do setor. Se em 2025 o prêmio foi entregue para Gustavo Lustosa, do AgFeed, que neste ano retorna entre os TOP 50 +Admirados Jornalistas, desta vez o homenageado será David Cardoso, repórter e produtor do programa AgroBand na Bahia.

Ele foi o profissional em começo de carreira, com menos de três anos de atuação no setor, que recebeu mais votos dos eleitores no segundo turno da eleição. Formado pela Universidade Salvador, ele iniciou sua jornada como estagiário na Rede Bahia, onde atuou por quatro anos até sua chegada ao Grupo Bandeirantes, em abril de 2025.

A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026 conta com o oferecimento da Syngenta; patrocínios de BHP, Cargill, Copersucar, Corteva e Faesp; apoios de Bosch, CNA Senar, Elanco, VitalForce e Yara; colaboração da MBRF e PressID; apoio institucional da Rede Agrojor; e assessoria de imprensa da Gisele Gomes Comunica.

O diário de um repórter na luta contra a dependência

João Paulo Arruda lança no final deste mês, pela editora Máquina de Livros, Garrafas ao mar – Diário de um repórter internado para tratamento de alcoolismo. Será em 28/5, às 19h, na livraria da Travessa de Ipanema (rua Visconde de Pirajá, 572).

Com duas décadas de trabalho em jornais importantes, como O Globo e Extra, só admitiu que precisava de ajuda radical depois de ser demitido, no início de 2024, aos 48 anos. Na redação, andava cambaleante e sofria apagões em casa ou na rua. Chegou a internar-se duas vezes, mas encarou com superficialidade, e recaiu. Seu desempenho profissional piorou e culminou na demissão.

Ele conta: “A essa altura, eu já era conhecido como o bêbado do bairro”. Foi então levado por um amigo e a namorada a um novo tratamento, desta vez encarado com humildade por reconhecer que estava doente e a morte era iminente. Durante os 110 dias de internação em uma clínica no Rio, Arruda fez um relato corajoso sobre a fragilidade humana diante da dependência do álcool. O diário, sob forma de crônicas, expõe sua própria queda e narra a reconstrução de uma vida.

Escrito em tempo real, enquanto os fatos se desenrolavam, o autor preservou o olhar e a sensibilidade de repórter. Conta em detalhes sua rotina na clínica e narra histórias suas e da convivência com outros pacientes. Alguns, dependentes de álcool e drogas, outros, do vício em sexo e em jogos, o que vem se multiplicando nos últimos anos.

Mais do que um testemunho sobre a luta contra o alcoolismo, o livro é o registro de quem reaprendeu a caminhar, e pode servir como espelho para tantas pessoas e famílias atingidas. “Limpo” desde o ano passado, Arruda retomou a carreira de jornalista. “Não escrevi os textos imaginando que publicaria um livro. Foi como se eu estivesse jogando garrafas ao mar, uma forma de reconexão comigo mesmo”, ele resume.

Marta Sfredo deixa o Grupo RBS após mais de três décadas

Marta Sfredo

O Grupo RBS anunciou em 4/5 o desligamento de Marta Sfredo, colunista de Economia que estava na publicação há quase 34 anos. Em comunicado enviado ao Coletiva.net, o grupo informou que o encerramento do ciclo da profissional faz parte de um “movimento natural de renovação no time de comunicadores”.

Com uma trajetória consolidada no jornalismo de Economia, Marta atuou no início de sua carreira por Rádio Guaíba, Correio do Povo e jornal A Semana. Desde 1992 na Zero Hora, ela passou por diferentes editorias, incluindo Política, até especializar-se em Economia, área em que se firmou como referência e chegou ao cargo de editora.

Também atuou em múltiplas plataformas do Grupo RBS, com participações em rádio e televisão, embora mantendo como base principal o impresso, e posteriormente o digital, com o lançamento de GZH.

Prêmio Jatobá PR premiará cases focados na Copa do Mundo

A 10ª edição do Prêmio Excelência e Inovação em PR – Troféu Jatobá PR já tem definida a categoria especial do ano: a Copa do Mundo de Futebol da FIFA – 2026, sucedendo à COP30, que foi um dos destaques de 2025.

Segundo Marco Rossi, diretor do Grupo Empresarial de Comunicação (Gecom), organização mantenedora da premiação, “esse é um desafio inédito para as relações públicas, que, mesmo não dispondo das polpudas verbas da publicidade e do marketing, poderão valer-se da força, do talento e da criatividade da atividade e de seus profissionais para organizar bons cases e com isso concorrer ao Jatobá. Lembrando que essa será a única categoria aberta a cases de organizações das quatro verticais da premiação: Grandes Agências, Agências-Butique, Organizações Empresariais ou Públicas e Organizações da América Hispânica.

Inscrições com desconto até 31 de maio

O final de maio marcará o final das inscrições com o maior desconto individual da premiação, que é de 20%. Até lá, os cases de Grandes Agências e Organizações Empresariais ou Públicas terão o preço reduzido de R$ 2.950 para R$ 2.360 (desconto de R$ 590); e os das Agências-Butiques, de R$ 1.980 para R$ 1.584 (desconto de R$ 396).

Para os cases oriundos da região Américo-Hispânica o desconto até 31/5 é ainda maior, de 30%. Desse modo, as inscrições feitas nesse período terão o preço reduzido de R$ 2.950 para R$ 2.065, sempre valendo o câmbio do dia, no caso de pagamento com moeda estrangeira (o desconto é de R$ 885).

“Tão importante quanto o desconto por inscrição antecipada”, diz Hélio Garcia, também diretor do Gecom, “é um benefício que somente o Jatobá PR oferece: a possibilidade de pagar agora, aproveitando os valores menores, e cadastrar o case depois, até 30 de setembro. E não para por aí. Temos também o desconto por volume, que pode chegar a 31,5%, dependendo do número de cases inscritos”.

Confira aqui o Regulamento do Jatobá PR 2026; aqui as categorias em disputa; e aqui a tabela com os valores de inscrição.

Agência Pública e ESPM lançam curso sobre liderança e empreendedorismo no jornalismo

Agência Pública e ESPM lançam curso sobre liderança e empreendedorismo no jornalismo
Crédito: Chase Chappell/Unsplash

A Agência Pública e a ESPM realizarão em junho o curso Liderança e Empreendedorismo no Jornalismo: da Ideia à Realidade, que abordará os meios para fundar um veículo, liderar uma redação ou sustentar um projeto jornalístico. As aulas, online, ocorrerão às terças e quintas, das 19h30 às 22h30, de 09 a 25 de junho.

O curso será ministrado por Natalia Viana, cofundadora e diretora executiva da Agência Pública, e Verónica Goyzueta, professora do curso de Jornalismo da ESPM e cofundadora do portal Sumaúma. Ambas ajudaram a criar veículos independentes de referência no atual ecossistema jornalístico brasileiro.

Serão ao todo seis aulas, que abordarão temas como tendências e modelos de negócios do jornalismo brasileiro e no exterior; liderança e empreendedorismo; estruturação de um projeto; financiamento; estratégias de impacto; audiência; entre outros. Ao longo do curso os participantes desenvolverão um projeto jornalístico, que será apresentado no último encontro, com feedback de Natalia e Verónica.

Mais informações e inscrições aqui.

O adeus a Raimundo Rodrigues Pereira, símbolo da resistência à ditadura

O adeus a Raimundo Rodrigues Pereira, símbolo da resistência à ditadura
Raimundo Rodrigues Pereira

Morreu em 2/5 Raimundo Rodrigues Pereira, aos 85 anos, no Rio de Janeiro. Foi um dos nomes mais importantes da imprensa brasileira e símbolo de resistência durante a ditadura militar, defendendo um jornalismo crítico e independente.

Pernambucano de Exu, trabalhou ao longo da carreira em tradicionais veículos como revista Realidade, Estadão, Veja e Folha da Tarde, com reportagens de fôlego e análises profundas. Destacou-se, porém, por sua atuação na imprensa alternativa em Opinião, Movimento e Ciência Ilustrada, praticando um jornalismo com análises críticas, em defesa da democracia e contra o autoritarismo da época.

Chegou a liderar o jornal Movimento, fundado em 1975, que se tornaria um grande símbolo de resistência na imprensa brasileira. A publicação, que enfrentou censura e repressão constantes, denunciava abusos do regime ditatorial e defendia ideias democráticas, reunindo diversas vozes que acabavam sendo silenciadas pela ditadura. Mesmo com cortes frequentes e dificuldades financeiras, além de conteúdos censurados evidenciados com os espaços em branco em diversas edições, Raimundo seguiu com uma linha editorial que apostava no jornalismo como instrumento de transformação social.

Após o jornal Movimento, Raimundo liderou o projeto Retrato do Brasil, que trazia diversas reportagens aprofundadas sobre problemas estruturais do País, com o objetivo de levar aos leitores interpretações sobre a realidade nacional.

Golpista falsificava pesquisas de intenção de voto usando nomes de veículos jornalísticos

Aos Fatos recebe prêmio internacional por checagens em tempo real nas eleições de 2024
Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil

Reportagem da RecordTV denunciou que Laécio da Costa Figueiredo, sócio do Instituto Data Povo, falsificava pesquisas de intenção de voto em nome de empresas de jornalismo e grandes grupos de comunicação, incluindo da própria Record. Em um escritório na região central de Brasília, Laécio atuava realizando falsas pesquisas eleitorais vinculadas a nomes de veículos de comunicação como se eles tivessem as encomendado.

A apuração da Record descobriu que o Data Povo registrou no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a intenção de fazer sete pesquisas este ano, todas como se tivessem sido encomendadas por veículos jornalísticos. No caso da Record, foram duas pesquisas falsas utilizando o CNPJ da empresa, uma em Brasília e outra na Bahia. Em nota divulgada à imprensa, a Record informou que “não contratou e nem autorizou este instituto a fazer ou divulgar pesquisa eleitoral em seu nome”. A emissora também afirmou que irá tomar as medidas cabíveis na justiça.

Laécio e o Data Povo já possuem outros processos judiciais contra eles: O empresário chegou a ser preso por um ano após ser condenado por alugar uma casa em Brasília e depois vender como se fosse dele. Há pelo menos 30 processos contra ele, a maioria por estelionato. Já o Instituto Data Povo é acusado de dar um golpe no partido PTB, que foi contratado por R$ 350 mil para coleta de assinaturas para a refundação do partido, mas o serviço nunca foi entregue. Além disso, o Instituto enganou os Correios com contratos de anos para avaliar a qualidade dos serviços da estatal.

Portal dos Jornalistas e Jornalistas&Cia firmam parceria com o Festival 3i

Edição 2025 do Festival 3i

Plataformas darão apoio à divulgação do evento da Ajor, que será realizado no final de maio, no Rio de Janeiro

O Porto Maravalley, hub de inovação criado há dois anos no Rio de Janeiro, será palco da sétima edição do Festival 3i – Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente. Promovido pela Associação de Jornalismo Digital (Ajor), o encontro reunirá, de 29 a 31 de maio, convidados de todo o Brasil e do exterior, para discutir inovação e empreendedorismo no jornalismo.

Associado da Ajor desde seu primeiro ano de fundação, o Portal dos Jornalistas, ao lado da newsletter Jornalistas&Cia, será um dos parceiros de conteúdo do encontro que, além de painéis, workshops e apresentação de cases, contará também com ações inéditas como o 3i Talks, o Troca de Ideias e o lançamento da edição em português do livro Captura, sobre uso de IA na produção de notícias.

Fernando Soares

“O jornalismo enfrenta possivelmente a transformação mais radical de sua história, especialmente com o avanço da IA generativa, e é por isso que o Festival 3i, com todas as discussões que propõe, tem tudo para fazer do Rio de Janeiro o epicentro dessa discussão na América Latina em 2026”, destaca Fernando Soares, editor do Portal dos Jornalistas e do Jornalistas&Cia. “Apoiar este encontro, e a Ajor, vai muito além de buscar ferramentas para sobreviver à tecnologia. Estar ao lado do Festival 3i é investir na sustentabilidade do jornalismo profissional, ético e de qualidade, preceitos que sempre nortearam nossas publicações”.

Edição 2025 do Festival 3i

Nesta edição do encontro, a programação abordará temas como distribuição de conteúdo, impacto das plataformas digitais, estratégias para restabelecer a conexão e a confiança do público na informação jornalística e o avanço da desinformação.

Maia Fortes

“O Festival 3i chega à sua sétima edição em um ano decisivo para o jornalismo brasileiro”, acrescenta Maia Fortes, diretora-executiva da Ajor. “As eleições majoritárias de 2026 acontecem em um cenário de transformação acelerada. A inteligência artificial generativa reconfigura a relação com o público, a desinformação se amplifica em velocidade e escala sem precedentes e a sustentabilidade financeira segue como um desafio estrutural. É nesse ambiente que o 3i se consolida como o ponto de encontro do jornalismo latinoamericano, um espaço onde não apenas se discute o futuro, mas onde se constroem parcerias, se compartilham soluções e se fortalece uma rede de colaboração essencial para o ecossistema. Neste contexto tão adverso, vamos também compartilhar soluções criativas e inspiradoras que contribuam para nortear o futuro que queremos construir”.

Entre os nomes confirmados, estão o italiano Mattia Peretti, especialista em inteligência artificial aplicada às redações e fundador do News Alchemists; a paraguaia Jazmin Acuña, cofundadora do El Surti e criadora do Change-Centric Journalism, que busca impacto social por meio de reportagens baseadas no cuidado, engajamento significativo e experiências coletivas; a norte-americana Madison Karas, especialista em design de serviços para mídia, a queniana Daisy Okoti, editora de impacto do Nation Media Group e Elizabeth Otálvaro, codiretora executiva do Mutante, um veículo de comunicação premiado com o Prêmio Rei da Espanha como melhor meio ibero-americano em 2024.

Confira a programação completa e o link para aquisição de ingressos no site do festival. Empresas interessadas em apoiar o jornalismo e patrocinar o encontro podem obter mais informações no Mídia Kit oficial do evento.

Boris Casoy retorna ao SBT após quase três décadas e será comentarista do SBT News

Boris Casoy retorna ao SBT após quase três décadas e será comentarista do SBT News
Boris Casoy (Crédito: Rogerio Pallatta/SBT)

O apresentador Boris Casoy está de volta ao SBT após 29 anos. Com mais de seis décadas de carreira e aos 85 anos, ele atuará como comentarista de política do SBT News. Além disso, apresentará o Jornal do Boris no canal do SBT no YouTube. A estreia está prevista para 18/5.

“É um momento de extrema felicidade para uma pessoa da minha idade, com 85 anos, ter o trabalho reconhecido e estar sendo contratada pela empresa onde comecei profissionalmente no jornalismo televisivo”, declarou Boris. “Imagino que vou encerrar a minha carreira dentro do SBT e informo que ainda tenho muita lenha para queimar. Espero colaborar com o SBT News nessa busca incansável pela notícia correta, independente e voltada para os interesses do telespectador”.

Boris iniciou a carreira com 15 anos de idade, como narrador e locutor esportivo na Rádio Eldorado. No jornalismo impresso, foi editor de política, editor-chefe da Folha de S.Paulo e colunista da seção Painel. Aos 36 anos, assumiu o cargo de diretor de Redação do jornal, onde permaneceu até o final dos anos 1980.

No SBT, por quase dez anos, de 1988 a 1997, Boris foi âncora do TJ Brasil. Na época, fez história ao ser o primeiro apresentador a opinar e comentar as reportagens exibidas nos telejornais. Além do trabalho no SBT, atuou ainda como âncora de Rede Record (1997 a 2005), TV Band (2008 a 2016) e RedeTV (2017 a 2020). Chegou à CNN Brasil em 2021, como comentarista do quadro Liberdade de Opinião, dentro do programa CNN Novo Dia. Um ano mais tarde, deixou a emissora, e esteve afastado da televisão desde então, tocando seu programa Jornal do Boris em seu canal no YouTube. É autor de famosos bordões como “isso é uma vergonha” e “é preciso passar o país a limpo”.

Manifestantes se reúnem no Masp contra encerramento da Rádio Eldorado

Crédito: Nabil Bonduki/X (Twitter)

Cerca de 400 pessoas se reuniram no domingo (3/5) no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) em protesto ao fim da Rádio Eldorado, previsto para 15/5. Os manifestantes lamentaram o encerramento da emissora, que está há quase 70 anos no ar, e pediram para que o Grupo Estado reverta a decisão. As informações são da Folha de S.Paulo.

A organizadora do protesto, a artista Nina Vogel, declarou que a Eldorado é um “bem imaterial brasileiro. Enquanto cidadã, não posso aceitar o desmonte de instituições culturais fundantes. A Eldorado formou ouvintes, é uma questão pedagógica”. Na manifestação, estiveram presentes profissionais da rádio, como os apresentadores Paula Lima, Leandro Cacossi, Felipe Tellis, Baba Vacaro, André Gois e Roberta Martinelli; políticos como o vereador Nabil Bonduki (PT); e ouvintes de longa data.

Vogel destacou também as diversas petições online, que contam com milhares de assinaturas, pedindo que a Eldorado não seja encerrada. As duas principais petições, O fechamento da Rádio Eldorado e a demissão de sua equipe exigem resposta pública, da própria Vogel, além de Não deixem a Rádio Eldorado acabar, de Alessandra Mota, somam juntas cerca de 15 mil assinaturas.

Grupo Estado encerrará Eldorado em maio

O fim da rádio Eldorado foi anunciado pelo Grupo Estado em comunicado publicado em 23 de abril. A empresa explicou que a decisão ocorre após percepções de “mudanças profundas nos hábitos de consumo de rádio” nos últimos anos. O Estadão encerrou a parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM, que era alugada pela Eldorado.

Ainda no texto, o Grupo explicou que a decisão faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa com foco no aumento da presença no digital e em produções audiovisuais. Apesar do encerramento da operação de radiodifusão, a marca Eldorado seguirá existindo em projetos especiais e eventos. Alguns programas, como Som a Pino e Clube do Livro, serão redesenhados e adaptados para novos formatos, com foco em vídeo e digital.

Segundo apuração da Ilustrada (Folha de S.Paulo), com o fim da Eldorado, funcionários da rádio devem ser demitidos, mas o Grupo Estado estuda a realocação de parte da equipe para outras iniciativas da empresa.

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