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Celular e documentos de Dom Phillips e Bruno Pereira são encontrados

Identificação de Jornalista de Dom Phillips estava entre objetos encontrados pela UNIJAVA

Quase quatro meses após as execuções de Dom Phillips e Bruno Pereira, uma equipe da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) encontrou na última quarta-feira (28/9) o aparelho de comunicação via satélite usado pelo jornalista britânico, e as carteiras com os documentos das vítimas.

Os objetos estavam em uma área próxima ao local onde a dupla foi assassinada, em 5 de junho, às margens do Rio Itacoaí, no Amazonas. A direção da Univaja informou que encaminharia os objetos à Polícia Federal.

A perícia no telefone usado por Dom pode contribuir com a investigação, revelando detalhes sobre as horas que antecederam os assassinatos do jornalista e do indigenista. A quebra do sigilo de dados do aparelho pode mostrar, por exemplo, se Dom fez imagens ou gravou conversas dos suspeitos de participação no crime.

Identificação de Jornalista de Dom Phillips estava entre objetos encontrados pela UNIVAJA

Conforme revelou o Programa Tim Lopes, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), o apoio da Univaja foi fundamental para a PF encontrar a cova onde os assassinos enterraram Dom e Bruno. Após terem sido caçados e mortos a tiros de espingarda calibre 16, as vítimas tiveram os corpos esquartejados e queimados. Três pessoas já foram denunciadas pelas mortes: Amarildo de Oliveira, o Pelado; seu irmão, Oseney Costa de Oliveira; e Jefferson Lima da Silva, o Pelado da Dinha.

(* Com informações da Abraji)

Cai censura a reportagem sobre empréstimo do BNDES a clube de tiro

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou na última sexta-feira (30) a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que censurava uma reportagem de O Estado de S.Paulo sobre o empréstimo irregular obtido por um clube de tiro junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

A reportagem Dinheiro do BNDES foi parar em loja de venda de armas; uso é ilegal, de Julia Affonso e Vinícius Valfré, apontava que o Clube de Tiro Keller LTDA, com sede em Santa Cruz do Sul e filiais em diversas cidades gaúchas, obteve um empréstimo de R$ 130 mil em junho de 2020. Durante a vigência do contrato, a empresa incluiu entre suas atividades o comércio varejista de armas e munições, atividade proibida pelo BNDES para esse tipo de financiamento.

No recurso apresentado ao STF, os advogados do Estadão argumentaram que a decisão do TJRS configurava censura prévia. Eles também ressaltaram que a ação movida contra o jornal pelo clube de tiro trouxe informações inverídicas.

Segundo a decisão de Fux, “não se verifica situação apta a possibilitar a excepcionalíssima intervenção do Poder Judiciário para a remoção de conteúdo jornalístico veiculado, com o tolhimento da liberdade de expressão e informação da reclamante, na medida em que os dados veiculados na peça jornalística impugnada são públicos e se relacionam à destinação de recursos públicos sob a administração do BNDES”.

Parlamentares negras são foco de livro

Isabelle Rodrigues e Cecilia Santos lançam livro que conta a história das parlamentares negras Dani Monteiro, Mônica Francisco e Renata Souza.
Isabelle Rodrigues e Cecilia Santos lançam livro que conta a história das parlamentares negras Dani Monteiro, Mônica Francisco e Renata Souza.

Um conteúdo:

Isabelle Rodrigues e Cecilia Santos lançam nesta segunda-feira (3/10) o livro Vozes Do Silêncio: As Mulheres Que Não Se Calaram, obra que conta a história da vida e da atuação política das parlamentares negras Dani Monteiro, Mônica Francisco e Renata Souza, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

A obra, desenvolvida durante o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de jornalismo da ESPM, terá lançamento às 18h, no campus da ESPM Glória Villa-Aymoré.

O livro retrata como as três são exemplos do que é ser mulher negra numa sociedade que não as deixa falar e mostra como o feminicídio político sofrido por Marielle Franco gerou uma reação na atividade política das mulheres pretas.

No prefácio, as autoras descrevem o sentimento das três ex-assessoras da vereadora Marielle, assassinada em março de 2018, em se candidatarem ao cargo de deputadas estaduais, além da infância na favela, a trajetória na militância e a existência como mulheres negras e periféricas.


O #diversifica é um hub de conteúdo multiplataforma sobre Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) do Portal dos Jornalistas e da newsletter Jornalistas&Cia. Ele conta com os apoios institucionais da Associação de Jornalismo Digital (Ajor), International Center for Journalists (ICFJ), Meta Journalism Project, Imagem Corporativa e Rádio Guarda–Chuva.

Leandro Demori deixa o Brasil por medo de violência

Leandro Demori é condenado a indenizar juíza de Minas Gerais em R$ 5 mil

Leandro Demori, ex-editor executivo do Intercept Brasil, atualmente com um canal no YouTube que leva seu nome, deixou o País devido às ameaças que vinha sofrendo nos últimos tempos. Pelo Twitter afirmou que virou uma figura visada, o que não era o seu objetivo, mas que pretende voltar.

Após coordenar e publicar no Intercept, em 2020, a série de reportagens sobre os arquivos da Vaza Jato, Leandro sofreu uma série de ameaças e a ONU recomendou ao governo brasileiro que oferecesse a ele medidas protetivas, o que não aconteceu.

Em junho de 2021 Demori virou alvo de investigação pela publicação de uma reportagem que denuncia a atuação da Core, grupo da Polícia Civil do Rio de Janeiro, na favela do Jacarezinho e, à época, o Intercept Brasil afirmou tratar-se de uma inversão de prioridades éticas e funcionais.

“A polícia decidiu agir contra o jornalista mensageiro em vez de investigar a grave denúncia feita pelo editor executivo do Intercept”, destacou o texto.

De acordo com Leandro, sua saída do Brasil deu-se por decisão conjunta com a família, que também não escapou das ameaças. Em janeiro deste ano, ele, a esposa e o filho de apenas três anos saíam de uma mercearia quando um homem os seguiu, aproximou-se de Demori e disse “se liga que a vida do teu filho depende de ti”. Logo em seguida, deu a volta e entrou em outra rua.

Do exterior, ele agora focará no canal de vídeos, na newsletter e em suas redes sociais com o objetivo de produzir conteúdos diários sobre a política atual para facilitar a compreensão dos fatos por parte do público, tendo aberto um financiamento coletivo pelo apoia-se.

Lupa prepara ações contra desinformação no 1º turno das Eleições 2022

Ajor: Como o jornalismo inova para combater a desinformação eleitoral

A partir desta quinta-feira (29/9), a Lupa reforçou seu compromisso com uma eleição sem fake e lançou uma série de conteúdos jornalísticos e educativos para o primeiro turno das Eleições 2022. Além de reportagens, checagens e newsletters, transmissões ao vivo vão preparar o eleitor para o voto e trazer uma reflexão profunda sobre o impacto da desinformação no processo eleitoral deste ano.

Em parceria com o TikTok, a Lupa realizará no sábado (1°/10), às 11h, mais uma live na plataforma com a participação de especialistas e influenciadores. O formato permite um diálogo mais próximo com a geração que vota pela primeira vez. A transmissão ao vivo será dividida em quatro blocos e tem participação confirmada de Bruno Nomura, repórter da Lupa, Erika Affonso, criadora de conteúdo, e Juliana Cunha, diretora da ONG Safernet Brasil.

“Essa eleição tem um diferencial de trazer ataques às urnas e ao próprio processo eleitoral” , destaca Raphael Kapa, Coordenador de Educação da Lupa. “Nosso trabalho é contribuir com bons conteúdos no formato que a plataforma pede, combatendo a desinformação com mais informação qualificada”.

Já no domingo (2/10), dia da votação, a audiência acompanha ao vivo no Twitter da Lupa a apuração do primeiro turno e uma observação nacional e regional da desinformação no processo eleitoral deste ano. Dividido em blocos, o space da Lupa começará às 17h30min e receberá mais de 20 jornalistas e especialistas para comentar as eleições em todas as regiões do país, além de explorar os principais assuntos alvo de desinformação nos discursos dos presidenciáveis e seus impactos no comportamento do eleitor.

Natália Leal, CEO da Lupa, enfatiza que a agência já é uma referência na cobertura eleitoral brasileira, com conteúdos jornalísticos e educativos que fomentam o pensamento crítico do eleitor na hora de escolher seus votos e priorizar pela informação verificada.

“A Lupa, mais uma vez, traz uma cobertura completa da eleição, mesclando jornalismo de qualidade e educação midiática com foco total no combate à desinformação. Vamos mostrar ao eleitor os impactos e os desdobramentos desse fenômeno, convidando todos a se tornarem agentes nessa luta”, ressalta Leal.

Maratona de conteúdos inicia nesta quinta-feira

Cerca de 30 profissionais da Lupa estarão dedicados à cobertura até domingo. Jornalismo e Educação prepararam uma série de reportagens, checagens, verificações em tempo real, análises e newsletters com destaques da cobertura e dicas para não cair em desinformação nesta reta final do primeiro turno.

Nesta quinta-feira (29/9), as redes sociais da Lupa serão a segunda tela para quem vai acompanhar o debate com os candidatos à presidência, promovido pelo Grupo Globo. A audiência contará com checagens em tempo real no Twitter, stories do Instagram e no site da Lupa.

Ainda nesta quinta, a Intervalo, newsletter de Educação, terá mais uma edição temática de eleições. O e-mail traz um manual para compartilhar com quem vai votar pela primeira vez ou ainda tem dúvidas sobre o processo de escolha de deputados estaduais, federais, senadores, governadores e, também, para presidência da república.

Na sexta-feira (30/9), a Lente, newsletter de Jornalismo, apresenta uma cobertura completa de como foi o debate com os presidenciáveis, examinando os discursos desinformativos e como eles podem interferir no voto do próximo domingo (2/10).

No sábado (1°/10) e no domingo (2/10), além das transmissões ao vivo no TikTok e no Twitter, a equipe de jornalismo da Lupa estará de plantão, verificando em tempo real mensagens compartilhadas nas redes sociais. A cobertura será feita em parceria com outras plataformas de fact-checking, a partir da coalizão de combate à desinformação formada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e conta com o apoio do Google e da Associação de Jornalismo Digital (Ajor). Ao fim da apuração, no domingo, reportagens especiais trazem os resultados e ajudam o eleitor a estar atento aos compromissos firmados pelos candidatos eleitos e como seguir monitorando a desinformação no segundo turno.

O dia após o primeiro turno (3/10) seguirá com monitoramento e verificações de mensagens suspeitas, além de mais uma edição especial da Lente, com um panorama dos resultados do primeiro turno das eleições de 2022.

Jornalistas&Cia comemora 27 anos e mergulha no universo da nova mídia nativa digital

Vinte e sete anos atrás, quando, numa iniciativa despretensiosa e quase underground, foi lançado o FaxMOAGEM, em atendimento ao pleito de alguns colegas de comunicação, não tínhamos planos e muito menos ideia do que o futuro nos reservaria. Pusemos o filho no mundo e deixamos a vida nos levar.

Da página semanal em fax (a grande revolução tecnológica da época) com o vaivém do mercado, que marcou os primeiros tempos, nos transformamos nessas mais de duas décadas e meia numa revista semanal de jornalismo e comunicação, que passou a ser uma das mais importantes referências junto a esse ecossistema profissional.

Vieram, em sequência, os muitos especiais, este Portal dos Jornalistas, os prêmios +Admirados, o Ranking dos +Premiados, o MediaTalks, o Censo Racial da Imprensa Brasileira, o #diversifica e uma série de outras iniciativas que, além de nos trazerem grande alegria e realização, contribuem para fortalecer a atividade profissional e o próprio jornalismo brasileiro, sempre com o apoio estratégico dos colegas e dos recursos da comunicação corporativa.

Olhando hoje para trás, vemos que, mesmo sem ter consciência disso, iniciamos naqueles primeiros passos de 1995 uma história de empreendedorismo e inovação no jornalismo brasileiro − modesta, porém efetiva.

Não por outra razão a escolha do tema para celebrar os 27 anos de estrada recaiu sobre a nova mídia nativa digital e seus impactos no jornalismo brasileiro, até porque nos enxergamos em várias dessas novas e inovadoras iniciativas, que, cada uma a seu modo, também aportam uma estratégica contribuição para que o Brasil venha a ter um jornalismo cada vez mais vigoroso, antenado, plural e diverso.

Nossos agradecimentos a Fernanda Giacomassi, que aceitou nosso convite para liderar este especial e que nos brinda com um trabalho jornalístico de primeira grandeza. Também o nosso muito obrigado às quase 40 marcas que viabilizaram esta iniciativa.

Eduardo Ribeiro, Fernando Soares e Wilson Baroncelli – editores

Confira a edição!

Precisamos de um acordo global em favor do jornalismo, diz presidente da ANJ em congresso internacional

ANJ define presidentes executivo e do Conselho de Administração

O presidente-executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), jornalista Marcelo Rech, defendeu nesta quarta-feira (28/9) um acordo global contra a desinformação e em apoio ao jornalismo ético, independente e profissional.

A defesa foi feita durante o painel sobre liberdade de imprensa no 73º Congresso Mundial de Jornais, promovido pela Associação Mundial de Editores de Notícias (WAN-IFRA, na sigla em inglês) e realizado em Saragoça (Espanha), logo depois da entrega do Golden Pen of Freedom 2022, com a presença do Rei Felipe VI da Espanha.

Segundo Rech, a proposta se deve à disseminação das desinformações e das bolhas de ódio, que ameaçam a estabilidade política, econômica e social em escala mundial. “Da mesma forma que o mundo se organiza em torno de um acordo global contra as mudanças climáticas, devemos estimular a Organização das Nações Unidas (ONU) a liderar um esforço para um acordo que garanta a estabilidade mundial”, disse o presidente da ANJ. “Se houvesse uma imprensa livre, independente e forte na Rússia, por exemplo, seria quase impossível lançar e manter a agressão à Ucrânia, e não se discutiria o absurdo de uma potencial guerra nuclear”.

Também participaram do debate Joanna Krawczyk, presidente da Fundação Gazeta Wyborcza, da Polônia; Ritu Kapur, cofundadora e CEO do The Quint, da Índia; e Joan Chirwa, fundadora da Free Press Initiative, Zâmbia, e CEO da The Mast, uma agência de notícias online, com sede em Lusaka. A mediação foi feita pelo jornalista Javier Garza Ramos, consultor de segurança e membro do conselho do Fórum Mundial de Editores (WEF).

O 73º Congresso Mundial de Jornais começou hoje e vai até sexta-feira (30). O tópico central do congresso deste ano são as estratégias para aproximar as organizações jornalísticas do público que não vê motivos para investir em jornalismo profissional.

Outros temas de interesse também serão discutidos, como quais são as prioridades do jornalismo e do noticiário para aumentar a audiência, como promover qualidade com recursos limitados, a editora do futuro, como se preparar para crises futuras, ou a chegada de novas ferramentas como inteligência artificial e metaverso, entre outros. Realizado desde 1948, o congresso tem mais de mil participantes de 80 países confirmados depois de dois anos suspenso pela pandemia.

Paula Bellizia passa a integrar o conselho do Grupo Globo

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

O Grupo Globo contratou na semana passada Paula Bellizia como integrante independente do conselho. Trata-se de um movimento semelhante – de evolução da governança corporativa – ao que foi feito em junho, com a contratação de Rodrigo Xavier para o mesmo cargo. A função é de complementar, com diversos pontos de vista, o Conselho de Administração. Paula vai atuar também no comitê de pessoas, cultura e ESG.

Graduada em Tecnologia de Processamento de Dados com MBA em Marketing, Bellizia é. atualmente presidente de Pagamentos Globais da fintech Ebanx. Antes, dirigiu Microsoft e Apple no Brasil.

O colegiado do Grupo Globo é, assim, composto por nove integrantes: João Roberto Marinho como presidente; Roberto Irineu Marinho e José Roberto Marinho como vice-presidentes; e como conselheiros Paulo Marinho, Roberto Marinho Neto, Alberto Pecegueiro, Jorge Nóbrega, Rodrigo Xavier e Paula Bellizia.

Edelman mundial chega aos 70 anos

Dan Edelman (Acervo: Edelman)

No Brasil, a agência opera desde 1997

A Edelman, integrante do Grupo DJ Edelman, chega neste 1º de outubro a 70 anos de existência, fundada que foi por Dan Edelman, em Chicago, no ano de 1952. Está entre as quatro mais antigas agências de PR ainda em atividade no mundo. Sua expansão para além-fronteiras americanas iniciou-se com a abertura de escritório em Londres, em 1967, seguindo-se China em 1986 (Hong Kong) e Beijing (1994), México em 1995 e Brasil (São Paulo) em 1997, entre outros mercados.

Primeira agência de PR no mundo a chegar aos 1 bilhão de dólares de faturamento, no último exercício, a Edelman tem entre seus marcos institucionais o lançamento da Edelman Digital em 1995; do Trust Barometer (estudo global sobre confiança nas instituições) em 2000 – que passou a incluir dados brasileiros a partir de 2012; do Grupo Zeno (sua segunda marca) em 2004 – que chegou ao Brasil em 2013; do Edelman Data & Intelligence (DxI) em 2019; e da Edelman Global Advisory em 2021.

Dan Edelman (Acervo: Edelman)

O grupo soma, atualmente, seis mil colaboradores, em 66 escritórios de 28 países.

Trust Barometer especial mede o poder de influência das novas gerações

Na semana de celebração do jubileu de platina, a agência lançou o Relatório Especial Edelman Trust Barometer 2022: A Nova Dinâmica da Influência, que revela o poder de influência da Geração Z e Z adulta 14/18 a 26 anos sobre os mais velhos tanto na compra de produtos quanto no ativismo de marca. O estudo ouviu mais de 13.700 pessoas maiores de 18 anos e mais de 6.700 entre 14 e 17 anos em 14 países, inclusive Brasil, com sondagens online de 13 de maio a 6 de junho de 2022.

Para 62% dos entrevistados no Brasil, adolescentes e jovens influenciam o que os mais velhos compram, nos produtos que usam, no modo de fazerem as compras, na avaliação de quão ecológicas ou diversas as marcas que consomem devem ser e se elas devem se posicionar sobre questões relevantes para a sociedade, entre outros pontos.

Saiba mais aqui e acesse o estudo completo aqui.

Presidente da ANJ participa da 73ª edição do Congresso Mundial de Jornais

Marcelo Rech, presidente da Associação Nacional dos Jornalistas, participará da 73ª edição do Congresso Mundial de Jornais.
Marcelo Rech, presidente da Associação Nacional dos Jornalistas, participará da 73ª edição do Congresso Mundial de Jornais.

Marcelo Rech, presidente executivo da Associação Nacional dos Jornalistas (ANJ), participará nesta quarta-feira (28/9) da 73ª edição do Congresso Mundial de Jornais, às 12h30, no horário de Brasília, em Saragoça, na Espanha. Ele estará presente no painel sobre a preocupante situação da liberdade de imprensa em todo o mundo.

Com foco principal nas estratégias para aproximar as organizações jornalísticas do público que não vê motivos para investir em jornalismo profissional, o evento, que vai até 30/9, é realizado pela Associação Mundial de Editores de Notícias (WAN-IFRA, na sigla em inglês).

Também participam do debate Joanna Krawczyk, presidente da Fundação Gazeta Wyborcza, da Polônia; Ritu Kapur, cofundadora e CEO do The Quint, da Índia; e Joan Chirwa, fundadora da Free Press Initiative, da Zâmbia, e CEO da The Mast, uma agência de notícias online com sede em Lusaka. A mediação será de Javier Garza Ramos, consultor de segurança e membro do conselho do Fórum Mundial de Editores (WEF).

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