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Pública lança campanha de arrecadação para abrir “caixa-preta de Bolsonaro”

Pública lança campanha de arrecadação para abrir “caixa-preta de Bolsonaro”

A Agência Pública está lançando uma campanha de arrecadação de recursos para a realização de uma série de reportagens que vai denunciar crimes e escândalos do governo de Jair Bolsonaro, no que a empresa chama de Caixa-Preta de Bolsonaro.

Está será a maior campanha de arrecadação já lançada pela Pública. A ideia é chegar a dois mil apoiadores até janeiro (no momento, a agência tem pouco mais de 1.500) para contratar mais jornalistas, obter verba para viagens, bancar advogados, entre outros recursos necessários para a produção das reportagens.

Nas últimas semanas, a Pública protocolou dezenas de pedidos por meio da Lei de Acesso à Informação e quando forem respondidos a equipe terá em mãos documentos e diversas informações que estavam escondidas e que então virão à tona. A campanha de arrecadação visa a bancar um intenso trabalho de apuração, intepretação de dados e realização de reportagens de fôlego baseadas nessas informações.

Em carta enviada a assinantes, Natália Viana, diretora executiva da Pública, explicou que a ideia da Caixa-Preta surgiu não só para expor os crimes do governo Bolsonaro, mas para combater o discurso de “pacificação” que vem crescendo nas últimas semanas, principalmente depois que o ministro do STF Dias Toffoli criticou o julgamento dos torturadores na Argentina e falou em “sociedade presa no passado”.

“Isso é perigosíssimo. Na verdade, o momento atual é provavelmente nossa última oportunidade de acerto de contas com nosso passado violento, autoritário e profundamente corrupto”, diz a carta. “Precisamos acertar as contas para que os algozes da democracia sejam responsabilizados, mas também para que não voltem nas próximas eleições de roupa nova”.

Clique aqui para apoiar a campanha Caixa-Preta de Bolsonaro.

Leia a seguir a carta de Natália Viana na íntegra:

Olá,

Sou Natalia Viana, diretora e cofundadora da Agência Pública e tenho uma mensagem importante para você.

Não costumo escrever na nossa newsletter às sextas, normalmente nos encontramos às segundas, na Xeque na Democracia. Mas hoje, excepcionalmente, dada a importância do lançamento que vamos fazer, disse a meus colegas que preferia enviar essa primeira mensagem.

A Pública lança hoje a mais ousada campanha de arrecadação de recursos da sua história. Realizamos esse tipo de campanha desde 2013 e, ao longo da nossa trajetória, nunca nos faltou o apoio de leitoras e leitores que acreditam no nosso trabalho.

Você não cria a maior agência de jornalismo investigativo independente de um país continental como o Brasil sozinha. É preciso muitas mãos para que um projeto assim dê certo. Por isso, antes mesmo de seguir adiante e explicar o tremendo desafio que temos pela frente, quero te agradecer por estar ao nosso lado há tantos anos.

Agora, sendo direta: a Pública vai abrir a caixa-preta de Bolsonaro. E você precisa fazer isso com a gente. Quero te explicar o que faremos a partir de três pontos. Olha só:

  1. Por que abrir a caixa-preta de Bolsonaro?

Nos últimos quatro anos, o governo Bolsonaro empurrou o Brasil para o abismo. Ele nos devolveu para o Mapa da Fome, ignorou uma pandemia, atrasou a compra de vacinas, desmatou a Amazônia, sucateou o país e atacou a democracia por todos os lados. Só que muitos desses crimes ainda não foram descobertos, porque eles também se especializaram em mentir. Os segredos desse governo estão guardados a sete chaves por trás do sigilo de 100 anos e de outras táticas de sonegação de informação.

Agora, estamos vendo com enorme preocupação crescer em diversos setores um papo bem estranho de “pacificação” do país. Esse discurso ganhou projeção depois que o Ministro do STF, Dias Toffoli, criticou o julgamento dos torturadores na Argentina e falou em “sociedade presa no passado”. Isso é perigosíssimo. Na verdade, o momento atual é provavelmente nossa última oportunidade de acerto de contas com nosso passado violento, autoritário e profundamente corrupto. Precisamos acertar as contas para que os algozes da democracia sejam responsabilizados, mas também para que não voltem nas próximas eleições de roupa nova. Exatamente como aconteceu em 2018.

  1. Como a Pública vai abrir essa caixa-preta?

A verdade é que só o jornalismo independente pode revelar esses segredos. Porque as instituições de Estado sozinhas não farão. O jornalismo tem força para investigar, denunciar e expor conchavos de maneira a mobilizar a sociedade e, com isso, gerar pressão. A Pública é a maior agência de jornalismo investigativo do Brasil, ninguém investiga como a gente. Nosso trabalho é respeitado mesmo por aqueles que nos odeiam. Sério! Por isso temos fontes na direita, no judiciário, entre militares e na administração pública. Então, elaboramos um plano de ação e pretendemos, ao longo de 2023, publicar uma série de reportagens em um especial que decidimos chamar de Caixa-preta de Bolsonaro.

  1. E o que você tem a ver com isso?

Bom, a decisão de mergulhar de cabeça no histórico do governo Bolsonaro mexeu com tudo por aqui, inclusive nas nossas contas. Vamos precisar colocar mais gente pra trabalhar, algumas exclusivamente nisso. Vamos precisar gastar mais do que o previsto com viagens e, claro, com a banca de advogados. Não dá para mexer com grileiros, mineradoras, políticos, militares e empresários de extrema direita sem eles, infelizmente. Fizemos as contas e precisamos chegar a 2 mil apoiadores até janeiro – no momento, temos pouco mais de 1500. Nosso pedido é que você clique aqui e apoie a Pública mensalmente com o valor que puder. Tudo que recebermos nas próximas semanas será totalmente investido nesse projeto especial.

O trabalho que queremos colocar na rua nos próximos meses é uma cobertura de fôlego que já começou. Nas últimas semanas protocolamos dezenas de pedidos através da Lei de Acesso à Informação – e até o final de janeiro queremos chegar às centenas. Não temos esperança de que eles sejam respondidos agora, mas janeiro está logo aí. Às vezes parece que basta derrubar o sigilo de tudo que a mágica acontece. Mas não é assim que funciona.

Quando documentos, resoluções e outras coisas que estavam escondidas vierem à tona, teremos um trabalho imenso para apurar, interpretar e de fato transformar tudo em reportagens. Como exemplo, pense numa coisa simples: os gastos dos cartões corporativos. Serão planilhas com intermináveis linhas. Na minha mão ou na sua, isso não tem muito sentido. É preciso separar, organizar, somar e apurar o que é cada gasto para daí termos dimensão do problema. Vamos precisar ir atrás de dezenas de empresas onde esses cartões foram usados para identificarmos o tipo de gasto e qual era o objetivo dele.

Até poucos dias, estávamos convencidas de que faríamos isso dentro do dia a dia da redação. Mas ao ver crescer o discurso da “pacificação”, nos demos conta do tamanho da missão que Pública tem nesse contexto. Não dá para fazermos o de sempre, vai ser preciso fazer o inimaginável. Vamos precisar de uma equipe dedicada a esse trabalho nos próximos meses, e é por essa razão que vamos precisar ampliar e muito o apoio que já recebemos dos nossos leitores e leitoras.

Falei lá em cima que Pública é respeitada por sua confiabilidade. Tenho orgulho disso, mas o que mais me alegra é notar que somos reconhecidas pela nossa valentia. Nossa história ficou marcada por fazermos jornalismo independente de verdade: livre, sem deixar de ser sério; destemido, mas competente e comprometido com os direitos humanos.

Todos os dias as reportagens de Pública são reproduzidas em milhares de veículos no Brasil e no exterior, sempre de maneira gratuita. É com essa força que queremos abrir a caixa-preta de Bolsonaro para milhões de leitores no mundo inteiro. Suportamos esses quatro anos com muito sacrifício, agora é hora de responsabilizar os perversos que conduziram esse país para as trevas.

Sabemos como fazer isso. E a sua contribuição é fundamental para que isso aconteça. Precisamos chegar a 2 mil doadores hoje. Você pode apoiar o jornalismo valente da Pública hoje? Quero ser um dos 2 mil!

Neide Duarte deixa a Globo após 34 anos

Neide Duarte deixa a Globo após 42 anos

A repórter Neide Duarte deixou a TV Globo após 34 anos de casa, em duas passagens. Aos 71 anos, ela esteve nos últimos cinco fazendo reportagens especiais para o Globo Rural.

Neide chegou à Globo em 1980, passando pelos principais telejornais da emissora, como Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, Jornal Hoje e SPTV. Destacou-se também como repórter especial do Fantástico.

Entre suas principais coberturas estão a da campanha das Diretas Já, da doença e morte de Tancredo Neves (1985), dos Jogos Olímpicos de Seul (1988), das eleições presidenciais de 1989, do Plano Collor (1990) e da morte de Ayrton Senna, em 1994, além de cobertura de vários Grandes Prêmios de Fórmula 1.

Em 1997, deixou a Globo e teve passagens por SBT e TV Cultura, retornando à emissora carioca em 2005.

Neide venceu os prêmios Líbero Badaró e Vladimir Herzog, ambos em 2000, o Mídia da Paz, o Ethos de Jornalismo em 2001, e o Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho do IV Prêmio Imprensa Embratel, em 2002. Em 2007, ganhou o Prêmio Docol / Ministério do Meio Ambiente de melhor reportagem de TV com a série 100 anos da Represa de Guarapiranga, produzida para o SPTV.

CNN Brasil promove demissões em massa e desativa sucursal do RJ

Sindicato denuncia pressão editorial contra jornalistas da CNN Brasil

A CNN Brasil promoveu nesta quinta-feira (1º/12) demissões em massa. Em São Paulo, cerca de 125 funcionários serão demitidos e quase todos já foram avisados, segundo informações do UOL. No Rio de Janeiro, todos os profissionais foram dispensados e a sucursal da emissora no estado foi desativada. As demissões também incluem outros estados e correspondentes internacionais.

De acordo com o UOL, entre os demitidos estão Monalisa Perrone, Sidney Rezende, Marcela Rahal, Isabella Faria e Glória Vanique, os comentaristas Fernando Molica, Alexandre Borges e o historiador e comentarista Leandro Karnal. Os repórteres Danúbia Braga e Jairo Nascimento também foram dispensados.

Em Brasília, integra a lista Kenzô Machida, recém-chegado à emissora, que apresentava notícias sobre a Capital Federal. Em Porto Alegre, a repórter foi Bruna Ostermann deixou a CNN.

A lista de dispensas atingiu também escritórios internacionais: A designer Rita Wu, que fazia o CNN Nosso Mundo, foi mandada embora, e Heloísa Vilela, ex-correspondente de Record e Globo nos Estados Unidos, teve seu contrato rompido.

O Notícias da TV (UOL) teve acesso a um comunicado interno, que circulou após as demissões, no qual a emissora justifica os cortes como uma “readequação ao cenário político e econômico”. O texto diz que o objetivo é fortalecer o DNA do canal e readequar custos, “para atingir o equilíbrio financeiro em 2023 e crescer”.

Segundo apurou o Notícias da TV, as demissões já eram esperadas por causa de problemas de gestão, com audiência/Ibope e altos custos. Em agosto, a CNN Brasil cortou 35% da equipe do Rio, sob a justificativa de redução de custos e desinvestimento na cobertura no Estado. Agora em novembro a CEO Renata Afonso pediu demissão.

Relatório sobre ataques à imprensa na AL está disponível em português

Ano de 2022 foi o mais letal contra jornalistas na América Latina, diz relatório

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) disponibilizou em português o Relatório Sombra 2021, produzido originalmente em espanhol pela rede Voces del Sur, sobre violações às liberdades de imprensa e expressão e ao direito de acesso à informação em 14 países da América Latina, incluindo o Brasil.

O estudo acompanha o progresso de países latino-americanos no que se refere ao indicador 16.10.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que monitora, entre outras questões, casos de homicídio, sequestro, desaparecimento forçado, detenção arbitrária e tortura de jornalistas.

O relatório apontou um cenário de retrocesso na América Latina em 2021. Foram detectados 4.931 casos de violência contra a imprensa na região, o que representa um aumento de 47% em relação aos 3.350 episódios de 2020. Em 72% dos casos, os agressores são conectados ao Estado. E 11 países da região tiveram alertas de violência de gênero contra profissionais da imprensa.

A Abraji faz parte da Voces del Sur desde 2019, fornecendo dados sobre violência contra jornalistas no Brasil. O relatório contém ainda dados de Argentina, Bolívia, Colômbia, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Peru, Uruguai e Venezuela, além de Paraguai e Costa Rica, os mais recentes países a integrarem a rede.

Confira o relatório na íntegra aqui.

Google e YouTube anunciam Fundo Global de Checagem de Fatos

Google e YouTube anunciam Fundo Global de Checagem de Fatos

O Google e o YouTube anunciaram a criação de um Fundo Global de Checagem de Fatos, por meio de uma doação de U$S 13,2 milhões à Rede Internacional de Checagem de Fatos, do Poynter Institute. A quantia servirá para apoiar uma rede de 135 organizações checadoras de informações em 65 países, em mais de 80 idiomas. O fundo será instituído no início de 2023.

O objetivo é apoiar organizadoras de checagem de fatos para que possam ganhar ainda mais relevância, lançar novas iniciativas e investir em conteúdos para reduzir os impactos das fake news ao redor do globo. A ideia é que essas empresas usem o fundo para incorporar novas tecnologias, criar ou ampliar sua presença digital, otimizar ferramentas de verificação e aumentar a capacidade de atrair mais leitores.

A partir do ano que vem, o YouTube realizará para organizações verificadoras de informações treinamentos sobre engajamento com conteúdo em vídeo e melhores práticas na plataforma. O Google, por meio da Google News Iniciative, investiu quase 75 milhões de dólares em projetos e parcerias de combate à desinformação desde 2018.

Mais informações aqui.

Leia também:

A “ofensiva de charme” de William & Kate para minar o prestígio de Harry & Meghan nos EUA

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

Ambientalista de carteirinha, o rei Charles III teve sua participação na COP27 vetada pelo governo britânico, no que seria a estreia na diplomacia global depois da morte da rainha Elizabeth.

Mas nesta semana, a monarquia executa na área internacional mais uma de suas “ofensivas de charme”, como são apelidadas as ações de RP organizadas pelos Windsor. William e Kate partiram para os EUA em um roteiro que inclui todos os elementos para encantar os fãs e deliciar a mídia local, que adora a realeza.

Só que desta vez não é apenas diplomacia entre países e show midiático. A viagem está sendo tratada pela imprensa britânica como uma demonstração de força dos membros oficiais da monarquia no território conquistado por Harry e Meghan quando se mudaram para o país e passaram a cultivar um relacionamento próximo com jornalistas e celebridades.

Os dois casais no funeral da rainha

Nos funerais da rainha Elizabeth II, em setembro, especulou-se que os irmãos poderiam fazer as pazes depois de visitarem juntos as homenagens deixadas para a avó. Mas detalhes da viagem sugerem que isso está fora dos planos.

William e Kate chegaram a Boston nesta quarta-feira (30/11) para um tour de três dias, culminando com a cerimônia que anunciará os vencedores do Prêmio Earthshot.

Um elenco estelar vai se apresentar na cerimônia: Beyoncé, Annie Lenox, Ellie Goulding. Billie Ellish, David Attenborough, Cate Blanchett e Rami Malek.

Harry e Meghan irão para Nova York dias depois, onde estarão entre os homenageados pela fundação Robert F.Kennedy. Daria até para fazer um esforço e passar por Boston.

O problema é que o Prêmio Ripple of Rope que eles aceitaram receber é em reconhecimento à coragem do casal ao desafiar a “estrutura de poder” da família real. Mesmo que houvesse chance de reaproximação, estaria sepultada.

De qualquer forma, dificilmente eles seriam convidados para disputar atenções, pois, segundo os que se ocupam de enxergar nas entrelinhas, a visita é uma oportunidade para William e Harry mostrarem nos EUA quem são os verdadeiros representantes da monarquia.

No estilo tradicional de soprar coisas para a mídia, “fontes” disseram aos jornais que a cerimônia será o momento “Super Bowl” de William. Para que trazer concorrentes?

A visita acontece na sequência de outras histórias envolvendo o afastamento litigioso de Harry e Meghan do núcleo duro da monarquia.

Extratos de uma biografia da rainha que sai em dezembro revelam que ela se preocupou com o “excesso de amor” do neto pela princesa logo após o casamento, o que teria feito com que o apaixonado tolerasse o suposto bullying contra funcionários da chamada “Firma”.

O livro pinta uma Meghan mal-agradecida, afirmando que a rainha gostava dela e teria até autorizado a continuidade de sua carreira como atriz.

Por um golpe de sorte para os Sussex, no primeiro dia de William nos EUA, sua madrinha foi demitida da equipe do Palácio de Buckingham por declarações racistas a uma ativista negra durante uma cerimônia liderada pela rainha consorte Camilla. É mais um lance na guerra de relações públicas que está em curso.

A monarquia “sob nova gerência” dá passos para se afastar de seus membros-problema − Harry, Meghan e também Andrew.

Os rumores são de que o suposto filho preferido nutria esperança de sair do ostracismo depois que pagou uma indenização milionária e encerrou o processo por abuso sexual a que respondia. Mas não vai acontecer. Esta semana apareceram reportagens dando o afastamento como fato consumado.

Em uma ação orquestrada, Charles neutraliza o irmão Andrew, enquanto William neutraliza o irmão Harry. Esses movimentos demonstram que a família real continua afiada no que faz melhor: polir sua imagem e sutilmente mandar para escanteio quem pode embaçá-la.

Afinal, um Andrew com apenas 8% de admiração do público, segundo o acompanhamento do YouGov, ou uma Meghan com 27% ou um Harry com 38% nada acrescentam à popularidade da monarquia.

Uma dura realidade é que o rei Charles continua patinando em 5º lugar, admirado por 44% dos entrevistados.

Kate, com 66%, e William, com 65%, são as estrelas que brilham na lista dos mais admirados depois da rainha, que segue com 73% (Anne e Diana estão, respectivamente, nas 3ª e 4ª posições). Por isso, usá-los para minar Harry e Meghan no palco americano que reverbera em todo o mundo é mais um lance perfeito.


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Cláudia Collucci vence o II Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde

Cláudia Colucci vence o II Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde

Em evento que seria presencial, mas mudou para digital por causa do recrudescimento da pandemia da Covid-19, o Hospital Israelita Albert Einstein homenageou nesta quarta-feira (30/11), os jornalistas e veículos de comunicação especializados e que foram eleitos em dois turnos de votação do II Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem Estar.

Cláudia Collucci, da Folha de S.Paulo, foi eleita a +Admirada Jornalista de Saúde de 2022. Sobre o reconhecimento, ela comentou: “Estou muito feliz, é muito gratificante ver o trabalho do jornalismo de saúde ser reconhecido. Nesses últimos 25 anos, conseguimos aos poucos espaço diário para o assunto, e a saúde tornou-se um dos tópicos mais importantes na imprensa, mais ainda nos últimos anos por causa da pandemia. Destaque também para o trabalho de combate às fake news. Hoje em dia, precisamos avaliar diariamente muitos dados e pesquisas sobre saúde, com o objetivo de transmitir informações corretas e confiáveis, e combater a desinformação”.

Em segundo lugar, ficou André Biernath, da BBC News Brasil, que foi o +Admirado Jornalista de Saúde em 2021. Completaram os TOP 5 Carolina Marcelino (CNN), Adriana Farias (CNN) e, empatados em 5°, Bárbara Paludeti (UOL VivaBem) e Luiza Caires (Jornal da USP).

Os campeões regionais foram: Centro-Oeste − Bethânia Nunes (Metrópoles), Nordeste − Cinthya Leite (Jornal do Commercio), Norte − Celia Pinho (TV Mais), Sudeste − André Biernath (BBC News Brasil) e Sul − Larissa Roso (Zero Hora). Misto de médico e jornalista, o dr. Dráuzio Varella foi eleito o +Admirado Colunista.

Os veículos campeões das oito categorias são: Agência de Notícias − Agência Fapesp, Canal Digital − Portal Dráuzio Varella, Impresso Especializado – Superinteressante, Impresso − Folha de S.Paulo, Podcast − Ciência Suja, Rádio − Saúde em Foco (CBN), Site/Blog − Portal Drauzio Varella e TV − Fantástico (Globo).

Veja como foi a cerimônia no canal do Portal dos Jornalistas no YouTube.

Documentário de Miriam Leitão sobre a Amazônia é premiado

Documentário de Miriam Leitão sobre a Amazônia é premiado

O documentário Amazônia na Encruzilhada, de Miriam Leitão para a GloboNews, venceu a categoria Documentário Nacional no Festival de Cinema de Alter do Chão, distrito de Santarém, na margem direita do rio Tapajós, no Pará.

Com foco na sustentabilidade, Miriam, eleita ontem a +Admirada Jornalista da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2022,  foi à Amazônia mostrar como a pecuária é indutora do desmatamento. A equipe esteve na cidade de São Félix do Xingu, no Pará, que emite mais gases de efeito estufa do que São Paulo, que tem a área de proteção ambiental e a terra indígena mais devastadas do Brasil e um dos maiores índices de homicídios impunes em disputa por terra no País.

“Nossa alegria, minha e de toda a equipe, é imensa”, comemorou Miriam. “O Festival de Cinema de Alter do Chão é de lá da Amazônia, o que aumenta o valor do prêmio para nós. Jornalista é aquele que traz uma história. Trouxemos uma história. A equipe trabalhou intensamente, a gente começava o dia antes de o sol nascer. O que ninguém sabe é que esta foi a minha comemoração secreta de 50 anos de jornalismo, que completei este ano. O sucesso do Amazônia na Encruzilhada e esse prêmio foram os meus presentes de aniversário”.

Além dela, que respondeu pela apresentação e reportagem, a equipe da GloboNews − composta por Cláudio Renato (produção e reportagem), Rafael Norton (direção, roteiro e edição), Rafael Quintão (imagens) e Jefferson Muros (áudio e iluminação) − percorreu as cidades de Belém e Marabá durante dez dias.

Fifa homenageia jornalistas que cobriram oito copas ou mais; brasileiros estão na lista

Fifa homenageia jornalistas que cobriram oito copas ou mais; brasileiros estão na lista

A Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) realizou nessa terça-feira (29/11), em Doha, no Catar, uma cerimônia para homenagear 70 jornalistas esportivos que cobriram oito ou mais edições da Copa do Mundo de futebol. Treze brasileiros estão entre eles.

Os profissionais receberam uma minirréplica do troféu da Copa do Mundo pelas mãos do ex-jogador Ronaldo Fenômeno, que venceu o torneio em 1994 e 2002. Destaque para os três jornalistas mais longevos: o argentino Enrique Macaya Márquez, que cobriu todas as Copas do Mundo desde 1958 e está em sua 17ª cobertura no Catar, como comentarista de rádio; o alemão Hartmut Scherzer, que está em sua 16ª Copa do Mundo; e Jorge Da Silveira, do Uruguai, que cobre o evento pela 15ª vez.

Os brasileiros homenageados são: Álvaro Sant´anna, Galvão Bueno, Lédio Carmona, Luís Roberto, João Ramalho, Osires Nadal, Jorge Rodrigues, Pedro Ernesto, Wellington Campos, Ricardo Caprioti, Eder Luis, Juca Kfouri e Eraldo Leite.

Com vocês, os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2022

Conheça os finalistas dos +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças

Jornalistas&Cia e Portal dos Jornalistas realizaram nesta terça-feira (29/11) a cerimônia de premiação do Prêmio Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2022, que revelou os veículos vencedores em oito categorias além dos TOP 10 dos jornalistas mais admirados.

Miriam Leitão, do Grupo Globo, volta a ser eleita a +Admirada Jornalista de Economia de 2022. A jornalista, que venceu em outras ocasiões, ficou na 5ª colocação em 2021.

Sobre o reconhecimento, Miriam declarou: “Me deixa muito feliz, pois nos últimos anos que todos nós jornalistas fomos mal tratados, depois de quatro anos de tantos maus tratos, seguimos fazendo jornalismo de qualidade, mesmo com tantas dificuldades. Neste ano de 2022 completei 50 anos de jornalismo, a maioria deles dedicados ao jornalismo de economia. Ter esse reconhecimento dos colegas é muito gratificante. Muito obrigada por este prêmio, ele representa muito para mim”.

Miriam Leitão

Em segundo lugar, ficou Carlos Alberto Sardenberg, também do Grupo Globo, outro que já venceu o prêmio. No ano passado, ocupou a 4ª posição. Completando o pódio, na terceira colocação, ficou Katherine Rivas, do InfoMoney.

Completam os TOP 10 Jornalistas + Admirados: Adriana Mattos (Valor Econômico), Adriana Fernandes (Estadão), Adriana Cotias (Valor Econômico), Alexa Salomão (Folha de S.Paulo), Aluisio Alves (Reuters), Vicente Nunes (Correio Braziliense) e Sandra Boccia (Época Negócios).

Também na cerimônia, os jornalistas eleitos entre os TOP 52 +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças receberam um certificado. Assista ao evento completo no YouTube.

Confira a seguir os veículos vencedores:

Agência de Notícias – Agência Estado

Canal Digital – InfoMoney

PodcastCafé da Manhã (Folha de S.Paulo)

Programa de RádioCBN Brasil

Programa de TV – CNN Brasil Business

Site/BlogValor Invest

Revista – Exame

Jornal – Valor Econômico

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