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sexta-feira, abril 10, 2026

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Daniela Lima deixa a CNN Brasil e acerta com a GloboNews

Daniela Lima comandará o Conexão GloboNews ao lado de Leilane Neubarth e Camila Bomfim

Após três anos na CNN Brasil, onde era âncora do CNN 360º, Daniela Lima anunciou nesta quinta-feira (22/6) sua mudança para a GloboNews. Em nota, o Grupo Globo informou que a jornalista chega para comandar, a partir de São Paulo, o Conexão GloboNews. No programa, ela terá as companhias de Leilane Neubarth, no Rio de Janeiro, e Camila Bomfim, em Brasília. Conexão também ganha novo horário e passa a ser exibido das 9h30 às 13 horas.

“Conhecida pela busca incansável por notícias exclusivas, a experiente jornalista Daniela Lima chega ao canal para enriquecer ainda mais o time feminino do ‘Conexão GloboNews’”, destacou a Globo em comunicado.

Sobre a saída da profissional, que estava na CNN Brasil desde a concepção do projeto, a emissora destacou o papel fundamental da profissional na implementação e consolidação da marca no País: “Exímia repórter e apresentadora de talento raro, foi protagonista do jornalismo político desde a estreia da emissora, em março de 2020, e se tornou referência para inúmeros profissionais”.

Antes da CNN Brasil, Daniela Lima foi editora da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura, e também passou pela revista Veja e pelo jornal Correio Braziliense.

Daniela Lima comandará o Conexão GloboNews ao lado de Leilane Neubarth e Camila Bomfim

Mais mudanças

Além da chegada de Daniela e da reformulação no Conexão GloboNews, o Grupo Globo anunciou outras novidades em sua programação. Dentre elas, o programa Em Ponto passará a ser apresentado por Mônica Waldvogel e Tiago Eltz, das 7h às 9h30; Bete Pacheco, que estava interina no Conexão GloboNews, junta-se a Erick Bang na ancoragem do Especial de Domingo; e a partir de uma parceria com o Valor Econômico, que também pertence ao Grupo Globo, profissionais do jornal participarão ao vivo dos telejornais de segunda a sexta-feira.

Confira abaixo mais detalhes nas notas publicadas pelo Grupo Globo e pela CNN Brasil:

 

Nota do Grupo Globo

Novidades na GloboNews a partir de julho:
  • Daniela Lima, nova contratada da Globo, assume o ‘Conexão GloboNews’, ao lado de Leilane Neubarth e Camila Bomfim
  • O ‘Em Ponto’ será apresentado por Mônica Waldvogel e Tiago Eltz
  • Bete Pacheco se junta ao Erick Bang na ancoragem do ‘Especial de Domingo.

A partir de julho, a GloboNews terá uma série de novidades em sua programação matinal e aos domingos. Conhecida pela busca incansável por notícias exclusivas, a experiente jornalista Daniela Lima chega ao canal para enriquecer ainda mais o time feminino do ‘Conexão GloboNews’, que é ancorado diretamente de três das principais capitais do país. De São Paulo, a jornalista vai dividir o comando do telejornal – que passa a ser exibido das 9h30 às 13h – com Leilane Neubarth, no Rio de Janeiro, e Camila Bomfim, em Brasília. Daniela já passou pelos principais jornais do país, como Folha de São Paulo e Correio Braziliense, e pela revista Veja. Na TV, estreou como apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura. Seu último trabalho foi como âncora da CNN Brasil.

O ‘Em Ponto’ vai ao ar das 7h às 9h30, e passará a ser comandado por Mônica Waldvogel e Tiago Eltz, focando ainda mais na cobertura política e econômica, demanda do público do horário. Com mais de 40 anos de carreira e na GloboNews desde 2006, Mônica já foi editora-chefe e apresentadora do ‘Jornal Hoje’ e do ‘Jornal da Globo’, e passou pelas bancadas do ‘Bom Dia São Paulo’ e ‘Bom Dia Brasil’. Já Tiago Eltz foi correspondente da Globo em Nova York durante cinco anos, onde cobriu a última eleição americana. Desde agosto do ano passado, apresentava o ‘GloboNews Mais’ ao lado de Julia Duailibi.

E aos domingos, Bete Pacheco, que estava interina no ‘Conexão GloboNews’, estreia na ancoragem do ‘Especial de Domingo’, das 18h às 23h, ao lado de Erick Bang. A jornalista faz parte do seleto grupo de profissionais que lançou a GloboNews, em 1996. A trajetória de Bete, muito ligada às editorias de Cultura e Educação na capital paulista, vai contribuir ainda mais com o noticiário dominical. Já Erick Bang apresentava os telejornais vespertinos do canal nos finais de semana e, durante 11 anos, comandou os telejornais da madrugada. Antes, passou pelo Sistema Globo de Rádio.

Parceria com o Valor Econômico

Ainda em julho, mais uma estreia vai movimentar o canal. A GloboNews e o Valor Econômico fecharam uma parceria para que profissionais do jornal participem ao vivo dos telejornais de segunda a sexta-feira. Os jornalistas farão entradas no ‘Em Ponto’, ‘Conexão’, ‘GloboNews Mais’ e ‘J10’ diretamente da redação do Valor Econômico. A interação entre os dois veículos acontecerá em diferentes formatos, se adequando ao perfil de cada jornal.

 

Nota da CNN Brasil

CNN Brasil e Daniela Lima encerram parceria de sucesso

A CNN Brasil e Daniela Lima comunicam que decidiram pelo encerramento do contrato de maneira amigável, a pedido da jornalista. “Contratada na concepção do projeto, Daniela Lima foi fundamental na implementação e consolidação da CNN no país. Exímia repórter e apresentadora de talento raro, foi protagonista do jornalismo político desde a estreia da emissora, em março de 2020, e se tornou referência para inúmeros profissionais.

A CNN Brasil e o público que a acompanha agradecem pelo companheirismo e comprometimento de Daniela Lima e deseja sorte e sucesso no seu próximo desafio. “Desejo vida longa à CNN Brasil, ainda mais sucesso a cada um dos profissionais que atuam no canal. Guardo profundo respeito e agradecimento por todo o aprendizado, oportunidade e liberdade de atuação que encontrei na casa, fundamentos que fizeram da emissora uma das maiores referências de jornalismo com qualidade do país”, diz Daniela.

(* Com informações do Poder 360)

Prêmio Vladimir Herzog 2023 divulga regulamento

Prêmio Vladimir Herzog 2023 divulga regulamento

O Instituto Vladimir Herzog divulgou o regulamento da 45ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, que visa a valorizar trabalhos jornalísticos que defendem a democracia, a cidadania e os direitos humanos. As inscrições serão abertas em 1º de julho e irão até 31 de julho.

O prêmio tem ao todo sete categorias: Produção jornalística em texto, Produção jornalística em áudio, Produção jornalística em vídeo, Produção jornalística em multimídia, Fotografia, Arte e Livro-reportagem.

Serão aceitos trabalhos veiculados entre 1º de julho de 2022 e 30 de julho de 2023. Na caso da categoria Livro-reportagem, as obras devem ter sido editadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2022.

Na ficha de inscrição, será preciso informar o nome e a função de todos os integrantes e colaboradores do projeto que será inscrito. Será necessário também preencher um Roteiro de Pauta, um pequeno relato sobre como surgiu a pauta e o processo de apuração/produção do trabalho.

Confira o regulamento completo aqui.

Prêmio Gabo 2023 divulga finalistas; três trabalhos brasileiros integram a lista

Prêmio Gabo 2023 divulga finalistas; três trabalhos brasileiros integram a lista

A Fundação Gabo anunciou os finalistas do Prêmio Gabo 2023. Ao todo, 15 trabalhos se classificaram para a etapa final, três em cada uma das cinco categorias da premiação. O Brasil está representado em três projetos finalistas.

Na categoria Fotografia, o fotógrafo Lalo de Almeida classificou-se com a série de fotos Resistência, feita para a Folha de S.Paulo, sobre como os povos indígenas reagiram às ameaças das políticas destrutivas do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O trabalho acompanhou três cidades diferentes e documentou como elas enfrentaram essas pressões e ameaças.

Na categoria Cobertura, dois trabalhos brasileiros estão entre os finalistas. A reportagem Em audiência, juíza de Santa Catarina induziu menina de 11 anos grávida após estupro a desistir do aborto, de Bruna de Lara, Tatiana Dias e Paula Guimarães, para o Portal Catarinas/The Intercept. O texto aborda a violação do direito ao aborto de uma menina brasileira de 11 anos, que foi vítima de estupro. E a reportagem Nome aos bois, da Repórter Brasil, que expõe os problemas ambientais e trabalhistas que envolvem dez dos principais pecuaristas do País. São responsáveis pelo trabalho Ana Magalhães, Marina Rossi, Álvaro Justen, Bruno Ventura, Flávio Vivório, Mario Medina, Andressa Liebermann e Diego Junqueira.

Os vencedores serão anunciados na cerimônia de premiação do Prêmio Gabo, durante o 11º Festival Gabo, de 30 de junho a 2 de julho, em Bogotá. Confira a lista completa dos finalistas.

Secretário proíbe entrada da imprensa na Cidade da Polícia do RJ

Secretário proíbe entrada da imprensa na Cidade da Polícia do RJ
Secretário proíbe entrada da imprensa na Cidade da Polícia do RJ

O secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Fernando Albuquerque, impediu a livre circulação de profissionais de imprensa na Cidade da Polícia, espaço público que abriga quinze delegacias especializadas.

Na última terça-feira (20/6), repórteres e cinegrafistas foram ao local para apurar um sequestro realizado por traficantes da favela de Manguinhos, que fica ao lado da Cidade da Polícia. Os profissionais tiveram que ficar em uma varanda, do lado de fora, próxima ao estacionamento. Os motoristas das equipes de imprensa também foram proibidos de entrar e tiveram que aguardar a saída dos profissionais. A operação de resgate do sequestro, com troca de tiros, acontecia próximo ao local.

Segundo a coluna de Guilherme Amado, do Metrópoles, a Secretaria de Polícia Civil negou que proibiu a presença dos jornalistas e atribuiu a causa do ocorrido ao descumprimento de um “acordo” informal feito entre a corporação e a imprensa, no qual repórteres não deveriam ficar na porta das delegacias. Além disso, declarou que jornalistas não têm permissão para circular livremente pelo local porque isso constrange as vítimas.

No entanto, é permitida a presença de profissionais nas portas de todas as delegacias do estado e do Instituto Médico Legal, que assim como a Cidade da Polícia são locais públicos.

 

Leia também:

Jornalistas da Record na Bahia são indiciados por desvio de R$ 800 mil em “Escândalo do PIX”

Jornalistas da Record na Bahia são indiciados por desvio de R$ 800 mil em “Escândalo do PIX”
Marcelo Castro e Jamerson Oliveira (Crédito: Reprodução/Na Telinha)

O repórter Marcelo Castro e o produtor Jamerson Oliveira, da TV Itapoan, afiliada da Record na Bahia, foram indiciados por estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. O caso se refere ao chamado Escândalo do PIX, esquema que desviou cerca de R$ 800 mil de uma campanha da própria Record para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Segundo informações do Na Telinha (UOL), os dois jornalistas já foram demitidos da emissora. Em entrevista coletiva realizada na terça-feira (20/6), o delegado Charles Leão, titular da Delegacia de Repressão a Crimes de Estelionato por Meio Eletrônico (DreofCiber), falou sobre o depoimento da dupla.

“Eles tiveram, de forma ampla, acesso ao procedimento e até o presente momento posso informar que todas as suas alegações trazidas não foram alicerçadas com qualquer documento. Isso dá uma convicção de que acredito mais nas vítimas do que na afirmativa separada de qualquer fundamento documental ou qualquer outro meio de prova”, disse o delegado. Ele destacou também que as investigações são demoradas, pela quantidade de pessoas que estariam envolvidas no golpe.

Em março deste ano, a Polícia Civil da Bahia começou a investigar desvios de doações feitas via PIX à Record da Bahia/TV Itapoan. Os golpes teriam sido aplicados entre setembro do ano passado e janeiro deste ano, durante o Balanço Geral Bahia.

O programa exibiu casos de pessoas em situações dramáticas e de vulnerabilidade social, como o de uma menina com câncer ou de um vendedor de milho que perdeu tudo após ter sua casa arrombada. O programa exibiu na tela chaves PIX para os telespectadores fazerem doações e ajudarem os envolvidos, mas o dinheiro não chegava até eles. Essas chaves PIX não estavam ligadas às pessoas das reportagens, e sim aos golpistas. A TV Itapoan realizou uma investigação interna para identificar os envolvidos no esquema.

Relatório Reuters mostra que nem todas as redes são iguais para quem busca notícias

Relatório Reuters mostra que nem todas as redes são iguais para quem busca notícias

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

A nova edição do Digital News Report do Instituto Reuters, referência no mapeamento de tendências de consumo de notícias em 46 países, trouxe novamente inquietações para o jornalismo ao constatar o crescimento da evasão de noticias e o avanço das redes sociais como caminho principal de acesso à informação.

A revelação de que apenas 24% dos jovens entre 18 e 24 anos usaram um aplicativo ou site de empresa jornalística para se informar este ano contra 50% que o faziam em 2015 é uma dor de cabeça para a indústria.

Entre as pessoas de todas as idades, 30% declararam que as redes foram sua principal fonte de encontrar notícias, contra 22% que usaram os canais das empresas.

Mas há nuances a serem observadas quando se coloca uma lupa para enxergar além do bloco monolítico “redes sociais”.

Algumas ganharam espaço como fonte de informação, enquanto outras perderam. O Facebook figura como o grande perdedor, embora ainda seja a rede mais usada para notícias em uma análise consolidada de 12 países (Brasil entre eles), respondendo por 28% da preferência.

Só que a tendência é de queda. Depois de um pico de 42% de domínio em 2016, a rede da Meta perdeu 14 pontos percentuais.

Instagram vem subindo a passos lentos, citado por 14% este ano, enquanto o WhatsApp é apontado por 16% dos entrevistados como principal fonte de notícias na semana anterior, mantendo uma estabilidade em relação aos últimos seis anos.

O Twitter também anda estacionado, em 11%, assim como o YouTube, com 20%. Como era de se esperar, o novato TikTok foi o que mais cresceu, citado por 1% dos entrevistados em 2020 e por 6% em 2023.

O filtro geracional confirma o poder da rede chinesa entre os jovens para conteúdo além de entretenimento. Enquanto apenas 6% dos entrevistados acima de 55 anos disseram se informar pelo TikTok, a taxa sobe para 20% entre os de 18 a 24 anos e fica em 14% o público de 25 a 34 anos.

E nem todas as redes são usadas da mesma forma. Pela primeira vez, o relatório do Instituto Reuters  analisa o tipo de conteúdo preferido pelo púbico nas principais delas, uma informação fundamental para calibrar estratégias de alcance e tráfego dos veículos de mídia e de relações públicas das corporações.

Os resultados combinados dos 46 países onde a pesquisa foi feita este ano mostram que os que usam Twitter, Facebook, YouTube e Instagram para notícias são principalmente atraídos por conteúdo político. No caso do Facebook, 59% disseram consumir informações sobre o tema.

Já o TikTok está do lado oposto: 46% dos que disseram se informar pela rede chinesa estão mais interessados em “notícias que me fazem sorrir”. Essa categoria exclui conteúdo engraçadinho que não se enquadra no perfil “notícia”. Mas pode incluir uma forma mais divertida de informar, como a adotada com sucesso por vários jornais, e o chamado jornalismo de soluções − conteúdo que se distancia do drama e mostra experiências positivas, inspiradoras.

O estudo aprofundou o consumo de notícias via TikTok em alguns países, e encontrou diferenças. Embora no conjunto dos 46 países 36% tenham dito que usam a rede para conteúdo político, no Brasil a taxa pula para 51%. Em seguida aparecem as tais “notícias que fazem sorrir” (47%), clima (37%), saúde (36%) e em último a guerra da Ucrânia, citada por 33% como assunto de interesse.

Apesar dos esforços de Volodymyr Zelensky para manter o conflito em evidência, o público cansou. A guerra pode ser apontada como uma “perdedora”, pelo menos no interesse da população. O tema está na lanterna ou entre os últimos como foco de interesse em todas as redes sociais analisadas. Figura em último em cinco nações em que os assuntos preferidos no TikTok foram examinados. Mas o estudo ressalta que pode ser um efeito de viés algorítmico.

Por falar em algoritmos, eles também não andam agradando. Segundo a pesquisa do Reuters, menos de um terço dos entrevistados acham que receber notícias selecionadas com base em seu consumo anterior é positivo.

No entanto, jornalistas e editores estão agradando menos ainda: apenas 27% dos pesquisados preferem que a escolha seja feita pelos profissionais da área − um reflexo da confiança nas notícias, que este ano caiu mais 2 pontos e ficou em 40%.


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Cerimônia dos +Admirados do Agronegócio será na próxima segunda-feira (26/6)

Conheça os +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2023
+Admirados da Imprensa do Agronegócio 2023

Será na próxima segunda-feira (26/6) em São Paulo a cerimônia de premiação dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2023. O evento terá transmissão ao vivo no canal do Portal dos Jornalistas no YouTube, a partir das 19 horas.

Na cerimônia, conheceremos os mais admirados entre os mais admirados, ou seja, os TOP 5 +Admirados Jornalistas da Imprensa do Agronegócio em 2023, além dos veículos vencedores em cada uma das categorias temáticas. E, é claro, o campeoníssimo ou campeoníssima de admiração da Imprensa do Agronegócio neste ano.

O evento homenageará com certificados os TOP 30 +Admirados Jornalistas Nacionais e os TOP 3 Veículos em cada categoria: Agência de NotíciasCanal DigitalPodcastPrograma de RádioPrograma de TV – EspecializadaPrograma de TV – GeralSiteVeículo Impresso – Especializado e Veículo Impresso – Geral.

O prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio conta com os patrocínios de Cargill,
Syngenta e Yara; apoios de Elanco, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Mosaic Fertilizantes e Portal dos Jornalistas; colaboração de BRF e Press Manager; e apoio institucional da CNA e da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor). Empresas interessadas em apoiar a iniciativa podem obter mais informações com Vinicius Ribeiro ([email protected]).

Confira a lista completa dos +Admirados jornalistas e veículos, em ordem alfabética.

Morre Lucia Hippolito, aos 72 anos, no Rio de Janeiro

Morre Lucia Hippolito, aos 72 anos, no Rio de Janeiro

Morreu nesta quarta-feira (21/6) Lucia Hippolito, aos 72 anos, no Rio de Janeiro. Ela estava internada no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul. No ano passado, retirou um tumor do útero, mas o câncer teve metástase para o pulmão. Há 11 anos foi diagnosticada com Síndrome de Guillain-Barré, e perdeu os movimentos do corpo.

Natural de Bauru, no interior de São Paulo, Lucia era jornalista e historiadora. Chegou à Rádio CBN em 2002, onde atuou como comentarista de política e âncora do CBN Rio. Foi ainda comentarista de política na GloboNews.

Lucia também trabalhou no UOL, como colunista, até 2008, e no quadro Trocando em Miúdos, no UOL News, entre 2005 e 2006. Participou por 11 anos no quadro Meninas do Jô, do Programa do Jô, de Jô Soares, ao lado de Cristiana Lôbo, Ana Maria Tahan e Lillian Witte Fibe.

É autora dos livros De raposas e reformistas: o PSD e a experiência democrática brasileira e Por dentro do governo Lula: Anotações num diário de bordo. Foi agraciada com a Medalha Tiradentes, a maior honraria concedida pelo Estado do Rio.

Em abril de 2012, Lucia passou mal durante as férias em Paris. Tentou levantar da cama, mas percebeu que suas pernas não se mexiam. Foi até um hospital em Paris, onde recebeu o diagnóstico da Síndrome de Guillain-Barré, uma doença autoimune rara.

Congresso da Abraji anuncia mais sete convidados e confirma presença de ministros

Congresso da Abraji anuncia mais sete convidados e confirma presença de ministros
Congresso da Abraji anuncia mais sete convidados e confirma presença de ministros

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) revelou mais sete nomes de painelistas do 18º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo. A iniciativa promove o encontro de jornalistas de todo o País e realiza debates sobre o cenário atual e futuro da profissão. Este ano, terá formato híbrido, possibilitando a presença de profissionais e estudantes de todo o mundo.

Além dos nove nomes divulgados em abril, participarão do evento Sally Lehrman, fundadora do Trust Project; Nathaly Espitia Díaz, chefe de Programas da Internews para América Latina; Angélica Cárcamo, presidente da Associação de Jornalistas de El Salvador; Nelly Luna Amancio, cofundadora e diretora jornalística do Ojo Público, do Perú, Gisela Pérez, do Investigative Reporting Program da Universidade da Califórnia, Gabriel Farías, do Amenaza Roboto, do Uruguai, um dos vencedores do Sigma Awards de 2023; e Eduard Martin-Borregón, diretor de Operações da Datasketch, do México.

A 18° edição também contará com a presença da ministra da Igualdade Racial Anielle Franco e do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) Vinicius Marques de Carvalho.

Ela será em São Paulo, de 29 de junho a 2 de julho, na ESPM. Mais detalhes da programação e venda de ingressos estão disponíveis no site do Congresso. Este Portal dos Jornalistas dá apoio de divulgação ao evento.

Sindicato denuncia pressão editorial contra jornalistas da CNN Brasil

Sindicato denuncia pressão editorial contra jornalistas da CNN Brasil

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP) denunciou e repudiou tentativas de interferência editorial por parte dos gestores da CNN Brasil contra seus jornalistas.

A entidade recebeu diferentes relatos de funcionários da própria empresa sobre essas tentativas. Os casos teriam aumentado desde a chegada do empresário João Camargo à presidência do conselho da CNN Brasil, no final de 2022.

Segundo os relatos, após reportagens ou comentários sobre temas que desagradaram “membros dos Poderes da República”, a CNN promoveu demissões de profissionais.

Um dos casos mais graves ocorreu em 1º de junho deste ano. A Polícia Federal realizou uma operação para investigar irregularidades na compra de kits de robótica em Alagoas. O programa CNN 360 divulgou que a PF havia encontrado um cofre com R$ 4 milhões em dinheiro vivo na casa de um ex-assessor de Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados. Posteriormente, a própria PF corrigiu a informação inicial e a notícia recebeu uma errata.

Depois do ocorrido, a direção da CNN exibiu a revelação do nome de quem havia passado a informação de que o cofre com dinheiro vivo estava na casa do ex-assessor de Lira. “A atitude é uma clara tentativa de quebra do sigilo de fonte, base do trabalho jornalístico, violando assim a garantia constitucional definida no artigo 5º, inciso XIV”, explica o SJSP.

Segundo o Sindicato, a direção da empresa descobriu o nome da fonte por vias não esclarecidas e passou a pressionar que os jornalistas divulgassem a identidade da fonte. Os profissionais resistiram às pressões.

O SJSP lembra também que, coincidentemente, Arthur Lira foi um dos convidados especiais para um jantar realizado depois desse episódio pela Esfera Brasil, que tem o próprio João Camargo como presidente do Conselho de Administração.

“Pelo respeito à ética jornalística e à liberdade de expressão e de imprensa, reivindicamos o direito das e dos jornalistas de se recusarem a produzir conteúdos que violem a sua consciência, contrariem a sua apuração dos fatos e que (por estas ou por quaisquer outras razões) firam o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Defendemos firmemente o direito do jornalista profissional, garantido pela Constituição Federal, de manter suas fontes em sigilo, frente a qualquer tentativa de violação, seja pelo empregador, seja pelos poderes de Estado”, destaca o Sindicato.

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