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quinta-feira, janeiro 15, 2026

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Polícia da Bahia investiga golpes de PIX aplicados por jornalistas da Record

A Polícia Civil da Bahia está investigando quatro casos de desvio de doações feitas via PIX à Record da Bahia/TV Itapoan, aplicados por jornalistas da emissora. Segundo o Notícias da TV, o esquema envolvia pelo menos um repórter e um editor, que foi demitido no último final de semana após confessar envolvimento.

Os golpes foram aplicados entre setembro do ano passado e janeiro deste ano, durante o programa Balanço Geral Bahia. O esquema desviou pelo menos R$ 800 mil. A emissora está realizando uma investigação interna, que ainda não foi concluída, para identificar todos os envolvidos.

O Balanço Geral Bahia exibiu casos dramáticos, como o de uma menina com câncer ou de um vencedor de milho que perdeu tudo após ter sua casa arrombada. O programa exibiu na tela chaves PIX para os telespectadores fazerem doações e ajudarem os envolvidos, mas o dinheiro não chegava até eles.

Segundo o Notícias da TV, as chaves PIX que apareciam na tela não estavam ligadas às pessoas das reportagens. Na verdade, elas foram criadas pelo editor do programa envolvido no esquema, que era um intermediário para o recebimento do dinheiro. No caso do vendedor de milho, estima-se que R$ 15 mil foram desviados.

No caso da menina com câncer, cerca de R$ 70 mil em doações foram desviados pelo golpe. Ela acabou morrendo sem receber o tratamento.

O estopim para o início das investigações ocorreu em fevereiro, quando o jogador de futebol Anderson Talisca fez uma doação de R$ 70 mil para a criança com câncer, mas foi informado de que o dinheiro não foi repassado. Talisca e seu empresário entraram em contato com José Eduardo Bocão, apresentador do Balanço Geral Bahia, para falar sobre o golpe. Bocão repassou as denúncias para a direção da Record.

Até o momento, segundo o Notícias da TV, além do editor demitido após confessar envolvimento no esquema, dois repórteres estão sendo investigados. A diretoria da Record em São Paulo ordenou que os envolvidos devem ser demitidos por justa causa, sem direitos trabalhistas.

A empresa emitiu um comunicado sobre o caso: “Assim que recebeu as denúncias, a RecordTV Itapoan apura os fatos e tomará todas as medidas legais cabíveis para o caso”. A Polícia Civil da Bahia informou que está investigando o caso. José Eduardo, diretores e produtores do Balanço Geral devem prestar depoimento nos próximos dias para a apuração do crime de estelionato.

José Eduardo disse ao Notícias da TV que se sente traído: “A decepção é gigante. Sempre trabalhei com a verdade, com a justiça social, com as pessoas. Na minha vida, eu vim para uma missão. Essa missão eu encontrei na Record. Centenas e centenas de pessoas eu dei a mão, eu ajudei com a RecordTV Itapoan e São Paulo. Já vai para 16 anos aqui dentro. Eu vou para a guerra. Eu vou fazer mais ainda, eu vou ajudar as pessoas ainda mais. O que eu puder fazer, vou fazer pelo povo. Que a Record e a polícia encontrem os culpados e que eles paguem pelo que fizeram, mas bem longe de mim”.

Unicap lança MBA em Jornalismo Independente

A Escola de Comunicação da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), com o apoio da Associação de Jornalismo Digital (Ajor), está lançando a primeira edição do MBA em Jornalismo Independente: Produção de conteúdos e gestão financeira. O curso reúne mestres, doutores e profissionais reconhecidos e premiados, à frente de organizações que lideram o ecossistema do jornalismo nativo digital brasileiro.

As aulas serão 100% online e ao vivo, com início em abril. Serão 12 meses de curso, com carga de 360 horas, e aulas realizadas quinzenalmente, de segunda à quinta-feira (das 19h às 22h).

“O curso chega forte, com docentes renomados e com incidência na área, em atenção a uma demanda reprimida para garantir que possamos ter o compromisso com a pós-graduação observando o movimento atual do mercado educacional e profissional”, explica Andrea Trigueiro, coordenadora da pós-graduação. “Este MBA é concebido para atender a uma crescente demanda por novas ideias e novas formas de pensar e fazer o Jornalismo, tanto no sentido de atualizar as práticas e a formação dos profissionais, mas também para garantir um ambiente democrático a partir do surgimento de pessoas e iniciativas comprometidas com o cumprimento das funções sociais do Jornalismo”.

A estrutura curricular está organizada em 12 disciplinas, em três grandes eixos que tratam da concepção de projetos (a partir de uma reflexão sobre o jornalismo contemporâneo e das iniciativas já existentes no campo); da execução das ideias (a partir tanto do exercício da reportagem em profundidade e das novas possibilidades narrativas, como análise e visualização de dados e produção de conteúdo audiovisual); e da gestão desses projetos (com módulos sobre inovação nas organizações, gestão financeira e de marketing, e contabilidade e planejamento). Todos os detalhes sobre os módulos, professores e como se inscrever estão neste link.

As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Quem se inscrever até o dia 30 deste mês terá 30% de bolsa. Ex-alunos da Unicap e funcionários de empresas parceiras terão 20%, e integrantes de organizações associadas à Ajor, 40%.

Morre Mara Kotscho, cofundadora do Datafolha, aos 70 anos

Morre Mara Kotscho, cofundadora do Datafolha, aos 70 anos

Morreu no sábado (11/3) a socióloga Mara Kotscho, cofundadora do Datafolha, aos 70 anos, em decorrência de um tumor no cérebro. Deixa o marido Ricardo Kotscho, as filhas Mariana e Carolina Kotscho, e cinco netos. O velório foi realizado no domingo (12/3), no Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes, São Paulo. Nesta quarta-feira (15/3), às 18h, haverá missa em homenagem a ela na Paróquia São Domingos, em São Paulo (rua Caiubi, 164 – Perdizes).

Nascida em 1953, em São Paulo, Mara formou-se em sociologia pela USP. Foi uma das fundadoras do Datafolha, em 1983. Seu trabalho nos primórdios foi fundamental para que o instituto “se tornasse referência de rigor e credibilidade”, destacou a Folha de S.Paulo.

Mara foi escolhida para colocar em prática uma ideia de Octavio Frias de Oliveira, então publisher da Folha, de criar um instituto de pesquisa no jornal. Sob o comando de Mara, o que era apenas uma mesa no meio da redação da Folha, tornou-se referência de pesquisa no Brasil.

No começo, o Datafolha focava em pesquisas de comportamento, com o objetivo de descobrir qual era o perfil do leitor da Folha. Nas pesquisas, Mara aplicou uma metodologia desenvolvida por Reginaldo Prandi, professor da USP.

Para Antonio Manuel Teixeira Mendes, ex-diretor do Datafolha e ex-superintendente do Grupo Folha, Mara tem o mérito das primeiras pesquisas do instituto, que “se tornou uma marca sinônimo de pesquisa, democratizou a informação de pesquisa de opinião e criou um padrão de qualidade”.

Em 1985, Mara deixou o instituto, mas seguiu trabalhando em pesquisas com uma consultoria própria, prestando serviços também para o Datafolha.

Colegas e entidades lamentaram a morte de Mara. Seu marido Ricardo Kotscho, que dividiu a redação com a mulher nos anos 1980, escreveu que ela era “uma pessoa que cuidava de tudo, da família, dos filhos. Não tinha tempo ruim para ela, que resolvia tudo. Até telhado ela consertou. Agora ela vai consertar as coisas no céu. Eu só pude ser jornalista e repórter graças a ela”.

Desembargador da Paraíba censura documentário sobre prática de lawfare e processa jornalistas

Entidades repudiam decisão que remove conteúdo de Aos Fatos

O desembargador Ricardo Vital, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), censurou o documentário Justiça Contaminada – O Teatro Lavajatista da Operação Calvário na Paraíba, produzido por Eduardo Reina e Camilo Toscano, sobre lavajatismo e a prática de lawfare. O desembargador também está processando civil e criminalmente os jornalistas por causa do documentário.

O documentário aborda ações da Operação Calvário, que investiga supostas fraudes e desvios na Saúde e na Educação da Paraíba, e que constitui-se em um caso emblemático de lawfare, em resumo, uso da lei como instrumento de intimidação e perseguição. A operação atingiu o ex-governador Ricardo Coutinho, a deputada estadual Estela Bezerra, a ex-prefeita de Conde Márcia Lucena e outras pessoas ligadas ao mesmo grupo político. Levada ao Tribunal de Justiça da Paraíba, em 2019, prendeu 17 pessoas e impôs várias medidas cautelares aos envolvidos.

O desembargador Ricardo Vital, relator do processo da Operação Calvário, acusa os jornalistas de promoverem uma “construção de ataques pessoais”, que teriam o intuito de atacar sua imagem e honra. Responsáveis pela investigação na Paraíba, o desembargador, e o promotor Octávio Paulo Neto, do Ministério Público (MP-PB), eram chamados pela imprensa local de “Moro e Dallagnol da Paraíba”.

A produção é baseada em fatos reais e é um trabalho de jornalismo investigativo, feito a partir de documentos obtidos por Reina e Toscano, entrevistas com os envolvidos e intenso trabalho de apuração, checagem e rechecagem de dados e informações.

Entre novembro de 2021 e janeiro de 2022, os jornalistas tentaram contato com Ricardo Vital para que ele se manifestasse sobre as informações obtidas para o documentário, mas ele não respondeu às tentativas de contato.

Entidades defensoras da liberdade de imprensa repudiaram as ações contra os jornalistas. A Rede Nacional de Proteção de Jornalistas, liderada pelo Instituto Vladimir Herzog e pela Artigo 19, classificaram o ocorrido como “uma absurda e inaceitável tentativa de cerceamento à atividade jornalística.

Brasil fica em penúltimo em ranking sobre desigualdade de gênero no jornalismo

Brasil fica em penúltimo em ranking sobre desigualdade de gênero no jornalismo
A Comissão de Mulheres da Fenaj homenageou profissionais da categoria que foram pioneiras no feminismo e no Jornalismo.

O Reuters Institute divulgou no último 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, a edição de 2023 do estudo Mulheres e liderança na mídia: evidências de 12 mercados, sobre a desigualdade de gênero no jornalismo. Foram analisadas cerca de 240 organizações jornalísticas de 12 países, incluindo o Brasil.

A pesquisa indicou que, em média, apenas 22% dos cargos de liderança dos veículos analisados são ocupados por mulheres em 2023. Este número cai para 13% no Brasil.

O estudo analisou veículos de África do Sul, Quênia, Hong Kong, Japão, Coréia do Sul, Finlândia, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, México e Brasil. No ranking geral, os Estados Unidos foram o país com o maior índice de mulheres na liderança de organizações jornalísticas, com 44%. O Brasil ocupou a penúltima posição, ao lado do Quênia, com 13%, seguido pelo México, último colocado, com apenas 5%.

Em contrapartida, o índice de mulheres em cargos de liderança cresceu no Brasil, em comparação ao ano passado, que registrou apenas 7%, mas o número continua baixo em 2023, destaca o relatório. Antes da pandemia, em 2020, 22% dos cargos mais altos em meios jornalísticos do Brasil eram ocupados por mulheres.

Segundo o estudo, uma das razões para esta grande desigualdade de gênero na liderança de meios jornalísticos se deve ao fato de que a diversidade é um tópico visto com pouca importância pelos veículos, que “direcionam seus escassos recursos para outras questões que consideram mais importantes ou mais urgentes”.

O relatório aborda também o número de usuários que consome notícias de veículos liderados por mulheres, que, no geral, são baixos. No Brasil, o índice chega a apenas 27%.

Leia o estudo na íntegra.

Hamilton Mourão ataca Agência Pública após reportagem sobre combate ao garimpo

Hamilton Mourão ataca Agência Pública após reportagem sobre combate ao garimpo

O senador Hamilton Mourão atacou a Agência Pública após a publicação de uma reportagem sobre reunião realizada pelo Conselho Nacional da Amazônia Legal, no ano passado. A matéria mostra que o ex-vice-presidente, que comandou o conselho de 2020 até o fim do governo Bolsonaro, admitiu a necessidade de combater o garimpo em Terra Yanomami, mas não agiu.

A reportagem teve acesso a documentos, obtidos via Lei de Acesso à Informação, sobre uma reunião do Conselho Nacional da Amazônia Legal em 30 de agosto de 2022. Nela, Mourão admitiu que garimpeiros seguiam “invadindo a área Yanomami” e que havia a “necessidade de ser deflagrada uma operação de grande envergadura” na região, o que não ocorreu durante o governo Bolsonaro.

Em reunião anterior, de novembro de 2021, Mourão afirmou que o caso dos Yanomami estava “sendo explorado de forma totalmente inverídica pela mídia”. A Pública entrou em contato com o senador e com sua assessoria antes da publicação da reportagem, nas não obteve retorno.

Após a publicação do texto, Mourão publicou nas redes sociais que as informações veiculadas na Pública são “inverídicas” e fruto de “parcialidade característica do jornalismo de baixa qualidade”.

Em nota, a Pública comentou o ataque: “Investigamos com independência todos os níveis da administração pública e também o setor privado, pautados pela defesa intransigente dos direitos humanos. (…) É lamentável que em vez de responder aos questionamentos que foram feitos pela nossa reportagem, o senador do partido Republicanos tenha decidido usar as redes sociais para atacar o trabalho sério do jornalismo profissional”.

Jovem Pan reformula equipe de jornalismo

Jovem Pan reformula equipe de jornalismo

A Jovem Pan promoveu nos últimos dias uma série de mudanças na sua equipe de jornalismo. Diversos profissionais foram demitidos, e a emissora já anunciou reforços.

As apresentadoras Claudia Barthel e Kallyna Sabino, âncoras do telejornal noturno Fast News, além da comentarista Camila Abdelmalack, deixaram a empresa. Claudia estava na Jovem Pan desde março de 2022, e passou anteriormente por RedeTV e Globo. Kallyna fazia parte da emissora desde 2019 e participou de programas como Jornal da Manhã e Pânico. E Camila foi comentarista de economia no programa Prós e Contras por cerca um de ano.

Entre os reforços anunciados estão Marcelo Favalli, Luiz Felipe d’Ávila e Evandro Cini. Este último deve apresentar um jornal em horário nobre, em substituição a Claudia Barthel e Kallyna Sabino. Já Favalli e D’Ávilla farão parte dos debates dos programas Três em Um e Os Pingos nos Is.

Novos programas devem entrar na grade de programação nos próximos dias. Direto ao Ponto volta a ser exibido, sob o comando de Adalberto Piotto, às segundas-feiras. E Tá na Roda, sobre entretenimento e variedades, vai ao ar nas tardes de domingo, com apresentação de Thiago Asmar.

Alexandre Barsoti, ex-Band, assume como novo diretor comercial, e André Ramos, ex-CNN Brasil, chega para assumir a Diretoria de Jornalismo.

Essas mudanças fazem parte de um processo de reformulação da Jovem Pan, que pretende estrear uma nova programação em breve. O objetivo é fazer com que a emissora deixe de ter a imagem ligada à extrema-direita e ao bolsonarismo.

Inscrições para bolsas de reportagem sobre primeira infância vão até 20/3

O Dart Center, da Escola de Jornalismo da Columbia University, está lançando a terceira edição da fellowship virtual sobre questões relacionadas à primeira infância no Brasil. O programa apoiará 15 jornalistas brasileiros com bolsas de reportagem, mentoria, treinamento e orientação para a produção das matérias.

A fellowship, que será realizada de maio a novembro de 2023, abordará questões relacionadas ao desenvolvimento e crescimento de crianças de até 6 anos, além do bem-estar de seus cuidadores.

O programa será liderado por Fábio Takahashi, ex-editor da Folha de S.Paulo, onde dirigia a equipe de jornalismo de dados. Também fazem parte da equipe de mentoria Mariana Kotscho, Paula Perim e Daniela Tófoli.

Podem se inscrever jornalistas brasileiros interessados no tema, que trabalhem em mídia impressa, online, áudio, vídeo e multimídia. As reportagens devem ser publicadas até 15 de novembro. Os participantes precisam concordar em participar de pelo menos quatro webinars mensais (do total de seis) durante o período da bolsa e concordar em manter contato regular com seu story coach.

As inscrições vão até 20 de março. Os candidatos selecionados serão anunciados até 15 de abril, e o programa começará oficialmente com um webinar em meados de maio. Mais informações e inscrições aqui.

Givanildo Menezes é o novo diretor de Jornalismo da CNN Brasil

ivanildo Menezes é o novo diretor de Jornalismo da CNN Brasil

A CNN Brasil anunciou o retorno de Givanildo Menezes, que será diretor de Jornalismo da emissora. Ele substitui a Fabiano Falsi, e terá o desafio de fortalecer a cobertura de hard news e trazer mais opinião e debate para a tela.

Com passagens por portal iG e Record, Givanildo fez parte do time de criação da CNN Brasil. Foi responsável pela implantação dos escritórios de Brasília e Rio de Janeiro. Em São Paulo, atuou como diretor de Estratégia, cargo que ocupou até o início de 2022. Pouco tempo depois, deixou a CNN para ser chefe de Redação da Record TV, em São Paulo.

“Volto para a CNN Brasil para enfrentar um desafio tão grande quanto o que enfrentamos na estruturação e fundação da emissora no País. Estou ansioso e motivado para voltar a trabalhar com a equipe que ajudei a montar”, declarou Givanildo.

RSF pede a libertação de mulheres jornalistas presas

Para marcar o Dia Internacional dos Direitos da Mulher, RSF pediu a libertação imediata e incondicional de jornalistas presas em todo o mundo.
Para marcar o Dia Internacional dos Direitos da Mulher, RSF pediu a libertação imediata e incondicional de jornalistas presas em todo o mundo.

Para marcar o Dia Internacional dos Direitos da Mulher, a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) pediu a libertação imediata e incondicional de jornalistas presas em todo o mundo e alertou para o desaparecimento das jornalistas afegãs do cenário midiático.

De acordo com a entidade, dos 550 jornalistas e trabalhadores da mídia atualmente presos, mais de 13% são mulheres (73). Ainda segundo a RSF, cada vez mais numerosas em campo, cada vez mais visíveis nas redações, as profissionais da informação também são vítimas de uma repressão cada vez mais implacável em 14 países, com destaque para China, com 21 jornalistas presas; Irã, com 12; Birmânia, com 10; Bielorrússia, também com 10; e Vietnã e Turquia, ambos com 4.

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