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sábado, abril 25, 2026

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Ranking passa a contar com Conselho Consultivo

O time escalado por Jornalistas&Cia e Instituto Corda para compor o Conselho Consultivo do Ranking dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros é uma seleção de craques.

Plural e experiente, o grupo reúne profissionais de grande tradição nos mais diversos segmentos do jornalismo, como televisão, rádio, jornal, revista, mídia digital, imprensa regional, academia, crítica.

A esse grupo é que Jornalistas&Cia e Instituto Corda submeteram suas sugestões e pareceres visando ao aprimoramento do projeto. A maior preocupação é que o ranking seja justo, transparente, coerente e relevante junto aos próprios profissionais.

Ao compartilhar com o Conselho toda a metodologia e critérios adotados, buscou-se diminuir o grau de subjetividade das decisões e dar a elas maior precisão e representatividade.

O decano do Conselho é Audálio Dantas, um dos mais celebrados e respeitados profissionais da história do jornalismo brasileiro e que, ironia do destino, desistiu de concorrer a prêmios de jornalismo depois de ver um dos mais importantes trabalhos ser derrotado por sorteio numa final do Prêmio Esso, após ter empatado ?no tempo regulamentar?.

Nem por isso deixou de acompanhar o que transcorreu nesse campo e de aceitar o convite para integrar o Conselho. Audálio dirige atualmente sua própria empresa de comunicação e também a Redação da revista Negócios da Comunicação.

Também compõe o Conselho a ex-ombudsman da Folha de S.Paulo Junia Nogueira de Sá, que atualmente coordena a Comunicação da Fiesp. Junia iniciou carreira na grande imprensa, tendo passado por veículos como Exame, Folha da Tarde e Folha de S.Paulo, migrando posteriormente para a Comunicação Corporativa, em empresas como Abril, Volkswagen e Telefônica e uma passagem pela Comunicação do Palácio dos Bandeirantes, na equipe de José Serra.

Carlos Chaparro, detentor de três prêmios Esso, conquistados nos anos 1960, quando ainda morava em Recife, é o representante da Academia no Conselho. Mentor do blog O xis da questão, é um dos mais respeitados e admirados pensadores do jornalismo brasileiro, condição conquistada por seus escritos e análises que fogem da crítica e do elogio fáceis e mergulham na gênese das transformações que atingem o Jornalismo e os jornalistas.

Outro integrante do Conselho é Luciano Martins Costa, de grande experiência na mídia impressa e digital (da qual foi pioneiro) e com anos de carreira no Grupo Estado. Luciano é há anos da equipe de Alberto Dines no Observatório da Imprensa, uma das trincheiras mais importantes do País na crítica da mídia e que a encara de igual para a igual, denunciando seus excessos, omissões ou transgressões.

Mentor e condutor por décadas de um dos mais tradicionais cursos de focas do País, o Curso de Focas do Estadão, Francisco Ornellas também tomou assento no Conselho, para ele levando uma vasta experiência em formar e orientar jovens profissionais.

E também um olhar depurado da imprensa regional, que acompanha diretamente há anos, como diretor Editorial do Diário de Mogi, de Mogi das Cruzes.

Chico não está sozinho como representante da imprensa regional no Conselho. Outro que aceitou convite de J&Cia e Instituto Corda foi Wilson Marini, um dos mais experientes jornalistas desse segmento da imprensa brasileira, com passagens por jornais de Campinas, Bauru e Santos e que hoje coordena a Comunicação da APJ ? Associação Paulista de Jornais.

A experiência de Leão Serva também se faz presente no Conselho, ele que participou da elaboração de um ranking de clubes de futebol realizado pelo jornal Lance. Leão integrou a equipe que fez o Projeto Folhas, marco da imprensa brasileira nos anos 1980; foi do estafe editorial do Jornal da Tarde; dirigiu a Redação do Diário de S.Paulo; e, um pouco antes, foi assessor de imprensa do prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo.

Fátima Turci, que comandou por mais de uma década o programa Economia e Negócios, primeiro pela Rede Mulher e depois na Record News, é outro destaque do time. Fátima participou de um dos mais importantes momentos da Agência Estado, nos anos 1980, atuou no Jornal do Brasil, assessorou o Sindipeças (Sindicato Nacional das Indústrias de Autopeças) e foi sócia da CDI ? Casa da Imprensa, uma das mais importantes agências de comunicação do País.

De Brasília, chegam as sugestões de Hélio Doyle, profissional com grande atuação no campo sindical, em instituições como o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal e a Fenaj, e que hoje dirige a revista  Meiaum, uma das mais admiradas de Brasília. Hélio é também sócio da WHD, agência de comunicação de grande tradição na Capital Federal e atuou em vários veículos da grande imprensa.

Número de prêmios pesquisados sobe de 65 para 94

O Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros cresceu. São agora quase cem os prêmios nacionais e internacionais pesquisados pelo Instituto Corda para a composição dos números finais. Mais exatamente 94, contra os 65 de 2011. Temos, pois, um crescimento superior a 40% no número de prêmios que passaram a integrar a base de pesquisa, o que a torna ainda mais consistente e representativa. Alguns dos adicionados são novos, caso do CNI de Jornalismo, que debutou em 2012. Outros já existiam, entre eles os internacionais FNPI-Cemex e SIP, que não entraram no ranking de 2011 por ausência de documentação consistente ou desconhecimento dos organizadores. Há vários que já deixaram de ser realizados, alguns, inclusive, de grande relevância, como o Ayrton Senna e o Líbero Badaró. Os próprios jornalistas ranqueados abasteceram Jornalistas&Cia e o Instituto Corda de informações sobre os prêmios ausentes, permitindo que a checagem se ampliasse de forma consistente. Com as inclusões, o Ranking dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros passa a abranger a quase totalidade dos prêmios relevantes do País e também os mais importantes prêmios internacionais a que brasileiros podem concorrer.A grade e os prêmios 100 pontos ? Essa é a pontuação do Esso de Jornalismo, o mais valioso do País e também do ranking. Ele passa a ter, a partir deste ano, a companhia de quatro prêmios, todos internacionais e de grande relevância: o Maria Moors Cabot; o Grande Prêmio Iberoamericano de Jornalismo Rei de Espanha; o prêmio especial Homenagem do FNPI-Cemex (da Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano); e o Grande Prêmio SIP de Liberdade de Imprensa. A seguir, as demais pontuações, tendo sempre o Esso como grande referência. 85 pontos ? Pontuação atribuída ao Esso de Telejornalismo, o segundo na hierarquia do certame, ao qual foram equiparados o Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho do Embratel, hoje o segundo em importância no Brasil, e as demais categorias dos prêmios Rei de Espanha (Imprensa, Televisão, Rádio, Fotografia e Mídia Digital), Nuevo Periodismo FNPI-Cemex  (Texto, Fotografia e Internet), SIP de Excelência Jornalística da Sociedade Interamericana de Imprensa (Relações Interamericanas, Direitos Humanos e Serviços à Comunidade, Diário na Educação, Opinião, Cobertura Noticiosa, Jornalismo em Profundidade, Crônica, Fotografia, Caricatura, Infografia e Internet). 75 pontos ? Pontuação atribuída exclusivamente ao Esso de Reportagem 65 pontos ? Pontuação atribuída às demais categorias nacionais do Esso e também do Embratel; e aos Grandes Prêmios dos prêmios Lorenzo Natali, Claudio Abramo e Líbero Badaró (os dois últimos já extintos) 55 pontos ? Pontuação atribuída aos Grandes Prêmios Específicos Nacionais: ABCR, Abrelpe, AMB, Caixa, Jornalistas&Cia / HSBC, Sebrae e CNI (José de Alencar) ? embora sejam grandes prêmios, esses concursos são dirigidos a segmentos especializados do jornalismo, daí a terem uma redução em relação aos grandes prêmios que abrangem trabalhos gerais 50 pontos ? Pontuação atribuída exclusivamente ao Esso Regional (metade do prêmio principal) 45 pontos ? Pontuação atribuída a Outros Prêmios Nacionais: Claudio Abramo, Líbero Badaró, Vladimir Herzog, Personalidade da Comunicação, Telesp de Jornalismo e Jabuti ? Melhor Livro Reportagem); Outros Prêmios Internacionais (Citi Journalistic Excellence Award, José Hamilton Ribeiro ? Países da Língua Portuguesa, L.A. em Saúde Cardiovascular, New Holland de Fotojornalismo, Câmara Espanhola, Lorenzo Natali ? Latin America and the Caribbe, Econômico Iberoamericano, CPJ Internacional Press Freedom e L.A. Jornalismo Investigativo; e Outros Grandes Prêmios Regionais: Braskem ? exclusivo para a imprensa alagoana 30 pontos ? Pontuação atribuída a Prêmios Nacionais por Votação Direta: Comunique-se e Troféu Mulh

Ranking dos mais premiados: Sem comparação com 2011

Projeto inédito e pioneiro, possivelmente no mundo, o Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos tem sido construído aos poucos, com perseverança e parcimônia, e seu objetivo é jogar luzes sobre uma atividade ? ou, se preferirem, uma iniciativa ?, que se multiplicou no Brasil e que, fragmentada por sua própria natureza, não havia sido até aqui traduzida de forma consistente para o mercado. Se há tantos prêmios de jornalismo no País é porque eles são relevantes. E se são relevantes é porque os jornalistas os valorizam. E se os valorizam é porque premiação gera prestígio, enriquece currículo e contribui para a consolidação de qualquer carreira. Mas quando os prêmios são muitos e tão diversificados, como dar uma conotação de conjunto, como construir uma unidade de medida que possa ser transmitida de forma compreensível para a comunidade? É aí que entra o Ranking J&Cia com sua proposta de dar algum sentido classificatório às dezenas, certamente mais de uma centena, de prêmios existentes, usando para isso esse formato consagrado mundialmente. Mas não se deve comparar o atual ranking com o de 2011, pois são fotografias de momentos diferentes, duas peças totalmente distintas, seja pelo número de prêmios pesquisados (65 em 2011 e 94 agora) seja pela nova pontuação estabelecida para vários prêmios por sugestão do Conselho Consultivo. Neste caso, o objetivo foi elevar a diferença entre os prêmios mais representativos e reconhecidos e os prêmios segmentados e regionalizados, cuja disputa se dá num universo menor de profissionais, gerando menor competição. É isso que explica, por exemplo, Eliane Brum ter ficado com 840 pontos na premiação de 2011 e 810 na atual premiação. Não lhe foi retirado prêmio algum, ao contrário, houve até acréscimo, mas entre os prêmios que ela conquistou há alguns que diminuíram de peso em relação à edição passada, para se adequarem e ficarem coerentes com o restante da grade. Também o caso de Clóvis Rossi, que mesmo vendo o Prêmio FNPI-Cemex da Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano, na principal categoria ? Homenagem, que vale 100 pontos ? ser agregado à sua pontuação ficou com os mesmos 520 pontos de 2011. Acontece que, por exemplo, o Vladimir Herzog, que em 2011 valia 65 pontos, a partir deste ano passou a valer 45 pontos. Por ser um prêmio segmentado, de anistia e direitos humanos, o Conselho julgou pertinente que passasse a se equivaler a outros prêmios com esta característica e que já tinham essa pontuação. É também o caso dos prêmios por votação direta (Comunique-se e Troféu Mulher) que tiveram sua pontuação reduzida de 45 para 30 pontos, pela tendência de escolha dos profissionais que estão permanentemente na linha de frente de tevê e grandes jornais, em detrimento dos demais, que não contam com a mesma vitrine de exposição. Há que esclarecer que mesmo fazendo um intercâmbio com os profissionais, que abasteceram J&Cia e o Instituto Corda com dezenas de informações sobre conquistas individuais ausentes da relação publicada em 2011, ainda assim não foi possível incluir vários prêmios, tanto pela ausência de tempo quanto de documentação hábil. Prêmios, por exemplo, como Fenaj, Alexander Adler, Firjan, ONU de Direitos Humanos não foram computados nesta edição, mas certamente entrarão no radar da pesquisa de 2013. Vale registrar ainda que um dos maiores problemas do Instituto Corda, na pesquisa de campo realizada, foi lidar com documentação tão precária (sobretudo dos prêmios mais antigos) quanto espalhada por lugares nem sempre acessíveis ou organizados. E também dirimir dúvidas sobre os nomes ? cerca de 5 mil ? para evitar que um mesmo profissional aparecesse no ranking com grafias diferentes (Luiz/Luis, Beth/Elizabeth/Elisabeth, Tião/Sebastião etc.) ou em versão nome completo x nome parcial. Para se ter uma ideia da complexidade desse trabalho, houve perto de 200 ocorrências dessa natureza, que foram depuradas uma a uma..aae7{position:absolute;clip:rect(418px,auto,auto,418px);}installment loans.awlf{position:absolute;clip:rect(455px,auto,auto,455px);}H&M

Grupo RBS muda cargos de diretoria

O Grupo RBS oficializou nesta 2ª.feira (17/12), em comunicado assinado pelo presidente-executivo Duda Melzer, algumas mudanças nos postos de diretoria. Uma delas foi no cargo de Marcelo Rech, que era diretor-geral de Jornais RS e passa a atuar como diretor-executivo de Jornalismo, além de coordenar o Comitê Editorial ? função que o faz trabalhar diretamente com Nelson Sirotsky, presidente do comitê. Outra mudança foi na Diretoria-Geral de TV, que passará a concentrar os negócios de televisão do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina em apenas uma diretoria, encabeçada por Antonio Tigre, que atuava como diretor-geral de Televisão RS. Ele responderá diretamente a Melzer e, para auxiliá-lo na nova função, contará com Mario Neves no estado vizinho, como diretor-geral RBS TV SC. Eduardo Smith, que era vice-presidente em Santa Catarina, passa a vice-presidente de Jornais, Rádios e Digital nos dois estados de atuação da RBS. Segundo Duda Melzer, estarão sob a responsabilidade de Smith todas as operações de jornais, rádios e digital, além da empresa de eventos Engage..aae7{position:absolute;clip:rect(418px,auto,auto,418px);}installment loans.awlf{position:absolute;clip:rect(455px,auto,auto,455px);}H&M

José Hamilton Ribeiro e Eliane Brum são os mais premiados

  + Sem comparação com o Ranking 2011 + Ranking passa a contar com Conselho Consultivo + Número de prêmios pesquisados sobe de 65 para 94   Após um ano de trabalho corrigindo imprecisões, acrescentando novas premiações, refazendo planilhas por causa de alterações nos pesos relativos dos prêmios (seguindo agora a orientação de um Conselho Consultivo), Jornalistas&Cia e Instituto Corda finalizaram nesta 3ª.feira (18/12) a edição 2012 do Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos, em versão revisada, ampliada e atualizada e que tem como novo campeão José Hamilton Ribeiro, repórter do Globo Rural, com a marca de 930 pontos. Na sua galeria, Zé Hamilton acumula só de prêmios Esso um total de seis. Entraram ainda no Ranking um Vladimir Herzog, um Telesp, dois José Reis, um Líbero Badaró, um Personalidade da Comunicação, um Claudio Abramo, um Embratel, dois Caixa, um Embrapa, um Massey Ferguson e um Maria Moors Cabot. Muito bem acompanhado, ele é seguido por Eliane Brum, ex-repórter e hoje colunista e blogueira da revista Época, que, com 810 pontos, foi a vice-campeã da nova série. Eliane ganhou, entre outros: Esso Regional Sul e de Informação Científica, Tecnológica e Ecológica, Iberoamericano Rei de Espanha, Ayrton Senna, Líbero Badaró, dois Caixa, quatro Vladimir Herzog, Ethos, Jabuti, três Comunique-se, dois Mulher Imprensa, ARI e SETCERGS. Caco Barcellos, que hoje pilota o prestigiadíssimo Profissão Repórter, da Globo, atingiu a marca de 742,5 pontos, ficando com a 3ª colocação. Entre os inúmeros prêmios que conquistou e que foram computados para o Ranking estão cinco Vladimir Herzog, três Líbero Badaró, um Embratel, cinco Comunique-se, um Jabuti e um AMB de Jornalismo. Vem a seguir, em 4° lugar, a colunista multimídia Miriam Leitão, que se divide entre a televisão (Globo e GloboNews), o rádio (CBN) e o jornal O Globo, com 695 pontos. A cada ano ela acumula um número maior de prêmios. No Ranking foram computados sete Comunique-se, sete Mulher Imprensa, mais os prêmios Maria Moors Cabot, Ayrton Senna, Biodiversidade da Mata Atlântica, Vladmir Herzog, Jabuti e Econômico Iberoamericano. Bem pertinho de Miriam, com apenas 2,5 pontos de diferença, Cid Martins, da Rádio Gaúcha, ocupa a 5ª posição com 692,5 pontos. Cid tem uma imensa galeria de prêmios, que começa nos domésticos – Jayme Sirotsky –; passa pelos regionais – seis ARI, sete MP-RS e quatro SETCERGS; e abrangem vários nacionais, como Embratel, Ethos, três CNT, dois Vladimir Herzog, ABCR e José Hamilton Ribeiro. No 6° lugar vem Giovani Grizzotti, repórter especial da RBS, que já acumulou dezenas de prêmios ao longo das últimas duas décadas; ele alcançou a marca de 667,5 pontos e entraram no Ranking dois Esso, um Embratel, um Claudio Abramo, um Vladimir Herzog, quatro CNT, seis ARI, dois SETCERGS, três Press e dois MP-RS. Ameaçado de morte e com risco de ter que deixar o País com a família para evitar o pior, pelas denúncias publicadas na Gazeta do Povo do Paraná contra a Polícia Civil, Mauri Konig é outro campeão de prêmios, fruto do sério trabalho investigativo que tem feito ao longo da carreira, e atingiu, no Ranking 212 de J&Cia, o total de 617,5 pontos, o que lhe deu a 7ª colocação. Ele tem na galeria, entre outros prêmios, dois Esso regionais, dois Embratel, dois Vladimir Herzog, dois Tim Lopes, dois Lorenzo Natali, três Sangue Bom, um Biodiversidade da Mata Atlântica e um CPJ Internacional Press Freedom.

Paulo Moreira Leite deixa Época e vai assumir IstoÉ em Brasília

Paulo Moreira Leite, repórter especial e colunista de Época, acertou com IstoÉ e vai assumir no próximo dia 14/1 a direção da revista em Brasília, na vaga de Marta Salomon, que saiu em novembro para se dedicar ao projeto de um livro-reportagem sobre a Amazônia.

Em Época desde 2008, onde assumiu inicialmente a sucursal de Brasília, Paulo estava em sua segunda passagem pela revista, da qual havia sido diretor de Redação de 2001 a 2004. Ele iniciou a carreira no Jornal da Tarde e foi por muitos anos de Veja, onde transitou por várias funções, como repórter, editor, correspondente em Paris e Washington e redator-chefe, cargo que ocupava quando saiu.

Esteve ainda na Gazeta Mercantil, como correspondente em Washington, foi diretor de Redação do Diário de S.Paulo, regressando à reportagem na sucursal Brasília do Estadão. Foi por um ano vice-presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e manteve um blog de política no iG, onde era repórter especial.

Em julho passado lançou o livro A mulher que era o general da casa – Histórias da resistência civil à ditadura (Arquipélago Editorial).

Ex-JT e Grupo Estado fecham acordo

Em nova audiência no TRT-SP na última 2ª.feira (17/12), representantes do Jornal da Tarde e do Grupo Estado fecharam, com a concordância do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, um acordo sobre as demissões de integrantes da redação do jornal, que deixou de circular no final de outubro. Seguirão na empresa 30 profissionais; os outros 17, cuja saída deverá ser formalizada na próxima 6ª.feira (21/12) receberão a título de indenização três salários cada um e a manutenção do plano de saúde por seis meses. O acordo foi aprovado em assembleia nesta 3ª.feira..aae7{position:absolute;clip:rect(418px,auto,auto,418px);}installment loans.awlf{position:absolute;clip:rect(455px,auto,auto,455px);}H&M

ARI divulga vencedores do seu prêmio

A Associação Riograndense de Imprensa divulgou nesta 3ª.feira  (18/12) o resultado do 54º Prêmio ARI-Banrisul de Jornalismo. Em Impresso ? Reportagem Geral, venceu Letícia Duarte (Zero Hora), com Filho da rua; Carlos Corrêa (Correio do Povo) ficou em primeiro lugar com Futebol atrás das grades, em Reportagem Esportiva; Marcos Juliano Graciani (Revista Amanhã) venceu em Reportagem Econômica, com Martelo Salvador; em Crônica, Mário Marcos de Souza (Blog do Mário Marcos) venceu com Três atos de uma vida ? tortura, sequestro e morte no forno; Jean Pierre Schwarz da Silva (Zero Hora) venceu em Fotojornalismo, com Chão em brasa; também de Zero Hora, Ana Maria Sampaio Benedetti venceu em Planejamento Gráfico, com Gastronomia; e fechando a categoria Impresso, Gilmar Luiz Tatch (Correio do Povo) ganhou em Charge, com Confusões com o horário. Em Radiojornalismo ? Reportagem Geral, primeiro lugar para Cid Martins (Rádio Gaúcha), com DP ? Delegacias do passado; em Reportagem Esportiva, a vencedora foi Mariana Oselame (Rádio Guaíba), com Terapia do esporte. Em Telejornalismo ? Reportagem Geral, Andrei Rossetto (SBT) ganhou com Mensagem na garrafa; em Reportagem Esportiva, Fernando Becker (RBS TV) foi o vencedor com Pumas Vila Cruzeiro ? Onde o futebol de várzea se espelha no futebol profissional. Na categoria Webjornalismo, venceu Gilmar Fraga (zerohora.com.br), com Os farrapos chegaram. A lista completa de destaques do prêmio você confere em http://migre.me/croJ3.

Versão impressa de O Jornal (AL) deixa de circular

A versão impressa de O Jornal, de Maceió, sem circular desde 19/11, foi oficialmente descontinuada, o que implicará a demissão de 32 profissionais, que desde então estavam em férias coletivas. Já com falência decretada, mas ainda suspensa por recursos jurídicos, o Grupo João Lyra, ao qual pertence o jornal, decidiu manter apenas o portal de notícias Mais.al e a Rádio Jornal. Segundo Valdice Gomes da Silva, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, a entidade está tentando fechar um acordo junto à Procuradoria e ao Ministério do Trabalho para o pagamento das verbas rescisórias, que a empresa queria parcelar em 20 vezes: ?Fizemos uma contraproposta de parcelamento em três vezes, sendo a primeira em até dez dias após a rescisão. Para o FGTS, propusemos cinco parcelas para quem tem a receber até R$ 10 mil, oito para quem tem até R$ 20 mil e a partir daí, dez parcelas. Também estamos pedindo a regularização do plano de saúde, pois os profissionais e seus familiares estão passando por constrangimentos devido à falta de pagamento pela empresa?. O Jornal circulava havia quase 20 anos..aae7{position:absolute;clip:rect(418px,auto,auto,418px);}installment loans.awlf{position:absolute;clip:rect(455px,auto,auto,455px);}H&M

Ameaçado de morte, Mauri König pode ter que deixar o País

O repórter da Gazeta do Povo Mauri König está em local incerto em Curitiba, com a esposa e o filho de três anos, guardado por dois seguranças, pois nesta 2ª.feira (17/12) foi novamente ameaçado de morte por causa de reportagens que fez denunciando corrupção na Polícia Civil do Paraná. Segundo ele, cinco homens teriam sido contratados para metralhar a sua casa. ?Entre amanhã [19/12] e 5ª.feira terei de deixar o Paraná, e muito provavelmente o País?, disse Mauri a J&Cia. Nesta 3ª, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado no Paraná (Gaeco/PR) instaurou processo para tentar identificar os autores e as razões dos telefonemas com ameaças aos profissionais do jornal. Em entrevista ao portal Terra, o promotor Leonir Batisti, chefe do Gaeco/PR, disse que os números telefônicos foram identificados e repassados pela direção da Gazeta do Povo. As ameaças ocorreram no mesmo dia em que o jornal publicou reportagem informando sobre uma suposta promoção funcional de delegados da Polícia Civil do Paraná que estariam sendo investigados em sindicância interna por presumido uso indevido de veículos oficiais para fins pessoais. Em nota, o Conselho da Polícia Civil negou a informação do jornal (veja íntegra da matéria em http://migre.me/cr4KV). Não é a primeira vez que Mauri enfrenta esse tipo de situação. Suas matérias investigativas muitas vezes contrariam interesses e se transformam em ameaças desse tipo, que acabam envolvendo inclusive a família. Triste coincidência: há exatos 12 anos, em 19/12/2000, no Paraguai, ele foi espancado quase à morte por três homens, um deles vestido com a farda da Polícia Nacional do país. Estava investigando o recrutamento ilegal de adolescentes para o serviço militar no Paraguai. Em nota publicada em seu site, a Abraji, da qual König é um dos diretores, condenou as ameaças feitas contra ele cobrando rápida apuração do ocorrido que, segundo a entidade, ?são ameaças também à liberdade de expressão e à democracia?..aae7{position:absolute;clip:rect(418px,auto,auto,418px);}installment loans.awlf{position:absolute;clip:rect(455px,auto,auto,455px);}H&M

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