Lançado nesta 4ª.feira (17/2), o site plus55 – comandado por Gustavo Ribeiro (que publicou para Veja, Época, Folha de S.Paulo e Radio France) – tem por objetivo ser uma plataforma de conteúdo sobre o Brasil direcionada para estrangeiros. Com conteúdo em inglês, o nome do novo espaço é uma referência ao código de área do País (+55). “O Brasil ainda é um país relativamente isolado, por questões geográficas, políticas e barreiras linguísticas”, diz Gustavo em nota. “Os estrangeiros conhecem pouco no nosso país. E quem conhece não entende direito. Somos um país que precisa de tradução”. O projeto gráfico foi desenvolvido por Marcelo Anache (ex-Ogilvy, JWT, África e Loducca). Além de Gustavo e Marcelo, estão na equipe a norte-americana Christine Bootes e Rodrigo Durão Coelho (ex-BBC).
O Pioneiro (RS) circula com novo posicionamento editorial
O jornal Pioneiro, de Caxias do Sul, apresentou em 15/2 um reposicionamento editorial com base em pesquisa com 702 leitores no final do ano passado. As mudanças buscam ampliar a variedade de assuntos e a profundidade das reportagens, facilitar a leitura e retomar marcas antigas do jornal. Entre as novidades, as editorias de Economia, Política, Geral e Polícia voltarão a ser identificadas para o leitor encontrar os temas com mais facilidade, enquanto que o caderno de variedades voltará a ser chamado de Sete Dias. Outra alteração foi na coluna Caixa-Forte, publicada por Silvana Toazza, que passa a abrir o Pioneiro com uma análise econômica. Na sequência, Rosilene Pozza assina o Mirante, com os bastidores da Política. O espaço Memória, de Rodrigo Lopes, segue na penúltima página, fechando a edição ao lado do frei Jaime Bettega. Na edição conjunta de sábado e domingo, passam a ser publicadas as colunas de Ciro Fabres, rebatizada de Comunidade, e Intervalo, de Daniel Angeli, que também será publicada na 2ª.feira, com a opinião de Angeli sobre os jogos do fim de semana. No caderno Sete Dias, João Pulita continuará ocupando as páginas centrais com a coluna Sociedade, e a crônica de Marcos Kirst estará na página 2. A coluna 3por4, assinada por Carlinhos Santos, será publicada na contracapa do caderno e, nos finais de semana, o espaço fica a cargo de Gilmar Marcílio.
No Rio, diretoria do Sindicato propõe mudanças no estatuto
Oposição se articula visando a próxima eleição O Sindicato dos Jornalistas do Município convoca assembleia para a próxima 3ª.feira (23/2), às 20h, para definir mudanças no estatuto da entidade. Uma plenária, em novembro de 2015, discutiu as alterações propostas e abriu página no facebook para receber sugestões. As principais propostas aprovadas na ocasião foram: (1) a defesa dos interesses gerais da classe trabalhadora brasileira, no combate às políticas neoliberais que precarizaram as relações de trabalho; (2) limites ao poder discricionário da direção da entidade, que deve ser proibida de negociar a perda ou redução dos direitos já consagrados em convenções coletivas; (3) garantias para que a direção do Sindicato seja de fato de trabalhadores, e não tenha patrões. Outras foram: detalhar a organização por local de trabalho; alterar prazos de convocação de assembleias; vetar a participação em mais de dois mandatos consecutivos; decidir se a mensalidade deve se transformar em um percentual; separar a eleição do Conselho Fiscal da direção para garantir a independência do órgão; e estimular novos espaços para a participação estudantil. E ainda: a diretoria do Sindicato seria formada por seis secretarias temáticas, cada uma com três diretores, em regime de revezamento. Na última 4ª.feira (17/2), um grupo de oposição reuniu-se na sede da ABI, para propor um movimento de oposição à atual diretoria do Sindicato. O objetivo é lutar pelos direitos de todos os jornalistas, sem discriminar qualquer forma de atuação profissional. Principalmente sem preconceito contra os que fazem parte das grandes redações nem os culpar por erros das empresas onde trabalham; e ainda contra os PJs, considerados patrões, mas que compõem hoje a realidade profissional do País. Pretendem, assim, formar uma chapa para disputar as eleições sindicais, em julho.
Aner comemora 30 anos com série de eventos especiais
A Associação Nacional de Editores de Revistas comemora seu trigésimo ano de atividades com uma série de eventos, entre eles mais de dez seminários online ao longo do ano, sendo o primeiro sobre Storytelling, com Bruno Scartozzoni, na próxima 3ª.feira (23/2), e workshops dedicados a temas como Programmatic, discussões tributárias e ações destinadas a jornalistas, editores, executivos de publicidade, publishers e designers. Três grandes eventos presenciais marcarão o ano: um destinado ao Negócio de Revistas Impressas, previsto para março; o Digital Day, focado na apresentação e discussão das inovações digitais aplicadas ao setor; e o Fórum Aner de Revistas, que em 2016 chega a sua décima edição.
Matthew Shirts e Patrícia Hargreaves deixam a Abril
Mathew Shirts e Patrícia Hargreaves, que integravam o núcleo Abril Branded Content (ABC), criado num dos recentes movimentos da Editora Abril, deixaram a empresa.
Californiano, Mathew estava em sua segunda passagem pela Abril. Na primeira, no início dos anos 1990, atuou na revista Super Game Power (SP). Nessa sua segunda passagem por lá, após trabalhar em Folha e Estadão, estava desde 1999, tendo atuado em NatGeo, Veja e Planeta Sustentável, de onde migrou para o núcleo ABC.
Patrícia, outra com um bom tempo de casa, foi diretora de Redação da Contigo, além de ter atuado em AnaMaria, Tititi, Recreio, Mundo Estranho e Aventuras da História.
Ainda na Abril, registro para as saídas dos diretores de Arte Tarcísio Moraes Alves, de Quatro Rodas, e Valdécio de Oliveira, da Veja São Paulo, além de Walter Nunes, repórter de Política de Veja.
Tarcísio estava na Arte de Quatro Rodas há perto de 13 anos. Começou como frila e foi subindo até o posto máximo da área. Formado em Jornalismo pela Unesp, Walter Nunes foi repórter de Política da Editora Globo de 2004 a 2011. Em seguida, passou a produtor do Fantástico, na TV Globo, onde permaneceu até 2015. Em agosto do mesmo ano começou na reportagem de Veja. Com 30 anos de casa celebrados em outubro último, o diretor de Arte do Núcleo Cidades de Veja, Valdécio de Oliveira ([email protected]), também deixou a editora, onde começou como auxiliar de produção na primeira edição de Veja São Paulo e passou praticamente todo o seu tempo de casa.
CCS apoia criação do Observatório da Violência contra Comunicadores
Reunido em 15/2, o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) aprovou parecer em que condena “todo e qualquer tipo de violência contra os profissionais de comunicação” e propõe a criação do Observatório da Violência contra Comunicadores, vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O parecer também recomenda a aprovação de três projetos que tratam do uso de coletes a prova de balas e demais equipamentos de proteção individual por parte de profissionais do jornalismo que cobrem conflitos ou operações sociais, e ainda sugere a criação de um protocolo para as forças policiais em casos de violência contra comunicadores.
Celia Ribeiro deixa o Grupo RBS após 50 anos
Após 50 anos de atuação no Grupo RBS, a colunista Celia Ribeiro encerrou sua carreira de articulista semanal na revista Donna, de Zero Hora. A decisão do afastamento partiu dela própria e foi anunciada ao público com destaque na capa da edição de Donna de 14 de fevereiro. Célia está com 86 anos, 60 dos quais atuando na imprensa, em rádio, tevê e veículos impressos. O início de carreira foi aos 26 anos escrevendo críticas de teatro no jornal A Hora. Depois, atuou nas rádios Guaíba e Gaúcha, nas revistas do Globo e Cláudia, nas tevês Piratini e Gaúcha. Em 1970 começou a trabalhar em Zero Hora, onde foi repórter, editora e colunista, nas plataformas impressa e digital. Em 2015, completou meio século como colaboradora do Grupo RBS.
Eulina Oliveira acerta com a Folha de S.Paulo
Especializada em mercado financeiro e cobertura de empresas, e com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, Eulina Oliveira começou na Folha de S.Paulo como repórter da editoria de Mercado.
Ela ficou por mais de 16 anos na Agência Estado, onde foi subeditora do Newspaper, produto que resume as principais notícias do dia, e editora assistente na equipe de Empresas e Setores do serviço em tempo real Broadcast.
Antes, passou por Diário Popular (atual Diário de S.Paulo) e Folha da Tarde (atual Agora) , entre outros veículos. E voltam para reforçar a reportagem de Mercado da Folha Mariana Carneiro, que estava como correspondente em Buenos Aires, e Érica Fraga, que curtia licença-maternidade.
Pedro Doria retorna ao Estadão como colunista
Pedro Doria estreou em 12/2 coluna sobre tecnologia no Estadão. Passa a escrever na página de opinião, sem prejuízo de sua atuação, também como colunista, em O Globo. “A coluna vai discutir os incríveis impactos que a tecnologia tem em nosso cotidiano e mostrar como as decisões de algumas empresas, como Apple, Google e Facebook, têm impacto direto na maneira como nos relacionamos e nos informamos”, explicou ao Comunique-se. Doria comandou a área de conteúdos digitais do Estadão como editor-chefe até 2011. Em seguida, passou a editor executivo de O Globo, função que exerceu até setembro passado.
Sempre pode piorar: jornalistas brasileiros estão entre os mais pessimistas
Os jornalistas brasileiros estão entre os mais pessimistas da América Latina no que diz respeito à evolução da economia do País nos próximos 12 meses. É o que aponta pesquisa realizada pela Ipsos, ao detalhar que 35% dos profissionais de imprensa acreditam que, em um ano, a situação econômica estará pior que a atual; e outros 43% apostam que a situação continuará igual. Apenas 20% dos jornalistas do País, segundo o estudo, acreditam que a economia vai melhorar nesse período. Na América Latina, esse resultado só é melhor do que o da Venezuela, onde 72% dos jornalistas disseram que a economia irá deteriorar nos próximos meses. O país com jornalistas mais otimistas na região é a Argentina, onde 49% disseram que a situação econômica vai melhorar. Outros 29% afirmaram que o cenário ficará igual, enquanto 19% apontaram para uma piora. Em novembro, o empresário Mauricio Macri venceu as eleições presidenciais argentinas após doze anos de kirchnerismo. O segundo país mais otimista é Cuba. Ali 36% dos profissionais acreditam que a economia nacional estará melhor. Em julho do ano passado, os Estados Unidos anunciaram a volta de relações diplomáticas após 54 anos de ruptura. De acordo com a pesquisa Ipsos, 43% dos jornalistas cubanos acreditam que a economia continuará igual nos próximos meses, enquanto 17% veem deterioração. A pesquisa também aferiu a percepção dos profissionais latino-americanos sobre a economia de países da região. Quando questionados sobre a economia do Brasil, 100% classificam a situação atual como ruim, o que constitui a pior avaliação da região. Sobre a evolução da economia brasileira nos próximos 12 meses, 58% disseram acreditar que a situação estará pior, contra 42% que esperam melhora. Apesar da maioria negativa, o percentual dos que esperam avanço para o Brasil é o maior entre os países pesquisados, ficando na frente do resultado de Argentina. Dos pesquisados, 30% esperam evolução positiva para a economia argentina.







