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domingo, maio 3, 2026

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Rodrigo Alvarez será correspondente da Globo em Berlim

Rodrigo Alvarez será o novo correspondente da Globo em Berlim. De acordo com o site Notícias da TV, ele deixará seu posto em Jerusalém, que ocupa desde fevereiro de 2013, e assumirá a vaga de Pedro Vedova, deslocado no início do ano para Londres, para substituir Roberto Kovalick.

A emissora ainda não definiu o novo correspondente em Jerusalém. Rodrigo, aliás, passa para trás das câmeras como diretor do longa documentário You don’t know me. Ele conta a história do professor de jiu-jitsu brasileiro-israelense Marcos Gorinstein, que insiste em reunir alunos judeus e palestinos e mostrar a eles, por meio do esporte, que a aproximação é possível. O filme fica pronto neste semestre e será exibido na GloboNews.

Animação da Pública mostra esquemas de corrupção que envolvem Eduardo Cunha

A Agência Pública distribuiu nesta quarta-feira (13/7) uma animação sobre as quantias envolvidas nos principais esquemas de corrupção dos quais o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é acusado de participar. A animação, intitulada Qual o valor das acusações contra Cunha?, baseia-se nos antigos games de caça-moedas. Assista!

Margot Pavan passa a coordenar o Comitê de Estratégias Digitais da ANJ

A convite do diretor executivo Ricardo Pedreira, Margot Pavan passou a coordenar em 7/7 o Comité de Estratégias Digitais da Associação Nacional de Jornais, em substituição a Luiz Dutra, que pediu para sair depois de um ano e meio na função. Desde maio de 2014 responsável por análises de BI (Business Intelligence), levantamento de oportunidades de produtos e projetos digitais, discussão de parcerias e outros no Valor Econômico, Margot foi editora de Estratégias Digitais do Grupo Estado, integrou a equipe que fundou o UOL, tendo permanecido no Grupo Folha por 12 anos, além de ter atuado por três anos como gerente de Estratégia para Mídia Digital da Editora Abril.

Veja começa a integrar redações on e off-line

Carlos Graieb e Vera Magalhães deixam a revista. Maurício Lima chega para comandar a coluna Radar Veja começou a implementar esta semana um processo de integração de suas redações on e off-line, que, segundo o Portal dos Jornalistas apurou, foi longamente discutido e planejado para que em breve elas constituam uma única. Como parte desse processo, o site Veja.com passou nessa terça-feira (12/7) a operar com novo publicador e novo visual. Também em função dele, deixaram a revista Carlos Graieb, o redator-chefe encarregado de Veja.com, e Vera Magalhães, titular da coluna Radar. Para o lugar dela chega como redator-chefe Maurício Lima, que estava na Infoglobo e neste começo vai trabalhar a partir da sucursal do Rio de Janeiro, fazendo a coluna no site, no impresso e na TVeja. Sobre os dois que saem, disse o diretor de Redação André Petry: “Graieb é um dos melhores profissionais com que já trabalhei na minha carreira e espero voltar a trabalhar um dia. E sou muito grato pela contribuição que Vera deu a Veja, onde ela só tem admiradores, entre os quais sou o primeiro da fila”. Aparentemente, além de integrar as redações, André, que assumiu em março, vai aos poucos, e com cuidado, montando a sua própria equipe. Maurício trabalhou com Petry quando este chefiou a sucursal da revista em Brasília. Trajetórias Carlos Graieb chegou à revista em dezembro de 1997 para comandar a criação do site, depois de seis anos como editor de Opinião do Estadão. Desde então foi responsável por toda a sua evolução técnica e no que se refere a desenvolvimento de marca, crescimento de tráfego e projetos especiais, entre eles TVeja, lançada em abril de 2015. Sem abrir mão dessas atividades, em abril passado foi promovido a redator-chefe, numa das primeiras medidas de Petry após assumir a Diretoria de Redação. Vera Magalhães fazia o Radar de Veja, nas versões online e impressa, desde outubro de 2015, quando substituiu Lauro Jardim, que foi para O Globo. Ela vinha de dez anos na Folha de S.Paulo, sendo oito no Painel, primeiro sob a chefia de Renata Lo Prete e depois como titular do espaço. Maurício Lima era há dois anos diretor executivo da Unidade Populares da Infoglobo – os negócios dos jornais Extra e Expresso, nas diversas plataformas –, depois de 17 anos na Editora Abril, onde foi repórter e editor de Veja, editor executivo da Exame e publisher de Veja Rio, Veja Brasília e Veja BH, entre outros.

Mariza Tavares deixa o Sistema Globo de Rádio

Mariza Tavares, diretora executiva de Jornalismo do Sistema Globo de Rádio, deixará a organização no final do mês. Um comunicado interno do diretor-geral Marcelo Soares, na tarde de 11/7, logo circulou entre os profissionais da área e surpreendeu o mercado. Álvaro Oliveira Filho, gerente executivo de Jornalismo, ocupará o cargo até ser definido o novo diretor executivo. Os acionistas procurariam, primeiramente, alguém dentro do grupo, mas parecem estar abertos a considerar profissionais de fora.

Formada pela UFF, Mariza começou na imprensa escrita, de início na Editora Bloch e depois no jornal O Globo. Em 2002, assumiu a direção executiva da CBN. Durante três anos, apresentou o programa Notícia em foco, sobre mídia, e atualmente apresenta, aos sábados, o 50 Mais CBN. É mestre em Comunicação pela UFRJ, tem extensão na Fundação Dom Cabral e MBA em Gestão de Negócios pelo Ibmec.

Conquistou um Prêmio Esso em 1988 e por duas vezes recebeu o Troféu Mulher Imprensa. É coautora dos livros CBN, a rádio que toca notícia, editado para celebrar os 15 anos da emissora, e Manual de Redação CBN, publicado no 20º aniversário. É também autora de dois livros de poemas e três infantis, o último lançado há um mês. Em 2010, representou a CBN na conquista do Prêmio de Veículo do Ano em Sustentabilidade, concedido por Jornalistas&Cia em parceria com o HSBC.

Álvaro é comentarista esportivo da CBN desde 2002. Além da gerência e das transmissões esportivas, vai ao ar duas vezes por dia, de segunda a sexta-feiras, na CBN Rio: às 8h20, no Momento do esporte, e às 11h40, no Toque de letra. É considerado um profissional habilidoso, que conhece bem a CBN.

Mariza, ao que se sabe e que ela própria informou à equipe, já vinha amadurecendo a ideia de deixar a empresa. E se também a empresa tinha esse desejo, o melhor, na opinião de todos, era sair agora em julho, um período mais tranquilo, do que depois, com os três eventos de impacto que deverão sacudir o País: Olimpíadas, impeachment e eleições. Mariza, vale ressaltar, fazia parte do Comitê Editorial, que se reúne semanalmente na TV Globo, com a presença de um dos acionistas da família Marinho. E ali, possivelmente, em uma das reuniões, surgiu um dos atritos que seriam decisivos para esse desfecho, pelo que apurou o Portal dos Jornalistas.

Ela, que era considerada mais poderosa que qualquer diretor-geral, foi questionada pela queda nos índices de audiência, e não gostou. Um salário alto, no antigo padrão do grupo Globo e que não deve permanecer, aliado a um baixo resultado, em termos de audiência, talvez tenham selado sua saída. Mas cortar salários não parece ser a principal questão.

Especialistas entendem que a programação envelheceu – o Jornalismo não dá mais furos – e, para uma rede nacional, precisaria ter um sotaque paulista. Além disso, foi citado que os profissionais do esporte “acham que futebol é o centro do mundo”, e não adequaram a informação esportiva para o transporte, onde o horário nobre dessa mídia – das 6h às 12h – aparece nos rádios do carros ou nos fones de ouvido em ônibus e metrô.

A questão da audiência pesa. O Ibope das FM no Rio, enviado aos assinantes para o último trimestre, mediu mais de 30 mil ouvintes no trânsito para a BandNews FM, com pico de 46 mil ouvintes. Em seguida, vêm a JB FM, com 23 mil; a FM O Dia, com 15,6, e só depois a CBN, com 12 mil ouvintes. A Rádio Globo, com 7 mil, aparece em 9º lugar.

A liderança da BandNews FM é avassaladora; chega, às vezes, a triplicar os índices da CBN. Ao que tudo indica, Ricardo Boechat, com sua pegada aguerrida contra as mazelas da cidade e do País nas manhãs da BandNews, faz uma enorme diferença. O SGR informa, oficialmente, que está definindo uma nova estrutura. Vamos acompanhar.

Ignácio de Loyla Brandão recebe láurea máxima da ABL

Aos 79 anos, Ignácio de Loyola Brandão é o primeiro ganhador do Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto da obra. A divulgação foi feita em 7/7, pela Academia Brasileira de Letras. Loyola receberá R$ 300 mil e diploma, que serão entregues em solenidade no Salão Nobre do Petit Trianon, na próxima quarta-feira (20/7), quando a Academia comemora 119 anos de fundação. Na oportunidade, a ABL também fará a entrega das Medalhas João Ribeiro ao educador Carlos Alberto Serpa de Oliveira e ao escritor Maxmiano de Carvalho e Silva. Segundo a entidade, em seu novo formato, o Prêmio Machado de Assis valoriza e reverencia o autor brasileiro, ao consagrar o conjunto de sua obra. Até 2015, a ABL concedia prêmios em diversas áreas (poesia, ficção, ensaio, literatura infanto-juvenil, tradução, cinema e História e Ciências Sociais), mas a partir deste ano apenas o Machado de Assis será o representativo da Academia, intercalando as áreas de Literatura e de Humanas. À Folha de S.Paulo, Loyola afirmou que o reconhecimento destravou o processo de escrever seu próximo romance, Desta terra nada vai sobrar a não ser o vento que sopra sobre ela. Sobre o livro, ele disse ao jornal “que é um pouco como vai ser este País”.

Jogos da Crise, por Ilustranet

Como faz todos os anos, a Ilustranet – estúdio online de ilustração e desenho – publica seu projeto especial, sobre um tema específico. Já estiveram na pauta Copa do Mundo, cinema nacional e clássicos do rock, entre outros. Para 2016, os chargistas do estúdio resolveram misturar o principal evento do ano, as Olimpíadas, com os fatos que fazem o País viver um de seus momentos mais críticos dos últimos tempos. Daí, nasceram modalidades olímpicas como “arremesso de provas” e “canoagem na lama”. Confira!

Sócrates e Casagrande, novamente juntos, em livro

O comentarista Walter Casagrande Júnior e o jornalista esportivo Gilvan Ribeiro assinam Sócrates & Casagrande – Uma história de amor, lançamento da Globo Livros que revela memórias da amizade entre dois dos maiores craques do Corinthians. Segundo a editora, o livro nasceu do desejo de Casagrande de criar um espaço em que pudesse conversar com Sócrates como nos velhos tempos – ocasião em que declararia seu amor e também acertaria contas com o amigo, falecido em 2011. A obra relata o envolvimento de Sócrates e Casagrande em episódios fundamentais como a Democracia Corinthiana e a campanha das Diretas Já, além de detalhes inéditos e reveladores sobre boemia, vícios, amores e a existência de um possível filho de Sócrates. Raras exceções no mundo do futebol, Casão e Magrão eram jogadores preocupados com questões sociais e políticas. Além de participarem da luta contra a ditadura militar, enfrentaram com coragem o autoritarismo dos clubes. Apoiavam um ao outro, também, nos problemas sofridos devido ao abuso de álcool, por Sócrates, e de drogas, por Casagrande. Com prefácio de Marcelo Rubens Paiva, traz um caderno repleto de imagens da dupla dentro e fora dos campos. Quatro lançamentos estão marcados: 12/7 – 19h – FNAC Paulista (av. Paulista, 901, São Paulo/SP) 16/7 – 11h – Memorial do Corinthians ( rua São Jorge, 777, São Paulo/SP) 19/7 – 19h – Saraiva do Shopping Rio Sul (av. Lauro Muller, 116, Rio de Janeiro/RJ) 26/7 – 19h30 – Saraiva do Cineclube Cauim (rua São Sebastião, 920, Ribeirão Preto/SP)

FNPI oferece bolsas de Jornalismo Cultural

A Fundação Novo Jornalismo Iberoamericano (FNPI), fundada em 1994 pelo jornalista e escritor Gabriel García Márquez, abre inscrições para bolsas de Jornalismo Cultural. Os selecionados visitarão as cidades de Cartagena de Indias e San Basilio de Palenque, na Colômbia, entre 29/8 e 3/9, para participarem uma série de oficinas, além de produzirem reportagens relacionadas ao jornalismo cultural. Interessados devem inscrever-se até 12 de julho. Ao todo, serão selecionados 15 jornalistas de todo o mundo, sendo cinco colombianos, cinco latinoamericanos e cinco de outros países. Para concorrerem à bolsa, os interessados devem ter experiência na cobertura de assuntos culturais, com ênfase na cultura popular, e na cobertura de temas raciais. Devem ainda ter fluência em inglês, no mínimo três anos de experiência jornalística e trabalhar ou publicar com frequência nos meios impresso ou digital.

Mônica Foltran deixa o Diário Catarinense

Autora da série de reportagens Órfãos do Brasil, que em 2012 abordou o tráfico de crianças brasileiras – principalmente para Israel – em meados da década de 1980, Mônica Foltran deixou o Diário Catarinense, depois de cinco anos no jornal. Em entrevista ao site Making Of, ela diz orgulhar-se de ter “ajudado a mudar a vida de algumas pessoas e esse é o meu principal prêmio. Tive a sorte de trabalhar com pessoas que apostaram na pauta, o que trouxe grande repercussão ao jornal. A autora Glória Perez se inspirou com a reportagem e o Diário Catarinense foi citado algumas vezes na novela Salve Jorge, no Programa do Faustão e no Jornal Hoje. O jornalismo é feito de boas histórias e de pessoas apaixonadas. E é o que pretendo continuar fazendo, em outros veículos e outros meios”.

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