Pouco mais de um ano após a mais radical e ousada reestruturação em seus negócios, então sob a liderança de Alexandre Caldini, o Grupo Abril muda novamente de rumo e postura, apostando numa nova visão de mercado. No comunicado que divulgou na última semana, assinado por seu presidente Walter Longo, a organização apresentou o que classifica de nova “perspectiva sobre seus negócios para gerar inovação, sinergias e reapresentar seu portfólio completo de serviços: Mídia, Assinaturas, Print, Total Express, Licensing, Casa Cor, Abril BrandedContent (ABC) e Abril Big Data (ABD)”. Nas palavras de Longo, o grupo estará focado “em trabalhar as potencialidades individuais de cada um desses pilares e otimizar essa força por meio da combinação de suas expertises e integração entre as unidades. Acreditamos que isso nos permite atender os novos desafios do mercado”. Como não é comum uma empresa desse porte anunciar mudanças relevantes em tão curtos períodos de tempo, é de se supor que os acionistas não estão satisfeitos com o que foi até aqui implementado e, sob nova gestão, buscam outros caminhos. A reestruturação em curso será apoiada por uma campanha que tem como slogan Bem-vindo à indústria do conhecimento. Como exemplos práticos dessa nova visão a empresa cita a criação do GoBox, plataforma de clube de assinaturas de produtos que combina os pilares de mídia, distribuição, Abril Big Data e assinaturas e que ainda este mês estará disponível para o público já com dez lançamentos; e o GotoShop, operação de e-commerce, lançada em julho, que une Abril Big Data, Mídia e Total Express (braço de logística e distribuição). Com isso, a Abril pretende dar a seus leitores a possibilidade de comprar produtos vistos nas páginas das versões impressas e digitais das revistas e sites. “O Grupo Abril reúne os serviços essenciais para a venda de produtos de qualquer indústria, da mídia à conversão e entrega”, garante Longo. “Além de grande produtora de conteúdo, a empresa se consolida também como marketplace e empresa de serviços. Esta é uma indústria moderna, que está a serviço do leitor e do mercado”. Ele promete mais novidades para os próximos meses. Mudanças em sequência Desde a morte relativamente precoce de Roberto Civita, em maio de 2013, o Grupo Abril, diante da crise sem precedentes do mercado editorial, em particular no segmento de revistas, defronta-se com o desafio da sobrevivência e da reinvenção de seus negócios. Nesse período, houve trocas de direção mais de uma vez, significativa redução de instalações, brutal enxugamento de pessoal nas múltiplas atividades, venda e descontinuidade de vários títulos, aporte de capital da família para fazer frente à elevada queda nas receitas e ao significativo endividamento e, como agora, reestruturações nos negócios. De típica editora de revistas, a Abril hoje parte para negócios em campos como e-commerce, distribuição, big data, branded content, entre outros. O Portal dos Jornalistas traz uma linha do tempo com as principais mudanças na empresa desde a morte de Civita. Confira nos links ou notas a seguir: 7/6/2013 – Tem início a reestruturação na Abril 31/7/2013 – Reestruturação na Abril é esperada para os próximos dias 8/10/2013 – Ricardo Anderaos dirigirá Brasil Post, parceria da Abril com Huffington Post 9/10/2013 – Jairo Leal deixa a Abril 31/10/2013 – Após anunciar no início de outubro uma parceria com o site de notícias sobre política, celebridades e entretenimento Huffington Post, a Abril deu mais um passo em sua estratégia de ampliar a divisão de negócios digitais. Segundo Cynthia Malta informou no Valor Econômico em 31/10, a empresa comprou, por valor não revelado, 51% do Meu Espelho, site especializado na venda de cosméticos e perfumes. De acordo com a repórter, é a primeira aquisição de uma empresa de comércio eletrônico pela Abril, embora sua divisão de negócios digitais já seja responsável pelo iba, site que vende revistas e livros, e tenha uma parceria com a varejista online Mobly no site Casa.com.br para outros tipos de produtos, como móveis, roupa de cama e banho e eletrodomésticos de pequeno porte – atrelados às revistas de decoração do grupo. “A compra do site Meu Espelho, fundado há dois anos pelas empresárias Bianca Latgé e Renata Merquior, faz parte da estratégia comercial de usar as revistas femininas da Abril – Claudia e Nova, por exemplo – para alavancar vendas de produtos de beleza”, diz Cynthia na matéria. “A Abril poderá aumentar a fatia de 51% no site, em 2014, e informou a intenção de capitalizar a empresa, ‘garantindo recursos para mídia e para o aumento da oferta de produtos’. O comunicado também informa que a Abril ‘aposta na sinergia com a Total Express’. Esta empresa do grupo controlado pela família Civita opera em logística e distribuição e tem entre seus clientes alguns dos principais sites de comércio eletrônico do País”. 17/7/2014 – Transferência de títulos da Abril para Editora Caras preserva empregos 24/7/2014 – Alexandre Caldini deixa o Valor Econômico e volta à Abril 26/8/2014 – Abril adota novo modelo organizacional 7/1/2015 – Mais enxuta, Abril reduz ocupação do prédio da Marginal de Pinheiros 13/2/2015 – Em novo movimento de reestruturação, Abrilpar vende controle da Abril Educação para Fundos Tarpon 7/3/2015 – Giancarlo Civita assume lugar de Fábio Colletti Barbosa no comando da Abril Mídia 20/5/2015 – Vilma Gryzinski, Isabela Boscov, Karina Pastore e Leonel Kaz deixam Veja 3/6/2015 – Alexandre Caldini: “Partimos para alterar de forma radical o mindset da Abril” 19/11/2015 – Abril deixa de editar Playboy, Men’s Health e Women’s Health 14/12/2015 – Abril recebe aporte de R$ 450 milhões da família Civita 1/2016 – A Fundação Victor Civita firmou em dezembro acordo com Fundação Lemann e transferiu para esta as marcas Nova Escola e Gestão Escola neste início de ano. Segundo comunicado sobre o negócio, o desejo das duas organizações “é dar um novo impulso a ambas, garantindo que elas cresçam ainda mais e continuem ajudando a colocar professores e gestores no centro do debate educacional”. 25/2/2016 – Grupo Abril sob nova direção 31/3/2016 – Abril anuncia nova reestruturação. Alexandre Caldini deixa a Presidência da Editora
Jogos Olímpicos ainda em pauta
A semana de maior movimentação dos Jogos Olímpicos, com as finais de boa parte das disputas por equipes, dá ainda mais trabalho aos jornalistas. E em setembro vêm os Paralímpicos Acidente No início da tarde de 15/8, uma câmera de televisão operada pelo OBS (Olympic Broadcasting Service) no Parque Olímpico da Barra despencou dos cabos que a sustentavam, caindo em um local aberto ao público. Sete pessoas ficaram feridas – cinco atingidas pelo cabo que mantinha a câmera e duas por estilhaços das lentes –, mas não houve ferimentos graves. As pessoas foram socorridas por bombeiros e membros da Força Nacional. As chamadas “câmeras aéreas” funcionam suspensas por cabos de aço a 20 metros de altura e pesam cerca de 100 quilos. No Parque Olímpico, captam imagens de todas as arenas, por 2 km. Antes do acidente, rajadas de vento de mais de 50 km/h balançaram perigosamente a câmera em questão, perto da Arena Carioca 1, onde ocorrem as partidas de basquete, e um dos cabos se rompeu. A OBS não considerou o risco de queda, mas isolou a área abaixo da localização da câmera, impedindo a circulação do público. O vento rompeu outros cabos e levou a câmera a cair fora do local isolado. A OBS enviou equipes para apurar o acidente, e a 42ª Delegacia de Polícia Civil fez uma perícia no local. OBS é a empresa criada pelo Comitê Olímpico Internacional em 2001 para produzir e gerar as imagens das transmissões olímpicas usadas por televisões de todo o mundo. A empresa informou que suspendeu o uso da câmera aérea que fica na Lagoa, local das competições de remo e canoagem, para uma inspeção de segurança. A câmera aérea do estádio de atletismo não foi usada em 15/8 por causa do vento forte na região. Na mídia André Miranda de Souza e Flávia Aguiar vão monitorar as redes sociais dos atletas e produzir matérias para as mídias digitais de O Globo. Eles foram deslocados das atividades rotineiras para reforçar a equipe dedicada às Olimpíadas, formada por Carlos Alberto Teixeira, Elaine Neves, Fred Portela, Verônica Raner e Sérgio Maggi. No Snapchat, o jornal mostra os bastidores da Redação e do trabalho dos repórteres na rua. O GloboEsporte.com bateu seu próprio recorde de audiência. Em 8/8, quando a judoca Rafaela Silva ganhou medalha de ouro, o site teve 18 milhões de visitantes. Até então, a maior marca, de 17 milhões, fora obtida na final da Copa do Mundo de 2014. Nas assessorias q Para quem não quer repetir as casas temáticas mais badaladas, vão alguns assessores dos países com atletas participantes dos Jogos: África – Joao Gilberto Vaz ([email protected] e 61-8161-8888) Alemanha – Joaquim Schemel ([email protected] e 21-3380-3712) e Tatyana Kaulich ([email protected] e 21-3380-3716) Áustria – Christoph Robertson ([email protected] e 21-3284-8703 ou 979-600-351) Colômbia – Juan Pablo Hernandez de Alba ([email protected] e 61-3214-8900) Coreia do Sul – Simone Franco ([email protected] e 21-2172-0908) e Ronaldo Damasceno ([email protected] e 21-2172-0910) Dinamarca – Jens Olesen ([email protected] e 11-3758-2101) Finlândia – Heli Katajamäki (essa está longe, no 358-50-340-0677) França – Hugo Sppezapria ([email protected] e 21-983-558-521) México – Adolfo Zepeda ([email protected] e 21-3262-3202) Oceania – Matai Akaoula responde pelos 15 Comitês Olímpicos da Oceania (ONOC) no [email protected] e 21-987-504-295 Portugal – Pedro Sequeira Ribeiro ([email protected] e 351-91-770-5507), República Tcheca – Barbora Zehanova (21-990-236-619) Suíça – Alexandre Edelmann ([email protected] e 21-990-401-986) Na polícia Os ônibus que transportam jornalistas do Parque Olímpico até Deodoro passaram a ter escolta policial. O Comitê Organizador solicitou a proteção depois que um desses ônibus foi apedrejado, no início da noite de 9 de agosto. O patrulhamento na região também foi reforçado. O ônibus fazia parte do sistema de transporte de mídia, para brasileiros e estrangeiros, entre as arenas da Olimpíada. Deixava a Arena da Juventude, em Deodoro, em direção ao Parque Olímpico da Barra, quando foi atacado com pedras e teve as janelas quebradas. O jornalista bielorusso Artur Zhol sofreu um pequeno corte. O motorista seguiu até encontrar um carro da polícia, que escoltou o ônibus até o Centro de Mídia. Nos Paralímpicos As cerimônias de abertura e de encerramento dos Jogos Paralímpicos, que vão de 7 a 18/9, terão assessoria da MNiemeyer para a imprensa nacional e internacional. A realização dos eventos, no Maracanã, é da Cerimônias Cariocas 2016, união da brasileira SRCOM (de Abel Gomes e seus sócios) com a italiana Filmmaster Group. No atendimento, estão Rodolfo Franco ([email protected] e 21-2178-2599) e Renata Souto (renata@).
Samy Adghirni começa na Bloomberg em Brasília
Samy Adghirni deixou no início do mês a Folha de S.Paulo, onde estava há nove anos, e começou na cobertura de Política da Bloomberg em Brasília. Primeiro correspondente de um jornal brasileiro no Irã, em que ficou por três anos, ocupava desde 2014 o mesmo posto na Venezuela.
Nascido na França, onde atuou em diversos veículos, no Brasil também teve passagens por Rádio Guaíba (pela qual cobriu a Copa do Mundo de 1998), Correio Braziliense e foi setorista no Itamaraty. Lançou em 2014 o livro Os iranianos, pela editora Contexto.
Guilhermo Codazzi é o novo editor-chefe de O Vale
Sheila Faria deixa o jornal Sheila Faria, editora-chefe de O Vale (São José dos Campos), anunciou a sua saída do jornal após 19 anos de casa. “Foi uma decisão difícil”, disse ela em mensagem aos colegas editores da Rede APJ nessa segunda-feira (15/8). Sheila (12-996-443-379), que havia assumido o posto no final de novembro de 2015, em substituição a Hélcio Costa, ainda não definiu seus próximos passos profissionais. No lugar dela, promovido, ficou Guilhermo Codazzi, que era editor executivo. O contato dele é [email protected].
Jornalistas iniciantes: oportunidade de bolsa nos EUA
A bolsa Alfred Friendly para jornalistas está com inscrições abertas até 31 de agosto. O programa, dirigido a profissionais em início de carreira, promove intercâmbio entre jornalistas de países emergentes e em desenvolvimento e os Estados Unidos. De maio a setembro de 2017, os selecionados trabalharão em tempo integral nas redações de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, como The New York Times, Chicago Tribune, Los Angeles Times e Washington Post. Nas duas primeiras semanas do programa, os participantes passarão por seminários e cursos na Missouri School of Journalism. Todas as despesas serão cobertas pela bolsa, que existe desde 1984 e da qual já participaram 13 jornalistas brasileiros. Para ser elegível, o profissional deve ter entre 25 e 35 anos de idade, proficiência em inglês, emprego em tempo integral como jornalista no Brasil e, no mínimo, três anos de experiência profissional. Inscreva-se!
Conferência global do ISOJ recebe inscrições de trabalhos
O Simpósio Internacional de Jornalismo Online (ISOJ) recebe trabalhos de pesquisa para a 18a edição de sua conferência global, marcada para 21 e 22 de abril de 2017, e para a edição multimídia #ISOJ Journal. Os trabalhos devem ser baseados em pesquisa original sobre jornalismo online. Todos serão anonimamente avaliados por um painel de especialistas das principais universidades em todo o mundo. Pesquisas anteriormente apresentadas na conferência têm focado em modelos de negócios para o jornalismo digital, no impacto da tecnologia móvel sobre o jornalismo, na mudança de papéis de jornalistas e leitores, e muito mais. As pesquisas escolhidas são apresentadas tanto na edição multimídia online do #ISOJ Journal quanto em uma edição impressa. Autores também apresentarão as suas conclusões na Conferência ISOJ em abril de 2017. Junto com submissões de artigos de pesquisa, os autores são incentivados a incluir material multimídia como vídeos, infográficos interativos e arquivos de áudio, que complementam a pesquisa e serão incluídos na revista. O prazo para envio é 6 de janeiro de 2017.
Durante a Rio 2016, RSF lança campanha para denunciar violência contra jornalistas
A ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) lança durante a Rio 2016 uma ação para denunciar as violências contra os jornalistas no Brasil. Com o projeto Algumas vitórias não merecem medalhas, a organização busca alertar a sociedade para os riscos da profissão e pressionar as autoridades para que tomem medidas concretas para garantir maior segurança aos jornalistas. Ações semelhantes foram encabeçadas pela RSF durante os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, e os Jogos de Inverno de Sochi, em 2014. “Nós queremos conscientizar e alertar a população sobre o grande número de casos de violência contra jornalistas no País”, declara Emmanuel Colombié, diretor da ONG na América Latina. “Não são só assassinatos, são casos de assédio judicial, agressões durante protestos e constrangimentos”. Para ele, é fundamental que tanto os profissionais da mídia quanto a população em geral saibam sobre casos que violem a liberdade de imprensa: “A Repórteres Sem Fronteiras considera que a liberdade de imprensa é fundamental para qualquer democracia. É necessário informar a população para que não se esqueça do papel fundamental da mídia e para que essa profissão possa ser exercida com segurança”. Durante a campanha, serão distribuídos comunicados à imprensa com mais informações sobre os casos de violência e assassinatos contra jornalistas, os números da impunidade e o tratamento dado pela Justiça. Cartazes, flyers e cartões postais serão distribuídos em pontos estratégicos do Rio, que além de sede da Olimpíada, é a casa da Repórteres Sem Fronteiras.
J&Cia e Maxpress unem-se para homenagear Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças
Premiação já conta com patrocínio de Gerdau e BTG/Pactual e apoio da Abracom
Depois de homenagear em 2014 e 2015 Os +Admirados Jornalistas Brasileiros, em 2015 Os +Admirados da Imprensa Automotiva e neste ano As +Admiradas Jornalistas Brasileiras, Jornalistas&Cia e Maxpress unem-se agora para homenagear Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças do País.
E o fazem seguindo o mesmo padrão técnico e de segurança das premiações anteriores, de modo a que os resultados expressem o real sentimento dos jornalistas e profissionais de comunicação sobre seus pares especializados no jornalismo de Economia.
O prêmio nasce com as confirmações de Gerdau e BTG/Pactual como patrocinadores e apoio institucional da Abracom. Vai até 31 de agosto o primeiro turno de votação, em que um colégio eleitoral com cerca de 51 mil nomes poderá indicar até cinco jornalistas que atuem na área, em qualquer função, veículo e região do País; e até três nomes nas categorias Veículos de Comunicação, Programas de TV, Programas de Rádio e Sites/Blogs (especializados em Economia).
Do primeiro turno sairão os finalistas – que concorrerão aos TOP 50 (independentemente de cargo, veículo, plataforma ou região do País em que atuem) e às short lists das categorias Repórter, Comentarista/Colunista, Diretor/Editor de Economia, Veículo Especializado, Programa de TV, Programa de Rádio e Site/Blog. O segundo turno, que definirá os vencedores, será realizado no período de 12 a 28 de setembro, com apuração marcada para 29 de setembro e divulgação em 5 de outubro, numa edição especial do J&Cia.
A festa de premiação está marcada para 7 de novembro, em São Paulo, num almoço para 200 convidados. Qualquer jornalista ou profissional de comunicação pode votar. Caso não receba a carta com o link de votação da Maxpress, basta pedir a inclusão no mailing pelo e-mail [email protected]. Outras informações na Jornalistas Editora pelo 11-3861-5280 ou [email protected].
Eduardo Laguna começa no Broadcast da Agência Estado
Eduardo Laguna, que deixou em julho o Valor Econômico, onde desde 2011 cuidava da cobertura do setor automotivo, começou em 8/8 na equipe de reportagem do AE Broadcast, serviço especializado em economia e finanças da Agência Estado. Nesse novo desafio atuará na cobertura de Macroeconomia, com foco em comércio exterior. “Com isso, minha participação no segmento automotivo deve diminuir, embora em algumas pautas ainda terei contato com o segmento”. Formado em Jornalismo pela PUC-SP e com especialização em Economia e Mercado Financeiro pela FIA, antes do Valor Eduardo passou pelo DCI e pelas agências Steel Business Briefing e Leia. Os novos contatos dele são 11-3457-8664 e [email protected].
Oscar Pilagallo estreia no romance
Depois de seis livros de história, Oscar Pilagallo ([email protected]) lançou na semana passada sua primeira obra de não ficção, Lua de vinil (selo Seguinte, da Companhia das Letras). O romance, passado nos anos 1970, aborda o dilema moral que faz amadurecer um garoto às voltas com descobertas transformadoras: o amor, a morte do pai e os porões da ditadura militar. Jornalista desde 1975, com passagens por Folha de S.Paulo, BBC de Londres e Entrelivros, revista que criou e editou nos anos 2000, Oscar é autor de A aventura do dinheiro, O Brasil em sobressalto, A história do Brasil no século XX e História da imprensa paulista, que conquistou um Jabuti. Escreveu ainda o ensaio musical-biográfico Roberto Carlos e o roteiro da HQ O golpe de 64, com ilustrações de Rafael Campos Rocha.







