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sábado, abril 25, 2026

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Torcedores.com e Marcelo Tas selecionam time para cobertura da Copa

O site Torcedores.com está selecionando jornalistas e comunicadores (profissionais e universitários) para formar uma equipe de cobertura da Copa do Mundo da Rússia. Os dez profissionais escolhidos produzirão reportagens especiais em diferentes mídias sob coordenação de Marcelo Tas (sócio e responsável pela plataforma de educação do site).

Os inscritos participarão de um curso gratuito de três módulos, com duração de 12 horas. As inscrições vão até 24/3 na plataforma online do Torcedores.com.

“Vou compartilhar minha experiência de já ter passado por sete coberturas, entre Copa e Olimpíadas, por diferentes veículos e linguagens”, diz Tas. “Os candidatos serão desafiados a botar a mão massa. Haverá treinamento sobre técnicas de entrevista, como perder a timidez diante da câmera e como avaliar a melhor ferramenta para cada situação. Seja dentro do estádio na Rússia ou no meio da torcida num bar de uma pequena cidade do nordeste brasileiro, o que vale é uma boa história”..

Mais informações para a imprensa com Andrezza Queiroga ([email protected] ou 11-2579-0937 / 3063-1195).

 

FOX Sports inicia seletiva para narradoras da Copa do Mundo

Vanessa Riche
Vanessa Riche

A Fox Sports iniciou em 26/2 o processo seletivo para escolher narradoras de futebol para a Copa do Mundo da Rússia. As candidatas do projeto Narra quem sabe serão as primeiras mulheres a narrar um jogo de Copa do Mundo na TV brasileira. Para participar, cada interessada deve enviar para [email protected], até 18/3, um arquivo de áudio ou vídeo de pelo menos cinco minutos com a narração de um jogo de futebol .

Contratada recentemente como líder e curadora do projeto, Vanessa Riche vai conduzir treinamentos e testes com as candidatas selecionas na sede da Fox Sports no Rio e será responsável por avaliar o material. Mais informações sobre o processo estão disponíveis no site do canal.

CDI conquista contas de Weleda e Vai.Car

A CDI é a nova agência de comunicação dos cosméticos Weleda, e da Vai.Car, startup americana para aluguel de automóveis. “Nosso trabalho será focado em fortalecer a imagem e ampliar o relacionamento de Weleda e Vai.Car com os públicos de interesse”, destaca Henrique Repiso, diretor executivo do Grupo CDI. “Acreditamos que a parceria com essas empresas, que são referências em seus segmentos, será de muito sucesso”.

A equipe de atendimento da Weleda é formada pela executiva Carina Eguía ([email protected] e 11-3817-7997), com coordenação de Monica Giacomini ([email protected] e 11-3817-7976) e direção de Lena Miessva ([email protected] e 11-3817-7999), além de Fabiana Ribeiro, digital leader ([email protected] e 11-3817-7973).

Já a Vai.Car, conta com a equipe de atendimento formada pela executiva Giovanna Nichi ([email protected] e 11-3817-7943), com coordenação de William Maia ([email protected] e 11-3817-7968) e direção de Graziela Voltarelli ([email protected] e 11-3817-7941).

Lorenzo Natali recebe inscrições até 9 de março

Termina em 9 de março o prazo para concorrer ao Lorenzo Natali Media Prize, concurso promovido anualmente pela Comissão Europeia. Nesta edição serão aceitos trabalhos que abordem questões específicas de países em desenvolvimento e que tenham sido publicados entre 21 de março de 2017 e 9 de março de 2018.

Para matérias escritas, existe um limite de 1.500 palavras, enquanto reportagens em áudio e vídeo não devem ultrapassar dez minutos. O concurso selecionará dez vencedores, cada um dos quais receberá um prêmio no valor de € 5 mil (R$ 16,5 mil). Um deles ainda será escolhido para o Grande Prêmio, o que lhe garantirá outros € 5 mil. Neste ano, o prêmio também contará com uma categoria especial sobre violência contra mulheres e meninas. Todos os ganhadores serão convidados a participar da cerimônia de entrega, em Bruxelas, na Bélgica, em junho. Os gastos serão cobertos pela Comissão Europeia.

Interessados devem enviar pelo site a reportagem, com tradução para inglês, francês ou espanhol.

De cara nova, revista AutoData promove retorno de Marcos Rozen

Marcos Rozen

Depois de um ano e meio, Marcos Rozen está de volta à equipe da AutoData, agora como editor da revista. Ele assume o mesmo cargo de editor que ocupou em sua passagem anterior pela casa, porém na época pela Agência AutoData. Entra na vaga que vinha sendo ocupada por Henrique Skujis, que se desliga do dia-a-dia da editora, mas seguirá colaborando periodicamente com a publicação.

“Chegamos a um acordo interessante para ambos, onde poderei retomar minha atuação diária no jornalismo automotivo, sem prejudicar a operação do Museu da Imprensa Automotiva”, destaca Rozen, que desde sua saída da AutoData em junho de 2016, vinha se dedicando para colocar em operação o projeto do MIAU, inaugurado em outubro do ano passado. “Como o museu só funciona de fim de semana, conseguirei tocar os dois projetos tranquilamente”.

A publicação, a propósito, ganhou novo visual em sua edição de fevereiro, que foi apresentada aos profissionais das fabricantes nesta quinta-feira (22/2), em São Paulo. A mudança faz parte de um intenso processo de reformulação que revista, agência e newsletters da AutoData vem passando desde a chegada de Leandro Alves, no início de 2017. Em entrevista ao boletim Jornalistas&Cia Imprensa Auto, em novembro de 2017, Leandro e o Publisher Márcio Stéfani, já haviam explicado todas as bases da nova AuroData.

Dentre as recentes alterações, que envolveu inclusive a criação de um novo logotipo, a revista passou a contar com uma nova fonte. Segundo o diretor de arte e responsável pelo projeto, Romeu Bassi Neto, essa mudança resultou em um ganho aproximado de 30% no texto, espaço esse que dará lugar a mais elementos gráficos, como fotos e infográficos. Outra novidade foi a criação de uma edição digital da revista traduzida para o inglês.

“Essa é mais uma etapa de um ano que tem sido de grandes novidades na AutoData”, comenta Leandro. ”Continuaremos investindo nossos esforços na produção de um conteúdo bastante analítico, com versões em português e inglês, visando atingir também os executivos que atuam no Brasil, mas que não dominam nosso idioma”. A próxima etapa desse processo, ele adianta, será a aplicação da nova identidade visual nas demais plataformas da casa.

Versões em português e inglês da nova revista AutoData

Licitação da TV Assembleia SP pode gerar demissão em massa

Está marcada para esta semana a licitação para buscar nova empresa responsável pela operação da TV Assembleia de São Paulo. Será via pregão eletrônico e poderá gerar demissão dos jornalistas e radialistas que a ela prestam serviços atualmente.

Segundo informações do colunista Flávio Ricco, do UOL, a concorrência da TV Alesp é o exemplo da vez, mas, como ela, outras tantas vinculadas aos mais diferentes órgãos públicos sempre acabam abrindo brecha para incertezas e preocupações dos mais diferentes tamanhos.

“Estão todos apavorados, com a maior das razões”, escreveu Ricco. “De se lamentar que o exemplo da TV Justiça, do Supremo Tribunal Federal, não seja um modelo padrão, a ser seguido por todos. Lá, a disputa foi feita via envelope fechado, com salário mínimo estipulado para cada função e qualificação dos participantes antes e depois da licitação. Transparência absoluta, sem o risco de entregar os serviços para uma empresa inexperiente no ramo ou nas mãos de profissionais sem quaisquer condições de tocar os seus trabalhos”.

Cartunista JAL lança vídeos no YouTube

José Alberto Loureiro
José Alberto Lovetro

O cartunista José Alberto Lovetro (JAL) lança no YouTube a série Vou falar com Memé, vídeos para o público adulto que trazem humor ao banheiro. Segundo ele, “a ideia é falar da vida e seus problemas através desse momento muito íntimo de cada um. O grande desafio a que me propus nessa série é mostrar o quanto erramos ao tentar esconder nosso lado que consideramos feio para os outros. Aí pensei em dar a voz para ‘Memé’ e brincar com os problemas do próprio ser humano. A função do humor é questionar a tudo e a todos para um dia sabermos viver melhor”.

Os vídeos são curtos, em média três minutos cada, e toda quinta-feira haverá uma nova piada para se divertir. Mais informações a imprensa com Bete Faria Nicastro (11-3862-1586 / 0483 ou [email protected])

Canal Futura e Agência Lupa lançam projeto Fake ou News

O Canal Futura e a Agência Lupa, com apoio do Google, lançam nesta segunda-feira (26/2) o projeto Fake ou News, que tem por objetivo auxiliar o público a checar a veracidade de informações que circulam na internet, combatendo e ajudando no combate a notícias enganosas. A plataforma vai identificar as notícias falsas e reunir conteúdos sobre temas como “Por que checar antes de publicar ou compartilhar uma informação?”, “Será que essa informação está dentro do contexto?” e “Nem tudo o que se vê (e se ouve) é real. E agora?”.

José Brito, gerente de Distribuição do Canal Futura, afirmou em comunicado à imprensa que uma das ferramentas do projeto é mostrar como identificar boatos e separá-los de informações verificadas e que já estão na web: “Ampliamos as práticas de verificação de fatos e conteúdos, transformando o projeto em uma grande plataforma de educação digital”.

Infoglobo anuncia novas colunas no jornal O Globo

Novo projeto na revista Época, e contrata a In Press para assessoria de comunicação

O Globo rearruma suas colunas e traz novos colunistas

O jornal O Globo recomeçou a publicar em 19/2 as crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos na última página do Segundo Caderno, espaço que ele ocupou por 11 anos. E estreou a coluna Gente boa assinada por Marina Caruso, ex-Marie Claire.

No Esporte, Martín Fernandez passa a escrever aos sábados. Uruguaio radicado no Brasil desde a infância, Fernandez vem do Globoesporte.com e tem passagens por Estadão, Folha e Marca, de Madri. O fotógrafo Leonardo Aversa, que trabalhou no Globo por 25 anos, revelou-se como cronista na rede e no site Colabora, e ganhou agora, na editoria Rio, o espaço Crônicas cariocas. Confira a grade completa dos colunistas.

Época celebra 20 anos com mudanças no projeto, já na edição de 2 de março

A revista Época completa 20 anos em 2018. Para comemorar, renova a marca e os projetos gráfico, editorial e digital. Tudo isso será lançado em 2/3, com circulação prevista para as sextas-feiras.

Em termos editoriais, em vez de um resumo da semana, propõe-se a ter originalidade de assuntos e personagens para surpreender sempre. Tanto na versão impressa como no site, pretende abordar temas fora do eixo Rio-Brasília-São Paulo, com repórteres e colaboradores em todo o País, em séries de reportagens que serão atualizadas online e acompanhadas pela audiência na forma de episódios. Haverá podcasts com jornalistas da redação integrada e convidados; vídeos com bastidores de reportagens ou histórias produzidas especialmente para a plataforma digital; newsletters semanais enviadas com o cardápio de matérias da próxima edição; membership para assinantes premium que terão vantagens em eventos e promoções da revista.

Novos colunistas se juntam ao time: a economista Mônica Baumgarten De Bolle, professora da Johns Hopkins University, fala, é claro, sobre Economia; Marcos Nobre, cientista social e professor da Unicamp, numa coluna sobre Política; Paulo Roberto Pires, escritor e professor da UFRJ, ex-NO.com, aborda temas de Cultura e Sociedade, e Conrado Hübner Mendes, professor do Departamento de Direito da USP, escreve sobre assuntos nacionais e políticos. A revista prepara uma campanha de publicidade mostrando os rostos desses novos colunistas.

O projeto gráfico é assinado pelos designers Claudia Warrak e Raul Loureiro, que também desenharam o novo logotipo da marca. A tipografia escolhida permite mais texto por página, sem que pareça comprimido. O leiaute prioriza o equilíbrio entre colunas de texto e áreas brancas, o que ajuda a distinguir as páginas editoriais das publicitárias. A fotografia ganha mais importância, individualmente ou em ensaios.

A redação de Época passa para a integração com os jornais O Globo, Extra e Expresso. Como a revista vai circular também para os assinantes de Globo e Valor, a nova semanal terá uma circulação de mais de 500 mil exemplares.

In Press ganha a conta de Infoglobo, Editora Globo e Valor Econômico

A In Press Porter Novelli assumiu a conta de assessoria de comunicação de Infoglobo, Editora Globo e Valor Econômico, que fazem parte do Grupo Globo. O atendimento é de Mayara Benatti ([email protected]), com gerência de Leticia Schustoff (leticia.schustoff@) e direção de Tatiana Wolff (tatiana.wolff@).

Brasil 247 expande atuação apostando na plataforma TV

Completam-se neste fevereiro seis meses de operação da TV 247, braço do Brasil 247 criado para ser “o maior canal de notícias do campo progressista no YouTube brasileiro”. Hoje com três horas diárias de programas ao vivo, tem perto de 36 mil inscritos (as projeções indicam que pode chegar a 100 mil em outubro), traz noticiário comentado, entrevistas e debates, além de temas como meio ambiente e espiritualidade, questões raciais, conceitos e ideias sociológicas, geopolítica, literatura e cinema, história, feminismo e cidadania, entre outros.

O comando da programação está basicamente nas mãos de quatro pessoas: Leonardo Attuch, fundador e editor do Brasil 247, Paulo Moreira Leite, que já dirigiu Veja, Época e Diário Popular, Alex Solnik, também com longa trajetória na imprensa, e Gisele Federicce, editora do Brasil 247. Eles ocupam dois conjuntos num prédio do bairro paulistano do Itaim-Bibi, um deles exclusivo para o estúdio.

Leonardo falou a J&Cia sobre essa aposta na plataforma TV:

Jornalistas&Cia – Quando vocês mudaram para esse espaço?

Leonardo Attuch – Desde setembro. Todo mundo trabalhava remoto e a TV foi uma boa desculpa para nos juntarmos. Tudo começou em agosto, com entrevistas ao vivo pelo Facebook, na casa do Paulo. Aí resolvemos montar um estúdio para fazer essas entrevistas e depois criamos uma programação. O público desse campo da esquerda está muito carente de informações, o pessoal se sente muito abandonado. E a linguagem hoje é o vídeo.

J&Cia – Está tudo concentrado aqui?

Leo – A TV, sim. O site tem umas 20 pessoas, espalhadas pelo País. Nossa estrutura é pequena, econômica, temos estúdio e equipamentos adequados para um canal no YouTube. O diferencial de qualidade está nas pessoas, em quem comenta, no conteúdo. Fazemos isso num campo abandonado pela imprensa tradicional. A GloboNews, por exemplo, não tem comentaristas de esquerda. E quando aparece um entrevistado com esse viés, é um estresse danado. A Folha tem colunistas progressistas, mas isso gera muita tensão no jornal. Nós aqui não disfarçamos: temos um lado: somos contra a hegemonia da mídia tradicional.

J&Cia – Qual é a proporção entre o site e o vídeo?

Leo – A empresa é 90% o site. Porque é o que gera receita, de patrocínio, publicidade. A TV é praticamente uma nova empresa: outro público, quem vê o site não necessariamente vê a TV e vice-versa… É claro que acaba difundindo a marca, fazemos divulgação transversal. Publicamos alguns vídeos curtos no site, tem lá o link para a página da TV no YouTube. O que deveríamos fazer mais é lembrar para o público do site que temos conteúdo em vídeo. Nossa produção aumentou porque muita gente nos procura querendo participar dos programas. Hoje temos maior propensão por entrevistas ao vivo, em vídeo, bem diferente do modelo anterior, de gravar, editar. Para nós também é mais fácil editar depois, selecionando os melhores trechos; às vezes uma entrevista gera várias matérias pequenas. E o nosso acervo de conteúdo vai crescendo e pode ser usado permanentemente. Estamos tentando fazer aqui uma fábrica de pequenos vídeos. Por exemplo: o Igor Fuser fez um programa falando sobre o duelo das grandes potências pela América Latina. Muita gente assistiu ao vivo. Aí selecionamos os trechos mais interessantes e jogamos no próprio YouTube, no Facebook, no site… O Paulo e o Alex, que já eram colunistas do site, passaram a também fazer comentários curtos em vídeo. Às vezes, em texto e vídeo, pois são linguagens diferentes, para públicos distintos. E como a equipe é reduzida, aproveitamos esse conteúdo para alimentar o site nos finais de semana.

J&Cia – E como vocês financiam a operação?

Leo – O site tem hoje perto de 30 milhões de pageviews por mês, o que gera uma receita considerável de publicidade programática, embora não suficiente para pagar toda a operação. Por isso temos patrocínios, contratos privados e públicos. Na TV, o que paga a programação são as assinaturas. Fizemos uma campanha pra cima, justamente pedindo ajuda para fazer uma TV pela internet. Diferentemente de outros sites, não foi discurso pela sobrevivência, foi discurso de crescimento. Temos um número razoável de assinantes, uns anuais, outros mês a mês. Desde que começamos a campanha, em 24 de novembro, todo dia sempre entra alguém. Eles recebem duas newsletters por dia, de manhã e à noite. É um modelo diferente dos jornais, em que você paga para ler; aqui você paga pelo que poderia ter de graça, porque está apoiando uma causa. O Guardian é assim. Lá eles dizem: “Você está pagando para que o nosso conteúdo seja aberto ao maior número de pessoas”. É o contrário do que dizem a Folha e o Estadão: “Se você não pagar, fechamos o conteúdo e você não poderá ler”.

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