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terça-feira, abril 21, 2026

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George Vidor e Guilherme Fiuza despedem-se do Globo

O jornal O Globo descontinuou as colunas de George Vidor e Guilherme Fiuza.

A de Vidor foi publicada por mais de 20 anos. Ele começou no extinto Correio da Manhã e passou a maior parte da carreira no Globo. Em sua despedida no site do jornal, disse, com serenidade: “(…) E agora chegou a hora de dizer tchau aos leitores da edição de segunda-feira. Um pouco pelos 65 anos, um pouco pelo desgaste e cansaço de todos esses anos, um pouco pela necessidade de o jornal tentar outros caminhos, o que é perfeitamente compreensível. Do Globo só levo boas lembranças (as más já esqueci, rsrsrs). Parte da minha vida se passou na rua Irineu Marinho. Tive convites profissionais para sair, e nunca quis (…)”. No mesmo texto, ele lembrou também os 18 anos em que esteve na GloboNews.

Fiuza teve suspensa também sua coluna na revista Época, juntamente com a do jornal. Após 30 anos de profissão, tem notoriedade ainda como escritor e, entre vários livros, é autor de 3.000 dias no bunker, que conta os bastidores do Plano Real, e Meu nome não é Johnny, que deu origem ao filme.

Projeto do Facebook incentiva aumento de assinatura de jornais

O Facebook lançará um projeto-piloto para ajudar jornais norte-americanos a aumentarem as assinaturas digitais pagas. A iniciativa, que custará cerca de US$ 3 milhões, tenta minimizar as preocupações com o fato de que a rede social tem prejudicado as empresas de notícias, por monopolizar a publicidade na web.

A medida faz parte do projeto Facebook Journalism e trabalhará com um grupo pequeno de novas organizações metropolitanas. Campbell Brown, diretora de Associações de Notícias do Facebook, informou em comunicado que o objetivo é desbloquear estratégias que ajudem os editores a captarem assinaturas digitais de clientes dentro e fora da plataforma: “Sabemos que a rede é parte da estratégia para chegar aos leitores e, finalmente, gerar assinaturas pagas”. Ela adiantou que a empresa dará assessoria de especialistas em assinaturas digitais para ajudar a engajar os leitores.

Os jornais que integram o projeto são Atlanta Journal-Constitution, Boston Globe, Chicago Tribune, Dallas Morning News, Denver Post, Miami Herald, Minneapolis Star Tribune, Omaha World-Herald, Philadelphia Inquirer, Seattle Times, San Francisco Chronicle, The Tennessean e Newsday.

Cyro Martins deixa a rádio Gaúcha

Cyro Martins
Cyro Martins

Cyro Martins está deixando a Gerência de Jornalismo da rádio Gaúcha e o Grupo RBS, após 28 anos de casa. Andiara Petterle, vice-presidente de Produto e Operações da RBS, responderá pelo cargo interinamente. Segundo a emissora, a decisão faz parte de um processo que vinha sendo planejado em conjunto.

Em 2000, Cyro participou de projetos como o lançamento do jornal Diário Gaúcho. Colaborou com o processo de renovação da Gaúcha e mais recentemente na elaboração do projeto GaúchaZH, lançado em setembro, que envolve a união dos sites de Zero Hora e da rádio em uma plataforma única.

Prêmio ABMES de Jornalismo

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio ABMES de Jornalismo, da Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino SuperiorPodem ser inscritas matérias e reportagens jornalísticas em oito categorias – Impresso, Internet, e TV, todas nas modalidades Nacional e Regional – que tratem da educação superior no Brasil, publicadas entre 1º de junho de 2017 e 31 de maio de 2018. Os vencedores das modalidades nacionais recebem R$ 15 mil cada, e das regionais, R$ 10 mil. As inscrições vão até 8 de junho. Os finalistas serão anunciados em 6/7 e a cerimônia de premiação será em 7/8, em Brasília.

Segundo Janguiê Diniz, diretor presidente da ABMES, iniciativas como esse prêmio ajudam a reforçar a importância do papel social da educação superior particular que, atualmente, é responsável por 80% das matrículas do setor.

Ketchum é a nova agência de relações públicas da Panini

A Ketchum é a nova agência de relações públicas do Grupo Panini, líder mundial no setor de colecionáveis, cards e publicações, e responsável pelo álbum de figurinhas da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018.

Com sede na Itália, a multinacional é uma das principais editoras na área de colecionáveis de esportes, como NBA, NFL, FIFA 365, Liga Espanhola, Copa América e Campeonato Brasileiro, no setor de entretimento, com Ben 10, Carinha de Anjo, Dragon Ball e Liga da Justiça, entre outros, além de revistas e livros de grandes licenças, a exemplo de Marvel Comics, DC Comics, Vertigo, Turma da Mônica, Planet Manga (The Legend of Zelda, One-Punch Man e One Piece, por exemplo), Star Wars, The Walking Dead, entre outras marcas, na Europa e na América Latina.

A missão da Ketchum será contribuir para o fortalecimento da reputação e do posicionamento do Grupo Panini junto a seus públicos de interesse. O atendimento fica aos cuidados de Katila Garcia ([email protected] e 11-5090-8900/ramal 8707) e Adriana Toledo ([email protected] e 5090-8968).

 

Natália Viana é reconhecida como empreendedora social pela Ashoka

Natália Viana
Natália Viana

Natalia Viana, codiretora e uma das fundadoras da Agência Pública, agora faz parte da rede de empreendedores sociais da Ashoka, organização que há quase 40 anos reconhece e conecta pessoas responsáveis por alavancar transformações sociais no mundo todo. A entidade avaliou a trajetória pessoal e profissional dela para certificar que seu trabalho tem impacto mensurável e visível. No Brasil, já têm o trabalho reconhecido pela Ashoka nomes como Ronaldo Lemos, do Instituto de Tecnologia e Sociedade; Bia Barbosa, do Coletivo Intervozes; Leonardo Sakamoto, da ONG Repórter Brasil; e o fotógrafo João Roberto Ripper.

Jornalista há 18 anos, Natalia já cobriu violações de direitos humanos no México, Paraguai, Colômbia, Venezuela, Bolívia, Índia e Angola. É autora e coautora de quatro livros sobre violações de direitos humanos. Trabalhou em parceria com o Wikileaks e em 2011 fundou a Agência Pública em parceria com Marina Amaral.

“É um enorme orgulho para mim e para a Agência Pública fazer parte da rede Ashoka”, comemora Natalia. “Um reconhecimento de que estamos fazendo um trabalho que, além de produzir jornalismo investigativo de qualidade, está impactando e transformando o jornalismo brasileiro.  E um compromisso de que vamos fazer ainda mais”.

Imagem Corporativa amplia carteira e contrata

O melhor primeiro bimestre dos últimos cinco anos. É assim que a Imagem Corporativa define este início de 2018, período em que conquistou clientes como Rico Investimentos e Clear Corretora (do grupo XP Investimentos), Booking.comGrupo MouraWEX. O início do ano marcou também o fechamento de três projetos internacionais, um deles para a Copa do Mundo da Rússia.

“Adotamos novas abordagens, redesenhamos as funções das lideranças e colhemos os resultados “, diz Ciro Dias Reis, CEO da IC, que detalha as principais mudanças na equipe: Adélia Chagas, que ocupava posição de diretora, foi promovida a VP de Operações. Antes de ingressar em 2016 na Imagem Corporativa, ela havia trabalhado por 12 anos no Grupo Máquina, depois de ter atuado nas redações de Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil e Jornal da Tarde.

Para a diretoria antes ocupada por ela chegou Daniela Fernandes, ex-FSB e que também trabalhou nas revistas Época e IstoÉ Dinheiro. Na Imagem ela é agora responsável pela gestão de contas de Varejo, Tecnologia, Seguros e Educação.

A agência também reforçou a equipe de Brasília, contratando Fernanda Lambach para dirigir o escritório local e liderar projetos de comunicação e public affairs (Fernanda atuou durante oito anos na FSB, além de ter trabalhado como assessora na Câmara dos Deputados e no Ministério Público do DF); e contratou Felipe Lima (ex-Jornal do Commercio e que esteve na sequência na comunicação do Grupo FCA) para uma nova posição em Recife, no atendimento ao Grupo Moura.

“Ainda estamos recrutando outro executivo para uma posição de diretoria de atendimento em São Paulo”, diz Ciro, que destaca a crescente importância de projetos digitais e ações internacionais no portfólio da empresa.

Placar renascerá pelas mãos da empresária Patrícia Coelho

Avançam de forma consistente as negociações entre a empresária Patrícia Coelho Asgaard, do ramo de navegação, e a Abril para a aquisição da marca Placar, conforme informou em janeiro em seu blog no UOL Juca Kfouri, que dirigiu a publicação por muitos anos, tendo também atuado em funções de edição. As conversas estão agora entre os advogados das partes, mas pelo que apurou este J&Cia, sem maiores percalços.

Patrícia é do Rio de Janeiro, mas o projeto deve ter uma grande concentração em São Paulo, razão pela qual ela tem dividido seu tempo entre as duas cidades. Participam das conversas nomes experientes do jornalismo, alguns inclusive com passagem pela revista. Mas como esta é ainda uma fase preliminar, com mudanças de curso de semana para semana, eles próprios não sabem exatamente que papéis terão no novo projeto. Por isso preferem nem avançar em comentários.

Sabe-se que Placar poderá ser algo grandioso e isso tem animado todos os que estão em volta dele. Mas é praticamente certo que não voltará como a revista impressa que deu origem à marca, em 1970, mas como uma plataforma de produção de conteúdo para internet, programas de TV e documentários, além de provável venda de tudo isso para o exterior, conforme apurou Cristina Vaz de Carvalho, correspondente deste J&Cia no Rio de Janeiro.

Ainda não se conhece a provável data de lançamento, mas como estamos em ano de Copa do Mundo faz todo sentido que aproveite a força do evento para chegar ao mercado com vigor e ambição.

Entre os nomes que circulam como já acertados com o projeto, embora possa haver mudanças, estão os de Eurípedes Alcântara, Cleo Guimarães, Aloy Jupiara, Luiz Augusto Nunes, Cláudia Silva, Ricardo Correa e Cynthia Martins.

WPP anuncia fusão de Burson-Marsteller e Cohn & Wolfe

O Grupo WPP anunciou nessa terça-feira (27/2) em Nova York a fusão de suas agências globais de comunicação Burson-Marsteller e Cohn & Wolfe, transformadas agora em Burson Cohn & Wolfe (BCW), comandada por Donna Imperato. Segundo ela informou ao Holmes Report, a nova agência será a terceira maior do mundo, atrás apenas de Weber Shandwick e Edelman, com mais de quatro mil empregados em 42 países, entre eles o Brasil.

Donna Imperato, até agora CEO da Cohn & Wolfe, exercerá o mesmo cargo na nova empresa, enquanto Don Baer, CEO e chairman mundial da B-M, passa a chairman da BCW com foco em consultoria para clientes. O presidente global da B-M Kevin Bell assume a mesma posição na BCW.

Em 2017, a Burson-Marsteller foi ranqueada pela Holmes Report como a sexta maior agência de PR do mundo, com uma receita de US$ 480 milhões. A C&W foi a 12ª, com US$ 223 milhões.

Imperato garantiu à Holmes Report que não há previsão de demissões, enfatizando que a maior parte da equipe adicional será necessária porque a BCW é três vezes maior do que a C&W. Disse também que há planos de contratar mais talentos para serviços integrados.

No Brasil – A fusão mundial dessas duas marcas envolverá, por óbvio, as operações de ambas no Brasil. Mais antiga marca internacional de PR em atuação no País, onde está desde 1976, a filial da B-M é hoje liderada por Patrícia Ávila. Seu antecessor, Francisco Carvalho, foi promovido e está no comando da operação Latam. A Cohn & Wolfe, que aqui chegou comprando o controle da Máquina da Notícia em janeiro de 2016 e que por isso se chama Máquina Cohn & Wolfe, também tem uma liderança nova, Marcelo Diego, que sucedeu a fundadora Maristela Mafei, hoje fora da operação e morando no exterior. Juntas, as duas agências faturaram no Brasil em 2016, segundo estimativas do Anuário da Comunicação Corporativa, quase R$ 110 milhões (R$ 78,5 milhões da Máquina Cohn & Wolfe; e R$ 31 milhões da B-M), empregavam 303 pessoas (204 e 99, respectivamente), com 179 clientes (140 e 39).

Vale lembrar que o Grupo WPP, que tem origem no Reino Unido, é também dono de marcas mundiais de larga tradição, como Ogilvy e Hill and Knowlton (no Brasil desde 1986), e da brasileira Ideal, que foi adquirida há pouco mais de dois anos e hoje, como holding, lidera as marcas Ogilvy PR e Ideal H+K Strategies.

Por enquanto, todas as informações sobre a fusão estão concentradas nos EUA. E foi de lá que saiu o release anunciando o negócio. Quem acompanha o mercado diz que ele faz sentido e será benéfico para as empresas e para os objetivos gerais do grupo WPP. Fonte ouvida por J&Cia, comentando a lógica da negociação, brinca dizendo: “Não podemos esquecer que o CEO do Grupo WPP é sir Martin Sorrel, um financista obsessivo por números”. Outro executivo comentou que “esperam-se outros movimentos em direção semelhante para os próximos meses”.

Rodrigo Rangel deixa Veja-DF para dirigir nova revista

Rodrigo Rangel
Rodrigo Rangel

Luiz Weber é o novo secretário de Redação da Folha de S.Paulo

Depois de quase oito anos de casa, Rodrigo Rangel deixou em 26/2 o cargo de editor executivo de Veja Brasília, que ainda não definiu sua substituição. Ganhador de três Esso e com passagens por Correio Braziliense, O Globo, IstoÉ, Época e Estadão, aceitou convite de Diogo Mainardi e Mário Sabino, sócios de O Antagonista, para dirigir a Crusoé, nova revista semanal digital com conteúdos exclusivos e investigativos.

Luiz Alberto Weber, que era coordenador de especiais de Globo-Época, começou como secretário de Edição da sucursal da Folha de S.Paulo a convite do diretor Leandro Colon. Entra no lugar de Eduardo Cucolo, que deixou a empresa. A secretária de Produção da Folha é Julianna Sofia, também colunista aos sábados.

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