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domingo, abril 12, 2026

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Gláucia Santiago estreia na ESPN

Gláucia Santiago (ex-Globo) estreia nesta segunda-feira (30/9), na edição das 15h do programa Sportscenter, da ESPN Brasil. Ela será uma das apresentadoras do programa, ao lado de Gustavo Hofman. A contratação de Gláucia faz parte da reformulação dos canais ESPN.

Até agora setorista do Santos FC pela TV Tribuna (afiliada da Rede Globo), Gláucia já teve passagens por EPTV (afiliada da Globo em São Carlos) e SporTV.

Ao site do canal ela disse ver a oportunidade na ESPN como um grande desafio: “Foi uma coisa que me pegou de surpresa. Ser apresentadora é uma experiência que já tive, mas eu não esperava isso agora, e eu acho que foi isso que me cativou mais, por ser um momento diferente na minha carreira, uma outra oportunidade e que me pareceu um desafio bem legal’’.

A edição das 15h do Sportscenter vai ao ar na ESPN Brasil e no WatchESPN.

Jornal NH (RS) passa por reformulação

O Jornal NH, de Novo Hamburgo (RS), que integra o Grupo Editorial Sinos, circulou em 26/9 com diversas mudanças em suas versões impressa e digital. Fruto de um trabalho de seis meses, comandado por Eduardo Tessler, sócio-diretor da consultoria Mídiamundo, traz como principais características novos projeto gráfico (desenvolvido pelo designer Antonio Martín) e modelo editorial, com as versões impressa e digital funcionando de forma integrada.

Além disso, o ABC (edição dominical) passou a circular aos sábados e o site foi renovado, o mesmo ocorrendo com outros jornais do Grupo (Jornal de Gramado, Jornal VS, Diário de Canoas e Correio de Gravataí). A empresa também adotou nova estratégia comercial.

Tessler diz que as mudanças do jornal NH são “uma evolução natural. O grande ativo do Grupo Sinos é a tradição, o respeito, a relevância de suas marcas. A redação soube se repensar, propor mudanças ousar um pouco. Nós facilitamos esse processo e organizamos uma nova proposta editorial. O Grupo Sinos teve coragem. E quem ganha com isso é o leitor, a audiência”.

Antonio Martín afirma que o leitor terá acesso a um jornal “mais amigável, bonito e organizado, que devolverá ao leitor o prazer de ler”. (Veja+)

Livre.jor cria prêmio que estimula jornalismo provocativo

A Agência Livre.Jor, especializada em jornalismo de dados e em coberturas políticas, criada em 2016 em Curitiba, lançou o Prêmio Jornalismo-Mosca, que incentiva a prática de um jornalismo provocativo, zombeteiro, com temas de relevância e que gerem desconforto para pessoas em posição de poder.

O nome do prêmio refere-se à prática de um jornalismo-mosca, como explica Alexandro Ribeiro, parceiro da iniciativa: “Parece difícil de definir, e meio zombeteiro, mas é bem simples: toda notícia que parta de dados públicos, documentados, e gere conteúdo relevante, no sentido de transbordar interesse público e irritar pessoas em posição de poder, é jornalismo-mosca”.

O prêmio tem apenas duas categorias: professor e estudante. Os vencedores não receberão prêmio em dinheiro, mas terão o reconhecimento da Livre,jor como praticantes do jornalismo-mosca, além de um certificado e um troféu, em formato de mosca. Os vencedores serão divulgados pelas redes sociais da Livre.jor.

As inscrições abrem em 28/9 (sábado) e vão até 20 de outubro. Qualquer tipo de produção jornalística é válido.

Mídia.JOR debate o papel da inteligência artificial no jornalismo

Da esquerda para a direita: Camila Marques (Folha de S.Paulo), Leonardo Cruz (Estado de S. Paulo), Daniel Flynn (Thomson Reuters) e Leão Serva (TV Cultura)

A quinta edição do mídia.JOR, realizada em 26/9 (quinta-feira) no Teatro Unibes Cultural em Perdizes, por iniciativa do Portal e Revista Imprensa, promoveu uma série de debates sobre a importância da inteligência artificial no jornalismo como um todo, o seu papel no combate às fake news, sua utilidade no jornalismo de dados e inovações tecnológicas nas redações e empresas de comunicação, com quatro grandes painéis.

Os temas principais foram a inteligência artificial nas redações pelo mundo e no Brasil, o uso dela no combate à desinformação e os impactos financeiros provenientes dessa tecnologia.

Entre os participantes do evento destacam-se Laura Ellis, diretora de Inovação Tecnológica da BBC (Londres), que participou por videocall e apresentou um breve resumo sobre a tecnologia e os desafios enfrentados pelos jornalistas sobre o assunto; Leonardo Cruz (Estadão), que mostrou usos de IA no jornal; e Tai Nalon (Aos Fatos), que analisou a importância da IA na computação de dados e no combate às fake news.

Lúcio Mesquita (Innovation Media), curador do evento, diz que a inteligência artificial é fundamental no mundo jornalístico: “Ela já é pauta diária de qualquer redação. É preciso entender os princípios, os riscos e como funciona. Não entendê-la vai levar a erros de reportagem e de informação, no sentido de como contar às pessoas o que ela é, além de dificuldades em debater questões legais e princípios éticos que devem reger o assunto, ou seja, como a vida dos cidadãos mudará com a IA”. (Veja+)

Sensacionalismo não dá tréguas e continua a fazer vítimas entre os famosos

*Por Luciana Gurgel, especial para o Jornalistas&Cia

Luciana Gurgel

A edição do tabloide The Sun publicada em 17/9 colocou novamente em pauta o desafio de encontrar os limites entre notícias de interesse público e privacidade de pessoas famosas. O alvo foi um dos mais populares atletas do Reino Unido, o jogador de críquete Ben Stokes, que brilhou na última copa do mundo da modalidade e ajudou a conquistar o título para o time inglês.

Lendo a manchete (foto), pode-se ter a impressão de que o assassinato de dois meio-irmãos pelo próprio pai tenha sido recente. E isso certamente ajudou a vender jornais e a elevar os índices de leitura da edição online. Mas não foi bem assim.

A tragédia familiar ocorreu há mais de 30 anos. Os meio-irmãos foram assasinados na Nova Zelândia, pelo ex-marido da mãe do atleta. Uma história tenebrosa, mas que não envolveu diretamente Stokes, que viria a nascer três anos depois, fruto da segunda união da mãe.

O jogador manifestou-se furiosamente contra o jornal pelo Twitter, e sua revolta repercutiu em toda a imprensa. Classificou a reportagem como “a mais baixa forma de jornalismo, dedicada unicamente a turbinar vendas sem levar em conta a devastação causada a vidas humanas”. 

Mas Stokes não ficou apenas no Twitter. Uma reclamação contra o jornal foi protocolada na IPSO (Independent Press Standards Organisation), um dos dois órgãos de controle da Imprensa do país, ao qual o Sun é afiliado. Alegando confidencialidade, a organização não revelou o autor – se o atleta ou alguém da família. Mas é certo que alguma decisão sairá por parte da IPSO.

Questionado, o jornal justificou a legitimidade da publicação da matéria sob o argumento de ter sido produzida com base em depoimentos de membros da família – uma outra filha do assassino, de um casamento anterior – que forneceu detalhes, imagens e posou para fotos. Observou ainda que o caso foi noticiado na época pela imprensa na Nova Zelândia, sendo de conhecimento público.

Não é de admirar que o assassinato de dois filhos pelo pai tenha ocupado as manchetes. O discutível é o que isso tem a ver com o atleta que nasceu três anos depois, viveu a maior parte da vida no Reino Unido e nem chegou a conhecer os meio-irmãos ou a conviver com o autor do crime. Ou como explicar a manchete que não é clara quanto ao fato de o caso ter ocorrido em passado longínquo.

Para agravar, a história veio a público quando Ben Stokes se recuperava de uma longa exposição negativa, por causa de uma briga na saída de uma boate em Bristol. O caso levou um ano para ser julgado e o atleta acabou absolvido, mas sofreu bom arranhão na imagem.

Outro esportista na mira dos tabloides – Ben Stokes não foi o único a enfrentar constrangimentos familiares por causa da imprensa sensacionalista britânica. Outra vítima na mesma semana foi o jogador de rúgbi galês Gareth Thomas, que anunciou voluntariamente sua condição de portador do vírus HIV ao jornal Sunday Mirror depois que um jornalista abordou seus pais – que não sabiam da doença – para ouvir a opinião deles sobre a doença do filho.

Thomas não revelou qual jornal procurou os pais, mas deu a entender ter sido o mesmo The Sun que expôs o caso da família de Ben Stokes. O que pode explicar sua iniciativa de voluntariamente revelar o caso ao concorrente Mirror.

O Sun é o segundo jornal de maior tiragem no Reino Unido, com mais de 1,2 milhão de exemplares durante a semana, perdendo apenas para o gratuito Metro, mas tem visto a circulação cair. Daí talvez a necessidade de matérias bombásticas.

Em um movimento inteligente, Thomas transformou o limão em limonada. Assumiu o controle da situação ao esvaziar o furo supostamente do The Sun, certamente negociando bem os termos da matéria com o Mirror, e ainda se engajou em uma campanha de conscientização sobre o HIV, que está rendendo bons dividendos.

Os casos alimentam o debate: onde termina a privacidade das celebridades e começa o direito do público de saber tudo sobre a vida dos seus ídolos, chegando a envolver suas famílias? Esta é uma questão sensível no Reino Unido, marcado por vários casos emblemáticos, com destaque para a morte da Princesa Diana, frequentemente atribuída ao assédio dos fotógrafos.

Os órgãos de controle aqui são mais ágeis do que a Justiça, mas, a julgar pelos dois novos casos, isso não parece frear o ímpeto dos tabloides na busca desesperada pela audiência.

Voluntariado será o tema da última edição do ano do Projeto Empresa Cidadã

Iniciativa é de Jornalistas&Cia e terá como repórter especial Danylo Martins

A quinta e última edição de 2019 do Projeto Empresa Cidadã, com circulação programada para 4/11, vai debruçar-se sobre o tema Voluntariado – Humanismo contagiando pessoas e organizações em torno do bem-estar e do protagonismo social.

Para conduzi-la, Jornalistas&Cia convidou o repórter especial Danylo Martins, que já integrou as equipes de Você S/A e Valor Econômico (impresso e online) e que escreve para cadernos especiais e revistas do próprio Valor, entre outros veículos. Danylo é formado pela Cásper Líbero e tem, entre suas principais premiações, o 26º Prêmio BM&FBovespa de Jornalismo (2014) e 10º Prêmio CVM Imprensa de Educação ao Investidor (2016).

Segundo Eduardo Ribeiro, idealizador do projeto e diretor deste J&Cia, “as organizações cidadãs têm incentivado formal e informalmente e de forma crescente a participação de seus quadros em ações de voluntariado de todas as naturezas. Isso reflete o conceito de que o papel de uma organização vai muito além de seu core business. Cabe a ela hoje ser agente de um novo tempo, um tempo de transformação, de inclusão, de desenvolvimento. Um tempo em que a cidadania exercida com responsabilidade é selo de excelência e passaporte para a longevidade de mercado”.

O especial já conta com o apoio das empresas GPA e Braskem, e o apoio de divulgação do I’Max. Outras adesões podem ser feitas com Silvio Ribeiro, pelo 11-3861-5280 ou [email protected].

Diego Escosteguy cria startup de “jornalismo em movimento”

Diego Escosteguy

Empresa nasce com quase 30 profissionais

Diego Escosteguy (ex-Infoglobo) lança em 8/10 a startup de jornalismo e tecnologia Vortex Media. Com foco em política, justiça e dados, o serviço será exclusivo para assinantes e contará, inicialmente, com uma equipe de 29 profissionais, sendo 23 jornalistas.

Integram a equipe, entre outros, Flávia Tavares (ex-Estadão e Época), Leandro Loyola (ex-Época e Veja), Leonardo Mendes Junior (ex-Gazeta do Povo) e Alexandre Orrico (ex-Folha de S.Paulo e Buzzfeed).

Segundo Diego, o projeto começou a ganhar vida quando ele deixou o cargo de editor executivo do Infoglobo, em agosto de 2018, após atuar na integração do Extra, Época e O Globo. “O Vortex é um sonho antigo de fazer jornalismo sério, com interesse público e adaptado ao mundo”, diz ele, que visitou várias empresas de mídia nos EUA e na Europa para definir o modelo da nova plataforma de notícias.

Na apresentação do site, ele resume as grandes metas do Vortex: “Um veículo que pretende elevar nosso jornalismo para que nosso jornalismo possa elevar nossa democracia. Criamos um modelo inovador para cumprir essa missão. Chama-se ‘jornalismo em movimento’. Ele alia independência, imparcialidade, rigor, espírito crítico e equilíbrio na busca dos fatos de interesse público com transparência radical de métodos e intenções. Essa transparência pressupõe uma conversa franca e constante com o leitor. Nosso jornalismo não acabará quando publicarmos uma reportagem. Ele começará. Ganhará vida e significado por meio da participação crítica de todos. Nosso diálogo permanente enriquecerá ou corrigirá nossa interpretação dos fatos”.

Gustavo Negreiros é demitido após dizer que ativista de 16 anos “precisa de sexo”

“Ela está precisando de sexo. Ela é uma histérica mal-amada”, atacou Gustavo Negreiros.

A rádio 96FM, de Natal (RN), anunciou a demissão do jornalista Gustavo Negreiros após um ataque feito contra a ativista sueca Greta Thunberg. Durante o programa 96 Minutos, o radialista disse ao vivo que a garota, de 16 anos, estaria precisando de sexo. 

“Ela é mal-amada”, atacou Negreiros. “Se ela também não gosta de homem, que ela pegue uma mulher, se ela for lésbica. Ela está precisando de sexo. Ela é uma histérica mal-amada”.

Confrontado por um colega de bancada, ele prosseguiu com os ataques: “Vá fumar o seu baseadozinho, sua maconha, de volta para a Suécia”. A opinião de Gustavo causou revolta nas redes sociais e a perda de três dos quatro patrocinadores do programa.

Após a confirmação de sua demissão, Gustavo voltou ao ar para se desculpar pelos seus comentários: “Eu, de fato, não estava preparado para o comentário, porque tem algumas informações que eu não sabia. Antes de qualquer coisa eu digo que errei. Nós temos responsabilidade com a notícia, com a informação. A garota, não sabia na hora que ela tinha um problema de saúde. Lamento muito meu comentário, a forma jocosa que eu comentei. A 96 em momento algum compactua ou tem posição nem parecida com isso. O erro foi todo meu”, se despediu.

Greta Thunberg

Sob ataque

Inspiração para a criação do movimento Fridays for future (sextas-feiras pelo futuro), Greta Thunberg se transformou em um fenômeno global nas redes sociais por causa de sua luta para combater o aquecimento global.

A jovem, de apenas 16 anos, é portadora da Síndrome de Asperger, tipo de autismo que ganhou fama com o personagem Sheldon Cooper (Jim Parsons), da premiada série de comédia The Big Bang Theory, e que resulta em dificuldades relacionadas à interação social e comunicação.

Pela sua luta, vem sendo constantemente atacada por políticos e jornalistas negacionistas do aquecimento global em todo o mundo. Recentemente a Fox News, dos Estados Unidos, pediu desculpas à ativista após um especialista tê-la chamado de “doente mental” durante um de seus programas.

Aqui no Brasil, além dos ataques de Gustavo Negreiros, Greta foi vítima de notícias falsas e montagens compartilhadas pelo Deputado Federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Na Jovem Pan, o comentarista Rodrigo Constantino também foi duro nos ataques, chamando a jovem ativista de “retardada” e que sofria de “síndrome do autismo”.

(* Com informações do UOL)

Rubem Barros aposta em cobertura de educação diferenciada

Depois de mais de 11 anos na Editora Segmento, onde foi editor das revistas Educação, Escola Pública e Ensino Superior e diretor editorial, Rubem Barros lançou o site Trem das Letras. A página, que está no ar desde agosto, é dedicada à cobertura de educação e de cultura, tendo como principal público-alvo os 2,5 milhões de professores brasileiros, gestores educacionais e formuladores de políticas públicas do setor.

Segundo Barros, “a cobertura educacional está centrada principalmente na educação básica e em questões ligadas à formação e valorização dos professores, pontos críticos do sistema público brasileiro. Considerada central na atuação dos docentes, a cultura também está presente, com o intuito de oferecer um olhar que valorize a formação de um repertório variado”.

Ele contará com a colaboração eventual de dois outros profissionais com grande experiência na cobertura de educação: Marta Avancini (ex-Folha de S.Paulo e Estadão), atual editora pública da Associação dos Jornalistas de Educação (Jeduca), e Sérgio Pompeu, ex-editor do Estadão e da Jeduca.

Além da cobertura cotidiana, o site trará especiais temáticos mensais. O inaugural foi sobre a valorização docente: o que a configura, quais as expectativas dos professores e quais políticas públicas podem favorecê-la. Também há muitas entrevistas, como as realizadas com o escritor Cristovão Tezza, com o professor e crítico de cinema Sérgio Rizzo e com o neurocientista Fernando Louzada.

Estão igualmente previstas exposições virtuais de fotógrafos e ilustradores e podcasts com professores. A página está aberta à colaboração de pesquisadores para a publicação de artigos e ensaios.

Eliane Sobral alça voo empresarial e funda a Dialogik

Eliane Sobral decidiu empreender e montar sua própria agência, para atuar na área de formação e treinamento em comunicação corporativa. É a Dialogik Educação em Comunicação Executiva, que se apresenta como um centro de formação e treinamento em comunicação interpessoal, com foco na comunicação corporativa.

Ao anunciar pelo Linkedin a criação da Dialogik, Eliane salientou: “São 30 anos nos principais veículos de comunicação do País: Gazeta Mercantil, Correio Braziliense, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Brasil Econômico. Como repórter e editora de negócios e economia, testemunhei as mais diversas histórias empresariais… Como diretora de Comunicação e Marketing da WTorre, aprendi na prática o que é gerenciamento de crise. E como responsável pela comunicação do então recém-inaugurado Allianz Parque, tive a oportunidade de administrar o relacionamento da marca com uma das mais aguerridas torcidas do futebol brasileiro. No papel de diretora de Comunicação na rede Brasil Pharma, cumpri o desafio de comunicar a mesma mensagem para duas marcas diferentes em Estados tão distintos quando Pará e Bahia. Decidi colocar toda esta bagagem e toda a minha energia naquilo que acredito: um trabalho sério e competente de promoção das melhores práticas em comunicação corporativa”.

A sede da agência, em São Paulo, fica na al. Santos, 1.827, conj. 112. Os contatos de Eliane são [email protected] e 11-3882-0069.

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