A votação para a escolha dos +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças foi prorrogada até quinta-feira, 31 de outubro. Podem votar os jornalistas e profissionais que atuam nas redações e áreas de comunicação e afins de empresas, agências e outras organizações, e que estejam cadastrados pela Maxpress.
Para se cadastrar é simples, basta encaminhar mensagem para o e-mail [email protected] solicitando a inclusão. A apuração está marcada para o dia 1º de novembro, na sede da Maxpress, em São Paulo.
Estão classificados para esse segundo turno 90 profissionais
e 42 veículos de comunicação, de onde sairão os TOP 50 profissionais e os
veículos campeões das categorias Jornal, Revista, Programa de Rádio, Programa
de TV, Site/Blog e Agência de Notícias.
A festa de premiação está marcada para 25 de novembro, em
almoço para 120 convidados no Renaissance Hotel, em São Paulo. O prêmio é
patrocinado por BTG Pactual, Capitalys, Deloitte, Gerdau e Telefônica | Vivo e
conta com o apoio da Gol, apoio institucional de Abracom, Abrasca, Ibri e Codin
e com a colaboração da Mestieri PR.
Manifestantes atearam fogo no prédio do El Mercurio, o mais antigo jornal do Chile, fundado em 1827, em meio aos protestos realizados no país nos últimos dias contra as políticas do governo do presidente Sebastián Piñera. O vandalismo foi classificado pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) como um grave atentado à liberdade de imprensa no país. Christopher Barnes, presidente da SIP e diretor geral do diário The Gleaner, da Jamaica, disse que a entidade exige das autoridades “garantias para que a imprensa chilena não se converta em alvo da violência”.
O episódio foi no último sábado (19/10), na cidade portuária de Valparaíso. Os manifestantes quebraram a porta do prédio da sede do El Mercurio e queimaram parte das instalações por dentro. Os bombeiros conseguiram apagar as chamas. O primeiro andar da edificação, segundo o diário chileno La Nación, teria sido completamente queimado. Além disso, as chamas atingiram a fachada do jornal. Alguns móveis e itens foram retirados e queimados na rua. Os empregados que estavam no prédio, onde também funciona o jornal La Estrella, foram evacuados. (Com informações da ANJ)
A quinta e última edição de 2019 do Projeto Empresa Cidadã tem circulação programada para 4/11. O tema será Voluntariado – Humanismo contagiando pessoas e organizações em torno do bem-estar e do protagonismo social. Para conduzi-la, J&Cia convidou o repórter especial Danylo Martins, que já integrou as equipes de Você S/A e Valor Econômico (impresso e online) e que escreve para cadernos especiais e revistas do próprio Valor, entre outros veículos.
Segundo Eduardo Ribeiro, idealizador do projeto e diretor deste J&Cia, “as organizações cidadãs têm incentivado formal e informalmente e de forma crescente a participação de seus quadros em ações de voluntariado de todas as naturezas. Isso reflete o conceito de que o papel de uma organização vai muito além de seu core business”.
O especial já conta com o apoio das empresas GPA, Braskem e Henkel, e o apoio de divulgação do I’Max. Outras adesões podem ser feitas com Silvio Ribeiro, pelo 11-3861-5280 ou [email protected].
A Câmara dos Deputados instalou nessa terça-feira (22/10) o Conselho Consultivo de Comunicação Social da instituição, criado em maio passado. O objetivo do novo órgão é discutir e estabelecer uma política de comunicação para a Câmara, ou seja, como a instituição deve se comunicar com a sociedade. Vinculado à Presidência da Casa, na condição de órgão assessor, é composto por cinco deputados, dois servidores e quatro representantes da sociedade civil.
Os parlamentares são Damião Feliciano (PDT/PB – presidente), Fabio Schiochet (PSL/SC – secretário de Comunicação Social), Orlando Silva (PCdoB/SP – secretário de Participação, Interação e Mídias Digitais), Eduardo Barbosa (PSDB/MG – Ouvidor-Geral) e Roberto de Lucena (PODE/SP – secretário de Transparência; os servidores, David Miranda Silva Almeida (diretor executivo de Comunicação Social) e Jorge Paulo de França Junior (diretor executivo de Participação, Interação e Mídias Digitais); e os representantes da sociedade civil, Ney da Nóbrega Ribas (presidente do Observatório Social do Brasil), Renata Vicentini Mielli (coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) e Heron Cid César Madrid (presidente da Associação das Mídias Digitais da Paraíba).
O quarto representante da sociedade civil ainda não foi definido. Mais informações na Secretaria Executiva, pelo [email protected] ou 61-3216-1500.
Começou a operar em 19/10 o portal Festanejo, canal de notícias do gênero sertanejo. Idealizado pelo cartunista José Alberto Lovetro (JAL), em parceria das empresas Arriminum e Way Comunicações, o veículo tem o objetivo de proporcionar novidades aos fãs do estilo com qualidade, de forma única e fugindo de clichês, desde o sertanejo raiz ao universitário.
Os visitantes já podem conferir no site a entrevista exclusiva de Mauricio de Sousa, que fala um pouco sobre o personagem Chico Bento; um bate-papo sobre carreira e futuro com a dupla Otávio e Raphael; e informações sobre o 1º Concurso de Cartuns Festanejo de Humor. Também é possível encontrar notícias diárias, os principais lançamentos e eventos relacionados ao universo caipira.
“O movimento sertanejo precisava de uma visão além do que há na área de informação para mexer com a música e o modo de vida do gênero”, diz JAL. “Para isso, teremos, pela primeira vez, uma linha do tempo dessa história, desde o descobrimento do Brasil até os dias de hoje. Também uma área de humor nunca antes desenvolvida com os cartunistas. E algumas surpresas, além de muita informação diária. Enfim, quem entrar vai gostar e voltar sempre”.
Informações à imprensa na Way Comunicações, com Bete Nicastro ([email protected]) e Sabrina Costa (sabrina@), pelos 113862-0483 / 1586 / 996-592-111.
O engajamento da imprensa britânica em questões ambientais tem sido uma prática cada vez mais comum. Alguns veículos vão além de noticiar fatos relacionados à mudança climática, chegando a adotar causas.
Um exemplo é The Times, que em
maio lançou o projeto Clean Air for All
(Ar limpo para todos), destinado a pressionar
Governo e Parlamento a aprovar uma legislação capaz de diminuir a poluição
atmosférica. Como parte da iniciativa, o
jornal promove eventos e publica séries de reportagens destacando os danos
causados pelo ar poluído.
Já o Daily Telegraph escolheu
como bandeira o problema dos resíduos sólidos. Criou a campanha Zero Waste, um guarda-chuva para
matérias sobre diminuição de embalagens, reciclagem e substituição de
matérias-primas por outras menos poluentes.
The Guardian não adotou uma causa
especifica, mas decidiu rever a sua forma de editar notícias relacionadas ao
meio ambiente. Contratou uma consultoria, a Climate Visuals, para fazer uma
pesquisa e identificar como as pessoas reagem a imagens sobre o tema, e que tipo de impacto visual tem mais potencial
de gerar engajamento e mudança.
Com base no estudo, elaborou um
conjunto de diretrizes para os jornalistas que selecionam imagens no jornal,
valendo também para agências e fotógrafos com quem trabalham. O princípio
fundamental, anunciado na edição digital do último domingo (20/10), é de que as
fotos reflitam o impacto direto das questões ambientais sobre a vida das
pessoas, em vez de retratar apenas paisagens ou situações que não demonstrem
claramente os efeitos causados ao ser humano.
No texto em que apresenta as
novas diretrizes, o Guardian reconhece o desafio dos editores, geralmente com
pouco tempo para escolher fotos. E também a dificuldade de os fotógrafos
captarem cenas mostrando efeitos da mudança climática. Sobretudo porque muitas
vezes esses efeitos não são “visíveis” a olho nu.
Observa ainda que o público adora
animais como ursos polares e pandas, o que muitas vezes leva os editores a
selecionar fotos dessas criaturas fofas para ilustrar reportagens sobre mudança
climática. Ou lindíssimas cenas de geleiras brancas derretendo. Mas sustenta
que são cenas distantes da realidade da maioria das pessoas, e que não estão
diretamente relacionadas aos seres humanos, o que reduz o senso de urgência da
questão ambiental que as matérias precisam despertar.
Segundo The Guardian, a pesquisa
da Climate Visuals apontou que as pessoas respondem mais fortemente a histórias
humanizadas e imagens que as tornem relevantes para o indivíduo. Foram
apresentadas comparações interessantes, como a bela foto em tons avermelhados
de uma floresta em chamas em contraste com outra, nem de longe tão bonita, de
uma mulher e uma criança usando máscaras contra poluição.
A tese do jornal é de que as
fotos com gente sofrendo os efeitos da poluição ou dos incêndios florestais
devem ser a escolha prioritária dos editores. E a norma já começou a ser
colocada em prática, como se pode ver na edição de segunda-feira (ver foto
Guardian).
O jornal também apontou uma
contradição comum em reportagens sobre o aquecimento global. Muitas vezes são
ilustradas por fotos de gente se refrescando em fontes, passeando sob o sol ou
se divertindo em praias lotadas, o que acaba por transmitir um sentimento de
celebração, e não da preocupação que o tema merece.
A ideia por trás dessas novas
diretrizes é que a edição vá além da estética, tornando as fotos parte da
história, em sintonia com a gravidade da
situação sobre a qual se escreve. E dessa forma provoquem o engajamento do
público no problema ambiental. Em um mundo dominado pelas redes sociais, nas quais
muitas vezes a imagem tem relevância maior do que o próprio texto, isso se
torna ainda mais crucial para que o jornalismo ajude a mobilizar a sociedade.
Extinction Rebellion, além da
conta – Na semana passada falamos aqui sobre os protestos do
Extinction Rebellion e sobre sua estratégia descentralizada de atuação, com
unidades independentes realizando ações alinhadas aos princípios do grupo. A
popularidade das manifestações seguia alta, até que algo saiu do controle.
No meio da semana, um ato no
metrô de Londres, com manifestantes sobre um vagão impedindo a partida, acabou
em confusão. Os próprios passageiros atacaram os manifestantes e a coisa terminou em conflito.
O episódio corroeu um pouco a boa
imagem dos protestos. Porta-vozes do XR se dividiram, alguns defendendo a ação
e outros admitindo que não estava totalmente em linha com a proposta inicial de
atos pacíficos.
A polícia ficou bem na foto, pois
nem precisou atuar para liberar o vagão. Mas não se livrou de cenas de impacto
que ganharam o mundo, como a
prisão de um manifestante vestido de brócolis.
Nesse caso, talvez tivesse sido melhor deixar o simpático ativista livre para
evitar a chacota.
Anthony Wells (esq.), Fernando Molica e Fernando Nakagawa. Foto: UOL
A CNN Brasil, que estreia ainda este ano, contratou mais três jornalistas: Anthony Wells, que era âncora do canal KYMA (Arizona – EUA), afiliado à rede NBC; Fernando Molica, ex-Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S.Paulo, que vinha respondendo pela coluna Informe do Dia, do jornal carioca O Dia; e Fernando Nakagawa, ex-Agência Estado, Gazeta Mercantil e Valor Econômico.
Wells, que nasceu em São Paulo e fez a faculdade de
Pepperdine, na Califórnia (EUA), começou sua carreira no jornalismo como
apresentador e repórter do canal NewsWaves 32. Na CNN, atuará como
repórter
Molica será comentarista de assuntos relacionados ao Rio de
Janeiro. Formado pela UFRJ, teve passagens por O Globo, O Estado de S. Paulo e
Folha de S.Paulo. Já venceu o Prêmio
Vladimir Herzog e foi um dos fundadores da Associação Brasileira de
Jornalismo Investigativo (Abraji).
Nakagawa comentará assuntos da economia, sua área de
domínio. Formado pela Faculdade Cásper Líbero, estava na Agência Estado há 13
anos. Teve passagens por Valor Econômico, Folha de São Paulo e Gazeta
Mercantil, além de ter feito coberturas internacionais, como quatro edições do Encontro Econômico Mundial e reuniões do
G-20.
Depois de oito anos e meio na Dinheiro Rural, Vera Ondei despede-se da revista, onde era editora, e segue para a DBO Editores Associados, que há 33 anos edita a revista DBO, além ter portal, mídias sociais e o DBO na TV, no Canal Terra Viva, da TV Bandeirantes. Lá será coordenadora de Comunicação Digital da DBO.
“Como a Dinheiro Rural completa 15 anos em novembro, posso dizer que ajudei a construir metade de sua história”, afirmou Vera a J&Cia. “Ela foi concebida para ser uma revista de agronegócio que, caso se retirasse o agro, continuaria uma revista de negócios. Foi pioneira nesse tipo de reportagem no setor. É respeitada pelo conteúdo de peso. Mas entrou no redemoinho de complicações da Editora Três. A Dinheiro Rural sempre foi considerada a publicação mais lucrativa da editora”.
Segundo ela, nos quase nove anos de casa esteve à frente, junto com Milton Gamez, recentemente falecido, do prêmio As Melhores da Dinheiro Rural, único do setor que faz análise da gestão corporativa das empresas do agro. “Desde 2012 também estive à frente de Os 100 Nomes mais Influentes do Agronegócio e, nos últimos quatro anos, na coordenação do evento Gestão de Líderes do Agronegócio, juntamente com a Flow Executive Finders. Me dá um aperto no coração deixar a marca Dinheiro Rural, quando há tanto para fazer nesses tempos de mudanças profundas no jornalismo. Saio com muita pena e ao mesmo tempo animada pelos desafios que vêm pela frente”.
Salgado, em seu Instituto Terra, em Minas, com a mulher Lélia
O fotógrafo Sebastião Salgado recebeu em 20/10, em Frankfurt, o Prêmio da Paz. Concedido anualmente pela Federação do Comércio Livreiro Alemão desde 1950, é considerado um dos mais importantes do setor cultural na Alemanha. Esta foi a primeira vez na história que um fotógrafo recebeu o reconhecimento. O discurso da entrega foi feito pelo cineasta Wim Wenders, que realizou, em 2014, o documentário O Sal da Terra, sobre o trabalho de Salgado, que concorreu ao Oscar.
Emocionado, o fotógrafo lembrou em seu discurso que “passou grande parte de sua vida testemunhando o sofrimento do nosso planeta e de seus habitantes que vivem em condições cruéis e desumanas”. Ele usou ainda a palavra para denunciar “a política destrutiva do novo governo brasileiro” contra a Amazônia, pedindo para as pessoas acreditarem “que o futuro da humanidade está nas nossas próprias mãos”. (Com informações do Jornal GGN)
A NSC anunciou que a partir do próximo sábado (26/10) sua produção diária de conteúdo será direcionada para o portal NSC Total, que também concentra o conteúdo digital de DC, Santa, AN e Hora.
Segundo o presidente da NSC Comunicação, Mário Neves, essas mudanças significam uma ampliação e atualização permanente da produção de conteúdo: “Estamos ampliando nosso conteúdo online para ir onde grande parte do nosso público já está, com informação mais ágil e acessível. Porém, avaliamos que existe espaço para o impresso, com um produto sofisticado e com conteúdo aprofundado, como o que estamos preparando para os finais de semana”.