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domingo, janeiro 11, 2026

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PCWorld relança canal no YouTube com foco no universo geek

O site PCWorld, voltado ao mercado de tecnologia, relançou seu canal no YouTube, apresentando resenhas de produtos e novidades do universo geek. O canal é comandado pela editora-chefe Joyce Macedo e pelo repórter Caio Carvalho.

Vitor Cavalcanti, CEO da IT Trends (responsável pela PCWorld no Brasil), apresentou os objetivos da iniciativa: “A PCWorld quer ser o consultor para a vida digital do seu leitor, trazendo os principais lançamentos, antecipando tendências e todas as notícias que movimentam o mercado”.

Além de reviews de produtos e pautas ligadas ao universo geek, o canal trará, toda sexta-feira, um resumo das principais notícias de tecnologia ao redor do mundo.

Veja o canal da PCWorld Brasil.

Fenaj repudia ataque de policiais chilenos a jornalista brasileiro

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) emitiu em 29/10 uma nota de repúdio à violência policial no Chile, que atingiu o jornalista brasileiro Victor Manuel Caricari Saavedra (Carta Maior). Ele está naquele país para cobrir as manifestações populares.

Victor levou um tiro na perna, após um momento de repressão por parte de policiais aos jornalistas. O repórter da Carta Maior mostrou a eles seus documentos e sua câmera fotográfica, para provar que era jornalista, mas mesmo assim acabou sendo atacado. Segundo relatou à Fenaj, os policiais sabiam que ele era jornalista, e mesmo assim atiraram.

Em nota, a Fenaj repudiou os ataques da polícia chilena e está solidária “a Victor e também aos jornalistas chilenos e estrangeiros que estão igualmente sob ameaça, em razão da violenta repressão do Estado chileno às manifestações populares”.

Veja a nota na íntegra.

Gonçalo Júnior conta a história do Bandido da Luz Vermelha

Gonçalo Júnior (ex-Gazeta Mercantil, Diário de S.Paulo e Brasileiros) lançou Famigerado! – A história de Luz Vermelha, o bandido que aterrorizou São Paulo na década de 1960 (Editora Noir), biografia de João Acácio Pereira da Costa, então conhecido como o Bandido da Luz Vermelha.

O livro busca desmentir a imagem que Luz Vermelha passava: um bandido sedutor, que conquistava suas vítimas, e criticava o sistema e a elite. Na verdade, segundo Gonçalo Júnior, João era um criminoso capaz de cometer as mais diversas atrocidades com suas vítimas. “Não restam dúvidas de que ele foi um psicopata, adorava subjugar suas vítimas e tinha enorme satisfação em fazer isso”.

Para fazer a biografia, consultou mais de 23 mil documentos, desde laudos psiquiátricos, processos judiciais e entrevistas com o bandido. Para o autor, a enorme quantidade de dados, como o número de crimes e vítimas, dificultou o processo de escrita.

Um destaque da obra é a entrevista com a bióloga Ingrid Yazbek Assad, que levou um tiro próximo ao coração e quase foi estuprada por Acácio.

Jornalistas registram o termo Fake News para evitar o seu mau uso

A Society of Professional Journalists (SPJ), entidade de jornalismo nos Estados Unidos, formulou um pedido de registro do termo fake news ao escritório de patentes norte-americano, com o objetivo de evitar equívocos no emprego do termo, algo que ocorre com certa frequência.

O presidente norte-americano Donald Trump, por exemplo, utiliza o termo fake news para falar sobre notícias que o criticam, veiculadas na grande mídia americana. O emprego do termo, neste caso, segundo a SPJ, é equivocado.

Emily Bloch, presidente da entidade, reflete sobre as falas de Trump nesse contexto: “Trump popularizou a ideia de que toda a mídia tradicional é mentirosa e corrupta. Rotular histórias que o criticam como ‘fake news’ é uma arma poderosa”.

O objetivo da ação da SPJ é, além do registro do termo, evitar ambiguidades em seu emprego e sentido, pois muitas pessoas o utilizam para desmerecer fatos verídicos, apenas por se tratar de algo que é contrário à sua ideologia ou opinião.

“Agora vemos pessoas usando o termo para desacreditar histórias verdadeiras que não estão alinhadas com suas opiniões políticas. E esse é um grande problema para um discurso saudável numa democracia”, reflete Emily Bloch.

Mais informações aqui.

Sindicato realiza debate sobre assédio moral e sexual no jornalismo

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e o Coletivo de Jornalistas Sindicato é Pra Lutar! realizam nesta quarta-feira (30/10) o debate Assédio moral e sexual no Jornalismo: como combater, no auditório Vladimir Herzog, na sede da entidade. O objetivo é incentivar o debate sobre o machismo nas redações, assédios, situações constrangedoras e os obstáculos que as mulheres jornalistas enfrentam em seu cotidiano.

Participarão do evento Joana Cortês (Empresa Brasil de Comunicação), Lílian Parise (secretária de Sindicalização do SJSP), Maria Teresa Cruz (Ponte Jornalismo), Mariana Pereira (coletivo #DeixaElaTrabalhar) e Cláudia Lima, psicóloga especialista em saúde pública e em saúde do trabalhador. O debate começará às 19h. Inscreva-se aqui

Bites lança campanha de advocacy digital sobre jornalismo

A consultoria digital Bites lançou em 23/10 uma campanha para divulgar a nova unidade de negócios que criou em julho para utilizar seu conhecimento de 13 anos em capturar, analisar e interpretar dados do universo digital em projetos de advocacy corporativo. Segundo Manoel Fernandes, diretor da empresa, “nosso objetivo é permitir a propagação das causas dos nossos clientes junto à opinião pública digital e stakeholders estratégicos, utilizando recursos de PR, mídia programática e indexação”.

A campanha, denominada É Fato, busca promover uma série de questões ligadas ao jornalismo, como a valorização das instituições e da democracia, o equilíbrio entres os Três Poderes, o jornalismo profissional, as informações críveis, a liberdade de expressão e a transparência nas questões públicas.

Manoel diz que a Bites sabe da “real importância do jornalismo profissional para a democracia e vida diária dos brasileiros. Jornalismo salva vidas. Jornalismo denuncia abusos das autoridades. Jornalismo é bom para os negócios. Jornalismo contribui para o aumento da transparência na relação do Estado com os cidadãos”.

Confira a página do projeto.

Patrícia Ávila assume Direção da JeffreyGroup no Brasil

Patricia Ávila
Patricia Ávila

A JeffreyGroup anunciou nesta terça-feira (29/10) a contratação de Patrícia Ávila para o cargo de diretora-geral no Brasil. Ela substitui a Rodrigo Pinotti, que ocupava o posto desde 2017 e que deixou a companhia. A partir de dezembro, Patrícia será responsável pela maior operação do grupo, que tem no Brasil mais de 150 colaboradores, em escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Patrícia vinha atuando desde o ano passado como CEO da BCW no Brasil, tendo desempenhado anteriormente a mesma função na Burson-Marsteller, onde ingressou em 2010. Sua trajetória inclui ainda cargos executivos em Comunicação na Andreoli MSL, na McKinsey & Company e no Hospital Israelita Albert Einstein, um dos atuais clientes da JeffreyGroup.

“Com sua ampla experiência em estratégias de comunicação corporativa e negócios, Patrícia agrega uma perspectiva valiosa à prestação de serviços aos nossos clientes”, afirma Brian Burlingame, CEO da JeffreyGroup. “Queremos aproveitar essa experiência para impulsionar o crescimento e a evolução de nossa operação no Brasil e somá-la às competências do nosso time regional de líderes.”

No País, a JeffreyGroup atende ainda marcas como Airbus, Algar, American Airlines, Bayer, Camargo Corrêa Infra, Citibank, GE, Marriott International, MasterCard, Pernod Ricard, Salesforce e Tetra Pak.

A hora do café com prosa

*Por Silvio Ribas ([email protected])

Jornalista parece movido a café. No ambiente de trabalho, cada um de nós bebia dezenas de xícaras ou copinhos plásticos ao longo do expediente, com os quais dávamos breves pausas para calibrar o pique na escrita. Sair da cadeira e buscar a bebida quente também era a senha para puxar um ou outro colega até uma reunião informal de pauta ou só para tomar pé do bochicho do dia. Naqueles tempos elegantes, o cafezinho convertia-se ainda em ritual de hora marcada e personagens únicos.

A lembrança mais briosa que guardo do velho hábito de ofício é o cortejo do carrinho prateado do Jair pelos corredores das redações do Jornal do Comércio e do Jornal de Casa, em Belo Horizonte. Religiosamente, às 14h, o senhor simpático de camisa social branca e gravatinha borboleta preta passava de mesa em mesa com seu fumegante bule, servindo repórteres e editores em porcelanas timbradas. Elvira Santos festejava. Eu sempre pedia meu café sem açúcar ou adoçante. “Para mim, cowboy, por favor”, brincava.

Em outras empresas que labutei, a busca rotineira pelo outrora ouro negro do “Brazil” repetia-se noutros formatos, com espaços e utensílios próprios. Na sede paulistana do extinto Brasil Econômico, por exemplo, havia uma copa self service ajeitadinha, onde acionávamos máquinas que preparam nosso essencial café. Era um cantinho no polo oposto ao dos aquários dos chefes, bom para todos conversarem em pé. É. Aqueles em cujas veias corriam tinta de jornal e cafeína sempre valorizavam uma boa prosa.

Na antessala estreita da redação do Correio Braziliense, a maior da capital federal, que dá para um dos elevadores, havia garrafas térmicas para jornalistas e visitantes, aos quais advertíamos (com exagero) que café de redação era “o pior do mundo”, embora fosse também o mais consumido. As opções binárias – com e sem açúcar – juntavam-se a uma terceira, com apenas água quente, para quem tivesse saquinhos de chá. Tudo do bom e do melhor, sem correr o risco de heresias como a do café descafeinado.

Meu editor Adilson Borges é quem me ensinou o caminho do estimulante aroma n’A Tarde, em Salvador. Até as 17h, pegávamos o café na copa e nos sentávamos num sofá defronte a ela. A partir daí, restavam-nos garrafas térmicas colocadas sobre uma mesa bem no meio da redação, que também era usada em aniversários e despedidas. No Estado de Minas, por sua vez, o ponto de encontro era uma máquina italiana ao lado do bebedouro, na entrada dos banheiros. Café liberado, só na área externa reservada aos fumantes, que depois ganhou a companhia de uma lanchonete. Papo bom.

Muito antes da proliferação das máquinas de expresso pelas editorias, com cartuchos variados, já desfrutávamos do fator gregário do café. Seu espírito comunitário turbinava-se nos fumódromos, em parceria com cigarros. Até quem não fumava era tentado a desfrutar de encontros enfumaçados onde irrompiam ricos debates em torno da conjuntura. As tertúlias espraiavam-se por pequenas cafeterias, com ou sem livros, que surgiam no entorno dos prédios dos jornais, onde íamos atrás de… prosa.

Então, vamos tomar café?

Silvio Ribas

Sílvio Ribas é assessor do senador Lasier Martins (PSD-RS), e voltou a colaborar com este espaço.

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Tem alguma história de redação interessante para contar? Mande para [email protected] e contribua para elevar o nosso estoque de memórias

Comunicação do Governo de São Paulo publica edital para comunicação digital

A Comunicação do Governo do Estado de São Paulo abriu em 24/10 um edital para prestação de serviços relacionados a comunicação digital, como planejamento, desenvolvimento e execução de soluções de inteligência.

A primeira entrega dos envelopes ocorrerá em 12/12, às 15h30, no Palácio dos Bandeirantes (av. Morumbi, 4500). A entrega do edital e o recebimento da proposta serão, respectivamente, às 15h20 e às 15h25. O edital está disponível no mesmo endereço, das 10h às 16h, e no site www.imesp.com.br, em e-negócios públicos.  

Mais informações pelo 11-2193-8914 ou [email protected]. Confira os detalhes do edital em pdf.

Rolling Stone lança versão para o universo sertanejo

A revista Rolling Stone lança nessa segunda-feira (28/10) a Rolling Stone Country, dirigida ao público do sertanejo e do country americano, em todas as plataformas. Terá notícias, entrevistas, reportagens, análises de álbuns e novidades sobre a carreira e a vida dos principais nomes desse universo e outras personalidades relacionadas, como atletas e produtores musicais.

O site da Rolling Stone Country já está no ar, com leiaute moderno e menu reduzido para facilitar a o acesso. As editorias são: Notícias, Mais Lidas, Internacional, Entrevistas e Bombando.

A redação da Rolling Stone Country é integrada à da Rolling Stone, localizada em São Paulo, liderada por Pedro Antunes, editor-chefe, e Felipe Branco Cruz, editor assistente responsável pela produção do conteúdo da Rolling Stone Country no portal e nas redes sociais.

Luis Maluf, diretor-geral da marca Rolling Stone no Brasil, conversou com o Portal dos Jornalistas sobre a nova versão, qual a sua importância/relevância, a equipe responsável e qual tem sido a repercussão do projeto.

Portal dos Jornalistas − Como surgiu a ideia para a Rolling Stone Country?

Luis Maluf − A marca Rolling Stone é referência mundial em informação de qualidade sobre música, cultura, comportamento e política. Ao mesmo tempo, o universo country, que no Brasil contempla a música sertaneja, é interesse de milhões de pessoas. Há anos, a música sertaneja é a mais ouvida no País, os shows arrastam multidões, os artistas do gênero influenciam um número gigantesco de seguidores nas redes sociais, por exemplo. A proposta da Rolling Stone Country é oferecer para esse público informações relevantes, atuais, escritas com imparcialidade, sobre o country-americano, o sertanejo e todo esse universo. Dessa forma, estamos unindo nossa maneira de fazer jornalismo com o interesse desses milhões de brasileiros.

Portal − Qual a importância de dedicar uma publicação exclusivamente ao universo sertanejo?

Maluf – O universo country merece um espaço só dele. Optamos por uma plataforma separada pelo tamanho do mercado e pela diversificação de temas e abordagens que podemos ter. O volume de assuntos é imenso e não seria justo com o público, com os artistas e outros personagens desse mercado que o country fosse uma editoria dentro da nossa plataforma. Acreditamos que com uma plataforma dedicada será possível entregar uma experiência de conteúdo totalmente diferente da qual o público que gosta do estilo sertanejo está acostumado a receber.

Portal − Quem são os jornalistas que integrarão a equipe? Quais serão suas funções?

Maluf − Inicialmente, a redação contará com cinco jornalistas dedicados exclusivamente à produção de conteúdo para a Rolling Stone Country. A redação é liderada pelo nosso editor-chefe Pedro Antunes, experiente jornalista musical, com passagem pelo jornal O Estado de S. Paulo, que desde novembro do ano passado é responsável pelo conteúdo do site da Rolling Stone. A lado dele está Felipe Branco Cruz, nosso editor assistente, que cuidará da produção de todo o conteúdo da Rolling Stone Country, tanto no portal quanto nas redes sociais, além de repórteres focados no assunto. Com experiência em música e entretenimento, antes de assumir essa função na RS Country Felipe passou pelas redações de O Estado de S. Paulo, R7 e UOL.

Portal − Você não tem medo de associar o sertanejo a um nome tão tradicional para o rock, como é Rolling Stone? Poderia haver uma repercussão negativa por parte desses fãs especificamente?

Maluf − Como eu disse, a Rolling Stone é uma das principais publicações do mundo sobre cultura, comportamento e música, especialmente o rock. Ao criarmos a Rolling Stone Country estamos levando para um outro público, que é o que curte o country-americano e o sertanejo, nossa expertise, nossa forma de informar. Ao utilizarmos uma plataforma separada da tradicional Rolling Stone, respeitamos e atendemos os dois públicos. São canais diferentes com conteúdo diferentes, mas com a mesma qualidade, a mesma preocupação com o respeito aos artistas, credibilidade e imparcialidade. Acho que todo mundo ganha com isso e todas preferências musicais devem ser respeitadas. Além disso, para 2020 planejamos lançar aqui no Brasil novas plataformas da Rolling Stone, expandido a marca para outros segmentos e temas.

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