Rolling Stone lança versão para o universo sertanejo

A revista Rolling Stone lança nessa segunda-feira (28/10) a Rolling Stone Country, dirigida ao público do sertanejo e do country americano, em todas as plataformas. Terá notícias, entrevistas, reportagens, análises de álbuns e novidades sobre a carreira e a vida dos principais nomes desse universo e outras personalidades relacionadas, como atletas e produtores musicais.

O site da Rolling Stone Country já está no ar, com leiaute moderno e menu reduzido para facilitar a o acesso. As editorias são: Notícias, Mais Lidas, Internacional, Entrevistas e Bombando.

A redação da Rolling Stone Country é integrada à da Rolling Stone, localizada em São Paulo, liderada por Pedro Antunes, editor-chefe, e Felipe Branco Cruz, editor assistente responsável pela produção do conteúdo da Rolling Stone Country no portal e nas redes sociais.

Luis Maluf, diretor-geral da marca Rolling Stone no Brasil, conversou com o Portal dos Jornalistas sobre a nova versão, qual a sua importância/relevância, a equipe responsável e qual tem sido a repercussão do projeto.

Portal dos Jornalistas − Como surgiu a ideia para a Rolling Stone Country?

Luis Maluf − A marca Rolling Stone é referência mundial em informação de qualidade sobre música, cultura, comportamento e política. Ao mesmo tempo, o universo country, que no Brasil contempla a música sertaneja, é interesse de milhões de pessoas. Há anos, a música sertaneja é a mais ouvida no País, os shows arrastam multidões, os artistas do gênero influenciam um número gigantesco de seguidores nas redes sociais, por exemplo. A proposta da Rolling Stone Country é oferecer para esse público informações relevantes, atuais, escritas com imparcialidade, sobre o country-americano, o sertanejo e todo esse universo. Dessa forma, estamos unindo nossa maneira de fazer jornalismo com o interesse desses milhões de brasileiros.

Portal − Qual a importância de dedicar uma publicação exclusivamente ao universo sertanejo?

Maluf – O universo country merece um espaço só dele. Optamos por uma plataforma separada pelo tamanho do mercado e pela diversificação de temas e abordagens que podemos ter. O volume de assuntos é imenso e não seria justo com o público, com os artistas e outros personagens desse mercado que o country fosse uma editoria dentro da nossa plataforma. Acreditamos que com uma plataforma dedicada será possível entregar uma experiência de conteúdo totalmente diferente da qual o público que gosta do estilo sertanejo está acostumado a receber.

Portal − Quem são os jornalistas que integrarão a equipe? Quais serão suas funções?

Maluf − Inicialmente, a redação contará com cinco jornalistas dedicados exclusivamente à produção de conteúdo para a Rolling Stone Country. A redação é liderada pelo nosso editor-chefe Pedro Antunes, experiente jornalista musical, com passagem pelo jornal O Estado de S. Paulo, que desde novembro do ano passado é responsável pelo conteúdo do site da Rolling Stone. A lado dele está Felipe Branco Cruz, nosso editor assistente, que cuidará da produção de todo o conteúdo da Rolling Stone Country, tanto no portal quanto nas redes sociais, além de repórteres focados no assunto. Com experiência em música e entretenimento, antes de assumir essa função na RS Country Felipe passou pelas redações de O Estado de S. Paulo, R7 e UOL.

Portal − Você não tem medo de associar o sertanejo a um nome tão tradicional para o rock, como é Rolling Stone? Poderia haver uma repercussão negativa por parte desses fãs especificamente?

Maluf − Como eu disse, a Rolling Stone é uma das principais publicações do mundo sobre cultura, comportamento e música, especialmente o rock. Ao criarmos a Rolling Stone Country estamos levando para um outro público, que é o que curte o country-americano e o sertanejo, nossa expertise, nossa forma de informar. Ao utilizarmos uma plataforma separada da tradicional Rolling Stone, respeitamos e atendemos os dois públicos. São canais diferentes com conteúdo diferentes, mas com a mesma qualidade, a mesma preocupação com o respeito aos artistas, credibilidade e imparcialidade. Acho que todo mundo ganha com isso e todas preferências musicais devem ser respeitadas. Além disso, para 2020 planejamos lançar aqui no Brasil novas plataformas da Rolling Stone, expandido a marca para outros segmentos e temas.

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