A cidade de Tambaú, no interior de São Paulo, promoveu em 23/11 a cerimônia de beatificação do Padre Donizetti. O título foi concedido pelo Vaticano após reconhecimento de um milagre atribuído ao padre, que teria curado a doença de um menino que tinha pé torto.
Esse, porém, não foi o único feito atribuído ao célebre padre, falecido em 1961. Um dos que se disseram agraciados com um milagre do agora beato Donizetti foi Joelmir Beting, um dos precursores do jornalismo de Economia no País, falecido em 2012, aos 75 anos. Natural de Tambaú, Beting sofreu boa parte de sua infância de uma gagueira, causada após um quase afogamento no rio Pardo. O problema foi curado imediatamente após um encontro com o padre, que, além de abençoar o jovem Joelmir, também previu que ele seria famoso.
A imprensa de economia, negócios e finanças viveu, na tarde de 25 de novembro, um momento de gala. Reunidos num almoço no Hotel Renaissence, em São Paulo, sob a batuta de Jornalistas&Cia e deste Portal dos Jornalistas, os +Admirados da imprensa especializada combinaram a alegria do reconhecimento com o calor dos aplausos, harmonizado sob uma grande dose de emoção.
A premiação,
conduzida por Fátima Turci, mesclou profissionais e fontes de
informação, experiência e juventude, celebração e reflexão, emoção e razão.
Tudo tendo como pano de fundo a valorização do jornalismo de qualidade e a
defesa da democracia e das liberdades de imprensa e de expressão, como bem
expressou Eduardo Ribeiro, diretor de Jornalistas&Cia e deste Portal
dos Jornalistas, em sua fala: “O Brasil e a sociedade brasileira precisam
muito, e cada vez mais, de uma imprensa livre, democrática e vigorosa. Precisam
muito, e cada vez mais, de cada um de vocês”.
A cerimônia destacou, inicialmente, em ordem alfabética, os
44 profissionais que figuraram entre os TOP 50 (este ano 54, em função de
empates na votação); na sequência, os veículos campeões nas categorias Agência
de Notícias (Agência Estado), Site/Blog (Valor Online), Programa de Rádio (Jornal
da CBN), Programa de TV (Jornal das Dez, da GloboNews), Revista
(Exame) e Jornal (Valor Econômico). O final foi reservado para os TOP 10.
Miriam Leitão e Carlos
Alberto Sardenberg, profissionais multimídia que atuam nos veículos do
Grupo Globo, pontearam novamente os dois turnos de votação. Mas, ao contrário
das edições de 2016, 2017 e 2018, quando deu Miriam na cabeça e Sardenberg
em segundo lugar, este ano ambos foram classificados como campeões da
premiação. Eduardo Ribeiro explica que isso se deveu ao empate técnico ocorrido
na pontuação entre eles, decisão corroborada pelas equipes de Jornalistas&Cia
e da Maxpress, parceira na premiação. O pódio da premiação foi completado, na
terceira posição, por Luís Nassif,
da Agência Dinheiro Vivo e do Jornal GGN, que não pôde participar da cerimônia.
Os outros seis TOP 10 foram: 4º lugar
– Vicente Nunes, do Correio
Braziliense; 5º – Ricardo Amorim, do
Manhattan Connection e da IstoÉ; 6º –
Adalberto Piotto, da EBC/TV Brasil;
7º – Celso Ming, O Estado de S.
Paulo; 8º – Cleide Silva, O Estado
de S. Paulo; 9º – Thais Herédia, Rádio
Bandeirantes; e 10º – Denise Campos de
Toledo (Rádio Jovem Pan/TV Gazeta).
Em depoimento
emocionante, Sardenberg lembrou da esposa Cybelle, falecida há pouco tempo.
Disse inclusive que um dos motivos que o levaram a comparecer à cerimônia,
apesar do luto, foi o fato de que ela adorava a homenagem; só não participou em
2018, quando ambos estavam no exterior. Sardenberg confessou até ter pensado em
deixar o jornalismo após a morte dela, mas desistiu da ideia por saber que não
suportaria a inatividade. E revelou: decidiu renovar todos os contratos de
participação nos programas em que atua nas emissoras do Grupo Globo, incluindo,
claro, a CBN.
Miriam Leitão, ao
lado de Carlos Alberto Sardenberg, assinalou: “Escuto sempre, e vocês devem
ouvir também, que a economia está melhorando, mas o social e o ambiental vão
mal. Eu simplesmente não acredito que possa haver essa divisão. E quero dizer a
vocês aproveitando essa premiação para jornalistas de economia: não acredito
que a economia possa avançar se está sendo destruída a Floresta Amazônica, se
está sendo apagada a agenda do combate ao racismo, se está sendo dito às
mulheres que elas precisam ser submissas. Não acredito em economia melhor se
estão sendo ameaçadas as liberdades democráticas e a liberdade de expressão.
Economia sem inclusão não constrói uma nação justa. Eu vi o milagre econômico
no começo da minha vida profissional e sei o preço que nós tivemos que
pagar”.
Prestando homenagem ao primeiro time do Jornalismo Econômico do País, estavam presentes nomes badalados como os ex-ministros Henrique Meirelles (atual secretário da Fazenda do Governo de São Paulo) e Maílson da Nóbrega; o economista Antonio Corrêa de Lacerda e CEOs, dirigentes de instituições empresariais e uma plêiade de executivos de comunicação de algumas das mais importantes organizações brasileiras. E também filhos, irmãos, esposos e pais de muitos dos homenageados, o que deu à premiação um quê de confraternização e amizade.
Do BTG Pactual, veio o sócio-diretor Oswaldo Assis;
da Deloitte, o CEO Altair Rossato; da Vivo, o VP de Relações
Institucionais Renato Gasparetto Jr.; da Captalys, a CEO Margot
Greenman; da Gerdau, o gerente de Comunicação Pedro Torres; da GOL,
o diretor de Finanças Mário Liao; do Ibri, o presidente Guilherme
Setubal; da Abrasca, o presidente Alfried Plöger; da Trevisan Escola
de Negócios, o CEO VanDyck Silveira; e do Codim, o diretor Hélio
Garcia.
A baixa diversidade nas redações e seu possível reflexo sobre o papel social da imprensa vem sendo amplamente debatidos no Reino Unido. A profissão tem no país uma alta concentração de homens brancos e oriundos de classes mais favorecidas.
Não é comum ver no rádio ou na TV
jornalistas falando com sotaque regional ou que denote origem humilde. Na área
reservada à imprensa no Parlamento são poucas as mulheres acompanhando as
sessões – boa parte delas, correspondentes estrangeiras.
Várias iniciativas estão em curso
para mudar essa realidade, conduzidas pelas próprias organizações de mídia e
por entidades da sociedade civil. Uma das mais interessantes é capitaneada pela
jornalista da BBC Olivia Crellin e
pela professora da Universidade de Kent Laura
Garcia, mexicana, também jornalista.
Elas criaram em 2018 o PressPad, um programa destinado a
viabilizar estadia em Londres para aspirantes a jornalistas de outras
localidades durante estágio não remunerado, prática comum aqui. A ideia surgiu
porque o alto custo imobiliário da capital foi identificado como barreira para
esses jovens conseguirem estagiar onde estão as principais redações do país.
O programa conecta profissionais
iniciantes a jornalistas mentores que se disponham a orientá-los e a
proporcionar hospedagem durante o estágio, que pode custar mais de £ 1 mil por
mês, inviável para quem não tem recursos. Mais de 50 estágios já foram
concretizados, com mentores de importantes redações, como o Financial Times.
Jornalismo de elite:
distanciamento da realidade? – Não há unanimidade sobre a tese
de que um profissional bem-nascido, que estudou em escola particular, não tenha
capacidade de contar uma história de miséria. Ou que um homem não possa
escrever com sensibilidade sobre o universo feminino. Há grandes exemplos
mostrando que é possível.
Mas tem prevalecido aqui a ideia
de que a diversidade de gênero e social nas redações pode contribuir para uma
cobertura jornalística que reflita melhor as realidades diferentes de um país
com tantas religiões, etnias, sotaques e até idiomas que não são o inglês.
Pesquisas mostram que há um longo
caminho a percorrer para que as redações espelhem melhor a sociedade britânica.
Um estudo feito pela ONG The Sutton Trust, dedicada à questão da mobilidade
social, apontou em julho que 43% dos 100 jornalistas mais influentes do Reino
Unido – editores e apresentadores de rádio ou TV – frequentaram escolas
particulares.
Houve uma queda de 11% em relação
a 2014, mais ainda assim é um número alto. Quando se compara à taxa da
população, a discrepância é grande: apenas 7% dos britânicos estudaram em
instituições privadas. E enquanto menos de 1% do povo do país teve a
oportunidade de se graduar em Oxford ou Cambridge, entre colunistas de jornal a
taxa é de 44%. O trabalho conclui que a imprensa é um dos setores profissionais
mais elitistas do país.
Outra pesquisa, feita pela City
University em 2016, revelou que 94% dos jornalistas do país eram brancos e
apenas 0,4% se declararam muçulmanos. E o relatório State of the Nation de 2016, que trata de mobilidade social, indicou
que só 11% dos jornalistas eram na época oriundos da classe trabalhadora, que
representa 60% da população.
A preocupação não é apenas
social, mas também comercial. Minorias raciais ou regionais que não se
identificam com a cobertura da imprensa tradicional tendem a buscar informação
em outras fontes, afetando a sustentabilidade dos veículos.
Sotaques regionais ausentes – Um
dos desafios a respeito do aumento da diversidade na imprensa é o sotaque
predominante na TV e no rádio, com poucos exemplos de jornalistas falando com
acentos regionais. Esta semana Chris
Mason, novo apresentador do programa político Any Questions?, da rádio BBC, abordou o assunto em uma entrevista
para o The Times.
Ele é de Yorkshire, região com
sotaque diferente do chamado “RP”, ou “Received Pronunciation”, a forma de
falar do inglês britânico de classe média “neutro”, sem regionalismos nem
associação com elites como a realeza, o chamado “Queen English”. Pela grande
influência da BBC sobre o país, é também chamado de “BBC English”.
Mason acha que foi beneficiado
por viver um momento no jornalismo em que a diversidade é uma vantagem. E sua
forma de falar não foi um obstáculo para assumir o cargo. Mas observa que ainda
são poucos os apresentadores com sotaque regional. A situação também foi exposta pela
apresentadora Steph McGovern, que em
2018 reclamou publicamente do salário mais baixo do que o de colegas com
sotaque “posh”, que tem um sentido de “esnobe”, por causa de sua forma nortista
de falar.
Trata-se de uma situação complexa. Alguns dos sotaques regionais britânicos não são facilmente compreensíveis por todas as pessoas, o que pode tornar confusa uma transmissão de rádio ou TV em escala nacional. Outros trazem à tona sensibilidades políticas, como a tensão ainda viva entre Irlanda e Inglaterra.
Equacionar todos os aspectos
envolvidos nesse debate não é tarefa simples. Mas há muita gente pensando
nisso. E mudanças reais podem acabar ocorrendo ao longo do tempo, para o bem do
jornalismo e da sociedade.
Reginaldo Leme, comentarista de Formula 1 da TV Globo, está deixando a emissora, onde atua desde 1978. Segundo o Yahoo, ele comunicou sua decisão na terça-feira (26/11), embora tivesse mais um ano de contrato.
Ele já não estará no GP de Abu Dhabi, neste próximo fim de semana. Com isso, a última participação foi na etapa da Stock Car do último domingo (24/11), em Goiânia.
A Comunicação da Globo confirmou a saída. O substituto dele no GP de Abu Dhabi ainda não foi definido.
Leme iniciou sua carreira no jornalismo automotivo no Estadão, em 1972.
Patrícia Campos Mello, repórter e colunista da Folha de S.Paulo, foi um dos homenageados pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) com um anúncio de página inteira na edição de 21/11 do Washington Post. Ela e jornalistas de Índia, Nicarágua e Tanzânia receberam em Nova York naquela data o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa 2019. Os profissionais enfrentaram prisão, assédio online e/ou ameaças legais e físicas em sua busca por notícias.
Em 2018, durante a campanha presidencial, Patrícia sofreu ameaças de agressão e linchamento virtual. As reportagens dela relataram como apoiadores do então candidato a presidente Jair Bolsonaro financiaram de forma massiva mensagens, muitas delas falsas, no aplicativo de mensagens WhatsApp.
Também foram homenageados Neha Dixit, jornalista investigativa independente na Índia que cobre direitos humanos; Maxence Melo Mubyazi, cofundador e diretor-gerente do Jamii Forums, site de discussão online e fonte de notícias de última hora na Tanzânia; e Lucía Pineda Ubau e Miguel Mora, respectivamente diretora de notícias e fundador e editor da emissora nicaraguense 100% Noticias. A dupla foi presa em dezembro de 2018 por sua cobertura de distúrbios políticos e só libertada em 11 de junho, depois de seis meses atrás das grades.
Patrícia é a terceira brasileira a ser homenageada pelo CPJ. Os outros dois foram o paraense Lúcio Flavio Pinto, em 2005, e o paranaense Maury König, em 2012.
Cida Damasco publicou em 25/11 sua última coluna no Estadão. Ela ocupava o espaço desde meados de 2016, quando deixou de ser editora-chefe, após 15 anos no jornal. Nesse período, também foi editora de Economia.
No Facebook, ela escreveu: “Recado aos leitores, na minha última coluna no Estadão, um resumo do que pude acompanhar no cenário econômico e político a partir deste privilegiado observatório. Espero ter contribuído para o debate de ideias, num tempo em que sobressaem os extremismos e as crenças cegas. Está no ar uma esperança de que o consumo de fim de ano, turbinado pelos incentivos de curto prazo providenciados pela equipe econômica sob forte pressão, anuncie uma entrada em 2020 num astral mais favorável. Mas uma virada no cenário econômico para valer, consistente e duradoura, ainda depende da retomada dos investimentos. E estes continuam à espera de um quadro político mais pacificado, mais seguro, mais consequente. A pergunta é uma só: demora? Pelo que se tem visto nos últimos tempos, falta sobretudo juízo aos chamados ‘atores’ da cena política para que a resposta seja animadora”.
O Supremo Tribunal Federal acatou nesta quarta-feira (27/11) representação de Luis Nassif (Jornal GGN) contra o governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel por ameaça e intimidação.
O pedido de representação ocorreu após Nassif tomar
conhecimento de que Witzel o havia denunciado por “crime de injúria”. Segundo o
UOL, o jornalista nega ter ofendido o governador. O editor-chefe do GGN
criticou Witzel por suas políticas de segurança pública, especialmente um vídeo,
publicado pelo governador em suas redes sociais, onde aparece dentro de um
helicóptero durante uma ação policial, sobrevoando comunidades em Angra dos
Reis. No vídeo, policiais disparam tiros contra casas da comunidade, que seriam
para supostos encontros de traficantes. Mas os tiros acertaram uma casa de
orações, que estava vazia no momento do ocorrido. Nassif gravou um vídeo
criticando o governador, no qual classificou Witzel como “genocida”.
Vale lembrar que, no começo do mês (7/11), foi realizada
uma ação de policiais
que foram até a casa de Nassif para entregar-lhe uma intimação,
obrigando-o a comparecer ao Serviço de Polícia Interestadual (Polinter). Os agentes
estavam fortemente armados. Segundo Nassif, a ação teve o objetivo de
intimidá-lo e constrangê-lo.
A Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (Aceesp) divulgou em 19/11 os vencedores do Troféu Aceesp 2019, principal premiação de jornalismo esportivo em São Paulo. Confira os vencedores:
Em carta enviada a Sirley Batista e Christiane Samarco, respectivamente diretora de Jornalismo e ombudsman da EBC, jornalistas da emissora pública questionam sobre uma possível censura que estariam sofrendo na cobertura dos recentes desdobramentos do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
No documento, os profissionais reclamam da demora em noticiar o pronunciamento de Jair Bolsonaro sobre o caso, que, segundo eles, teria ocorrido mais de 15 horas após a fala do presidente. A revelação partiu da coluna Radar, de Veja, que teve acesso a carta em primeira mão.
Vale lembrar que em agosto uma rápida exibição da imagem da vereadora assassinada em um programa da TV Brasil resultou na demissão do diretor da atração e da saída do programa da grade da emissora.
Imagem de Marielle Franco apareceu em xilografia no programa Antenize. Vídeo foi editado e imagem retirada
Confira a íntegra da carta:
“Prezadas Sirley Batista e Cristiane Samarco,
Os jornalistas da Empresa Brasil de Comunicação vêm, por meio deste,
questionar o motivo que levou os veículos da EBC a entrarem tão tardiamente na
cobertura da repercussão sobre as investigações dos assassinatos da vereadora
Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
Levamos mais de 15 horas depois da fala do presidente da República, que
veio a público dar suas explicações, por meio de uma transmissão ao vivo nas
redes sociais, para publicar a primeira reportagem sobre o assunto na Agência
Brasil. Passadas mais de 17 horas o tema continua silenciado nas nossas rádios.
Importante lembrar que se as reportagens de outros veículos nem sempre
viram pauta na EBC, as transmissões da Presidência da República são,
constantemente, cobertas pelos nossos veículos e estão sempre nas pautas. É
grave a postura da empresa que foge do seu papel de noticiar oportunamente, com
credibilidade e isenção esta informação. Tanto a sociedade brasileira como
agências e veículos internacionais de notícias procuram a EBC como fonte de
notícia.
Exigimos respostas da direção e repudiamos mais uma vez a censura a que
estão submetidos os veículos da empresa, que os impede de noticiar questões
relevantes como essa. Nesse sentido, solicitamos uma audiência com a diretora
de jornalismo com participação da ouvidoria da empresa para debater o silêncio,
em alguns casos, e a demora em relação a esta pauta.
Mais uma vez lembramos que a EBC é uma empresa de comunicação pública,
com missão definida, função constitucional assegurada e um manual de jornalismo
que deve nortear todas as nossas coberturas e não ser esquecido no fundo da
gaveta quando convém.
A decisão editorial equivocada de silenciar, ou avaliar com longa espera,
sobre a notícia mais importante do dia faz com que a EBC perca o respeito e a
credibilidade perante a sociedade, a quem devemos servir. Incapaz de fazer a
pauta sumir dos noticiários, o silêncio da EBC sobre ela apenas torna patente
para o cidadão a linha editorial chapa-branca que hoje vigora no jornalismo da
empresa. Aguardamos uma resposta sobre nosso pedido de audiência.
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) divulgou em 18/11, durante almoço no Salão Duas Rodas, em São Paulo, os vencedores do Prêmio Abraciclo de Jornalismo 2019.
Esta edição do concurso bienal contou com quase 300 matérias inscritas, e premiou reportagens em quatro categorias:
Motocicletas – Impressa & Digital: Roberto Dutra, pela reportagem Minha primeira moto, publicada no jornal O Globo.
Motocicletas – Som & Imagem: Fabio Ramalho de Araújo e Silva, pela reportagem Achamos no Rio: conheça o museu de motos em Petrópolis (RJ), veiculada no programa Balanço Geral, da Record TV.
Bicicletas: Marcos Adami, pela reportagem E-bike, a reinvenção da bicicleta, publicada na Bike Magazine.
Polo Industrial de Manaus (PIM): Adneison Severiano, pela reportagem Polo Industrial de Manaus na trilha da Indústria 4.0: nova era da manufatura avançada, publicada no portal Brasil Hoje.
“A qualidade das reportagens superou nossas expectativas, dando bastante trabalho para comissão julgadora”, destacou Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo. “E é exatamente esse o nosso objetivo: estimular a criatividade e o talento dos jornalistas na elaboração de pautas diferenciadas sobre mobilidade urbana e lazer a partir do uso eficiente e consciente dos veículos de duas rodas”.
Integraram a comissão julgadora do concurso Andressa Rogê, Celso Miranda, Fausto Macieira, George Guimarães e Sérgio Quintanilha.