Rafael Sartori e Ricardo Braga, fundadores do Jornal 140, comandam nesta quarta-feira (20/5), às 17h, a liveComo sobreviver na disrupção digital, em que debaterão a transformação e a aceleração de negócios. A iniciativa é uma parceria do 140 com a Unibes Cultural.
O evento online terá a participação do professor e estrategista Aloisio Sotero. Além de debaterem o tema, os três darão dicas sobre como garantir a sobrevivência de marcas e negócios em meio à disrupção digital.
O repórter Luiz Maklouf Carvalho morreu no sábado (16/5), aos 63 anos, em São Paulo, de câncer de pulmão. No Estadão desde 2016, teve passagens por Resistência, Movimento, Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil e Jornal da Tarde, além das revistas Época e piauí.
Nascido em Belém, Maklouf formou-se em Direito pela Universidade Federal do Pará. Morava em São Paulo desde 1983. É autor de obras como Mulheres que foram à luta armada e Já vi esse filme: reportagens e polêmicas sobre Lula e o PT (1984-2005), títulos que lhe renderam dois prêmios Jabuti. Seu livro mais recente, lançado ano passado, é O cadete e o capitão: a vida de Jair Bolsonaro no quartel, que conta como o atual presidente trocou a carreira militar pela política.
Ederaldo Kosa, sócio da Linhas Comunicação, apresenta nesta quinta-feira (21/5), das 15h às 17h, o webinarComunicação e fake news em tempos de pandemia, que debaterá o compartilhamento de informações falsas durante a crise de saúde global e suas consequências de curto a longo prazos.
O evento também analisará a concorrência que o jornalismo profissional vem enfrentando com influenciadores e social media, além de fornecer dicas sobre como identificar fake news e a veracidade de informações. O foco são empresários e profissionais de bares e restaurantes, um dos setores mais afetados pela pandemia.
“Ninguém escapa das fake news”, afirma Ederaldo. “A própria OMS já advertiu para o problema, que pode matar assim como o vírus. Desinformação, em saúde, pode levar à morte. Na economia, pode levar a decisões erradas. Mesmo entre empresários é comum observar compartilhamentos de mentiras. A imensa maioria não faz por mal, mas porque a ideia de uma mensagem às vezes vai ao encontro da sua ou simplesmente porque não a pessoa não quer checar antes a informação”.
O webinar contará com a presença de Lúcio Mesquita, consultor de comunicação que mora no reino Unido há mais de 30 anos e que teve passagens por Estadão e Jovem Pan antes de chegar à BBC, onde atuou por cerca de 25 anos. Para receber o link do evento, é preciso enviar um e-mail para [email protected].
Clarissa Oliveira (Band TV) foi agredida no último domingo (17/5) por uma manifestante bolsonarista, durante o ato pró-governo realizado em frente ao Palácio do Planalto. A agressora acertou a cabeça da repórter com a bandeira do Brasil enquanto a balançava, criticando a imprensa e chamando os jornalistas de “lixo”. Logo depois do ocorrido, a manifestante desculpou-se com Clarissa, mas sorrindo.
A repórter da Band TV contou que se preparava para uma entrada ao vivo, mas um problema técnico a obrigou a sair do ar por alguns minutos. Foi nesse momento que a manifestante a agrediu. Clarissa relatou o episódio e declarou que, “logo em seguida, ela se desculpou, meio aos risos. Mas tive também a solidariedade de outros manifestantes que vieram me perguntar se estava tudo bem. A bandeirada não foi forte. Tudo segue aqui. Seguimos trabalhando normalmente”. A repórter fez um boletim de ocorrência numa delegacia em Brasília.
O ocorrido ganhou enorme repercussão negativa nas redes sociais. O ministro do STF Alexandre de Morais escreveu que “é absolutamente inadmissível que uma repórter, exercendo sua profissão, seja covardemente agredida por uma manifestante radical, que jamais saberá o real significado do direito de livre manifestação e da imprensa livre, um dos sustentáculos da democracia”.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) iniciou na sexta-feira (15/5) uma pesquisa sobre os profissionais de imprensa contaminados pelo novo coronavírus, com o objetivo de obter números oficiais e mapear o real quadro de infectados na categoria.
A entidade enviou a pesquisa aos sindicatos de jornalistas de todo o País, e pede para que o formulário chegue até todas as redações, para abranger o maior número possível de profissionais e obter dados próximos aos reais. Maria José Braga, presidenta da Fenaj, declarou que a convocação para que os jornalistas respondam o formulário é “para acompanhar a evolução da doença entre a categoria, num cenário de subnotificação e, com isso, readequar a ação sindical sempre que for necessário”.
O curso de Jornalismo da ESPM promove nesta quarta-feira (20/5), das 10h às 11h30, o webinarA pandemia e o fortalecimento do telejornalismo, que discute os novos modos de produção e circulação de notícias à distância, durante a quarentena.
O evento, gratuito, receberá Silvana Requena, editora executiva do SPTV – 2ª edição, e Rodrigo Hornhardt, chefe de Redação do SBT. As mediadoras serão as professoras Maria Elisabete Antonioli e Heidy Vargas. Inscreva-se!
A Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) realiza na terça-feira (26/5), às 18h, a liveA crise do coronavírus e a comunicação, que discutirá os impactos da pandemia nas agências e o que é preciso fazer em tempos de crise.
A live será realizada pelo Google Hangout, com apresentação do presidente-executivo Carlos Henrique Carvalho, que entrevistará a consultora Rosângela dos Santos, responsável por gerenciar a crise da Samarco após o rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais. Ela vai falar sobre a experiência e contar como foi fazer a comunicação de crise em uma empresa que ficou com as atividades suspensas e elaborar um plano estratégico de reconstrução da marca e sua reputação, temas extremamente relevantes em meio à crise gerada pelo coronavírus. Não perca!
O Jornal Nacional mudou seu cenário para homenagear as vítimas do novo coronavírus. Na última quinta-feira (14/5), durante a exibição do telejornal, o apresentador William Bonner anunciou que o cenário da atração passaria a exibir os rostos das vítimas de Covid-19, e não mais o desenho do vírus, que aparecia até então.
O apresentador declarou que, “a partir de hoje, aquela imagem do inimigo número um vai sair do nosso painel. Em todos os momentos que o Jornal Nacional estiver tratando da pandemia, vão estar lá atrás os rostos de brasileiros que ela nos tirou. Esses sorrisos e olhares dos brasileiros que nós perdemos podem ajudar a fortalecer a mensagem que importa de verdade: a necessidade de proteger vidas”. A mudança foi muito repercutida e elogiada nas redes sociais.
O jornal cearense O Povo lançou o projeto O Povo Mais (OP+), plataforma multistreaming que oferece um amplo acervo de conteúdo, como séries e documentários, reportagens especiais, podcasts, cursos, palestras, livros e colunistas. Os assinantes do jornal já têm acesso à plataforma.
O OP+ tem as categorias Reportagens Especiais, Jornal & Colunistas, Livros Digitais, Séries & Docs, Cursos & Palestras e Podcasts. Novas editorias serão adicionais em breve. Filipe Dummar, head de Estratégia Digital de O Povo, diz que o projeto visa a “oferecer uma nova maneira de fazer e consumir informação, trabalhando diferentes linguagens e oferecendo narrativas plurais aos nossos assinantes”.
Para acessar a plataforma, basta acessar o site do OP+ e usar o mesmo login e senha que dão acesso ao conteúdo exclusivo do jornal. A assinatura custa R$ 1,99 nos primeiros três meses (promoção por tempo limitado).
O Roda Viva (TV Cultura) recebe nesta segunda-feira (18/5), às 22h, o youtuber Felipe Neto, uma das figuras mais populares da internet nos dias de hoje, com cerca de 37 milhões de inscritos em seu canal. Com apresentação de Vera Magalhães, o programa irá ao ar na TV, no site da emissora, Twitter, Facebook, YouTube e LinkedIn.
Felipe fundou a empresa Paramaker, que gerencia aproximadamente cinco mil outros canais no YouTube. Ele falará sobre influência digital e a pandemia do novo coronavírus e seus impactos na comunicação. Crítico assíduo do governo Bolsonaro, também opinará sobre a situação política do País. Em 9/5, Felipe publicou um “vídeo-carta aberta” para todos os artistas e influenciadores do Brasil, destacando o fim da tolerância com aqueles que não usam sua influência nas redes sociais para posicionar-se politicamente diante do cenário político atual.
A banca de entrevistadores será formada por Maria Claudia Almeida, head de comunicação do Twitter; Rachel Sheherazade, âncora do telejornal SBT Brasil; a jornalista e escritora Mariliz Pereira Jorge; Edgard Piccoli, apresentador e radialista; e Carol Pires, correspondente do NYT e colunista da revista Época. Haverá ainda a participação remota do cartunista Paulo Caruso.