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Instituto Eficientes apresenta seu Relatório de Impacto 2025

O Instituto Eficientes, organização sem fins lucrativos que atua para redemocratizar o acesso das pessoas com deficiência à informação jornalística, acaba de lançar seu Relatório de Impacto 2025. O documento apresenta os principais resultados, conquistas, aprendizados e desafios do último ano, além de antecipar os desafios e perspectivas para 2026.

“Ao longo de 2025, ampliamos nossa atuação, fortalecemos parcerias estratégicas e expandimos o alcance das nossas ações, sempre guiados pela missão de tornar a informação mais acessível e inclusiva”, celebra Larissa Pontes, presidente e diretora de Conteúdo da organização. “Cada avanço alcançado foi possível graças à confiança, ao apoio e ao investimento de parceiros e financiadores que acreditam no potencial transformador da acessibilidade”.

É possível apoiar as ações do Instituto Eficientes através do site https://benfeitoria.com/projeto/eficientes. Empresas e organizações interessadas e em parcerias ou apoios institucionais, podem obter informações pelo [email protected].

Prêmio Neuza Meller recebe inscrições para produções universitárias em comunicação pública

Estão abertas, desde segunda-feira (8), as inscrições para o Prêmio Neuza Meller de Audiovisual Universitário e Banner Acadêmico 2026. A iniciativa integra a programação do 4º Congresso Brasileiro de Comunicação Pública (ComPública) e tem como objetivo reconhecer produções acadêmicas e audiovisuais que contribuam para o fortalecimento da comunicação pública e da cidadania.

Promovido pela  Associação Brasileira de Comunicação Pública, ABCPública, o prêmio homenageia a memória da jornalista Neuza Meller, que foi diretora da UnBTV por dez anos. O prêmio valoriza experiências desenvolvidas por instituições de ensino superior e estudantes da área de Comunicação Social. Em 2026, os trabalhos inscritos deverão abordar o tema “Comunicação Pública: Uma Agenda para a Cidadania”, que também orienta a programação do congresso.

Premiação

O prêmio está dividido em duas categorias. A categoria Audiovisual Universitário é voltada para produções de emissoras e redes sociais institucionais de instituições de ensino superior. Já a categoria Banner Acadêmico destina-se a estudantes de graduação da área de Comunicação Social.

A leitura do edital é indispensável para verificação dos requisitos necessários à inscrição do material. (https://grcmlesydpcd.objectstorage.sa-saopaulo-1.oci.customer-oci.com/p/OQwcvnO-c63O08Gc2Kv4OTbJttj5ik60dguiDIyyQ0wuo5SWn-jHOLW9wNbylNqI/n/grcmlesydpcd/b/dtysppobjmntbkp01/o/media/doity/submissoes/regulamento-46fc040905acec0ddd786e3f81d2a39e398ec597.pdf)

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas de 8 de junho a 10 de julho de 2026, neste link. (https://doity.com.br/compublica2026/blog/premios)

Os trabalhos selecionados para a fase final serão divulgados em agosto. A cerimônia de premiação será durante a abertura do 4º ComPública, em Brasília, no dia 16 de setembro de 2026.

Congresso

Promovido pela ABCPública, em parceria com a Câmara dos Deputados, o 4º Congresso Brasileiro de Comunicação Pública será realizado de 16 a 18 de setembro, em Brasília, reunindo pesquisadores, profissionais, estudantes e gestores públicos para discutir os desafios e perspectivas da comunicação pública no Brasil.

Mais informações sobre o prêmio e o edital estão disponíveis no site oficial do evento. (https://doity.com.br/compublica2026)

O 4º ComPública é realizado pela ABCPública e Câmara dos Deputados em parceria com a Universidade de Brasília – UnB, o Senado Federal e o Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União. O congresso conta ainda com o apoio de entidades e órgãos públicos engajados na qualificação da comunicação do Estado com os cidadãos: Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e de Contas (Abel),  Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp), Associação Latino-Americana de Pesquisadores da Comunicação (Alaic), Associação de Pesquisadores em Comunicação Política (Compolítica), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Federal de Relações Públicas (Conferp), Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC),  Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Observatório da Comunicação Pública (Obcomp), Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom); e patrocínio da Doity.

Contribua com o Camarote Solidário da Agência de Notícias da Aids

Agência Aids comemora 19 anos com webinário sobre comunicação e Aids

O tradicional Camarote Solidário, da Agência de Notícias da Aids, estará presente na 30º edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, no próximo domingo (7/6), na Avenida Paulista. A iniciativa, criada por Roseli Tardelli, fundadora da Agência de Notícias da Aids, reúne ativistas, profissionais da saúde, pesquisadores, artistas e comunicadores em torno de uma mesma causa: a solidariedade e o cuidado coletivo.

A ideia é arrecadar alimentos para organizações da sociedade civil que acolhem pessoas vivendo com HIV/Aids e populações em situação de vulnerabilidade social. O Camarote Solidário já beneficiou mais de 30 instituições. Só em 2025, foram sete toneladas de alimentos, distribuídas para 14 organizações sociais. Em 2026, o projeto conta com o apoio de Sesc São Paulo, Senac, GILE AD, Prefeitura de São Paulo, Prudence, GSK, ViiV e Ministério da Saúde.

A iniciativa está em estágio de preparações finais e ainda aceita doações de alimentos. Interessados em contribuir podem fazê-lo por meio deste link.

Justiça determina prisão de jornalista que foi perseguido por Carla Zambelli

O juiz José Fernando Steinberg, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), determinou a prisão, em regime aberto, do jornalista Luan Araújo, condenado por difamação contra a ex-deputada federal Carla Zambelli. A decisão ocorreu após Luan não ter pago uma multa imposta pela Justiça.

Em publicação nas redes sociais, Luan escreveu que Zambelli “faz parte de uma extrema direita mesquinha, maldosa e que é mercadora da morte”. Por causa do comentário, o jornalista foi condenado por difamação contra a ex-deputada, e a Justiça determinou o pagamento de uma multa, que não foi paga por Luan, o que ocasionou agora o pedido de prisão. A defesa do jornalista entrou com um pedido de habeas corpus, alegando que Luan “encontra-se em situação de hipossuficiência econômica comprovada” e, portanto, não tem condições financeiras de pagar a multa imposta pela Justiça.

Relembre o caso

Em 2022, às vésperas das eleições presidenciais, Luan foi perseguido por Zambelli, que estava com uma arma de fogo em mãos, até um estabelecimento comercial. Segundo a ex-deputada, ela se desentendeu com apoiadores do então candidato Lula e só sacou a arma pois teria sido empurrada por Luan e teria ouvido o som de um tiro. Testemunhas e vídeos que viralizaram na época desmentiram a versão de Zambelli.

No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou a ex-deputada a cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal por conta do episódio. E Luan foi condenado a pagar uma multa por difamação contra Zambelli devido ao comentário que publicou nas redes sociais.

O que dizer a jovens que estão começando no jornalismo?

Hannah Natanson (Crédito: Reprodução/The Harvard Crimson)

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

Em um momento em que a mídia tradicional perde espaço, influenciadores disputam a atenção do público e a confiança nas notícias está em baixa, o que dizer a quem está começando a estudar jornalismo este ano?

Para essa missão, a Columbia Journalism School escolheu uma jornalista que simboliza o momento de tensão vivido pela imprensa, sobretudo nos Estados Unidos: Hannah Natanson. Ela é a repórter especial do Washington Post que teve a casa alvo de uma busca do FBI – episódio que despertou preocupações sobre a proteção do sigilo das fontes, princípio básico do jornalismo investigativo.

Em discurso à turma de 2026 da escola, Natanson não tentou suavizar o cenário. Começou reconhecendo que este é um período difícil para iniciar uma carreira no jornalismo: profissionais de imprensa sofrem ataques, os empregos encolhem e a inteligência artificial preocupa redações em todo o mundo.

Ela também observou que os novos jornalistas se formam em um momento em que pessoas no poder adotam medidas sem precedentes para intimidar ou silenciar a imprensa livre.

Sob Trump, os Estados Unidos perderam 11 posições no ranking anual de liberdade de imprensa da Repórteres Sem Fronteiras.

Mas Natanson disse que não queria se deter nessa lista de motivos para desânimo. Seu objetivo era outro: convencer os formandos de que fizeram – ou estavam prestes a fazer – a melhor escolha de suas vidas.

“O jornalismo é a base da democracia.”

Para ela (e para muitos que perseveram na profissão), é também o trabalho mais gratificante que alguém pode fazer – e o mais divertido.

Leia a matéria completa em MediaTalks.


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Daniela Valverde deixa a Coca-Cola, nos EUA

Daniela Valverde (Credito LinkedIn)

Daniela Valverde despediu-se este mês da Coca-Cola, após pouco mais de 8 anos de casa. Atuando desde outubro de 2023 em Atlanta, Georgia (EUA), ela ali chegou como gerente sênior de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade, passando em janeiro de 2024 ao cargo de diretora.

Além dos tradicionais agradecimentos, pela rica experiência na organização e passagem pelo exterior, diz, em mensagem no Linkedin, sobre seu futuro profissional: “Agora, começo um novo capítulo, dedicando-me a projetos especiais de comunicação, narrativa estratégica e mentoria – ajudando pessoas e marcas a se comunicarem com clareza, confiança e propósito”.

Ex-Burson-Marsteller, ela também foi executiva de comunicação da Heineken por 3 anos.

EJN levará dez jornalistas de sustentabilidade para experiência no litoral cearense

Crédito: Maristela Crispim

A Rede de Jornalismo Ambiental (EJN) abriu inscrições para um workshop gratuito e presencial sobre a importância da ciência, da exploração do fundo do mar e da biodiversidade marinha. O encontro, em Fortaleza, de 14 a 16/9, conta com o apoio da Agência Eco Nordeste, de Maristela Crispim.

A capital cearense foi escolhida em razão de uma visita de campo ao navio de pesquisa do Schmidt Ocean Institute, atracado no mar cearense. São dez vagas, cinco para profissionais que atuam no Ceará e cinco para jornalistas de todo o Brasil. Os selecionados de outros estados contarão com despesas de deslocamento, alimentação e hospedagem pagas pela organização do evento. Inscrições até 18 de junho.

ComPública 2026 amplia GTs focados na troca de experiências entre comunicadores públicos

A quarta edição do Congresso Brasileiro de Comunicação Pública (ComPública) ampliou de um para três os Grupos de Trabalho voltados à apresentação de relatos de experiências. A modalidade, lançada na edição de 2025 do ComPública, retorna, em 2026, respondendo a uma demanda cada vez mais presente entre os profissionais da área: a troca de aprendizados e soluções construídas no dia a dia da comunicação pública.

Ao lado dos tradicionais grupos de trabalho científicos, os três GTs focados em relatos de experiências vão ampliar as oportunidades de compartilhamento de conhecimento entre profissionais que atuam na linha de frente dos diferentes órgãos e instituições.

“Em 2025, o volume de propostas para o GT superou as expectativas da organização do ComPública. Por isso, neste ano abrimos mais grupos. A intenção é dar mais visibilidade para as experiências, criando espaço de diálogo para os congressistas”, destaca a vice-presidente de Relações Acadêmicas da ABCPública, Cláudia Lemos.

“Sabe aquela campanha de utilidade pública bem-sucedida? Aquela plataforma de participação que recebeu várias colaborações? Então, “bora” apresentar no GT6″, convida o professor Michel Carvalho.

“No GT6, eu e a colega Mariana Amorim iremos receber relatos de experiências e estudos de casos de impacto social e organizacional, que versem sobre boas práticas em comunicação governamental, comunicação integrada, comunicação interna, publicidade institucional, cerimonial, relações públicas e marketing digital, entre outros. A ideia é priorizar relatos de experiência focados em rotinas operacionais, oficinas produtivas, prospecções criativas, dentre outros desafios e soluções do dia a dia profissional.

“No GT5, vamos discutir experiências inovadoras na produção de conteúdos audiovisuais e digitais. Estamos falando de vídeos, podcasts, redes sociais e novas formas de dialogar com a sociedade. A proposta é compartilhar estratégias criativas, ferramentas e soluções que ajudam instituições públicas a se comunicarem de forma mais clara, acessível e conectada com as pessoas”, destaca Alessandra Lessa, uma das coordenadoras do GT.

À frente do GT4, Rachel Gonçalves, vice-presidente de relações legislativas e governamentais da ABC Pública e Kárita Sena, vice-presidente de Gestão, explicam que no grupo os congressistas terão “oportunidade de pensar e debater sobre sobre temas como governança organizacional, políticas públicas, políticas de comunicação e estratégias digitais, dentre outros.

Confira os três GTs para relatos de experiências:

GT4 – Gestão e regulação da comunicação
Coordenadoras: Kárita Sena (Correios/UFMS) e Rachel Gonçalves (Senado Federal)

GT5 – Experiências audiovisuais e digitais
Coordenadoras: Alessandra Lessa (TC-GO) e Verônica Lima (Câmara dos Deputados)

GT6 – Projetos, produtos e serviços
Coordenadores: Mariana Borges (Polícia Penal – SP) e Michel Carvalho (Câmara Municipal de Cubatão)

A submissão de trabalhos está aberta até 15 de junho. Os interessados devem enviar um resumo expandido com 800 a 1.200 palavras no site https://doity.com.br/compublica2026/artigos. O resultado da seleção será divulgado em 17 de julho.

Realizado pela ABCPública em parceria com a Câmara dos Deputados, o 4º ComPública acontecerá de 16 a 18 de setembro, em Brasília, com o tema “Uma agenda para a cidadania”. A programação contará ainda com palestras, mesas-redondas, minicursos, lançamento de publicações, premiações e atividades de integração entre os participantes.

As inscrições são gratuitas.

Parcerias

O 4º ComPública é realizado em parceria com a Universidade de Brasília – UnB e conta com apoio de uma série de entidades e órgãos públicos engajados na qualificação da comunicação do Estado com os cidadãos: Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e de Contas (Abel), Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp), Associação Latino-Americana de Pesquisadores da Comunicação (Alaic), Associação de Pesquisadores em Comunicação Política (Compolítica), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Federal de Relações Públicas (Conferp), Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Observatório da Comunicação Pública (Obcomp), Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom); e patrocínio da Doity.

Todas as informações sobre os preparativos para o 4º ComPública você pode acompanhar pelo site abcpublica.org.br e pelas redes sociais: instagram.com/abcpublicalinkedin.com/abcpublica e youtube.com/ABCPublica.

Estudo revela que 37% dos jornalistas celetistas trabalham acima de 40 horas semanais

Samira de Castro em pronunciamento à bancada do CCS (Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado)

Levantamento realizado pelo Dieese, a pedido da Fenaj, revela que 37,6% dos jornalistas brasileiros contratados via CLT cumprem jornadas superiores a 40 horas semanais. O estudo, baseado em dados da RAIS 2025, aponta um descumprimento da jornada legal de cinco horas diárias estabelecida pelo artigo 303 da CLT para a categoria. A divulgação dos dados ocorre em meio ao debate nacional sobre a PEC do fim da escala 6×1, votação que ocorreu nas últimas semanas na Câmara dos Deputados. A iniciativa visa alertar para a precarização do trabalho e o risco de que novas propostas legislativas retirem proteções de profissionais com salários maiores, desconsiderando o desgaste físico e mental inerente à atividade jornalística. Mais detalhes no site da Fenaj.

PEC 67/2023Samira de Castro, presidenta da Fenaj, manifestou durante reunião ordinária do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional, realizada em 1/6 preocupação com os impactos da PEC 67/2023. A intervenção ocorreu porque proposta de autoria do senador Rogério Marinho visa estabelecer que veículos de comunicação não respondam civilmente por acusações feitas por entrevistados. Isso, para a Fenaj, pode criar uma imunidade que enfraquece o dever de diligência jornalística e o compromisso com a verdade factual. Segundo Samira, a medida ameaça o equilíbrio entre liberdade de imprensa e responsabilidade social, podendo estimular a disseminação de desinformação e de “jornalismo declaratório” sem a devida checagem ou contraditório.

Samira de Castro em pronunciamento à bancada do CCS (Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado)

Giovana Girardi deixa a Agência Pública

Giovana Giradi (divulgação)

Circulou em 25 de maio a última edição da newsletter Antes que seja tarde, produzida por Giovana Girardi para a Agência Pública. Especializada na cobertura de Ciência e Meio Ambiente desde 2002, ela estreou no espaço em abril de 2023 e desde então vinha produzindo análises semanais para explicar como os cenários político e econômico interferem no ambiental e climático.

Além da publicação semanal, ela também vinha atuando como co-apresentadora do podcast Bom dia, fim do mundo. A edição desta quinta-feira (4/6) da atração marcará a despedida de Giovana da Pública.

“Fazer o constante e exaustivo alerta de que rumamos para uma grande enrascada não é algo pelo qual o mensageiro passa ileso. Cientistas que trabalham com esses temas sofrem de um tipo de ansiedade muito específica, que pode adoecer. Jornalistas climáticos, tem-se observado nos últimos anos, podem passar por isso também…Saio em busca de novas ideias, de tentar descobrir novas formas de comunicar sobre esses assuntos que são tão difíceis”, explicou a jornalista em seu perfil no LinkedIn.

Antes da Agência Pública, Giovana também atuou por Estadão, Folha de S.Paulo, Scientific American e Galileu, foi fellow do Knight Science Journalism, do MIT, e produziu o podcast Tempo Quente, para a Rádio Novelo.

Giovana Giradi (divulgação)

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