O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo e a Arfoc-SP realizaram em 10/9 reunião para debater a posição da Justiça de São Paulo que culpou o repórter fotográfico Alex Silveira por ter levado um tiro de bala de borracha no olho esquerdo. Ele foi atingido pela Tropa de Choque da Polícia Militar quando cobria manifestação dos professores da rede pública de ensino para o jornal Agora, em 2000. O debate é em oposição a decisão proferida pelo desembargador Vicente de Abreu Amadei, da 2ª Câmara Extraordinária de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, que reformou a sentença que obrigava o Estado de São Paulo a indenizar o repórter fotográfico. Amadei afirmou que a conduta dos manifestantes justificou a reação violenta da Tropa de Choque, que fez uso de bombas de efeito moral e balas de borracha, e culpou Silveira sob a alegação de que ele próprio se colocou em situação de perigo: “Permanecendo no local do tumulto, dele não se retirando ao tempo em que o conflito tomou proporções agressivas e de risco à integridade física, mantendo-se, então, no meio dele, nada obstante seu único escopo de reportagem fotográfica, o autor colocou-se em quadro no qual se pode afirmar ser dele a culpa exclusiva do lamentável episódio do qual foi vítima”. Alex Silveira foi ainda condenado a pagar os custos processuais e honorários do advogado do Estado. A decisão causou revolta na categoria, pois não é só vítima da violência da Polícia e como vê a Justiça transformá-la de vítima em culpada. Em nota publicada em 8/9, a Abraji solidarizou-se com Alex: “Desde junho de 2013 até os dias atuais, contam-se na casa das centenas os jornalistas agredidos durante manifestações e protestos – a imensa maioria foi vítima de abusos cometidos por policiais militares. A decisão do Tribunal de Justiça no caso do nosso companheiro Alex Silveira abre o precedente inaceitável para que essas violências prossigam e, quem sabe, até se agravem”.
Rede TV faz mudanças em postos de comando do Jornalismo
Ainda como reflexo das mudanças que vem sendo promovidas na RedeTV após a chegada do novo superintendente de Jornalismo e Esporte da emissora Franz Vacek, Vander Pereira foi anunciado na última semana como novo editor do RedeTV News. Ele retorna à emissora e entra na vaga antes ocupada por Carlos Martins, o Kaká. Também chegam à casa Celso Góes (ex-Band), que assumiu como coordenador chefe de Jornalismo, e Lídice Leão, que deixou o Jornal da Record para ser chefe de Redação, na vaga de Evaldo Dell’Omo. Também ficou definido que Mário Camera será correspondente em Paris e que Luiza Duarte assumirá um novo escritório na China, com a responsabilidade de cobrir todos os países asiáticos. (Com informações da coluna de Flávio Ricco).
Abrafarma promove workshop para jornalistas
Encerram-se nesta 4ª.feira (10/9) as inscrições para o II Workshop para Jornalistas, que será realizado em 16/9, às 9h, na sede da entidade na capital paulista (al. Santos, 2.326, conj. 31-33). O evento terá palestra do presidente executivo da Abrafarma Sérgio Mena Barreto, que apresentará dados do Varejo Farmacêutico no Brasil, as principais conquistas de 2014 – como a aprovação da Lei 13.021, que obriga a presença de farmacêuticos nas farmácias – além de analisar as tendências do segmento no Brasil e no mundo. Inscrições com Diogo Cruz ou Rafael Dias, pelos 11-5561-6650 ou 11-3588-6650.
Maurício Saraiva estreia coluna no Zero Hora
Maurício Saraiva estreou no Zero Hora em 7/9 a coluna Jogando o Jogo. Comentarista da RBS TV e da Rádio Gaúcha e atuante no jornalismo esportivo há 28 anos, no espaço Saraiva abordará as rodadas de campeonatos, torneios, e o futebol em todas as suas dimensões. Os leitores podem sugerir temas para a coluna pelo [email protected].
Aner divulga finalistas do concurso Melhor Capa do Ano 2014
A Aner divulgou os finalistas do concurso Melhor Capa do Ano 2014, que tem como finalidade valorizar o trabalho dos editores de Arte e jornalistas envolvidos na elaboração das capas das revistas publicadas pelas editoras associadas. A votação das 16 finalistas da categoria impressa e três da digital segue aberta até 15 de setembro. São candidatas as capas impressas de Época, Vogue, Veja São Paulo, Rolling Stone, Nova, Estilo, GQ, IstoÉ 2016, Mundo Estranho, L’Officiel Hommes, Atrevida, Contigo, Corpo a Corpo, VIP, Galileu e CEO, e as digitais de Menu, Época e Info. A premiação das vencedoras será em 22/9, durante a 5th FIPP Iberoamerican Magazine Media Conference, no World Trade Center São Paulo Events Center.
Vaivém das Redações!
Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de Distrito Federal, Minas Gerais e Ceará: Distrito Federal Eduardo Militão deixou o Congresso em Foco e começou nesta 2ª.feira (1º/9) na equipe do Correio Braziliense, onde cobrirá o Judiciário. Ele entrou no lugar de Diego Abreu, que seguiu para a CNI. Minas Gerais No Hoje em Dia, Iêva Ribeiro ([email protected]) foi para a equipe de Cidades e Raul Mariano ([email protected]), que era repórter do portal, assumiu o posto no caderno de Economia. Ainda não há substituto para Mariano no portal. O Super Notícia tem dois novos repórteres: Aline Diniz ([email protected]), ex-portal O Tempo, e Jhonny Cazetta ([email protected]), que vai de dupla jornada, já que permanece em O Tempo impresso. Giselle Ferreira ([email protected]) e João Paulo Costa ([email protected]) começaram no caderno cultural Almanaque do jornal Pampulha. Deisi Remus ([email protected]) é a editora-chefe do We Fashion Trends, site que aborda temas ligados a moda e beleza. Lucas Alvarenga ([email protected]) deixou a revista Vox Objetiva para se dedicar a projetos pessoais. Quem o substitui temporariamente é André Martins ([email protected]). Por lá começou Haydêe Sant’ana ([email protected]), que auxilia Martins nas edições. Débora Resende ([email protected]) recebe pautas para seu novo trabalho, o site Salto Quinze, sobre assuntos relacionados a beleza, maquiagem, decoração, viagens e fotografia. Lílian Monteiro, repórter de suplementos do Estado de Minas, estará em férias por um mês a partir desta 5ª.feira (4/9). Na ausência dela, pautas podem ser encaminhadas para [email protected]. Janaína Reggiani, produtora da Rádio América, também tira o mês de setembro para descansar. Raphael Lucca e Alexandre Aguiar recebem pautas nesse período pelo [email protected]. Ceará Fernando Brito, ex-Diário do Nordeste, está agora no portal Cnews.
Rafael Casado é uma das atrações do Freddie for a day Brazil 2014
Rafael Casado (Auto Jornal e Mastermidia – [email protected]) será uma das atrações do Freddie for a day Brazil 2014, evento beneficente promovido pela Mercury Phoenix Trust, entidade orientada para o combate do HIV criada em memória ao falecido cantor Freddie Mercury, que fez fama com a banda de rock Queen.
Durante o encontro, neste sábado (6/9) no Na Mata Café, em São Paulo (rua da Mata, 70), a partir das 20h, ele promoverá um workshop de bateria em que apresentará os principais clássicos do Queen. “Será uma demonstração das técnicas do baterista Roger Taylor. Vou começar mostrando um pouco do estilo e da pegada dele, e depois tocar trechos das músicas de maior destaque na bateria”, explica Casado, que começou a tocar bateria aos oito anos, inspirado nos discos da banda britânica.
A data tem como propósito envolver as pessoas de maneira divertida para lembrar o ex-vocalista do Queen, angariando fundos para entidades que busquem a conscientização sobre a AIDS. Criado há quase 20 anos, o Mercury Phoenix Trust foi responsável pela doação de mais de 10 milhões libras para instituições de caridade ao redor do mundo. No Brasil, é parceiro da Sociedade Viva Cazuza, para onde todo dinheiro arrecadado na campanha será direcionado.
Trip Transformadores faz homenagem a Dominguinhos em Nova York
O movimento Trip Transformadores – prêmio criado pela Trip Editora com o objetivo de revelar brasileiros que trabalham para recriar a noção de desenvolvimento humano, transformando a realidade – promoverá em 26/9, das 19h às 23h, no The Standard Hotel, em Nova York, um evento em homenagem a Dominguinhos. Na ocasião, será exibido um documentário, com direção de Mariana Aydar, Joaquim Castro e Eduardo Nazarian, sobre a vida e obra do falecido cantor, compositor e sanfoneiro. Mariana também interpretará canções do artista, juntamente com o multi-instrumentista Duani e o sanfoneiro Mestrinho, em um pocket show. Os convidados, em sua maioria americanos e brasileiros residentes em NY, ainda poderão conhecer breves documentários sobre dois homenageados do Prêmio Trip Transformadores de 2013. Esta será a terceira vez que a editora realiza evento ligado ao prêmio em solo americano.
Memórias da redação ? Antonio Ermírio e a imprensa
A colaboração desta semana é de Fátima Turci ([email protected]), âncora do Economia & Negócios na Record News, sobre o relacionamento do empresário Antonio Ermírio de Moraes, recentemente falecido, com a imprensa. Antonio Ermírio e a imprensa O personagem já se foi. O prêmio não existe mais, nem o veículo de comunicação sobreviveu e até o local mudou de dono, de nome. Portanto, vão ter todos que acreditar na provável única sobrevivente como protagonista deste encontro: eu mesma. Fórum de Líderes da Gazeta Mercantil. 1981. E lá estava uma garota se achando mulher e repórter, encantada: não com uma banda de rock, mas com um bando de empresários que decidiam o destino da Nação. Audácia típica da juventude, cheguei bem perto e cochichei: Dr. Antonio, eu queria uma entrevista diferente de todas que o senhor está dando aos meus colegas. Ele parou. Olhou sério, se afastou de todos me puxando pelo braço. Estremeci… Ainda era uma época em que a gente estremecia por qualquer coisa, apesar de já começarem alguns movimentos pela abertura política – em um dos quais ele e outros líderes empresariais foram signatários de uma carta ao governo reivindicando a volta da democracia, o intitulado e hoje esquecido “Manifesto dos Oito”. – Posso saber por que a senhora – e a partir daí foram 30 anos em que Dr. Antonio me chamou de SENHORA – quer algo diferente? – Porque quero transmitir ao meu leitor – e aí enchi o peito para dizer de onde era –, do Estadão, os seus pensamentos e suas ideias e não apenas declarações de efeito. Afinal, o senhor é o homem mais poderoso e rico do País. Rico estava estampado em todas as listas das publicações nacionais e internacionais. Naquele início de década, o Grupo Votorantim, um conglomerado de indústrias de cimento, alumínio, zinco, tinha um faturamento maior do que o do Bradesco. Poderoso ficaria ainda mais. Foi eleito por dez anos consecutivos como o maior líder empresarial do País nesse Fórum da Gazeta Mercantil (lembrando que o jornal foi um ícone da imprensa brasileira e o primeiro a segmentar e ter uma publicação especializada; passando das mãos da família Levy para Nelson Tanure, que o fechou em maio de 2009). Para minha surpresa, a tática surtiu efeito. Antonio Ermírio de Moraes marcou a primeira entrevista exclusiva para sábado pela manhã na sede da Votorantim, na praça Ramos de Azevedo, atrás do Teatro Municipal. Quantos sábados a partir daí moldaram minha carreira não sei dizer com precisão. Sei que em nenhum titubeei um segundo em deixar viagens de lado, família esperando, amigos no bar. Era um momento áureo, um misto de missão jornalística com pitadas de orgulho, vaidade e até veleidade profissional, porque sabia o que representava uma entrevista com o Dr. Antonio para a carreira de qualquer jornalista. Outras tantas noites segurava o fechamento do jornal para repercutir alguma notícia com o superintendente do grupo Votorantim no Hospital Sociedade Beneficência Portuguesa, onde ele dava expediente diário como presidente, geralmente ganhando manchete de primeira página e também carimbando minha jornada profissional com o rótulo de um dos repórteres eleitos pelo Dr. Antonio. Eram poucos. Alguns prediletos. E sei que Miltinho (Milton Ferreira da Rocha Filho) e eu estávamos nesse rol, com passagem liberada pela eterna e dedicada secretária Dona Valéria. Essa, talvez, tenha sido uma das grandes características no relacionamento com a imprensa do empresário que o Brasil lamentou perder agora em agosto: respeito ao nosso trabalho. Sem media training, sem assessoria de imprensa ou de comunicação, sem usar o poder que detinha para influenciar donos de veículos ou chefes das redações, ele valorizava o trabalho do REPÓRTER. Alguns preceitos básicos, hoje incluídos em sofisticados manuais de comunicação, eram aplicados por ele de forma intuitiva. 1) Eleger fontes de relacionamento 2) Encontrar pessoas de confiança 3) Falar verdades ou omitir, sem nunca mentir 4) Querer transmitir opiniões e influenciar decisões 5) Estar sempre informado e ter opiniões próprias 6) Ter visão que ultrapassa sua empresa e seus interesses 7) Ter objetivos mais amplos que sua própria carreira 8) Estar disponível quando necessário De propósito vou parar de enumerar, assim fica diferente dos dez mandamentos ou da receita dos dez Dos e Dont’s. Mas garanto que tem muito mais para se aprender com a convivência do Dr. Antonio com os jornalistas. Vamos fazer análises comparativas com os empresários de hoje. E aqui não vão críticas, mas observações concretas de quem ainda convive no dia a dia com os jovens líderes empresariais. A primeira coisa que me chama atenção é a imensa preocupação que empresários como o Dr. Antonio tinham em falar sobre a situação econômica, política e social do Brasil. Isso me faz refletir sobre lobby e transparência. Essa transparência tão reclamada pela iniciativa privada para o setor público é uma via de mão alguma. Meu ponto é o simples: se os empresários pouco ou nada falam do que querem mudar é porque a maioria está atuando nos bastidores, fazendo lobby, legítimo mesmo, mas sem a transparência pública que tanto apregoam. Basta uma rápida olhada no ontem e no hoje para ver a diferença enorme entre quanto os empresários gritavam, esperneavam, reclamavam e uma quase absoluta concordância ou mutismo atuais. Muitos jornalistas rotulam os “velhos” empresários de chorões, uma elite em busca de favorecimentos ou benesses governamentais. Eu sinceramente prefiro saber quem reivindica o que, do que ser surpreendida com notas oficiais de privilégios concedidos após meses de trabalho nos corredores de Brasília. Outra grande diferença talvez possa contar contra a figura do Dr. Antonio e de outros líderes do seu tempo: um tom paternalista em suas declarações, principalmente com relação aos empregados do grupo ou a chamada classe menos favorecida. Mas vamos entender o sinal dos tempos. Pode parecer ontem, mas estamos falando de um homem formado nos anos 1950, sangue português-nordestino, típico self made man de uma sociedade quase pré-industrial, num Brasil colonialista por natureza. Não dava para ser diferente. Havia uma herança paternalista, nacionalista e até elitista. A favor conta nessa história de vida um paternalismo com visão humanista, com vontade de fazer mudanças, com energia para criar empregos, promover melhoria do bem estar social. E acho que é nesse ponto que reside o verdadeiro legado do Dr. Antonio: querer um País mais justo para mais gente. – O que adianta eu ser um homem rico e o País ir mal? Essa foi uma das centenas de declarações que ganharam manchetes dos jornais. A entrevista, publicada pelo Estadão em outubro de 1981, teve grande repercussão porque governo e políticos acusaram o empresário de incitar a população a algum tipo de rebeldia, porque ele declarou louvor à paciência do povo. Povo que muitos jornalistas sabiam o quanto ele conhecia, andando pelo centro da cidade sem qualquer segurança, conversando com porteiros, faxineiros, secretárias, boys, meninos de rua e operários das suas fábricas. De alguns também sabia se safar, sem esmolas ou falsas promessas, com conselhos e ajudas efetivas quando merecidas. Agora que ele se foi, muitos elogios e homenagens póstumas. Porém, nada diferente do que foi durante sua vida. Raros têm sido os líderes que, como ele, conseguem tanta convergência positiva de opiniões, principalmente num meio ácido e crítico como a mídia. Certamente ele se alegrou de sua vida e de sua obra até o último instante em que teve consciência. Com a mesma certeza, no entanto, ficou um pouco de desânimo e decepção quanto aos rumos da política e das diretrizes governamentais. Suas críticas à condução de uma política econômica mais justa permanecem, infelizmente, inalteradas, como ele mesmo pode lamentar em sua ultima entrevista, na estreia da Record News, em setembro de 2007. • Brasil, paraíso dos agiotas • Vivemos numa ciranda financeira • Não há como desenvolver com nossas taxas de juros • Investimento é fundamental para vencer a crise • Precisamos repensar o papel do Estado • Um Estado justo investe em saúde, educação e segurança • O campo é a solução para o uso intensivo da mão de obra • Precisamos cuidar das pequenas e médias empresas • Crise econômica sempre haverá; é preciso saber enfrentar • Partidos políticos precisam dizer para que servem Um decálogo que bem poderia ser uma plataforma de campanha política. Discurso infelizmente atual, o que significa que suas ideias não foram implementadas – é frustrante.
Sindicato dos Jornalistas do RJ toma providências tendo em vista o 7 de Setembro
O Sindicato dos Jornalistas do Município realizou na 3ª.feira (2/9) a primeira reunião da Comissão de Segurança, grupo montado após a movimentação da categoria para que a entidade adotasse uma postura mais firme na defesa dos jornalistas agredidos em manifestações de rua. A comissão terá atuação permanente, com encontros quinzenais pela manhã e à noite, e está aberta à participação de quem se interessar. Dessa reunião saiu o texto de um manifesto que será apresentado esta semana ao Ministério Público Estadual e à Comissão de Direitos Humanos da OAB, procurando sensibilizar as instituições para que colaborem oferecendo apoio em eventuais casos de agressão a jornalistas no exercício da profissão. Diz um trecho do documento: “Entendemos que, além das denúncias dirigidas a autoridades, exigindo das polícias um comportamento condizente com as liberdades e o direito à integridade física e à vida garantidos na Constituição, temos que deixar claro às forças sociais atuantes nas ruas e no debate público o nosso repúdio a todo tipo de ato, da agressão física à perseguição virtual, destinado a intimidar jornalistas e a tolher o seu trabalho”. No próximo domingo (7/9), além da parada militar na av. Presidente Vargas, no Centro da cidade, está previsto o protesto Grito dos Excluídos em frente à igreja da Candelária. Integrantes da Comissão de Segurança estarão lá, usando uma camiseta para serem facilmente identificados por quem estiver trabalhando. Se for preciso, ficam à disposição para acompanhar o profissional à delegacia ou ao hospital, dependendo do caso. A Comissão vai depois iniciar o monitoramento dos registros de ocorrência feitos por jornalistas sobre os casos de agressão, para cobrar uma solução. O movimento Viva Santiago, de oposição à atual diretoria do Sindicato, marcou para esta 4ª.feira (3/9) uma reunião aberta para trocar ideias e discutir as próximas ações. Será no auditório do 7º andar da ABI (rua Araújo Porto Alegre, 71), às 20 horas.







