5.7 C
Nova Iorque
domingo, abril 26, 2026

Buy now

Início Site Página 1024

19ª edição do Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa será em maio

Evento deixa o Centro de Convenções Rebouças, onde foi realizado por mais de 15 anos, e vai para o Maksoud Plaza A Mega Brasil já definiu a data e local de seu 19º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa: 17, 18 e 19 de maio no Maksoud Plaza, em São Paulo. O tema central também está definido: Inovações, novos conceitos e novas práticas na Comunicação Corporativa. “O próprio Congresso é um exemplo de inovações, novos conceitos e novas práticas”, diz Marco Rossi, diretor da Mega Brasil, salientando a permanente busca pela superação a cada temporada. “Se analisarmos as 18 edições anteriores do evento, veremos que ele sempre inovou, seja conceitualmente ou mesmo no formato e nas práticas apresentadas. Já fizemos desfile de modas, experiências gastronômicas diversas, palestras simultâneas em até cinco auditórios, feiras de negócios, consultorias coletivas, visitas técnicas, crème de la crème do conteúdo apresentado, palestras com transmissões intercontinentais, feitos que marcaram uma trajetória que reconhecidamente nos coloca como uma referência da área. Para 2016, além de manter um conteúdo de vanguarda e ousado, vamos ter boas novidades como a Arena da Inovação, que abrirá o evento debatendo o arsenal de inovações que se tem apresentado para os profissionais de comunicação; e o TOP Mega Brasil de Novos Talentos, que premiará jovens formandos por trabalhos universitários de conclusão de curso que tenham a comunicação corporativa como elemento chave. Com isso, daremos uma importante contribuição para aproximar o mercado da universidade, um objetivo constante das várias instituições do setor”. Alguns dos temas que comporão os debates da Arena da Inovação são Branded Content (Mídias Proprietárias); Design Thinking; Live Marketing; Content Market (Marketing de Conteúdo); Vídeos Digitais e Viewers; Attention Buy (Atenção dos Leitores); Buyer Persona (Cliente Ideal); Jornalismo Pós-Industrial; Comunicação Mobile; Conteúdos Responsivos; Big Data; e os virais. Rossi explica que “é esse perfil de evento antenado, contemporâneo e vanguardista que tem atraído anualmente para as arenas temáticas e múltiplas celebrações do Congresso profissionais do Brasil inteiro, entre eles executivos de comunicação dos setores público, privado e de organizações não governamentais, empresários e executivos de agências de comunicação, professores, executivos de marketing, recursos humanos, publicidade e áreas afins, jornalistas, relações públicas e profissionais de outras formações com interesses na área. Passam pelo evento, nos três dias programados, cerca de mil profissionais”. Também estão programados para o Congresso as homenagens do Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa e do Prêmio Personalidade da Comunicação; o Fórum do Pensamento, sobre o Brasil dos sonhos e o Brasil real; o lançamento da edição 2016 do Anuário de Comunicação Corporativa; e o retorno dos cases temáticos, que foram carros-chefes do evento durante vários anos. As inscrições serão abertas em janeiro, mas interessados podem garantir vaga na temporada de pré-inscrições, que vai até o próximo dia 18 de dezembro. Informações pelo [email protected] ou 11-5576-5600.

Gume faz ranking dos mais influentes executivos de marketing

Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, Regina Augusto fala sobre o M-List, estreia editorial de sua nova empresa

Fernando Chacon é o profissional de marketing mais influente do Brasil. É o que aponta o ranking Os executivos de marketing mais influentes do mercado, que circula com a primeira edição do M-List, publicação anual que marca a estreia da área de conteúdo da Gume, agência de reputação e engajamento aberta em maio de 2015 pela jornalista Regina Augusto, com apoio da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).

Para chegar aos 20 nomes que compõem a lista liderada por Chacon, ela enviou a um grupo de formadores de opinião do segmento de agências e veículos de comunicação um questionário no qual perguntava quais são os executivos de marketing mais influentes e quais as características mais importantes que balizavam essas escolhas. Posteriormente, o resultado da sondagem foi analisado e validado pela equipe editorial.

Além de Chacon, fecham o top five do ranking Daniela Cachich (vice-presidente de marketing da Heineken Brasil), João Batista Ciaco (diretor de publicidade e marketing de relacionamento da FCA), Eduardo Tracanella (superintendente de marketing institucional do Itaú Unibanco) e Agrício Silva Neto (vice-presidente de marketing e programação da Sky). Oito critérios foram levados em conta para se chegar aos escolhidos: capacidade de inovar, capacidade de se adaptar a mudanças, transparência e boa governança com parceiros, valores éticos, qualidade do trabalho colocado na rua, coragem, espírito empreendedor e visão de longo prazo.

O Portal dos Jornalistas entrevistou Regina Augusto, fundadora da Gume e idealizadora do M-List. Ela falou sobre a criação do ranking, a receptividade do mercado à ideia e sua transição da redação do Grupo Meio&Mensagem para abrir seu próprio negócio:

A ideia – “A ideia de criar o M-List foi uma oportunidade que identifiquei meio por acaso ao perceber que não existe uma forma estruturada e organizada de se acessar os profissionais de marketing das principais empresas do Brasil. Comecei a desenhar o projeto e vi que tinha muito potencial. Basicamente, ele é um guia que lista os profissionais-chave das áreas de marketing das maiores empresas do País. A primeira pessoa para quem mostrei a ideia foi a presidente executiva da ABA, Sandra Martinelli, com quem já estava desenvolvendo alguns projetos na área de conteúdo. A ABA adorou a ideia e aceitou ser a chanceladora da publicação desde o primeiro momento. Isso me deu muito estímulo para começar a colocar o projeto em pé. Foi tudo muito rápido. Começamos esse processo em setembro e ele foi finalizado agora no começo de dezembro. Contei com o apoio da jornalista Lena Castellón na coordenação editorial e de uma equipe muito pequena que ajudou na apuração das informações e na reportagem.”

Receptividade do mercado – “Assumi o chapéu de publisher e fui ao mercado vender o M-List. Eu tinha muito claro que se não houvesse receptividade, abortaria a missão e a retomaria no ano que vem. Mas, para minha alegria, o M-List foi superbem recebido pelo mercado, com o apoio de marcas muito importantes, o que viabilizou o seu lançamento. O modelo de negócios do M-List é totalmente baseado em venda de publicidade. A ideia para as edições futuras é que ele se torne uma plataforma maior, com evento de premiação do ranking dos 20 profissionais de marketing mais influentes do mercado e aí as possibilidades de patrocínio serão maiores e mais interessantes.”

Distribuição – “A edição impressa acabou de sair. Estamos fazendo uma distribuição dirigida dela para um mailing de cerca de cinco mil nomes do mercado de comunicação e marketing. Teremos também vendas avulsas por meio do nosso facebook e no começo de 2016 ficará pronta a versão online.

Carreira: da Direção de Redação do Meio&Mensagem para o empreendedorismo – “O passo de sair do M&M e montar a Gume foi muito planejado, algo que pensei durante mais de um ano antes de ele ser concretizado. A maior parte da minha carreira foi na área de gestão editorial. Esse treinamento de olhar me tem ajudado muito agora ao empreender o meu próprio negócio. Estou passando por um processo fascinante de novos aprendizados, novas rotinas, novas responsabilidades. O foco principal da Gume é a consultoria na área de Reputação e Engajamento. Com sete meses de mercado, já estamos participando de processos de seleção de marcas e empresas importantes. Alguns desses processos serão definidos agora na virada do ano e estou confiante que teremos um grande 2016. O próprio momento conturbado do País abre oportunidades para as empresas cuidarem melhor de seus ativos intangíveis. O M-List foi uma oportunidade na área de conteúdo que identifiquei quando a Gume já estava em operação, por toda a experiência que acumulei na área de comunicação e marketing. Ter conseguido colocá-lo de pé em pouco mais de três meses só demonstra que há, sim, oportunidades para projetos que tenham valor.”

Quer ser bolsista do Instituto Reuters?

O Instituto Reuters para Estudos de Jornalismo, parte integrante do Departamento de Políticas e Relações Internacionais da Universidade de Oxford, está com uma série de programas globais para profissionais de jornalismo com no mínimo cinco anos de experiência. Na lista de programas, The Thomson Reuters Foundation Fellowship está aberto para jornalistas baseados em qualquer país. O deadline para envio da inscrição é 31/1/2016, à meia-noite. Veja mais informações.

Lino Rodrigues e Fernando Donasci revitalizam o bar Folhão

Lino Rodrigues, repórter de Economia que deixou a sucursal de O Globo em setembro, após nove anos de casa, virou empreendedor: com o amigo e compadre Fernando Donasci (que foi fotógrafo do Diário de S.Paulo, da Folha e trabalhou com ele em O Globo), começaram a tocar o Folhão, bar na rua Barão de Limeira, 374 (tel. 11-3223-0586), quase em frente ao prédio da Folha de S.Paulo, que frequentaram na década de 1990. A ideia de ter um bar é antiga, mas só agora tivemos a oportunidade, por causa das circunstâncias (o dono anterior, como nós, não era do ramo e nos convenceu com uma boa proposta a investir e virar empreendedores). A nossa proposta para o Folhão – Fotografia & Comida é fazê-lo voltar a ser um ponto de encontro de jornalistas, artistas e intelectuais. Também pretendemos inaugurar em breve uma galeria de fotos na parte de cima do prédio, que começamos a reformar e estamos atrás de um patrocínio (isso é muito importante para nós). Além de exposições de fotos, com fotógrafos frequentadores do bar, também pretendemos realizar cursos de fotografia para idosos e crianças e shows de música, aproveitando o espaço amplo”. Na parte gastronômica, prossegue Lino, “temos um cardápio servido no almoço e à noite baseado em cortes de carnes nobres assadas à moda gaúcha na churrasqueira do bar, pizza em forno a lenha e hambúrgueres gourmet, que ganharam o nome de fotógrafos amigos como o ‘gaudério’, uma homenagem ao Antônio Gaudério, um baita profissional que trabalhou anos na Folha, entre outros. Decoramos o bar com fotos lambe-lambe coladas nas paredes e placas com recortes de textos e capas de jornais, remetendo ao jornalismo de imagem e de texto, o que também está representado no nosso símbolo, que estiliza as duas bobinas, de papel e de filme como no passado… Enfim, desenvolvemos uma imagem gráfica pro bar, com a ajuda de designers que trabalharam no Departamento de Arte da Folha”.

CDN amplia área de relações institucionais e governamentais

Andrew Greenlees passa a integrar equipe de relações institucionais e Fabio Santos assume a vice-presidência de contas públicas   A CDN anunciou nesta 6ª.feira (11/12) que ampliará sua área de relações institucionais e governamentais. A partir de janeiro, o sócio e vice-presidente Andrew Greenlees deixa a área de assessoria de imprensa para atuar junto ao sócio e vice-presidente Luiz Antonio Flecha de Lima na coordenação da área de relações institucionais. Com a mudança, Fabio Santos, atual diretor de atendimento, assume o posto de vice-presidente da área de assessoria de imprensa e consultoria de comunicação de contas públicas. A mudança faz parte do plano de incrementar ainda mais o desenvolvimento da área na agência, atendendo à crescente demanda do mercado. Desde a chegada de Flecha de Lima e Carlos Muanis, em 2008, a CDN manteve um crescimento constante nesse segmento – no total, já prestou o serviço para 30 marcas nesse período. Agora, para atender a clientes que cada vez mais solicitam serviços de relacionamento com esses públicos, a empresa viu a necessidade de ampliar a área. “A profissionalização do relacionamento entre empresas, governos e entidades sociais, de forma ética e transparente, é uma exigência crescente no Brasil de hoje”, explica o presidente da agência João Rodarte. “Sentimos que nossos clientes e o mercado requerem cada vez mais este serviço. O aumento da equipe demonstra a confiança da agência no desenvolvimento da atividade de relações institucionais e governamentais no mercado de comunicação corporativa. Queremos oferecer aos clientes da CDN a melhor orientação e o apoio mais efetivo na construção de seus relacionamentos com autoridades e representantes da sociedade”. Greenlees e Flecha de Lima liderarão juntos uma equipe distribuída pelos escritórios da CDN em São Paulo, Brasília e Washington.

O Povo publica especial sobre Iracema, personagem de José de Alencar

A índia de longos cabelos negros como a noite sem luar ganha homenagem de O Povo por seus 150(!) anos. Iracema, de José de Alencar, é objeto de uma “experiência multimídia”, com direito a debate, caderno, webdoc e hotsite. Em nota, a editora-executiva do núcleo de Cultura e Entretenimento Cinthia Medeiros explica os três eixos principais do caderno: caminhos, olhares e escritos. Segundo ela, era necessário, ao mesmo tempo, “refazer os caminhos de Iracema, lançar olhares para as marcas físicas e comportamentais herdadas desse mito e explicar a importância da forma como esse romance foi escrito para dar a real dimensão da contemporaneidade dessa história”.

Sylvio Guedes assume TV Senado sob queixas de ?desmonte? na emissora

Sylvio Guedes assumiu a Diretoria da TV Senado no lugar de Junia Melo, que deixou o cargo recentemente. Saiu também a adjunta Isabela Dutra, ainda não substituída. Ambas permanecem nos quadros do órgão. A decisão sobre a troca de comando no veículo teria partido da diretora de Comunicação Virgínia Galvez, por desentendimentos com a então diretora da TV. Fontes da TV Senado comentaram com o Portal dos Jornalistas que a medida é considerada uma intervenção por parte da direção de Comunicação da Casa e que a emissora vem passando por um “verdadeiro desmonte” desde 2007. Segundo essas fontes, um dos principais motivos para a crise instalada teria iniciado após a primeira renúncia do presidente Renan Calheiros, quando este entendeu que a TV teria feito campanha contra ele. À época, disse um servidor da Casa, os profissionais de Comunicação do órgão não receberam orientação alguma que pudesse pautar seus trabalhos, e se orientaram “veiculando o que era notícia, como aprenderam e fariam em qualquer outro veículo”. Eles contaram que quando Renan reassumiu a Presidência houve intervenções também em outras áreas do Senado, em especial na Comunicação. Desde aquela época, e principalmente nos últimos cinco anos, a TV vem perdendo profissionais, que pediram para sair ou se licenciaram por ordem médica. Além disso, a emissora reduziu suas retransmissões pelo País e a apresentação de documentários, assim como interrompeu a veiculação de programas premiados. O que se comenta em Brasília é que o desmonte da TV Senado acontece para favorecer a terceirização da emissora, com compra de conteúdos e favorecimento de produtoras ligadas a senadores. Concursado desde 1998, Sílvio estava licenciado do Senado, onde desempenhava as funções de editor e redator do Jornal do Senado e da Revista Em Discussão. Ele tem passagens por JB, Jornal de Brasília, Câmara Legislativa do DF, Correio Braziliense, EBC e Agência Reuters. Trabalhou ainda durante muito tempo com o ex-senador Luiz Estevão.

Edson Rossi e Denise Gianoglio passam a atuar como consultores associados 

Edson Rossi e Denise Gianoglio associaram-se recentemente para atuar na área de consultoria e produção de conteúdo para marcas. Ambos são ex-Abril e nesta nova jornada, como consultores independentes, já estão atendendo à Evolve, empresa de tevê corporativa que sucedeu a antiga Elemídia Empresas. Edson, a propósito, deixou a Elemídia em setembro, no rastro de mudanças que os novos controladores decidiram fazer no conteúdo, tendo como razão maior a redução de equipe. Denise deixou há alguns meses a Abril, num dos cortes anunciados pela empresa.

Conheça os +Admirados das cinco regiões

Feita em dois turnos de votação, sob a coordenação da Maxpress, votação abrangeu um colégio eleitoral com 48 mil nomes. Nesta edição são apresentados os Top 10 das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul Durante pouco mais de dois meses, as equipes de Jornalistas&Cia e Maxpress debruçaram-se sobre os dois turnos de votação do Prêmio Os +Admirados Jornalistas Brasileiros, que movimentou jornalistas e profissionais de comunicação de todo o País, num total de 48 mil pessoas. Neste ano, a consulta, que teve sua primeira edição em 2014, quis também saber quais eram Os +Admirados nas regiões em que atuam. Poucas foram as novidades nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, cujos expoentes, na eleição nacional, também brilharam regionalmente. Ricardo Boechat, por exemplo, líder de admiração no Brasil, manteve a hegemonia no Sudeste. Alexandre Garcia, 11º colocado na eleição nacional, ficou na liderança no Centro-Oeste. Nessas duas regiões, os Top 10 foram também muito bem votados nacionalmente e estiveram entre os 100+ na lista publicada na semana passada. Nas demais regiões, todos os Top 10 não estiveram naquela lista, exceção ao premiadíssimo escritor Luís Fernando Veríssimo, campeão no Sul e 39º colocado na eleição nacional. No Nordeste o campeão foi o cearense (e pernambucano de coração) Francisco José, da Rede Globo; e no Norte a liderança coube a Daniela Assayag, da TV A Crítica, do Amazonas, afiliada da Record, numa votação dominada por paraenses. Para Eduardo Ribeiro, diretor de J&Cia, a eleição regional dá ao prêmio uma abrangência de fato nacional, pois possibilita que também sejam devidamente reconhecidos os profissionais de talento que atuam fora do eixo São Paulo-Rio-Brasília: “Os jornalistas dos grandes centros atuam em veículos de elevada audiência e penetração em todo o País e é natural que se sobressaiam numa eleição dessa natureza, particularmente quem trabalha em televisão. Ao regionalizar o pleito, fazemos justiça a grandes talentos do jornalismo local que fazem por merecer uma vitrine nacional como essa. Queremos, no futuro, eleger também Os +Admirados de cada estado, pois aí teremos um ciclo completo”. Outro aspecto que os organizadores consideram relevante é o fato de a eleição ter um significativo número de eleitores de fora dos grandes centros. Conforme explica Sérgio Franco, CEO da Maxpress, empresa que coordenou e supervisionou todo o processo eleitoral, “a regionalização do prêmio resultou num número surpreendente de votos vindos de todo o País, pois ao ver finalistas de sua região e do seu relacionamento cotidiano, essas pessoas se animaram a votar e até a fazer campanha por seus nomes preferidos”.  Confira a relação completa dos +Admirados Jornalistas Brasileiros de Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. 

Demissões e dança das cadeiras foram a tônica de novo movimento do Globo 

O Globo prossegue com as demissões, depois do grande corte no início de setembro. E parece que esse processo ainda não terminou. Espera-se para janeiro a fusão de algumas áreas, o que viria a resultar em mais dispensas. Os avisos ocorreram na 2ª feira (7/12), em número não divulgado. Até a tarde de 3ª feira, circulava internamente o cálculo de 25 pessoas da redação, incluindo as sucursais – embora também circulasse por outras fontes que esse número seria de 40 na redação e 120 em toda a empresa. Esta quantidade pode oscilar, já que, há algum tempo, o CDI, centro de documentação, foi incorporado à redação, e assim, as baixas ali são contadas nesta. Desta feita, pelo que apurou o Portal dos Jornalistas, a sucursal de São Paulo foi poupada, embora dela tenha saído o chefe de Redação Luís Antonio Novaes, o Mineiro, que ali estava, vindo do Rio de Janeiro, desde a saída de Orivaldo Perin, em março de 2014. Com isso, assume o segundo da sucursal, Aguinaldo Novo. Foram várias demissões (ao menos duas delas voluntárias), mas não só. A movimentação na redação de O Globo teve também troca de lugares, fusões de editorias, remanejamentos de funções, ligeiras mudanças editoriais e até dança de cadeiras. Entre os profissionais mais conhecidos que deixaram a casa, estão o subeditor de Esportes Iuri Totti e Paulo Roberto Araújo, por muitos anos chefe de Reportagem da Rio, e que havia sido recentemente transferido para o Jornal de Bairros. A editoria Sociedade, antes publicada em duas páginas, passa agora para uma, e alguns temas ali tratados foram distribuídos por outras editorias. Houve remanejamentos, como os das repórteres Paula Ferreira e Marina Cohen, transferidas da Sociedade para a Rio. Desta saíram Thais Mendes, Alessandro Lo-Bianco e Mateus Carrera. Mas a editoria recebeu o reforço de Márcio Menace, vindo de País, além das repórteres já mencionadas. De País saíram Cássio Bruno e André Machado, este especializado em tecnologia. Deixaram a Fotografia Gustavo Stefan, Carlos Ivan e Fábio Seixo, este último conhecido pelos portraits. E Claudio Nogueira, do online. Em dois casos, a saída foi voluntária. Clarice Spitz é casada com um francês, que volta para Bordeaux, e ela o acompanha. E Liane Thedim recebeu convite de uma agência de comunicação corporativa. Do Extra saiu Nilson Brandão, da diagramação. Desde o último corte, esse jornal fechou dois postos de editores, na Economia e nos Esportes. O aquário assumiu funções operacionais nas editorias, e houve também fusão de editorias. O suplemento de variedades Sessão Extra foi agora incorporado ao caderno principal, reduzido em 30% e, com isso, houve remanejamento de pessoas para outras editorias que tiveram vagas congeladas e precisavam repor profissionais. Os cortes também chegaram a Brasília, de onde saíram a coordenadora de Economia Regina Alvarez e o setorista do Palácio do Planalto Chico de Gois. Com quase 20 anos de O Globo, em quatro passagens, Regina atuou por cerca de sete anos em Política antes de assumir a Coordenação de Economia do jornal, onde esteve nos últimos quatro anos. Ela também teve passagens por Folha de S.Paulo, Correio Braziliense, Zero Hora, além de ter trabalhado na Apex Brasil, e coordenado a Comunicação do Ministério do Planejamento. Chico passou, entre outros, por Folha de S.Paulo e Estadão. Como setorista do Palácio do Planalto, pelo Globo, cobriu diversas campanhas eleitorais, CPIs e acompanhou o cotidiano da Presidência da República por cinco anos. Publicou diversos livros sobre a política e os políticos brasileiros, entre eles Segredos da máfia, Os ben$ que os políticos fazem e O lado B dos candidatos, com Simone Iglesias, que traça o perfil de políticos, destacando o lado menos conhecido deles. Em 2014, lançou a biografia Eduardo Campos – Um perfil (1965-2014), poucos dias após a morte do político. É vencedor de prêmios como Embratel, CNT e Folha de Reportagem.

Últimas notícias

pt_BRPortuguese