A colaboração desta semana é de mais um estreante no espaço: Sylvio Ruiz ([email protected]), que por muitos anos integrou a equipe de esportes da Rádio Globo-AM, desde quando se chamava Rádio Nacional, sempre como setorista do Santos FC e comentarista, e a partir de 1999 foi para o Esporte da TV Santa Cecília, de Santos, onde permanece. Mantém uma coluna no site vozcaicara.com. Cleber Machado – aqui fez escola Um jovem paulistano era um simples funcionário da antiga Rádio Excelsior (hoje CBN), ajudava na produção da parte da manhã, como encarregado na distribuição da correspondência, também da Nacional – PRG9 (hoje Globo). Mas, o sonho era falar no microfone esportivo, mas lá não havia chance. Eis que, certo dia, sabedor do nosso trabalho na antiga rádio AM-Guarujá (hora do almoço), fui procurado por ele, e depois de uma conversa com Morais Jr., que era o responsável pela equipe, fizemos um acerto: o Cleber vinha trabalhar em dias de jogos, ganhando passagens vinda e volta, mais o correspondente às refeições e cachê. Nós tínhamos a responsabilidade da coordenação. Foram seus narradores Mário Perez, Paulo Sodate e Luiz Aquino. Meses depois, eis que surgiu uma oportunidade na tevê, e foi mais fácil, ele já havia feito “escola” na Baixada Santista. História Cléber Tadeu Machado é paulistano (29/3/62), fez a FMU, foi casado com Mônica e tem dois filhos, um casal: Mariana e Pedro. O narrador, hoje da Globo, quando fazia rádio na Capital tinha a atenção do diretor da antiga Nacional, Francisco Noronha de Abreu, que também era diretor do Flamengo, viajando toda 6ª.feira para o Rio, voltando na 2ª.feira para a Capital. O “velho” Abreu gostava muito do Santos e queria saber tudo do “peixe”, e a fonte éramos Cleber e eu. Foi ele quem levou para o “Mengo” Pavão (zagueiro central), que jogou na Santista e no “peixe”. Pavão não tinha técnica. A Rede Vida (SP) pretendeu contratá-lo, mas a Globo já sabia das suas “andanças”, e chamou o moço que brilha hoje no Brasil, chegando até a transmitir carnaval do Rio e São Paulo e outros eventos. Com Galvão Bueno e Luiz Roberto, o Cleber divide “tarefas”. Sempre tranquilo, sério quando preciso, assim é o moço, dono de grande prestígio.
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