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terça-feira, abril 21, 2026

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Estadão cria editorias Redes Sociais e Audiências

Com uma aposta cada vez maior em conteúdo multiplataforma e respaldado no fato de ser o veículo com o maior engajamento da internet brasileira segundo o índice Torabit, o Estadão criou duas editorias com vistas aos conteúdos em plataformas digitais: Redes Sociais e Audiências, ambas subordinadas ao editor executivo de Conteúdos Digitais Luis Fernando Bovo.

Sob o comando de Gabriel Valente Pinheiro, a editoria de Redes Sociais tem como objetivos estabelecer e implementar estratégias para fortalecer a presença dos conteúdos do jornal nas mídias sociais, intensificar interações com leitores, ouvintes e telespectadores, bem como disseminar pela redação processos que norteiam essas plataformas.

Já a missão da editoria de Audiência, que tem Ricardo Navas Lopes como editor, é monitorar o alcance dos conteúdos do jornal nas plataformas digitais, e criar e implementar ações com as demais editorias para fortalecer a disseminação digital da produção jornalística. Gabriel já cuidava de redes sociais no jornal.

Segundo Bovo, o que fizeram foi lhe dar o status de editor e transformar Redes Sociais, antes um apêndice da home, em editoria mesmo: “Agora o Gabriel vai ser responsável por toda a nossa política de redes sociais, divulgando boas práticas, indicando como e o que fazer e analisando os dados de todas elas”.

Navas, antes responsável por campanhas digitais no Departamento Comercial, foi transferido para a Redação, no time da gerente de Tecnologia de Conteúdo Luciana Cardoso, que responde por métricas, SEO e desenvolvimento. “Agora ele passa a responder a mim e terá o desafio de, junto comigo, construir essa função, que não existe na casa”, diz Bovo, acrescentando que ele terá dois papéis fundamentais: analisar a audiência do conteúdo em todas as frentes (site, redes sociais, vídeos etc.), identificando o perfil dos públicos e cruzando com o conteúdo que cada um deles consome; e captar quais assuntos estão despertando interesse, não apenas do público do Estadão, mas da web como um todo, e oferecer o que o jornal está produzindo.

“Hoje já fazemos um pouco esse trabalho, mas ele não é sistematizado”, afirma. “Na web, os interesses aparecem e desaparecem com muita rapidez. Por isso é importante identificar logo e aproveitar cada uma dessas ondas para trazer a audiência para o nosso conteúdo. Ele vai trabalhar diretamente com a home page, com as editorias, com o editor de Redes Sociais, com o time de métricas e com o pessoal de SEO. Nossa intenção, ao ter nessa função alguém que não é jornalista (ele é publicitário), é trazer uma visão mais aberta, mais solta, mais voltada ao leitor. Ele não terá um papel de produção de conteúdo, mas de timoneiro, de sinalizar para onde a audiência está indo e levar o conteúdo até ela. Vai nortear a produção, não produzir”.

Laerte Rimoli reassume Presidência da EBC e demite cerca de 30 funcionários

Reconduzido à Presidência da EBC em 14/9, Laerte Rimoli demitiu perto de 30 funcionários em Brasília, no Rio e em São Paulo, entre os quais o diretor de programação Albino Castro, a chefe de gabinete Cláudia Feher, a assessora da Presidência Flavia Cruvinel, o gerente executivo internacional da Diretoria de Conteúdo e Programação em Brasília Leopoldo Nunes, o superintendente executivo de Comunicação, Marketing e Negócios Rodrigo Dindo e o editor-chefe e apresentador do Repórter Brasil Guilherme Menezes. A diretoria de Jornalismo da EBC, em Brasília, permanece com Lourival Macedo, no cargo desde a gestão de Ricardo Melo. Ana Maria Simões Passos foi nomeada por Rimoli para assumir a coordenação do Núcleo de Programas Especiais da TV, no lugar de Carina Dourado, que virou correspondente na Bahia. Eles se reportam à diretora-geral Christiane Samarco. E foram contratados José Wilson Ibiapina e Luiz Recena, para a assessoria da Presidência; e Fernando Luz de Azevedo, para a Chefia de Gabinete. Rimoli, que coordenou a campanha de Aécio Neves em 2014 e assessorou Eduardo Cunha na Presidência da Câmara dos Deputados, ocupa o cargo que era de Ricardo Melo, nomeado por Dilma Rousseff e exonerado em maio, quando Michel Temer assumiu a Presidência da República durante o processo de impeachment. Melo chegou a voltar ao comando da EBC por meio de uma liminar do STF, mas deixou o cargo depois da decisão provisória ser revista pelo ministro Dias Toffoli. A decisão foi tomada após a edição de Medida Provisória que modificou a estrutura da empresa, extinguindo o Conselho Curador e dando plenos poderes ao governo para exonerar e nomear o presidente da EBC.  O Conselho Nacional de Direitos Humanos, ligado à Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, aprovou em 19/9 um manifesto em que repudia mudanças na EBC, especialmente a extinção do Conselho Curador, exige “a garantia deste importante espaço de participação da sociedade” e considera fundamental que ele seja garantido e fortalecido: “Como Conselho que somos, sabemos da importância de espaços que garantam diversidade de olhares e participação efetiva da sociedade”. Já o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, reunido no mesmo dia em Brasília, formou uma comissão de relatoria para analisar e emitir parecer sobre a MP que altera a estrutura da EBC. O colegiado também emitiu nota oficial em que reitera a importância da empresa no fortalecimento da comunicação pública no Brasil. No próximo sábado (24/9), às 16h, no Rio de Janeiro, Ricardo Melo, a criadora da TV Brasil Tereza Cruvinel e o colunista de tevê Maurício Stycer serão entrevistados por Marina Amaral, diretora da Agência Pública, sobre o modo como veem o futuro da comunicação pública no Brasil. O tema do debate é Comunicação pública em jogo, e nele será discutido o papel da EBC. Esse encontro, que faz parte da série Conversas Públicas, tem entrada franca. Na Casa Pública (rua Dona Mariana, 81), com transmissão ao vivo por streaming no youtube. 

TV Cultura agora é rede nacional

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nessa quarta-feira (21/9), no Diário Oficial da União, resolução que dá à TV Cultura a chancela de emissora em rede nacional. Com isso, ela passa a integrar oficialmente a lista das 16 emissoras cujo sinal tem alcance em todo o País. Segundo Fábio Borba, gerente de Operações de Rede da TV Cultura, na prática ela passa a ter seu sinal disponível no espaço das emissoras abertas em todas operadoras brasileiras de tevê por assinatura, não havendo mais a necessidade de negociações individuais para exibição em cada uma delas. Além disso, comercialmente a empresa poderá fazer prospecções no novo patamar de emissora nacional, o que lhe permitirá pleitear melhores contratos junto aos anunciantes. Ele diz também que a conquista teve como pré-requisito atender a dois critérios: estar presente nas cinco regiões do Brasil e alcançar pelo menos 1/3 da população. Ambos foram cumpridos pela emissora paulista, que hoje está em 24 estados, com seu sinal chegando a dois mil municípios por meio de 90 emissoras afiliadas e retransmissoras. Sua programação em canal aberto está disponível a 125 milhões de pessoas. Desde 2013 a TV Cultura vinha pleiteando à Anatel para se tornar rede nacional.

Temer sonda Heraldo Pereira e Eduardo Oinegue para porta-voz

Como a imprensa tem noticiado, o governo Temer busca um porta-voz para dar unidade e consistência às mensagens e anúncios do governo, encerrando o ciclo de anúncios e recuos que caracterizou o período interino e esse início de gestão. Chegou-se a se falar em Heraldo Pereira, da Globo, que não teria aceitado. Outro nome forte é o do atual consultor Eduardo Oinegue, ex-redator-chefe de Veja e ex-diretor de Redação de Exame. O convite teria sido feito pessoalmente por Temer na última sexta-feira (16/9), após reunião liderada por Gaudêncio Torquato, com especialistas em comunicação, entre eles Chico Santa Rita, Marco Antonio Villa e o próprio Oinegue. Sabe-se que deverá haver um novo encontro nos próximos dias, para alinhamento de expectativas e grau de autonomia, que poderá resultar no anúncio do novo porta-voz. A conferir.

Prorrogadas as inscrições para o Prêmio Abear 2016

Inicialmente previstas para se encerrarem nesta quarta-feira (21/9), as inscrições para o 4º Prêmio Abear de Jornalismo foram prorrogadas até o próximo domingo (25/9).

Promovido pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas, entidade que reúne as empresas Avianca, Azul, Gol e Latam, a iniciativa tem como objetivo valorizar e estimular a elaboração de reportagens sobre a aviação comercial brasileira. Assim como nas edições anteriores, contemplará quatro categorias temáticas, além de uma voltada para a imprensa especializada e um prêmio especial para a mídia regional. Das matérias selecionadas sairá ainda o vencedor do Grande Prêmio Abear.

Independentemente de plataforma – jornal, revista, internet, rádio ou tevê -, o prêmio é aberto a reportagens que tratem dos seguintes temas: Cargas; Competitividade; Experiência de voo; e Inovação e sustentabilidade. Cada um dos vencedores nessas categorias receberá R$ 6 mil.

Às categorias destinadas a veículos que cobrem especificamente o setor aéreo (Imprensa Setorizada) e aos que são publicados fora do eixo Brasília-Rio-São Paulo (Prêmio Especial Imprensa Regional) também serão oferecidos prêmios de R$ 6 mil cada. E o Grande Prêmio Abear – cujo vencedor será escolhido dentre todos os trabalhos selecionados – receberá R$ 12 mil.

O total da premiação é de R$ 48 mil. O processo de avaliação terá duas etapas: uma de seleção dos trabalhos, da qual sairão cinco finalistas em cada categoria; e a etapa de premiação, que escolherá os vencedores. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do prêmio.

Estadão Esporte Clube ganha segunda edição diária

Depois de um período de testes durante as Olimpíadas e Paralimpíadas, a Rádio Estadão (92,9 FM) inclui oficialmente em sua programação a segunda edição do Estadão Esporte Clube. A estreia foi nessa segunda-feira (19/9), das 18h às 19h. A edição, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, tem apresentação de Cesar Sacheto e Marília Ruiz e Luis Carlos Quartarollo como comentaristas fixos. Eles já vinham participando como convidados durante os jogos no Rio de Janeiro. Vale lembrar que a primeira edição do programa é transmitida desde maio, de segunda a sexta-feira, das 12h às 13h, com apresentação de Emanuel Bomfim, Cesar Sacheto e Robson Morelli. Aborda tudo o que acontece com os principais clubes brasileiros de futebol, mas sem deixar de lado outros esportes. “A emissora vem ampliando sua presença nos esportes”, destaca a gerente de Jornalismo Paula Marinho. “Além das duas edições do EEC, faz parte da programação o Craques para sempre, aos sábados, das 12h às 13 horas. Durante o dia, inseridos nas demais atrações, boletins com profissionais da rádio e do jornal também trazem as notícias mais quentes do mundo esportivo. O ouvinte da Estadão pode aguardar que mais novidades devem vir por aí”.

Parlamentares seguem preferindo jornais, diz pesquisa da FSB

A FSB divulgou nesta semana o Mídia e Política 2016, estudo do Instituto FSB Pesquisa que desde 2008 investiga os meios e veículos pelos quais os deputados federais brasileiros preferem se informar. Nesta edição, foram entrevistados 230 deputados, de 26 diferentes partidos. De acordo com o estudo, os jornais impressos continuam sendo a principal fonte de informação para 43% dos entrevistados. Dos demais, 32% se informam pela internet, 16% pela televisão e 6% pelo rádio. A pesquisa mostra ainda que a Folha de S.Paulo aparece como o jornal preferido pelo nono ano consecutivo, com 65%, seguida por Estadão (41%), O Globo (31%), Valor Econômico (14%) e Correio Braziliense (12%). A Folha também é o jornal com maior índice de leitura (89%), seguida de Estadão (74%), O Globo (70%), Valor Econômico (55%) e Correio Braziliense (47%). Na internet, o G1, que havia ultrapassado o UOL em 2015, ampliou sua vantagem, sendo citado por 56% dos parlamentares como seu portal preferido, contra 35% de citações do UOL. Este ano, pela primeira vez o Mídia e Política investigou o grau de confiança dos parlamentares no conteúdo noticioso dos diversos meios de informação. Os dados revelam que os jornais impressos são o meio de informação mais confiável (70%).  Em segundo lugar, empatados com 60%, estão as rádios de notícias e os telejornais, seguidos de portais e sites de notícias (51%), revistas semanais (47%), blogs (34%), twitter (19%) e facebook (18%). Confira a íntegra do estudo.

Luiz Fernando Gomes e Guilherme Gomes Pinto deixam o Lance

Luiz passa a consultor da empresa e Guilherme assume a Redação do Diário de S.Paulo Deixaram o Lance na semana passada o editor-chefe Luiz Fernando Gomes e Guilherme Gomes Pinto, que até recentemente exercia a função de editor executivo e vinha atuando como colunista. Luiz passa a consultor da empresa e Guilherme assumiu nessa segunda-feira (19/9) a Diretoria de Redação do Diário de S.Paulo. No Lance, o diretor Walter de Mattos Jr. exerce temporariamente as atividades que eram de Luiz, com a colaboração do editor executivo Daniel Bortoletto.

Luiz, que estava há 11 anos no Lance e vinha negociando a saída há alguns meses, comunicou sua decisão às redações do Rio e de São Paulo por videoconferência. Segundo relatou a este J&Cia, “expliquei que estava encerrando um ciclo, que eu havia estabelecido que a Olimpíada do Rio seria o marco da minha trajetória no Lance. Listei as tantas coisas que fizemos aqui, algumas que deram certo, outras menos. Destaco duas em especial: a primeira redação multimídia do Brasil, que apresentei em vários congressos e encontros de jornalistas no Brasil e em outros países, quando nem se falava em redação multimídia por aqui, e que aos 56 anos a gente precisa se reinventar; a ‘timização’ da cobertura, que transformou a cobertura de cada clube em pequenas editoriais independentes produzindo conteúdo para todas as plataformas e cuidando também da edição do material.

Expliquei que vou continuar colaborando com o Lance em outro nível e com projetos específicos, embora sem vínculo e dividindo com outras iniciativas que pretendo tocar. Foi legal, mas confesso que fiquei bem embargado quando os meninos aplaudiram no fim da explicação”. Na nota que distribuiu sobre a saída dele, Walter confirmou que Luiz Fernando, “mesmo sem dedicação exclusiva, continuará a colaborar com a redação, atuando como consultor e crítico editorial e na elaboração de novos produtos que serão lançados em breve. Além de manter sua coluna semanal de domingos na contracapa do diário”.

Daniel, que o ajudará a tocar o jornal, entrou no Lance como estagiário na redação de São Paulo, comandou as edições de Minas e do Rio, e mais recentemente passou a editor-geral do digital, baseado no Rio. Segundo J&Cia apurou, ele provavelmente participará também do papel, ajudando os editores do dia a dia, que vinham sendo comandados por Rafael Bulara em SP (já que as duas edições SP e RJ são fechadas em SP).

Remanescente do time da Redação que fundou o Lance, há 19 anos, Guilherme Gomes Pinto assumiu o Diário de S.Paulo a convite do presidente do grupo, Marcos Salles. Entra no lugar de Alexandre Moreno, que deixou recentemente o jornal para tocar projetos pessoais. Com passagens por Dupla Comunicação, Folha de S.Paulo e IstoÉ, Guilherme chegou ao Lance em 1997 e passou por diversos cargos até assumir como editor executivo em 2013. Ele segue ligado ao grupo com um blog sobre esportes.

Seu novo contato é ([email protected]) Outro que integrou a equipe fundadora do Lance e lá permanece é o editor Marcelo Laguna, que saiu em 2010 e voltou no final de 2015. Nesse intervalo, passou por SportsJá! (já extinto), Diário de S.Paulo e iG.

Peruana cria rede de jornalistas de saúde da AL

Iniciativa pessoal liderada por Fabiola Torres, jornalista do site peruano Ojo Público, a rede latino-americana de jornalistas de saúde surge com o objetivo de reunir profissionais interessados em cobrir temas de saúde na América Latina. Ao Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, Fabiola disse que o espírito do coletivo é promover a educação e a especialização jornalística em temas da saúde, tanto pública como privada. Até o momento, a rede é formada por um coletivo virtual de doze jornalistas de Peru, Venezuela, Costa Rica, Colômbia e Bolívia; e por duas instituições peruanas, o Colégio Médico do Peru e a aliança Redge. A rede planeja contar até o fim do ano com um comitê e uma agenda comum mais definida para começar a desenvolver as investigações que tem em mente, como o acesso a medicamentos em nível regional. Para saber mais sobre como se unir, o contato é [email protected].

André Magnabosco o reforça time da Suzano Papel e Celulose

A Suzano Papel e Celulose anunciou a contratação de André Magnabosco para assumir a Comunicação Externa da companhia. Após oito anos e meio na Agência Estado, passou a integrar, este mês, a equipe liderada pela gerente de Comunicação Corporativa Talita Sato. André foi repórter da Agência Estado, onde cobriu pelo Broadcast indústrias química e de papel e celulose, entre outros setores, antes de ser promovido a editor assistente. Também integrou as equipes de redação do jornal DCI e do InvestNews, da Gazeta Mercantil. Os novos contatos dele são [email protected] e 11-3503-9078.

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