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quinta-feira, abril 23, 2026

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Bebeto Souza Queiroz registra em livro suas histórias no Estadão

Assíduo colaborador da seção Memórias da Redação, de Jornalistas&Cia, Luiz Roberto de Souza Queiroz, o Bebeto, decidiu registrar em livro as histórias que nos enviou e muitas outras, sob o título Os bastidores da notícia: Histórias da Redação do Estadão. Ele está disponível desde a semana passada, exclusivamente em formato e-book, no site da Amazon,

“Na obra, reuni casos relatados no Memórias e na comunidade eXtadão do Facebook, que a generosidade de alguns leitores sugeriu fossem preservados”, diz Bebeto. “É que representam uma espécie de resgate de fatos do passado memorável de O Estado de S. Paulo e histórias de companheiros que hoje só vivem na nossa saudade.

E como ‘jornalista escreve para jornalista’, com diz a Táta Gago Coutinho, que fez o livro comigo, não valia a pena fazer edição impressa. Assim, meu 17º livro é só digital. Pode ser visto e comprado por R$ 3,14 (um dólar, pois a editora exige preço) no site da Amazon. Basta colocar meu nome (Bebeto não vale) ou o do livro e baixá-lo.

Dá para ler também uma amostra, sem comprar. S são memórias de 44 anos vividos na redação do Estadão e por muitas viagens por esse mundão sem porteira, várias das quais compartilhadas com a repórter e esposa Táta, companheira de toda uma vida bem vivida, com quem construí uma história de amor que é só nossa. Essa, nunca será escrita”.

À queima-roupa

Crédito: Jesse/Flickr
* Por Sandro Villar

 

Jornalista e policial civil, Ronaldo Lopes, o Pantera, era repórter policial na Rádio Record, lá no bairro do Aeroporto, e radioescuta na TV Cultura. Trabalhava mais do que lenhador canadense no século 19 e, se cabe outro comparativo, suava mais do que marcador do Neymar para ganhar a vida. Ou para ganhar o pão nosso de cada dia e de cada noite, coisa cada vez mais difícil nestes tempos temerários. Encurtando a historinha: era um tremendo pé de boi, que é como é chamado o sujeito que trabalha demais.

Claro que, como policial, além dos empregos no rádio e na tevê Pantera cumpria a sua jornada em delegacias. Não sei se já se aposentou e mantém uma rotina de ficar em seus aposentos, que é para onde o nosso amado governo quer mandar, aos 65 anos, os aposentados, esses ricos que choram de abdômen cheio.

Grande figura, o Pantera, com seu jeitão de jogador de basquete americano. Era muito querido na TV Cultura. Todo mundo lá gostava dele. Pantera trabalhou com as equipes comandadas pelos jornalistas Fernando Pacheco Jordão, Vladimir Herzog, Demétrio Costa, Paulo Roberto Leandro e Tito Lima.

Todo santo dia, na Rádio Record, um colega de trabalho, muy amigo, zombava do Pantera por ele ser policial. Era deboche pesado, atitudes malévolas – confesso que adorei tal expressão, as tais atitudes malévolas.

Quando os dois se cruzavam nos corredores da rádio, o provocador não perdia a oportunidade de caçoar do Pantera. “Ainda vou pegar esse teu revólver e enfiar na tua boca”, dizia o sujeito, que na verdade dizia outra coisa e não boca. Como J&Cia é de família, acho de bom alvitre não citar a palavra que o provocador dizia no fim da frase.

A princípio, o repórter até achava engraçado, mas, com o passar do tempo e cansado das chacotas, resolveu reagir dando uma lição no sujeito. Antes, porém, advertiu o provocador: “É bom parar com isso, você ainda vai se dar mal”.

Num belo dia o repórter cumpriu a promessa e foi à forra com ferro e fogo. Assim que o colega começou a falar as bobagens de sempre, o Pantera sacou o revólver e deu um tiro na cara do abusado.

Isso mesmo: assim na lata, tiro à queima-roupa ou, no caso, tiro à queima-pele. Foi só um susto. Era bala de festim.

Depois dessa, o colega, abalado com o susto, nunca mais dirigiu gracinhas ao Pantera, que riu por último, de orelha a orelha, com um “festim diabólico”. É como dizia o grande repórter policial Octávio Ribeiro, o Pena Branca: “Terrorismo só respeita terrorismo”.

 


Sandro Villar construiu a maior parte da carreira em rádios, nas quais foi desde discotecário até diretor, passando por reportagem e edição. Por muitos anos atuou como correspondente do Estadão em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. É crítico, cronista e editorialista para vários jornais, com textos que trazem um toque de humor para os fatos do dia a dia.

Leslie Leitão acerta com a TV Globo

Leslie Leitão sai da Veja no Rio para reforçar o Núcleo de Investigação da TV Globo no Rio. Entra no lugar de Ângelo Tortelli, que, com Flávia Duarte, deixou a emissora. Leslie foi do Extra e de O Dia. Na Veja, trabalhava com o editor Thiago Prado e se destacou por levantar episódios do governo Sérgio Cabral que contribuíram para a derrocada do político.

O Núcleo de Investigação foi criado formalmente há cerca de três anos, depois de funcionar por muito tempo de maneira informal, desde a morte de Tim Lopes, quando cada repórter contribuía com suas fontes para determinadas pautas.

A sede fica num prédio próximo à Rede Globo, no Jardim Botânico. Chefiado por Marcelo Moreira, conta com Tíndaro Menezes e Cecília Mendes, entre outros, além de repórteres vindos da CBN. E deve aumentar, com novas contratações em vista.

Os responsáveis vêm pedindo indicações e, em geral, o jornal O Dia é visto como um grande celeiro de repórteres investigativos. Em Brasília, a emissora mantém também um Núcleo de Investigação específico para política e Operação Lava Jato.

Globo seleciona jornalistas recém-formados para cobrir a Copa do Mundo

A Rede Globo está com inscrições abertas até 30/4 para o processo seletivo do projeto Passaporte. Os jornalistas selecionados farão parte do time que cobrirá a Copa do Mundo da Rússia, em 2018, para os canais Globo, SporTV e globoesporte.com.

Podem participar profissionais formados entre 2014 e o 1º semestre de 2017, no Brasil ou em outros países. Além do gosto por esporte, os interessados devem ser fluentes em inglês, ter nível intermediário em outro idioma e disponibilidade para mudança, pois poderão ser alocados em outro país durante o projeto.

O processo seletivo incluirá avaliações online e encontros presenciais, testes de vídeo, inglês, atualidades, conhecimentos gerais e entrevistas. As inscrições devem ser feitas pelo site do projeto.

Definidos os vencedores do Top Mega Brasil 2017

Com expressiva votação em todo o Brasil e uma renovação de quase 50% nos ganhadores, chega ao final o Top Mega Brasil 2017, premiação que destaca e premia as feras da Comunicação Corporativa

Com o dobro de votos em relação a 2015, encerrou-se em 13/4 o segundo turno do Top Mega Brasil, definindo os Top 10 Brasil e os Top 5 Regional (de Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul), nas categorias Executivos de Comunicação Corporativa Agências de Comunicação. Os 70 vencedores receberão um certificado especial e 16 deles (os três primeiros classificados do Brasil e os campeões de cada uma das cinco regiões, nas duas categorias) receberão também o Troféu Top Mega Brasil, com a silhueta da onça pintada, maior felino das Américas e que, nessa premiação, representa as feras da Comunicação Corporativa.

“Serão, na verdade, 55 vencedores, pois 15 (três executivos e cinco agências) ganharam em mais de uma categoria”, informa Luiz Rigo, diretor da Maxpress, empresa parceira da Mega Brasil na organização do prêmio. Ele lembra que a votação surpreendeu tanto no primeiro quanto no segundo turno, mesmo com a exigência de cadastramento dos interessados: “Tivemos praticamente o dobro de votantes em relação a 2016, número que já crescera mais de 50% sobre 2015, o que mostra o interesse cada vez maior da comunidade de comunicação pela premiação. Foram muitas campanhas, sobretudo pelas redes sociais, e isso contribuiu imensamente para a ampliação do número de votantes. Mas, em compensação, nos obrigou a redobrar os cuidados com a apuração, sobretudo em relação aos e-mails não corporativos e aos poucos casos de cadastramento duplicado. O resultado final retrata de fato o que foi a eleição e os eleitos estão, de fato, de parabéns”.

Para Eduardo Ribeiro, diretor da Mega Brasil, o que mais chamou a atenção nessa terceira edição, além da expressiva votação, foi o alto índice de renovação dos vencedores: “Entre os 70 premiados, temos a estreia de 34 nomes, sendo 21 executivos e 13 agências. Alguns, claro, até figuraram nas premiações anteriores, mas não na mesma categoria. Isso mostra não só o interesse do mercado, mas também a quantidade de bons executivos e boas agências existentes no País”.

“São as feras da Comunicação Corporativa”, diz Marco Rossi, também diretor da Mega Brasil, “pois foram submetidas a um duplo escrutínio, num mercado altamente competitivo. Para se ter uma ideia, foram indicados no primeiro turno pouco mais de mil executivos e mais de 370 agências; e passaram para o segundo 138 executivos e 106 agências. Figurar entre os Top 10 Brasil e entre os Top 5 Regional é uma conquista que entra para a história de cada um deles”.

A solenidade de premiação será em 25 de maio, às 19h, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, após o encerramento do 20º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas. Será um jantar por adesão. Na ocasião serão anunciados o Pódio Brasil, destacando 1º, 2º e 3º classificados na contagem geral; e os campeões regionais (1os colocados) de Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul – nas categorias Agências de Comunicação e Executivos de Comunicação Corporativa.

Confira a seguir os vencedores, em ordem alfabética. Outras informações pelo [email protected] ou 11-5576-5600.

 

TOP 10 Brasil

Executivos de Comunicação Corporativa

  • Adriana Lutfi (Mercado Livre)
  • Antonietta Varlese (AccorHotels)
  • Bruno Rossini (Facebook)
  • Daniele Lopes Rodrigues (Coca-Cola Femsa Brasil)
  • Estela Matsumoto (Grupo Boticário)
  • Fabio Sabba (Uber)
  • Flavia Sekles (Google)
  • Nelson Silveira (General Motors)
  • Vivianne Funcia Simões (Iguatemi Empresa de Shopping Centers)
  • Wallace Faria (Boticário)

 

Agências de Comunicação

  • Agência de Textos (BA)
  • CDI Comunicação Corporativa (SP)
  • CDN (SP)
  • Edelman Significa (SP)
  • FleishmanHillard (SP)
  • FSB (RJ)
  • In Press Porter Novelli (RJ)
  • Ketchum (SP)
  • Printer Press (SP)
  • RP1 Comunicação (SP)

 

TOP 5 Regionais

Sudeste

Executivos de Comunicação Corporativa

  • Nelson Silveira (General Motors)
  • Paulo Marinho (Itaú)
  • Rozália Del Gaudio (C&A)
  • Viviane Mansi (Votorantim)
  • Vivianne Funcia Simões (Iguatemi Empresa de Shopping Centers)

 

Agências de Comunicação

  • CDN (SP)
  • Edelman Significa (SP)
  • In Press Porter Novelli (RJ)
  • Printer Press (SP)
  • RP1 (SP)

 

Sul

Executivos de Comunicação Corporativa

  • Cristiane Irigon (O Boticário)
  • Daniela Kraemer (General Motors)
  • Estela Matsumoto (Boticário)
  • Renato Gasparetto (Gerdau)
  • Wallace Faria (Boticário)

 

 Agências de Comunicação

  • CDN (RS)
  • Fábrica de Comunicação (SC)
  • Martha Becker Comunicação (RS)
  • Moglia Comunicação (RS)
  • Usina de Notícias (RS)

 

Centro-Oeste

Executivos de Comunicação Corporativa

  • César Alves (Fast Açaí)
  • Diego Recena (Fecomércio-DF)
  • Jorge Duarte (Embrapa)
  • Maíra Garcia (Taguatinga Shopping – Brasília Shopping)
  • Virgínia Pessoa (Grupo Santa)

 

Agências de Comunicação

  • DGBB (DF
  • In Press Oficina (DF)
  • Proativa Comunicação (DF)
  • RP1 (DF)
  • Zelus Assessoria (GO)

 

Nordeste

Executivos de Comunicação Corporativa

  • Amine Darzé (Coelba)
  • Ana Maria Xavier (FIEC)
  • Ayeska Azevedo (Grupo Boticário)
  • Mirela Gedeon Cubilhas (Enashopp)
  • Sílvia Fragoso (Grupo Ser Educacional)

 

Agências de Comunicação

  • Agência de Textos (BA)
  • Brava Comunicação (PE)
  • Darana (BA)
  • Dupla Comunicação (PE)
  • Texto & Cia (BA)

 

Norte

Executivos de Comunicação Corporativa

  • Daniel Nardin (Governo do Pará)
  • Elen Neris (Sistema Fiepa)
  • Erica Ferreira Martins (MRN)
  • Livia Amaral (Vale)
  • Mônica Alvarez (Alubar Metais e Cabos)

 

Agências de Comunicação

  • Eko (PA)
  • Gaby (PA)
  • Press Comunicação (AM)
  • Temple (PA)
  • Três Comunicação & Marketing (AM)

Tecnologia, jornalismo e os impactos dessa relação

O Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ) está realizando uma pesquisa sobre tecnologia nas redações e como a mídia de notícias está abraçando a revolução digital. Com apoio de Storyful e Google News Lab, o estudo tem por objetivo identificar tendências em produção e distribuição de notícias.

O ICFJ produzirá um relatório com base nos resultados, destacando tendências regionais e discutindo quais tecnologias têm os maiores impactos. Os participantes terão acesso a todos os dados da pesquisa – que não leva mais de quinze minutos para ser respondida.

Os dados das respostas serão usados no agregado e nenhum indivíduo ou organização será identificado. Serão sorteados doze vales-presente de US$ 100 da Amazon para os participantes.

A pesquisa está disponível em doze idiomas: árabe, bahasa, chinês, inglês, francês, alemão, japonês, coreano, português, russo, espanhol e turco.

Mais informações com Fatima Bahja, coordenadora de pesquisa do ICFJ ([email protected]); dra. Diana Owen, pesquisadora principal, Departamento de Comunicação, Cultura e Tecnologia da Universidade de Georgetown ([email protected]); ou com a International Review Board da Universidade de Georgetown ([email protected]).

Leão Serva passa a fazer comentários no CBN São Paulo

Leão Serva, ex-Folha de S.Paulo, Jornal da Tarde, Diário de S.Paulo e Lance, entre outros, estreou em 13/4 como comentarista da CBN. Ele entrará todas as quintas-feiras, às 10h40, no quadro Mais São Paulo do programa CBN São Paulo, fazendo reflexões sobre a construção de uma cidade mais moderna e eficiente. Por enquanto, falará de Londres, onde desde março faz um doutorado-sanduíche sobre fotografia de guerra.

“O convite foi feito no início do ano, quando já estava definido que eu viria para Londres durante o primeiro semestre”, disse Leão ao Portal dos Jornalistas. “Eles mantiveram o convite com essa ideia de que no começo eu faça relações entre as duas cidades. Depois, ao voltar, em agosto, começo a falar menos de comparações e mais da cidade mesmo”.

Leão integra um novo time de comentaristas que desde o dia 10 se reveza no quadro, conversando ao vivo com a âncora Fabíola Cidral. Os outros são a arquiteta, urbanista e bike-repórter Renata Falzoni (segundas-feiras), que fala sobre os cantinhos e segredos das ruas, passagens e caminhos da cidade; o sociólogo e professor da Escola de Governo Américo Sampaio (terças), analisando a agenda pública com um olhar diferenciado sobre a Prefeitura e o Legislativo; o comunicador, produtor, ativista e mestre em Filosofia Alê Youssef (quartas), com pesquisas sobre as dobras vanguardistas da cidade que lançam olhares para o futuro; e às sextas, o cientista político, doutor em Filosofia e professor do Insper Fernando Schüler, com análises sobre as políticas públicas e o comportamento do paulistano. O CBN São Paulo vai ao ar das 9h30 às 12 horas.

Legislação ultrapassada vem intimidando jornalistas

O número de processos contra jornalistas por injúria, calúnia ou difamação dobrou em 2016 (18) em relação com o ano anterior (9). A informação é da ANJ, com base em dados divulgados pela Fenaj.

De acordo com a entidade, a maior parte dos casos é de ações cujos propósitos são pressionar e intimidar comunicadores, desrespeitando objetivamente a liberdade de imprensa. Em geral, de acordo com a Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), essas ações judiciais contra profissionais de imprensa se sustentam em uma legislação ultrapassada, dos anos 1940, que tipifica crimes de calúnia, injúria e difamação, além de “desacato à autoridade”, quando o profissional – ainda que baseado em dados disponíveis mediante lei de acesso – questiona a conduta de um agente público (mesmo sem mencioná-lo).

Exemplo disso é a história do jornalista Erik Silva, que em reportagem questionou o salário de um contador municipal em Corumbá (MS) – com base em dados disponíveis no site de transparência do Estado – e acabou sendo processado pelo servidor público. Quem detalha a história é Andrew Downie, correspondente do CPJ no Brasil.

Burson-Marsteller promove mudanças em seu comando

A Burson-Marsteller anunciou em 6/4 a nomeação de Ramiro Prudencio para CEO da Europa, Oriente Médio e África (EMEA), posição que passa a ocupar a partir de 2 de maio. Na mesma data,Francisco Carvalho, atual CEO da B-M Brasil, substituirá Prudencio como CEO para a América Latina. Prudencio ficará sediado em Londres e Carvalho, em São Paulo.

Ramiro iniciou na B-M em 1990, no escritório de Washington, depois de vários anos trabalhando no Congresso dos EUA como assistente legislativo. Mais tarde, mudou-se para o Chile para abrir o escritório de Santiago. Em seguida foi transferido para São Paulo, onde dirigiu a filial Brasil por oito anos. Ao todo, passou quase 13 anos liderando as operações, equipes e relacionamentos com clientes nesses dois mercados. Após retornar para os Estados Unidos, em 2006, passou a gerenciar a operação de Miami e coliderou o Programa Global de Relacionamento “Key Client”, que apoia as equipes dedicadas aos maiores clientes globais da agência. Em 2011, foi nomeado CEO para a América Latina. Sob sua liderança, a agência foi eleita em 2013 e 2015 como a melhor da região pela publicação The Holmes Report.

Francisco tem mais de 35 anos de experiência em jornalismo, publicidade e relações públicas, comexpertise em desenvolvimento e execução de estratégias de reputação corporativa, bem como posicionamento de marca, gestão de crises e programas de comunicação integrada para clientes B2B e B2C. Está em sua segunda passagem pela Burson-Marsteller, onde desde 2005 vem respondendo pela operação brasileira, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Além de liderar equipes, prestar aconselhamento estratégico e executar projetos de comunicação para uma variedade de clientes, comandou a implantação do processo de planejamento integrado de comunicação para a B-M na região. Antes de retornar à agência como CEO, foi diretor de Comunicação Corporativa de GTECH, McDonald’s, Young & Rubicam e MPM/Lintas, além da posição inicial de gerente na Burson-Marsteller Brasil. Também foi diretor de Relações Exteriores da Abracom.

Ao Portal dos Jornalistas ele disse ter levado um bom tempo digerindo o convite inesperado para começar um novo desafio na carreira: “A partir de maio começo a desbravar novos mares, felizmente dentro do mesmo barco seguro”.

Termina em 5/5 prazo para concorrer aos R$ 400 mil do MPT

Termina em 5/5 o prazo para concorrer à quarta edição do Prêmio MPT de Jornalismo. Um dos maiores em valores do Brasil, distribuirá R$ 400 mil para matérias e imagens que se destacarem na investigação e a denúncia de irregularidades trabalhistas.

São oito as categorias em disputa: Jornal Impresso, Revista Impressa, Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo, Fotojornalismo, Universitário e Repórter Cinematográfico. Os inscritos também poderão concorrer nas especiais Fraudes Trabalhistas – concedida à melhor reportagem, dentre as concorrentes, sobre fraudes trabalhistas – e MPT de Jornalismo, com status de Grande Prêmio, entregue à melhor reportagem dentre todas as vencedoras das categorias nacionais.

Assim como em 2016, o prêmio será dividido em duas fases. Na primeira, Regional, os trabalhos serão analisados por cinco júris regionais: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sul e Sudeste. Os vencedores dessa etapa, em cada categoria, passarão para a segunda fase, em que serão conhecidos os vencedores Nacionais.

Os vencedores das categorias regionais receberão R$ 5 mil, enquanto os das nacionais contarão com duas escalas de premiação: R$ 10 mil para as categorias Universitária e Repórter Cinematográfico, e R$ 15 mil para as demais. Já cada uma das reportagens vencedoras dos dois prêmios especiais receberá R$ 45 mil. Os prêmios não são acumulativos.

Nesta edição, podem concorrer reportagens veiculadas entre 2 de maio de 2016 e de 5 maio de 2017, mesmo dia em que termina o prazo de inscrição. Mais informações, ficha de inscrição e regulamento estão disponíveis no premiomptdejornalismo.com.br.

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