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Público escolherá novo nome da RBS em Santa Catarina

Vendida em março de 2016 ao Grupo NC, dos irmãos Carlos, Marcus e Leonardo Sanchez, a operação do Grupo RBS em Santa Catarina chega à fase final da transferência com a escolha de um novo nome para sua emissora de TV.

Para isso, a empresa está fazendo uma votação pública para a escolha final de sua nova assinatura. DNC, LIG e NSC são as opções disponíveis em uma consulta popular lançada na última semana pelo aminhatv.com.br.

A página, que ficará disponível no G1 SC até a próxima segunda-feira (15/5), reúne informações sobre os nomes em votação e vídeos com comunicadores da emissora, que dão detalhes sobre cada uma das alternativas. Os conceitos foram elaborados com base em um amplo trabalho de construção de marca que vem sendo realizado há cerca de oito meses, junto a empresas especialistas, como Interbrand e Exit.

“Queremos que o público seja nosso grande parceiro neste momento tão importante”, destaca o presidente da empresa Mário Neves. “O respaldo dos nossos telespectadores nos trouxe grandes conquistas, como a certificação da maior audiência da Rede Globo entre todas as suas emissoras e afiliadas nos últimos dois anos. Nada mais justo do que confiar a eles a escolha do novo nome da nossa TV”.

A abertura da votação marca também o início de uma campanha multimídia, com peças em tevê, jornal, rádio e digital. Desenvolvido pela agência Exit, o material valoriza a importância dos nomes que fazem parte do dia a dia da emissora. A intenção é engajar o público na escolha com base na premissa: Essa TV é sua. Esse nome também é seu.

Atuante no Estado há 38 anos, a RBS SC conta ainda com quatro jornais (Diário Catarinense, Hora de Santa Catarina, A Notícia e Jornal de Santa Catarina) e três emissoras de rádio (Atlântida, Itapema e CBN Diário), presentes também nas plataformas digitais.

A consulta popular tem foco na emissora de TV, mas a opção vencedora dará nome também ao grupo de mídia, numa estratégia de alinhamento de marcas que corresponde ao modelo adotado atualmente. A partir dessa definição, terá início o processo final de construção de marca, que inclui a criação da identidade visual e ações de lançamento que impactarão todo o Estado.

Confira o significado de cada nome, explicado pelo Grupo:

DNC – Quando o assunto é o nosso Estado, a gente sabe bem. Somos um verdadeiro mosaico cultural, feito de costumes e histórias diversas. É isso que faz a gente ser especial. DNC é um nome com o DNA Catarinense. Tem um pouco de cada canto do nosso Estado, de Floripa a Chapecó, de Joinville a São Joaquim. O DNA da nossa empresa tem o jeito de cada um de nós, catarinenses.
LIG – A comunicação não para nem por um segundo. Por isso, estamos sempre ligados em tudo o que acontece. Em Santa Catarina ou do outro lado do mundo. Estamos sempre ligados nas notícias, nas pessoas e em tudo que é importante para elas. A nossa empresa tem uma ligação especial com o futuro do Estado.
NSC – Como é o Estado de Santa Catarina com o qual a gente sonha? Um Estado com mais desenvolvimento, saúde, cultura e educação. Um Estado que cresce e, ao crescer, também eleva seu povo. O Estado de Santa Catarina é nosso, faz parte da nossa história e da história da nossa gente, por mais diferentes que sejamos. Por isso somos assim: cada vez mais Nossa Santa Catarina.

Marcela Temer desiste de ação contra Folha e O Globo

Marcela Temer desistiu de mover ação contra Folha de S.Paulo e O Globo por causa de reportagens sobre uma tentativa de extorsão que ela sofreu. Em conversas no aplicativo WhatsApp, um hacker ameaçava “jogar na lama” o nome do presidente do Brasil, Michel Temer.

Segundo O Globo, o advogado responsável pelo caso, o subsecretário de assuntos jurídicos da Presidência Gustavo do Vale Rocha, afirmou apenas que não há mais “objeto” do processo.

As matérias foram retiradas dos sites das publicações após intimação expedida em 13 de fevereiro. O juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Civel de Brasília, estabeleceu uma penalidade de R$ 50 mil por dia a ambos os jornais caso não cumprissem a decisão.

No entanto, apenas dois dias depois, o desembargador Arnaldo Camanho de Assis, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, aceitou  recurso interposto pela Folha e suspendeu a censura sobre o jornal. Na decisão, Assis escreveu que não cabe a um órgão estatal, como o Poder Judiciário, estabelecer de antemão “o que deva e o que não deva ser publicado na imprensa”. No dia 15, a matéria voltou ao ar.

Keila Zanatto lança Filhos do Rio Negro

Vida ribeirinha, costumes e lendas de moradores de Manaus e Santa Isabel do Rio Negro inspiraram livro Filhos do Rio Negro, de Keila Zanatto, que se embrenhou na Floresta Amazônica. Lançada pela editora da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), a obra tem 112 páginas.

“Fui percorrer o Rio Negro novamente. Barcelos, Santa Isabel e São Gabriel da Cachoeira. Estou preparando novos livros. Fiquei durante 40 dias e voltei para Manaus e agora estudo, pesquiso, escrevo sobre assuntos que envolvem o homem amazônida, o ambiente em que vive e a comunicação”, diz Keila.

Ela não tem data para voltar ao Sul.

Murilo Borges embarca para NY onde será correspondente da Band

Murilo Borges - Reprodução: Instagram
Murilo Borges – Reprodução: Instagram

Murilo Borges embarcou nesta segunda-feira (8/5) para Nova York, onde assume o posto de correspondente do Grupo Bandeirantes. Ele entra na vaga ocupada até o início de maio por Sergio Patrick, que anunciou na última semana seu desligamento da emissora. Sergio seguirá nos Estados Unidos tocando projetos pessoais.

Ambos chegaram a trabalhar juntos nas manhãs da extinta Bradesco Esportes FM, onde Murilo era comentarista e apresentador. Mesmo com o fim da rádio, seguiu no Grupo e sua transferência para os Estados Unidos já vinha sendo ventilada.

Em postagem no Facebook, ele informou sobre seus novos rumos profissionais: “Embarcando para a tal da Nova York. Levo na bagagem a missão de reportar as notícias de lá para o Brasil pelo Grupo de Bandeirantes de Rádios e para a TV Band. Obrigado a todos que torcem por mim. Amo vocês”.

No Grupo desde 2012, antes Murilo foi comentarista do canal Sports+, editor de texto na ESPN e redator da F451.

Repórter de jornal é a pior profissão nos EUA pelo terceiro ano consecutivo

Cena do filme Rede de Intrigas (Network, 1976)
Cena do filme Rede de Intrigas (Network, 1976)

A consultoria norte-americana CareerCast divulgou a lista com as piores profissões dos Estados Unidos em 2017. Pelo terceiro ano consecutivo o levantamento apontou o cargo de repórter de jornal na primeira posição. A situação não melhora muito para os profissionais de rádio e TV, que ficaram em segundo.

O estudo avaliou 200 profissões de diversas áreas, levando em consideração perspectivas de crescimento, renda, condições de trabalho e grau de estresse. A expectativa de crescimento da profissão de repórter de jornal é negativa: -8%; a dos profissionais de TV é de -9%. A terceira pior profissão é lenhador, a quarta, militar e a quinta, controladores de pragas urbanas.

Entre as causas que podem explicar a posição no ranking consultoria cita a extrema pressão e os prazos apertados associados à profissão de jornalista, sobretudo aos que cobrem política. E lembra ainda a queda na expectativa de emprego na área, sentida nos últimos anos.

Confira o ranking completo, em inglês.

Revista Canguru chega a São Paulo e Rio

Ivana Moreira (ex-editora-chefe de Veja BH) lançou em 1º/5 as edições número 1 da sua revista Canguru em São Paulo e no Rio. Ela montou redações nas duas capitais para a produção de conteúdo da revista, focada em conteúdo sobre primeira infância para pais e educadores.

A de São Paulo está sob o comando da editora Sabrina Abreu, e funciona na alameda Santos. Na do Rio, que funciona na ladeira da Glória, está à frente Luciana Ackermann. Ambas são ex-Editora Abril. A editora-chefe do projeto, a quem respondem as redações de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, é Cristina Moreno de Castro (ex-O Tempo, G1 e Folha de S.Paulo).

A Canguru chegou à capital paulista com tiragem de 50 mil exemplares mensais e ao Rio com 25 mil, mesma da edição Canguru BH, que circula na capital mineira desde outubro de 2015. O veículo está em processo de filiação ao Instituto de Verificação de Circulação (IVC), que auditará a distribuição da publicação mensal gratuita. Nas três cidades, a Canguru é distribuída por uma rede de escolas parceiras que se encarregam de enviar a revista para a casa dos pais na mochila dos alunos da educação infantil. A rede já tem cerca de 500 escolas parceiras.

A revista impressa é apenas um dos produtos da plataforma de conteúdo, que investe em diferentes canais de comunicação on e off-line. A Canguru aposta fortemente também na produção de eventos para o mesmo público, como o Seminário Internacional de Mães, que será realizado em São Paulo, no Maksoud Plaza, neste sábado (6/5), para 1.000 mulheres.

Paula Merlo e Alline Cury assumem o comando da Glamour

Alline Cury e Paula Merlo - Crédito: Divulgação Glamour
Alline Cury e Paula Merlo – Crédito: Divulgação Glamour

Após cinco anos atuando como editora sênior da Glamour, publicação da Edições Globo Condé Nast, Paula Merlo assume o posto de diretora de Redação. Entra na vaga de Monica Salgado, que deixou a revista em fevereiro para se dedicar a novos projetos pessoais.

Nesse novo desafio, Paula contará com o suporte de Alline Cury, ex-editora de lifestyle da Vogue, que chega para ocupar a vaga de redatora-chefe. O posto estava vago desde a saída de Bruna Fioreti.

Outra novidade por lá foi a estreia da consultora Victoria Ceridono, criadora do blog Dia de Beauté e ex-editora de beleza da Vogue. Baseada em Londres, ela fará a ponte entre a redação no Brasil e os acontecimentos de moda, beleza e lifestyle na Europa.

“Com essa renovação, queremos atender à demanda de um público que está em busca de propósitos e valores nas suas relações cotidianas, exigindo isso também das marcas e empresas com as quais se relacionam”, destaca Daniela Falcão, diretora-geral da Globo Condé-Nast. “A Glamour passará a dialogar cada vez mais com as Millenials, oferecendo conteúdo e linguagem mais pertinentes às mulheres jovens de 18 a 35 anos, engajadas e questionadoras por natureza”.

Segundo Paula Merlo, a revista manterá sua identidade de marca, mas vai tratar mais de assuntos incisivos, que tenham causa. “Faremos isso com bom-humor, nossa marca registrada”.

SacolãoBrasil deixa de mentir, encara a verdade e sai do ar

Fernando Morgado, criador e editor do satírico SacolãoBrasil,“o primeiro jornal de mentira do País”, informa que seu site se despede dos leitores, para de mentir, enfrenta a verdade e vai descansar nas nuvens eternas da internet. As matérias da última edição são a exclusiva Coreia do Norte ameaça o mundo com arma inacreditável, os motivos do fim do site e Cuidado, coisas estranhas podem estar no seu café. Os colunistas, “em lágrimas”, são Malvina Hirada, Arthur Baskerville, Lallo Bloombury e Vovó Santinha.

Morgado enviou a J&Cia um texto em que explica sua decisão:

“Depois de 17 anos mentindo e divertindo milhões de leitores (nossa última mentira), o SacolãoBrasil chega ao fim. Os motivos são vários, como os poucos acessos que teve ao longo desses anos. Acessos também de frustração e desencanto, vale dizer. O lento e constante desaparecimento dos leitores acabou por esfriar nosso entusiasmo, os mesmos leitores que raramente se deram ao trabalho de enviar uma simples mensagem de apoio ou crítica. Aliás, como acontece hoje em toda a mídia eletrônica. Diariamente, milhões de famintos por novidades e sensações procuram, consomem e devoram, não importa o quê, e, depois de momentaneamente saciados, jogam os ossos fora e começam tudo de novo.

Quando nasceu, em 2001, o Sacolão foi logo bem-sucedido e ganhou elogios de nomes como Sérgio Augusto (‘o site mais inteligente da internet’), Millôr Fernandes, Moacyr Scliar, Ignácio de Loyola Brandão. Foi também copiado por muitos, alguns, de vida efêmera, outros, em cartaz até hoje. Às vezes penso que o ‘mais inteligente da internet’ possa ter sido a causa do nosso insucesso.

Os anos, o progresso e avanços eletrônicos de todos os lados nos deixaram para trás. Mas nunca nos afastamos da ideia inicial: humor civilizado, mentiras e textos enxutos, sem piadas de papagaio, português ou fofocas da TV.

Até que os acessos quase sumiram. Enfim, é da vida, é da internet. Mas continuaremos no ar, incluindo esta última edição. Será uma espécie de museu sacolão, exibindo o presente e o passado do ‘primeiro jornal de mentira do País’. E também – não custa sonhar – o futuro do nosso humor.”

Jornalismo na AL e reinvenção do NYT são temas de livros do Knight Center

Com o apoio do Programa de Jornalismo Independente da Open Society Foundations, o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas publicou, em formato digital, o livro Periodismo Innovador en América Latina (Jornalismo Inovador na América Latina).

A publicação, disponível gratuitamente na biblioteca digital do Centro Knight, compila todos os artigos da série homônima publicados no blog da entidade entre dezembro de 2016 e abril passado.

O livro, em espanhol, mas que em breve terá versões em inglês e português, também inclui vários guias rápidos sobre diferentes tópicos relacionados ao jornalismo digital, em que diferentes especialistas oferecem conselhos práticos para melhorar o trabalho jornalístico digital.

Teresa Mioli, coordenadora de conteúdo do Centro Knight, e o jornalista catalão Ismael Nafría, em residência no CK durante o ano letivo 2016-2017, foram coeditores do blog e do livro digital.

A instituição também publicou recentemente outro livro eletrônico de Nafría, em espanhol, A reinvençao do The New York Times: Como a ‘dama cinza’ do jornalismo está se adaptando (com êxito) à era móvel. A partir da análise da disrupção da indústria informativa após o surgimento da revolução digital, ele examina a reinvenção do NYT durante os últimos 20 anos. A meta: descobrir lições úteis para outros meios, “independentemente de seu tamanho ou localização”.

Folha reforça sucursal no Distrito Federal

A sucursal da Folha de S.Paulo em Brasília ganhou os reforços de Talita Fernandes e Ângela Boldrini.

Talita, que se apresenta em 8/5, aceitou convite do diretor Leandro Colon para assumir a cobertura no Senado. Ela vem da equipe de Época no DF, e antes trabalhou no Estadão e na Veja. Está entre as finalistas de melhor repórter de revista do Troféu Mulher Imprensa.

Ângela, que começou na equipe no começo de maio, veio transferida de São Paulo, onde atuava na editoria de Poder. Chega para cobrir Política e Geral.

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