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domingo, abril 26, 2026

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ONU Brasil e Cartoon Network lançam tirinhas sobre desinformação

A ONU Brasil anunciou parceria com o Cartoon Network para lançar tirinhas inéditas sobre fake news e desinformação em geral. A ideia é exibir os personagens de Zuzubalândia e Gui & Estopa (Mariana Caltabiano Criações) e Irmão do Jorel (Copa Studio) em situações engraçadas e desastrosas geradas por informações falsas que viram na internet.

As tirinhas fazem parte do projeto Verificado, que visa a combater a desinformação com informações confiáveis e verificadas. Os quadrinhos são disponibilizados nas redes sociais da ONU Brasil e do Cartoon Network. A iniciativa é controlada no Brasil pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Rio de Janeiro (UNIC Rio) e conta com a colaboração da Purpose e apoio do NEXUS.

Morre Zuza Homem de Mello, aos 87 anos

Zuza Homem de Mello (Crédito: Laura Liuzzi/Instituto Moreira Salles)

Morreu em São Paulo no último domingo (4/10) o jornalista, escritor e crítico musical Zuza Homem de Mello, aos 87 anos, vítima de um infarto. Segundo familiares, ele morreu enquanto dormia em seu apartamento, no bairro paulistano de Pinheiros.

Especialista em música, especialmente MPB, Zuza iniciou a carreira no jornalismo em 1956, assinando colunas sobre música nos jornais Folha da Noite e Folha da Manhã. Entre 1957 e 1958, estudou música nos Estados Unidos.

De volta ao Brasil em 1959, foi para a Record TV, onde permaneceu por cerca de dez anos trabalhando como engenheiro de som nos programas de MPB e festivais, além de atuar como booker na contratação de astros internacionais.

Entre 1977 e 1988, fez críticas de música popular para o jornal O Estado de S. Paulo e outras publicações no Brasil e no exterior. Em 1997, Zuza coordenou a Enciclopédia da Música Brasileira. Desde 2018, ocupava a cadeira 17 da Academia Paulista de Letras.

Em parceria com o Instituto Moreira Salles (IMS), Zuza apresentava o programa Playlist do Zuza na Rádio Batuta. Foram 157 episódios até 20 de março deste ano. Por causa da pandemia de coronavírus, as gravações foram suspensas.

Ele também apresentou e produziu a série Duke por Zuza, em que comentava gravações de Duke Ellington. Em nota, o IMS escreveu que “procurará sempre encontrar formas de transmitir a sabedoria, o exemplo, a vida e o legado que ele nos deixa”.

4º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação abre inscrições

Estão abertas as inscrições para o 4º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, evento promovido pela Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca). O tema deste ano será O jornalismo de educação na pandemia − O que fizemos até aqui e como continuamos na retomada.

O evento discutirá questões educacionais relevantes sobre o jornalismo e a cobertura da pandemia. A programação inclui debates e minicursos, de 19 a 23 de outubro. Serão dois eixos principais: Jornalismo, que focará nos novos desafios de cobertura no contexto atual e na valorização da informação de qualidade; e Educação, que discutirá temas como desigualdade, tecnologia e aprendizagem.

Inscreva-se e confira a programação completa no site do Jeduca.

Cadê a fita?

Por Virgínia Queiroz

O ano: 1987. Comecei a trabalhar como editora executiva do ESTV − 2ª. Edição em dezembro de 1986, recém-saída do Curso de Qualificação em Telejornalismo, projeto de qualificação de jovens estagiários para o mercado de trabalho realizado na sede da TV Globo, no Rio de Janeiro. Após o curso, tive uma rápida passagem pela TV Bandeirantes de Belo Horizonte. onde deixei de ser foca. Já dava conta de fechar um jornal e lá fui eu!

Chegando em Vitória, fui trabalhar com a veterana Jane Mary de Abreu e com o editor de imagens Nilton Bandeira.  A equipe era reduzidíssima. Na reportagem, Ricardo Latorre, colega do curso da Globo contratado pouco antes, e os veteranos Sérgio Marquezi, paranaense que cobria política, e Paulo Andrade, carioca, que fazia as matérias mais divertidas e originais, que eu adorava editar.

Era gostoso trabalhar na TV. Jornada de cinco horas – de segunda a sábado. Nos tempos livres, mineira que sou, torrava na praia! Foi uma época muito boa. Poucos meses depois da minha chegada, Abdo Chequer, hoje diretor do Grupo Gazeta, passou a acumular a apresentação do Bom Dia Espírito Santo e a direção da TV Gazeta.

Jane Mary, editora do principal jornal da casa, e eu tínhamos a responsabilidade de fechar um jornal com fade de 7 a 8 minutos. O ESTV – 2ª Edição entrava no ar por volta das 19 horas. Era o jornal de maior audiência e o mais assistido pela Direção do Grupo. A peculiaridade é que todas as matérias eram editadas numa única fita e na sequência do que ia chegando primeiro. Sempre tinha a cotação do café numa fita à parte, a vinheta de oferecimento do Banestes – o Banco do Estado do Espirito Santo −, que era exibida pelo Master, e todo dia a operação dava certo.

A mulher do Nilton Bandeira estava grávida, já no final da gestação. Era novembro ou dezembro. Antes de o jornal entrar no ar, ela ligou avisando que estava passando mal. Nilton terminou a edição da última matéria e saiu apressado. O switcher era junto com a área técnica e a Jane Mary e eu pensamos que Nilton Bandeira havia entregado a fita para o Master rodar, como sempre fazia.

Tudo preparado, locutora no estúdio, laudas rodadas, script OK e…. “Cadê a fita do jornal?”, perguntou um dos técnicos. Saí pra verificar. Naquela época não tinha celular, né, gente? E a TV era analógica! Corri pra redação pra tentar ligar para o fixo da casa do Nilton e…. nada! Ele estava a caminho do hospital! Voltei esbaforida. Estava no dead line e a vinheta rodou!

− Boa noite!

A locutora, Jane Ferregueti, leu as duas notas peladas (sem imagens) que tinha nas mãos e chamou a única arte disponível: “A cotação do café no Espirito Santo! O café conilon – saca de 60 quilos…”. Eu suava e as mãos estavam frias. Gritei no interfone para o pessoal do estúdio! Chama intervalo!! Barata voa e tentamos decidir o que fazer durante o intervalo comercial.

− Não tem nenhum VT!! Não tem jornal!! E agora??

José Antônio, que era o coordenador de Programação, esticou o break e pagou todos os comerciais dos demais intervalos de uma vez só!  Naquele dia não tinha mais nada a fazer… A locutora voltou, leu outra nota pelada e deu o boa noite! E José Antônio preencheu os intermináveis 5 minutos restantes do fade local com muitos “calhaus”.

No dia seguinte, Nilton chegou apreensivo. A mulher dele estava bem e a Marcela não tinha nascido. Foi direto pra sala do Abdo Chequer se explicar. Ele jurou que deixara a fita no Master. Como era um funcionário exemplar, antigo de casa, saiu de lá com três dias de gancho. Ufa! Alivio geral!

E a fita? Nunca apareceu! Ninguém sabe, ninguém viu!! Foi o primeiro dos muitos sufocos que passei na minha carreira de editora de texto!


Virgínia Queiroz

A contribuição desta semana vem novamente de Virgínia Queiroz, articuladora na Infinity Rede Colaborativa, que trabalhou por 30 anos em emissoras de TV de Rio, Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo. Esta história é da passagem dela pela TV Gazeta, afiliada da Globo em Vitória, no Espírito Santo.


Tem alguma história de redação interessante para contar? Mande para [email protected].

Marina Machado lança Diário da Gratidão em evento drive-thru

Marina Machado, ex-Bandeirantes, lança neste domingo (4/10), em evento drive thru, o livro Diário da Gratidão. O lançamento será das 11h às 13h, na entrada do Hotel Pullman Ibirapuera, em São Paulo. Quem participar da sessão de autógrafos terá 20% de desconto no TasteIT Restaurante, localizado dentro do hotel.

Sobre a obra, Marina conta que o objetivo é estimular o sentimento de gratidão no leitor: “O projeto é um convite para que a pessoa olhe para a sua vida, para o seu dia, para as suas coisas, e perceba que as razões para agradecer a rodeiam o tempo todo. Das mais simples às mais profundas. A ideia é que as pessoas possam vivenciar os exercícios que proponho em meio a muitas dicas, curiosidades e reflexões sobre a prática da gratidão”.

Nascida em Campinas, Marina formou-se em Rádio e TV na Faap, fez Jornalismo na FIAM e pós-graduação em Jornalismo Internacional na PUC-SP. Passou por Record, Globo, Rede 21 e Bandeirantes, onde atuou por 22 anos como repórter e apresentadora.

É autora do livro Noites ao som de Cazuza e Lobão, e roteirista e diretora do longa-metragem Zé Mineiro, Zé Brasileiro. Foi duas vezes finalista do Prêmio Esso. Atualmente, tem dois canais no YouTube: Palavras Cruzadas Oficial, no qual faz resenhas de livros, e Marina Machado Jornalista, em que promove lives sobre assuntos ligados a saúde.

2º Prêmio C6 de Jornalismo abre inscrições

O C6 Bank abriu inscrições para a segunda edição do Prêmio C6 de Jornalismo, que valoriza trabalhos sobre educação financeira e finanças pessoais. Podem ser inscritos trabalhos publicados ao longo de todo o ano de 2020.

O prêmio tem uma categoria para reportagens impressas e online, e outra destinada a trabalhos veiculados em TV, rádio ou podcasts. O vencedor de cada uma receberá R$ 15 mil. Cada participante pode inscrever até três reportagens.

Os finalistas serão anunciados em 12 de fevereiro de 2021, e os vencedores em 5 de março. Inscreva-se!

Agência Bori e Instituto Questão de Ciência (IQC) promovem Dia C de Conscientização da Covid-19

A Agência Bori, em parceria com o Instituto Questão da Ciência (IQC) realizam neste sábado (3/10) o Dia C de Conscientização da Covid-19, evento que reúne diversas lives com informações confiáveis e debates sobre como se proteger em meio à pandemia de coronavírus. 

O Dia C terá a participação de especialistas, cientistas, médicos e comunicadores científicos. Os melhores momentos do evento serão compartilhados nas redes sociais do IQC e Agência Bori. Confira a programação completa

Nexo lança 1º Festival Nexo+Nexo Políticas Públicas: o Brasil em debate

O Nexo Jornal realiza durante o mês de outubro o 1º Festival Nexo+Nexo Políticas Públicas: o Brasil em debate, evento que promove debates sobre temas relevantes para a sociedade brasileira.

No sábado (3/10), às 11h, haverá o debate Outro lado, negacionismo e a responsabilidade da imprensa, mediado por Paula Miraglia e com participação de Filipe Campante, Flávia Oliveira e Patrícia Campos Mello.

Já na terça (6/10), às 17h, a mesa O Brasil e as mudanças climáticas terá a presença de Joana Portugal, Juliano Assunção, Mariana Vale e mediação de Camilo Rocha.

Inscreva-se e confira a programação completa no site do evento.

Glen Lopes Valente é o novo diretor-presidente da EBC

Glen Valente

O presidente Bolsonaro exonerou nesta quarta-feira (30/9) o diretor-presidente da EBC, general Luiz Carlos Pereira Gomes, no cargo desde agosto de 2019, e confirmou a nomeação do publicitário Glen Lopes Valente para dirigir a empresa. Glen, que estava alocado na Chefia da Secretaria de Publicidade e Promoção da Secom, é ex-diretor do SBT. Para a área de publicidade, foi nomeado Rodrigo Fayad, que estava na Secretaria de Articulação.

Glen é publicitário e já foi responsável pelos departamentos comercial e de marketing do SBT. Atuou também como vice-presidente de marketing do HSBC no Brasil e como responsável pela área na América Latina. Entrou no governo a convite do chefe da Secom, Fábio Wajngarten, em abril de 2019.

Fayad é graduado Centro Universitário de Brasília e começou no jornalismo como estagiário na Rádio Nacional/EBC. Entrou na área pública em 2010, tendo atuado na comunicação do Senado, da Procuradoria-Geral do Trabalho e do Tribunal de Contas da União, além da In Press Porter Novelli. Foi ainda diretor de Comunicação Digital na Secom até assumir a Secretaria de Articulação e Estratégia em fevereiro deste ano.

Mariza Tavares lança livro sobre longevidade

Mariza Tavares acaba de lançar, pela editora Contexto, Longevidade no cotidiano: a arte de envelhecer bem. O tema interessa não apenas aos 30 milhões de brasileiros que já são considerados idosos, mas a todos que pretendem chegar lá. A autora acredita que longevidade pressupõe planejamento, e oferece um roteiro para envelhecer bem, o que inclui zelar pelo capital físico, a saúde; estimular o capital intelectual, num permanente processo de aprendizado; alimentar o capital social, as relações afetivas; e preservar ou expandir o patrimônio, o capital financeiro.

Formada pela UFF, Mariza fez mestrado em Comunicação na UFRJ e MBA em Gestão de Negócios no Ibmec. Foi diretora-executiva da rádio CBN entre 2002 e 2016 e, antes disso, editora executiva de O Globo e repórter de Veja. Desde 2016, mantém o blog Longevidade: modo de usar, no portal G1. Também dá aulas na PUC-Rio e participa do conselho editorial da Agência Lupa.

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