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Elaine Bast pede demissão da Globo

Elaine Bast pediu demissão da Globo após 23 anos de casa. A repórter saiu da emissora por falta de perspectiva e ascensão profissional.
Elaine Bast pediu demissão da Globo após 23 anos de casa. A repórter saiu da emissora por falta de perspectiva e ascensão profissional.

Elaine Bast pediu demissão da Globo após 23 anos de casa. De acordo com apuração feita por Ricardo Feltrin em matéria publicada no UOL, a repórter, que já atuou como correspondente em Nova York, saiu da emissora por falta de perspectiva e ascensão profissional.

Formada em Economia pela USP, ainda segundo a apuração, há tempos Elaine tentava emplacar em um quadro ou coluna sobre economia popular, mas sem sucesso. Recentemente, a Globo criou uma coluna do gênero nos telejornais regionais e seguiu colocando homens para ocupar o posto.

Conheça os finalistas dos +Admirados da Imprensa do Agro

Confira os +Admirados da Imprensa do Agronegócio

Jornalistas&Cia preparou esta edição especial para que você conheça os jornalistas e publicações finalistas da segunda edição do Prêmio Os +Admirados da Imprensa do Agronegócio. Com patrocínio de Cargill, Syngenta Proteção de Cultivos e Yara, apoio de Mosaic Fertilizantes e Portal dos Jornalistas, além de apoio Institucional da CNA e da Rede Brasil de Jornalistas Agro, o certame distingue os jornalistas e veículos em nove categorias: Veículo Impresso, Veículo especializado, Site/Blog, Canal Digital, Programa de TV aberta, Programa de TV em canais especializados, Programa de Rádio, Podcast e Agência de Notícias, além dos tradicionais TOP 25 jornalistas +Admirados do País.

Foram mais de 200 jornalistas indicados, dos quais 59 são finalistas, representando 28 veículos. E mais de 330 veículos e programas foram indicados nas nove categorias, dos quais 82 são finalistas.

Neste primeiro turno, os eleitores puderam indicar livremente os jornalistas e veículos +Admirados em cada uma das categorias. Já na segunda fase, que começa nesta quinta-feira (19/5), os participantes poderão indicar, dentre os finalistas, até cinco nomes
por categoria, do 1º ao 5º colocado. Os +Admirados serão definidos a partir da somatória de pontos conquistados neste turno, com cada posição rendendo uma pontuação específica (1º lugar: 100 pontos; 2º lugar: 80 pontos; 3º lugar: 65 pontos; 4º lugar: 55
pontos; e 5º lugar: 50 pontos).

A votação seguirá aberta até 2 de junho, e a cerimônia de premiação está marcada para 5 de julho, de forma presencial, no restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo.

Confira a lista completa dos finalistas aqui.

Levantamento aponta baixa presença de negros nas agências de comunicação

A fim de valorizar o cidadão negro na sociedade brasileira, a TV Cultura criou o programa semanal Negros em Foco.
A fim de valorizar o cidadão negro na sociedade brasileira, a TV Cultura criou o programa semanal Negros em Foco.

Lançada na última segunda-feira (16/5) pela Mega Brasil, publicação revela que a presença de negros nas agências de comunicação é de 20,7%, entre os 17 mil colaboradores – 11,2% de pardos e 9,5% de negros

Um levantamento inédito, realizado pelo Anuário da Comunicação Corporativa, finalmente jogou luzes sobre a presença dos negros em um dos mais importantes segmentos da comunicação corporativa no País, o das agências de comunicação, cujas 900 agências (1.500 se consideradas as micro de perfil informal) empregam pouco mais de 17 mil profissionais. Coordenado pelo Instituto Corda – Rede de Projetos e Pesquisas, o estudo revela que os negros empregados na atividade são 20,7%, sendo 11,2% de pardos e 9,5% de negros. O inusitado, segundo analisa Maurício Bandeira, que assina o estudo, é que os pretos não estão sub-representados, já que eles são 9,3% do total da população brasileira. Já os pardos, que são 46,5% da população, sim, e de forma acentuada (35,3% a menos).

“Há aqui uma ponderação metodológica”, afirma Bandeira no comentário que fez para o Anuário, “que faz com que esses resultados sejam vistos e analisados como uma primeira aproximação sobre a questão racial nas agências de comunicação. Diferentemente de como se procede no censo demográfico do IBGE, onde a autodeclaração da cor/raça foi o procedimento utilizado, nesse estudo a informação veio de um questionário respondido pela empresa, que identificou, segundo seus próprios critérios, a composição racial de seus empregados. Isso pode trazer distorções a esses resultados, mas também nos aproxima dessa questão nesse setor econômico, e abre essa importante discussão, até aqui não colocada publicamente”.

Versão digital já disponível

A edição digital do Anuário da Comunicação Corporativa 2022 já está acessível e pode ser consultada gratuitamente no site da publicação. Nas suas 312 páginas são apresentadas reportagens sobre o mercado assinadas pelos repórteres Ceila Santos, Cristina Vaz de Carvalho, Dario Palhares, Fernando Soares, Martha Funke e Vanderlei Campos, além de um artigo de autoria de Carlos Parente e Renato Delmanto, sobre os cuidados empresariais e da comunicação corporativa em relação às eleições presidenciais.

A edição impressa estará disponível no final de maio e será comercializada pela Mega Brasil pelo preço de R$ 100, mais custo de postagem.

Justiça de SP julga improcedente ação de ex-assessor parlamentar contra a Abraji

A juíza Mônica Lima Pereira, da 2ª Vara Cível de São Paulo, julgou improcedente a ação movida pelo ex-assessor parlamentar Leonardo Antonio Corona Ramos contra a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

Corona Ramos pedia a retirada de reportagens sobre suspeita de ameaças de morte contra o jornalista Pedro Zambarda, do portal DCM, que citam o nome dele, além de uma indenização financeira e que os réus (a Abraji, o próprio Zambarda e o DCM) fossem proibidos de fazer reportagens sobre ele.

Em 2020, Zambarda e o DCM publicaram reportagens sobre conflitos e desentendimentos de Corona Ramos com uma terceira pessoa, além de relatarem a denúncia de que seria funcionário fantasma do gabinete do deputado estadual Roberval Conte Lopes Lima (PL-SP), em 2007.

Após a publicação das reportagens, Zambarda passou a receber ameaças em seu celular de um número desconhecido, que se se identificava como “Corona”. A Abraji divulgou o fato em outubro de 2020, com base nos documentos obtidos na época e nas tentativas de contato com as partes envolvidas.

O delegado de polícia responsável pela investigação concluiu que não havia como estabelecer a autoria do crime, e, enquanto tramitava a ação contra Abraji, Zambarda e o portal DCM, o caso foi arquivado, sem que houvesse uma solução.

Na decisão, a juíza Mônica Lima Pereira entendeu que a matéria da Abraji “se limitou a informar sobre as denúncias apresentadas pelo corréu Pedro à Polícia Civil, bem como sobre os fatos que eram conhecidos do público no momento da publicação da matéria, de modo que não há indicação de que tenham ultrapassado o limite do razoável ou tenham provocado qualquer tipo de dano moral indenizável ao autor”.

Corona Ramos ainda pode recorrer da decisão em segunda instância.

Folha de S. Paulo cria comitê de Inclusão e Equidade

Buscando promover a diversidade na redação do jornal, a Folha de S. Paulo criou o Comitê de Inclusão e Equidade. Com 17 profissionais, a iniciativa é uma das medidas criadas após 208 jornalistas assinarem uma carta em repúdio à publicação do artigo Racismo de Negros contra Brancos Ganha Força Com Identitarismo, do antropólogo Antonio Risério, em janeiro desse ano.

Com encontros trimestrais com a secretária-assistente de redação e editora de diversidade, Flávia Lima, o comitê é formado por 12 jornalistas negros e 5 brancos, sendo 11 mulheres e 6 homens. Estão sendo trabalhadas iniciativas que garantam a pluralidade e inclusão em todos os setores do jornal, dentro e fora da redação.

O primeiro encontro já aconteceu no dia 7/4 e contou com a participação do diretor de redação, Sérgio Dávila.

Caê Vasconcelos estreia coluna de tema LGBT+ na Ponte Jornalismo

Caê Vasconcelos despediu-se da redação da ESPN Brasil e assumiu como repórter de segurança pública e direitos humanos no UOL Notícias.
Caê Vasconcelos despediu-se da redação da ESPN Brasil e assumiu como repórter de segurança pública e direitos humanos no UOL Notícias.

Caê Vasconcelos estreou na última quarta-feira (18/5) a coluna Pluralidades na Ponte Jornalismo. Autor do livro Transresistência: Pessoas Trans no Mercado de Trabalho, ele irá colaborar semanalmente com artigos que dão visibilidade à luta e às conquistas de pessoas trans, trazem dicas culturais, reflexão interseccional sobre gênero e raça, e principalmente, contam sua própria vivência como homem trans.

Sendo o primeiro jornalista trans a ocupar a bancada do Roda Viva e passar por mastectomia, hoje atua como editor na ESPN Brasil e, de acordo com a Ponte Jornalismo, deve lançar neste ano a primeira agência de jornalismo feita por pessoas transvestigêneres.

“Uma coisa que eu percebi com a transição é que o que eu tinha para falar era importante de ser ouvido. A gente está em um momento, ainda em 2022, em que poucas pessoas trans têm acesso efetivamente aos espaços e conseguem ter sua voz ouvida”, disse. “A galera está aí falando dentro de suas áreas, nas redes sociais, mas acho que o jornalismo tem um potencial que é diferente das outras áreas. As artes conseguem funcionar de uma forma, o esporte de outra, outras profissões também”.

Caê deu início à transição de gênero no período em que trabalhou como repórter na Ponte, entre 2017 e 2021. Ele já contribuía escrevendo sobre algumas de suas experiências mais marcantes.

STJ arquiva ação de Augusto Aras contra repórter da Carta Capital

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou em 17/5 uma queixa-crime do procurador-geral da República (PGR) Augusto Aras contra o jornalista André Barrocal, da CartaCapital, pela publicação de um texto em 2020, no qual classifica Aras como “cão de guarda de Bolsonaro” e “PGR de estimação do presidente”.

O artigo em questão faz críticas à atuação de Aras como PGR, como a omissão em relação a condutas do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19, e a postura dele em defender as Forças Armadas tem respaldo constitucional para intervir na política. Na ação contra Barrocal, o PGR alegou que teve a honra ofendida.

A ação foi arquivada por quatro dos cinco votos possíveis. O ministro Sebastião Reis, um dos que votou pelo arquivamento, declarou que, “no momento em que vivemos, não tem como amordaçar, mesmo que de forma indireta, aquela que tem cumprido seu papel no debate público”. Já o ministro Rogério Schietti, também favorável a arquivar a ação, disse que “jornalistas, ainda que critiquem acidamente declarações públicas de autoridades, não podem ser criminalmente responsabilizados”.

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Sindicato do DF realiza debate/ato contra assédio judicial a jornalistas

Sindicato do DF realiza debate/ato contra assédio judicial a jornalistas

O Sindicato dos Jornalistas do DF (SJPDF) realiza na próxima segunda-feira (23/5), às 20h, um ato/debate sobre assédio judicial a jornalistas. O evento, na sede da entidade, terá a presença de Rubens Valente, José Cristian Góes, Vasconcelos Quadros (Agência Pública) e Nayara Felizardo (Intercept).

Rubens e José Cristian falarão sobre processos que sofreram após a publicação de textos abordando a atuação do judiciário. Rubens foi condenado a pagar mais de R$ 310 mil ao ministro do STF Gilmar Mendes por danos morais, após citar episódios da vida do magistrado no livro Operação Banqueiro. Graças a uma vaquinha organizada por amigos, conseguiu arrecadar a quantia necessária. Até o momento, a campanha arrecadou cerca de 92% da meta estipulada.

Já José Cristian foi condenado cível e criminalmente por uma crônica que escreveu em 2012. O texto, em primeira pessoa, era ficcional. O desembargador Edson Ulisses de Melo, do Tribunal de Justiça de Sergipe, sentiu-se ofendido com o texto, que não mencionava seu nome, e o processou.

Vasconcelos e Nayara produziram reportagens sobre assédio judicial a jornalistas e detalharão o que constataram. O debate/ato será no auditório do SJPDF (SIG, quadra 2).

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Jornalista é agredido a pedradas em Ouro Fino (MG)

O jornalista e youtuber Alexandre Megale foi agredido a pedradas na segunda-feira (16/5) no bairro Pinhalzinho dos Góes, em Ouro Fino (MG). O suspeito da agressão é o vereador na cidade Paulo Luiz de Cantuária (MDB), conhecido como Bem-te-vi. Segundo Megale, a agressão deu-se após denúncia feita pelo jornalista sobre o vereador, em vídeo publicado na internet.

Em seu canal Sul das Gerais, Megale publicou uma reportagem sobre o vereador, que teria sido condenado a 16 anos de prisão em primeira instância por estupro de vulnerável. O caso corria em segredo de justiça, mas o jornalista teve acesso à decisão.

Segundo relato de Megale, Cantuária fechou a moto do jornalista com o carro e o atacou com pedradas, uma delas o acertou na cabeça. Megale contou também que recebeu ameaças de morte. Segundo a Polícia Militar, após o ocorrido, o suspeito fugiu do local, tomando rumo ignorado. Megale foi socorrido e teve ferimentos leves, já que o capacete amorteceu a maioria dos golpes. Ele teve a mão ferida ao tentar se defender.

O g1 procurou a assessoria de comunicação da Câmara de Ouro Fino, que informou que o caso ainda não chegara oficialmente à casa e que ainda não conseguira contato com o vereador. A Abraji tentou entrar em contato com Cantuária, mas o vereador não respondeu aos telefonemas.

Em nota, a Abraji repudiou o ocorrido e exigiu providências das autoridades: “Um ataque dessa natureza não pode ficar impune, tampouco ser tratado como mera desavença. O jornalista foi agredido por exercer seu papel de informar. É preciso que as autoridades, incluindo a Câmara Municipal, façam a defesa da liberdade de imprensa e responsabilizem o agressor”.

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