Conheça os finalistas dos +Admirados da Imprensa do Agro
Jornalistas&Cia preparou esta edição especial para que você conheça os jornalistas e publicações finalistas da segunda edição do Prêmio Os +Admirados da Imprensa do Agronegócio. Com patrocínio de Cargill, Syngenta Proteção de Cultivos e Yara, apoio de Mosaic Fertilizantes e Portal dos Jornalistas, além de apoio Institucional da CNA e da Rede Brasil de Jornalistas Agro, o certame distingue os jornalistas e veículos em nove categorias: Veículo Impresso, Veículo especializado, Site/Blog, Canal Digital, Programa de TV aberta, Programa de TV em canais especializados, Programa de Rádio, Podcast e Agência de Notícias, além dos tradicionais TOP 25 jornalistas +Admirados do País.
Foram mais de 200 jornalistas indicados, dos quais 59 são finalistas, representando 28 veículos. E mais de 330 veículos e programas foram indicados nas nove categorias, dos quais 82 são finalistas.
Neste primeiro turno, os eleitores puderam indicar livremente os jornalistas e veículos +Admirados em cada uma das categorias. Já na segunda fase, que começa nesta quinta-feira (19/5), os participantes poderão indicar, dentre os finalistas, até cinco nomes
por categoria, do 1º ao 5º colocado. Os +Admirados serão definidos a partir da somatória de pontos conquistados neste turno, com cada posição rendendo uma pontuação específica (1º lugar: 100 pontos; 2º lugar: 80 pontos; 3º lugar: 65 pontos; 4º lugar: 55
pontos; e 5º lugar: 50 pontos).
A votação seguirá aberta até 2 de junho, e a cerimônia de premiação está marcada para 5 de julho, de forma presencial, no restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo.
Confira a lista completa dos finalistas aqui.
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Levantamento aponta baixa presença de negros nas agências de comunicação

Lançada na última segunda-feira (16/5) pela Mega Brasil, publicação revela que a presença de negros nas agências de comunicação é de 20,7%, entre os 17 mil colaboradores – 11,2% de pardos e 9,5% de negros
Um levantamento inédito, realizado pelo Anuário da Comunicação Corporativa, finalmente jogou luzes sobre a presença dos negros em um dos mais importantes segmentos da comunicação corporativa no País, o das agências de comunicação, cujas 900 agências (1.500 se consideradas as micro de perfil informal) empregam pouco mais de 17 mil profissionais. Coordenado pelo Instituto Corda – Rede de Projetos e Pesquisas, o estudo revela que os negros empregados na atividade são 20,7%, sendo 11,2% de pardos e 9,5% de negros. O inusitado, segundo analisa Maurício Bandeira, que assina o estudo, é que os pretos não estão sub-representados, já que eles são 9,3% do total da população brasileira. Já os pardos, que são 46,5% da população, sim, e de forma acentuada (35,3% a menos).
“Há aqui uma ponderação metodológica”, afirma Bandeira no comentário que fez para o Anuário, “que faz com que esses resultados sejam vistos e analisados como uma primeira aproximação sobre a questão racial nas agências de comunicação. Diferentemente de como se procede no censo demográfico do IBGE, onde a autodeclaração da cor/raça foi o procedimento utilizado, nesse estudo a informação veio de um questionário respondido pela empresa, que identificou, segundo seus próprios critérios, a composição racial de seus empregados. Isso pode trazer distorções a esses resultados, mas também nos aproxima dessa questão nesse setor econômico, e abre essa importante discussão, até aqui não colocada publicamente”.
Versão digital já disponível
A edição digital do Anuário da Comunicação Corporativa 2022 já está acessível e pode ser consultada gratuitamente no site da publicação. Nas suas 312 páginas são apresentadas reportagens sobre o mercado assinadas pelos repórteres Ceila Santos, Cristina Vaz de Carvalho, Dario Palhares, Fernando Soares, Martha Funke e Vanderlei Campos, além de um artigo de autoria de Carlos Parente e Renato Delmanto, sobre os cuidados empresariais e da comunicação corporativa em relação às eleições presidenciais.
A edição impressa estará disponível no final de maio e será comercializada pela Mega Brasil pelo preço de R$ 100, mais custo de postagem.
Folha de S. Paulo cria comitê de Inclusão e Equidade
Buscando promover a diversidade na redação do jornal, a Folha de S. Paulo criou o Comitê de Inclusão e Equidade. Com 17 profissionais, a iniciativa é uma das medidas criadas após 208 jornalistas assinarem uma carta em repúdio à publicação do artigo Racismo de Negros contra Brancos Ganha Força Com Identitarismo, do antropólogo Antonio Risério, em janeiro desse ano.
Com encontros trimestrais com a secretária-assistente de redação e editora de diversidade, Flávia Lima, o comitê é formado por 12 jornalistas negros e 5 brancos, sendo 11 mulheres e 6 homens. Estão sendo trabalhadas iniciativas que garantam a pluralidade e inclusão em todos os setores do jornal, dentro e fora da redação.
O primeiro encontro já aconteceu no dia 7/4 e contou com a participação do diretor de redação, Sérgio Dávila.
Caê Vasconcelos estreia coluna de tema LGBT+ na Ponte Jornalismo

Caê Vasconcelos estreou na última quarta-feira (18/5) a coluna Pluralidades na Ponte Jornalismo. Autor do livro Transresistência: Pessoas Trans no Mercado de Trabalho, ele irá colaborar semanalmente com artigos que dão visibilidade à luta e às conquistas de pessoas trans, trazem dicas culturais, reflexão interseccional sobre gênero e raça, e principalmente, contam sua própria vivência como homem trans.
Sendo o primeiro jornalista trans a ocupar a bancada do Roda Viva e passar por mastectomia, hoje atua como editor na ESPN Brasil e, de acordo com a Ponte Jornalismo, deve lançar neste ano a primeira agência de jornalismo feita por pessoas transvestigêneres.
“Uma coisa que eu percebi com a transição é que o que eu tinha para falar era importante de ser ouvido. A gente está em um momento, ainda em 2022, em que poucas pessoas trans têm acesso efetivamente aos espaços e conseguem ter sua voz ouvida”, disse. “A galera está aí falando dentro de suas áreas, nas redes sociais, mas acho que o jornalismo tem um potencial que é diferente das outras áreas. As artes conseguem funcionar de uma forma, o esporte de outra, outras profissões também”.
Caê deu início à transição de gênero no período em que trabalhou como repórter na Ponte, entre 2017 e 2021. Ele já contribuía escrevendo sobre algumas de suas experiências mais marcantes.
Sindicato do DF realiza debate/ato contra assédio judicial a jornalistas
O Sindicato dos Jornalistas do DF (SJPDF) realiza na próxima segunda-feira (23/5), às 20h, um ato/debate sobre assédio judicial a jornalistas. O evento, na sede da entidade, terá a presença de Rubens Valente, José Cristian Góes, Vasconcelos Quadros (Agência Pública) e Nayara Felizardo (Intercept).
Rubens e José Cristian falarão sobre processos que sofreram após a publicação de textos abordando a atuação do judiciário. Rubens foi condenado a pagar mais de R$ 310 mil ao ministro do STF Gilmar Mendes por danos morais, após citar episódios da vida do magistrado no livro Operação Banqueiro. Graças a uma vaquinha organizada por amigos, conseguiu arrecadar a quantia necessária. Até o momento, a campanha arrecadou cerca de 92% da meta estipulada.
Já José Cristian foi condenado cível e criminalmente por uma crônica que escreveu em 2012. O texto, em primeira pessoa, era ficcional. O desembargador Edson Ulisses de Melo, do Tribunal de Justiça de Sergipe, sentiu-se ofendido com o texto, que não mencionava seu nome, e o processou.
Vasconcelos e Nayara produziram reportagens sobre assédio judicial a jornalistas e detalharão o que constataram. O debate/ato será no auditório do SJPDF (SIG, quadra 2).
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Jornalista é agredido a pedradas em Ouro Fino (MG)
O jornalista e youtuber Alexandre Megale foi agredido a pedradas na segunda-feira (16/5) no bairro Pinhalzinho dos Góes, em Ouro Fino (MG). O suspeito da agressão é o vereador na cidade Paulo Luiz de Cantuária (MDB), conhecido como Bem-te-vi. Segundo Megale, a agressão deu-se após denúncia feita pelo jornalista sobre o vereador, em vídeo publicado na internet.
Em seu canal Sul das Gerais, Megale publicou uma reportagem sobre o vereador, que teria sido condenado a 16 anos de prisão em primeira instância por estupro de vulnerável. O caso corria em segredo de justiça, mas o jornalista teve acesso à decisão.
Segundo relato de Megale, Cantuária fechou a moto do jornalista com o carro e o atacou com pedradas, uma delas o acertou na cabeça. Megale contou também que recebeu ameaças de morte. Segundo a Polícia Militar, após o ocorrido, o suspeito fugiu do local, tomando rumo ignorado. Megale foi socorrido e teve ferimentos leves, já que o capacete amorteceu a maioria dos golpes. Ele teve a mão ferida ao tentar se defender.
O g1 procurou a assessoria de comunicação da Câmara de Ouro Fino, que informou que o caso ainda não chegara oficialmente à casa e que ainda não conseguira contato com o vereador. A Abraji tentou entrar em contato com Cantuária, mas o vereador não respondeu aos telefonemas.
Em nota, a Abraji repudiou o ocorrido e exigiu providências das autoridades: “Um ataque dessa natureza não pode ficar impune, tampouco ser tratado como mera desavença. O jornalista foi agredido por exercer seu papel de informar. É preciso que as autoridades, incluindo a Câmara Municipal, façam a defesa da liberdade de imprensa e responsabilizem o agressor”.
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Como ter sucesso ao empreender no jornalismo
Este conteúdo foi publicado originalmente pela Associação de Jornalismo Digital em 17 de maio de 2022
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O período regular do “Jornalismo Empreendedor: Estratégias de Sustentabilidade para Meios Digitais Independentes”, curso gratuito do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, oferecido em parceria com a SembraMedia e a Associação de Jornalismo Digital (Ajor) se encerrou na última sexta-feira (13).
Ao longo de cinco semanas, especialistas deram dicas, apresentaram estudos de caso e refletiram sobre as novas narrativas para monetizar, promover e ter sucesso ao lançar um veículo jornalístico. Além das aulas, os alunos participaram de webinars ao vivo com empreendedores de meios nativos digitais que compartilharam suas experiências de carreira, gestão e negócios.
A capacitação foi direcionada a pessoas que têm uma ideia de projeto e querem colocá-la em prática; jornalistas que desejam levar seu projeto atual para o próximo nível ou professores que desejam conhecer ferramentas para ensinar os estudantes no cotidiano da sala de aula. Ao todo, 5.453 pessoas participaram das aulas, disponíveis em espanhol e português. O Brasil foi o país com mais inscritos, com 1.664 até o momento.
Segundo Marcelo Fontoura, professor de jornalismo digital e de dados na Escola de Comunicação, Artes e Design Famecos da PUCRS e instrutor da versão traduzida, o engajamento dos participantes nos fóruns de discussão foi expressivo. Para ele, o curso cumpre o mérito de sistematizar conteúdos de diferentes disciplinas e que são essenciais para quem quer lançar seu próprio negócio: “Existe muito material sobre jornalismo digital, muito material sobre empreendedorismo, e mesmo sobre jornalismo empreendedor, mas muito não está reunido. O curso propõe um caminho pedagógico que ajuda os futuros empreendedores estruturarem a sua ideia em torno de necessidades bem específicas”.
Apesar de fase regular ter sido concluída, o treinamento ficará disponível por mais três semanas para que os alunos, ou novos inscritos, completem as atividades e tenham direito ao certificado, oferecido gratuitamente pelo Centro Knight graças ao apoio da Google News Initiative (GNI) e da Climate and Land Use Alliance (Clua).
Dicas para tirar sua ideia do papel
Dividido em cinco módulos, o curso abordou diferentes tendências e eixos do jornalismo empreendedor para ajudar os alunos no planejamento e execução da sua ideia de negócio, desde como criar um projeto até como aumentar a visibilidade, distribuição e alcance de um veículo.
Para Fontoura, um dos principais desafios de quem quer empreender na área é pensar na sustentabilidade do negócio. “De fato, é um desafio de todo o mercado, não apenas dos alunos do curso. Normalmente nos voltamos sempre para as mesmas formas de receita, e não sabemos como aplicar outras ideias”, afirma. “Outra dificuldade comum é encontrar a comunidade com a qual se quer trabalhar. Jornalistas costumam ter dificuldade de pensar na audiência, e hoje não se pode iniciar um projeto jornalístico sem isso”.
Separamos cinco pontos essenciais compartilhados durante curso e que podem ser aplicados em organizações jornalísticas:
1. Fique atento às tendências do setor
Ninguém empreende sozinho. Como todo negócio, o jornalismo também acompanha tendências culturais, econômicas, tecnológicas, de inovação, etc. Conhecer o que outras organizações estão fazendo para alcançar sucesso pode ajudar no planejamento do seu próprio negócio.
Existem diversos relatórios e pesquisas que trazem um panorama do jornalismo pelo país e mundo. Um deles é o “Ponto de Inflexão Internacional”, iniciativa da SembraMedia lançada em 2021 e que mostra dados detalhados sobre a mídia digital na América Latina, Sudeste Asiático e África. A organização também tem uma seção de casos de estudo em seu site na qual compartilha análises detalhadas de como veículos estão inovando em diferentes áreas de negócio.
Outra iniciativa é o Playbook de Startups da Google News Initiative, que traz recursos, recomendações e exemplos de sucesso para ajudar empreendedores no lançamento de startups de notícias digitais. Todo o material foi desenvolvido em parceria com especialistas do setor de notícias e na criação e desenvolvimento de startups digitais.
2. Conheça seu modelo de negócios
Um modelo de negócio é a descrição das bases sobre as quais uma empresa gera valor nas diversas etapas que compõem os processos de produção, circulação e consumo de seus serviços. Ele descreve, por exemplo, que tipo de produto a empresa oferece, qual o seu público-alvo, quais os recursos necessários para seu funcionamento e como ela se apresenta ao mercado.
Uma das ferramentas mais utilizadas para estruturar e visualizar um modelo de negócio é o Business Model Canvas. O curso de Jornalismo Empreendedor disponibilizou uma versão traduzida do documento para que os estudantes brasileiros completassem ao longo das aulas. A SembraMedia também disponibiliza uma série de recursos gratuitos que explicam o passo a passo de aplicação do modelo.
Ter um olhar sistêmico sobre todas as áreas do negócio permite identificar mais facilmente possíveis falhas, assim como propor soluções. Um ponto importante: a comunicação, tecnologia e a indústria jornalística estão em constante movimento. Por isso, é ideal que as redações revejam o seu Canvas periodicamente.
3. De olho nas métricas
Medir o progresso do site, redes sociais ou projetos específicos desenvolvidos pela sua iniciativa jornalística é central para garantir que a organização está no caminho certo para o sucesso. Mas atenção: as métricas que você vai utilizar dependerá sempre do objetivo central do seu negócio.
Para uma iniciativa que se financia por meio de assinaturas, por exemplo, é essencial garantir que as audiências consumam o conteúdo de seus sites e cheguem até a página de compra. Já uma iniciativa que se financia por publicidade no Youtube precisa que o maior número possível de pessoas assista aos seus conteúdos neste canal. Um financiamento por programa de membros, por sua vez, precisa medir a proximidade com a sua comunidade e a escuta ativa de sua audiência.
É importante que a equipe estratégica do veículo defina os KPI’s (Key Performance Indicator, ou Indicador-Chave de Desempenho em tradução livre) que vão guiar o projeto, e utilize ferramentas para mensurar periodicamente se a iniciativa está ou não atingindo estas expectativas. Este texto da Fundação Gabo compartilhado durante o curso dá alguns conselhos de como humanizar a mensuração de impacto dos meios para as audiências.
4. Diversifique suas fontes de receita
Estudos como o “Ponto de Inflexão Internacional” têm demonstrado que a diversificação de fontes de receitas é essencial para a sustentabilidade financeira de veículos nativos digitais. No levantamento, a SembraMedia identificou 30 tipos diferentes de fontes de ingresso que são utilizadas por iniciativas digitais.
Mas atenção: é preciso cautela. Utilizar muitas fontes de receita de uma só vez pode ser contraproducente, principalmente em equipes pequenas. Revise seu Modelo Canvas para entender quais são os serviços que a sua organização pode oferecer e se eles vão ao encontro dos seus objetivos de negócio.
Além disso, considere ter um funcionário dedicado exclusivamente à área comercial. A mesma pesquisa identificou que os veículos que informaram ter este cargo em suas equipes obtiveram de seis a nove vezes mais receita.
E, claro, inove sempre! Escute sua audiência e comunidade para entender quais lacunas de informação e serviços não estão sendo preenchidas e como sua organização pode ajudar.
5. Cuide e promova sua marca
Qual é a missão, visão e valores da sua organização? Quem está por trás dos conteúdos? Como você financia as suas investigações? A transparência de informações agrega valor ao negócio jornalístico e transmite profissionalismo e seriedade à organização. Por isso, é importante investir na comunicação dos propósitos da sua marca e na declaração de visão da sua organização.
Durante o curso, Natalie Van Hoozer, embaixadora da SembraMedia nos Estados Unidos e especialista em audiências, falou sobre a importância de se estruturar a página “Sobre nós” nos veículos. É através dela que a organização vai comunicar seu impacto, alcance e êxito para outras organizações, público potencial e possíveis financiadores.
Mostrar quem são as pessoas que produzem conteúdo para a sua organização e quais os princípios editoriais que guiam esses profissionais dá mais credibilidade à iniciativa. Além disso, ajuda a diferenciar uma organização de jornalismo profissional de portais que mimetizam a linguagem da imprensa para espalhar desinformação.
Este artigo do IJNet sobre o Alma Preta, divulgado durante o curso, mostra a importância de se ter missão, visão e valores nítidos. Expressa ainda como modelo de negócio, atuação jornalística e valores estão intimamente conectados.
Dica extra por Marcelo Fontoura:
“Minha dica é bem direta: tente algo. Qualquer coisa! O quanto antes nós testarmos hipóteses, mais cedo a indústria jornalística terá subsídio para lançar iniciativas cada vez mais bem sucedidas. Precisamos também incorporar o pensamento enxuto e de MVP (Produto Mínimo Viável, em tradução livre): os primeiros lançamentos de algum produto não serão bons, mas permitem validar hipóteses e entregar algum tipo de valor ao público. Como você pode começar um projeto jornalístico desta maneira?”










