Está no ar o primeiro episódio da segunda temporada do videocast #diversifica. Com o tema Práticas DEI a série terá quatro episódios.
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Está no ar o primeiro episódio da segunda temporada do videocast #diversifica. Com o tema Práticas DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), a série com quatro episódios trará alguns exemplos e boas práticas aplicadas em redações e agências de comunicação.
No episódio de estreia, Luana Ibelli, coordenadora editorial do projeto, conversou com Sanara Santos, produtora-chefe de formação da Énois Conteúdo, que falou sobre os trabalhos de formação de profissionais diversos e treinamentos para que redações se tornem espaços mais acolhedores e inclusivos.
O #diversifica é um hub de conteúdo multiplataforma sobre Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) do Portal dos Jornalistas e da newsletter Jornalistas&Cia. Ele conta com os apoios institucionais da Associação de Jornalismo Digital (Ajor), International Center for Journalists (ICFJ), Meta Journalism Project, Imagem Corporativa e Rádio Guarda–Chuva.
A Agência Lupa anunciou nesta quarta-feira (1º/2) que está ampliando sua cobertura sobre desinformação. Além das já conhecidas checagens, a empresa passa a fazer mais análises, críticas, investigações e reportagens, trazendo notícias e dados exclusivos sobre a desinformação no Brasil.
Uma das novidades desta nova fase é que Chico Marés atuará como repórter especial da Lupa em Brasília. Até dezembro do ano passado, ele era coordenador de Jornalismo da empresa. Na sua estreia, Marés escreveu sobre um pastor evangélico de Goiás, com mais de 100 mil seguidores no Instagram, que, utilizando o pseudônimo “Regina Brasil”, organizava a invasão de edifícios públicos em Brasília.
A Lupa terá repórteres em diferentes regiões do Brasil, que publicarão furos de reportagem, entrevistas de fôlego e análises de tópicos ligados à luta contra a desinformação. A empresa acompanhará ministérios, comissões parlamentares e decisões judiciais.
Os editores Leandro Becker e Maurício Moraes, que atuaram na cobertura das últimas eleições, serão os responsáveis pela gestão de mais de 20 repórteres e responderão diretamente à gerente de Produto Marcela Duarte.
Natália Leal, CEO da Lupa, falou sobre a nova fase da empresa: “Em muitos casos, só uma checagem não dá conta da dimensão do problema. E foi atrás desse olhar mais aprofundado, com mais contexto e detalhamento, que demos esse passo. A cobertura da Lupa cresce, e a empresa se consolida como o maior hub de combate à desinformação do País”.
Ana Flávia Magalhães Pinto, jornalista, historiadora e professora da UnB, foi escolhida como a nova diretora-geral do Arquivo Nacional. Também colunista do UOL, é a primeira mulher negra a ocupar a função em 185 anos. Além de mestre pela UnB, a nova diretora-geral é doutora pela Unicamp, licenciada em História pela Universidade Paulista e formada em Jornalismo pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília.
Ana Flávia trabalha com pesquisas nas áreas de história, comunicação, literatura e educação, com ênfase em atividades político-culturais de pensadores negros, imprensa negra e luta racial. Ela entra na vaga ocupada por Leandro Esteves de Freitas, que estava no cargo interinamente e trabalhava no AN desde 2019.
No novo governo, o órgão passou a ter status de secretaria dentro da recém-criada pasta de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, sob o comando da ministra Esther Dweck. Criado em 1838, o Arquivo Nacional é responsável pela gestão e proteção do patrimônio documental brasileiro, garantindo à sociedade acesso à informação promovendo o direito à memória e à verdade histórica. O órgão possui um acervo de milhões de documentos textuais tanto em sua sede, no RJ, quanto em Brasília.
O podcast Café da Manhã, da Folha de S.Paulo, anunciou nesta terça-feira (31/1) novos apresentadores: os jornalistas Gabriela Mayer e Gustavo Simon, que se juntam a Magê Flores no comando do projeto.
No episódio de estreia com a nova formação, entrevista Ricardo Cappelli, nomeado pelo presidente Lula para ser o interventor na Segurança do Distrito Federal após os atos golpistas de 8 de janeiro.
Gabriela atuou como âncora, repórter especial e colunista de literatura na BandNews FM, onde também apresentava o podcast Elas com Elas. Antes, trabalhou na TV Cultura. Criou a plataforma Põe na Estante e é uma das fundadoras da Rádio Guarda-Chuva, rede de podcasts jornalísticos. É também crítica literária e pesquisadora de literatura e gênero.
Gustavo, na Folha desde 2013, era editor adjunto de Mundo e já havia apresentado episódios do Café da Manhã esporadicamente. Foi repórter de Comida e Turismo, editor assistente do Guia Folha e do núcleo de imagem, e editor adjunto do núcleo de impresso. Também atuou na equipe que renovou o projeto gráfico do jornal. Anteriormente, trabalhou na editora Abril e colaborou com publicações como Veja, Playboy, Saúde, Superinteressante e Claudia.
Magê, também editora de podcasts da Folha, falou sobre a novidade: “A nossa aposta é que a mudança traga frescor para o podcast, em um novo momento do noticiário. O trio de apresentadores vai se revezar nos microfones para continuar trazendo todos os dias o que você mais precisa saber”.
Levantamento do Poder 360, com dados do Instituto Verificador de Comunicação (IVC), apontou uma queda média de 16,1% na circulação da versão impressa de 15 dos principais jornais do Brasil em 2022.
A tiragem média diária dessas publicações somou 394.130 exemplares no final do ano passado. Para efeito de comparação, em 2018 a tiragem total chegou a 843.231. Os números de 2022 equivalem a apenas cerca de 47% do total de quatro anos atrás.
O levantamento analisou dados de circulação e tiragem dos jornais O Globo, Estadão, Super Notícias, Folha de S.Paulo, Zero Hora, Extra, Meia Hora, Valor Econômico, Estado de Minas, Correio Braziliense, O Tempo, A Tarde, Diário do Pará, O Popular e O Povo.
Das 15 publicações analisadas, 14 tiveram queda de circulação da versão impressa em 2022, em comparação a 2021. Os piores resultados foram de Super Notícia (que passou a circular em apenas um dia da semana), com uma queda de 37,5%; Folha de S.Paulo, que caiu 27,4%; e O Popular, que reduziu sua tiragem impressa em 26%. O único jornal que viu a circulação de sua versão impressa crescer foi o Meio Hora, com um aumento de quase 15%.
O Poder360 ouviu Carlos Eduardo Lins da Silva, professor e pesquisador do Insper, sobre os resultados negativos do levantamento. Para ele, “as necessidades informativas da sociedade passaram a ser supridas com mais velocidade e praticidade por veículos eletrônicos que chegam ao consumidor por meio de seus telefones celulares e outros aparelhos móveis, com áudio, vídeo, interação. (…) As empresas insistem em manter seu conteúdo como se não houvesse a concorrência dos que estão na internet, oferecendo notícias que a maioria absoluta das pessoas já obteve por outros meios”.
Assinaturas digitais crescem
O Poder360 também analisou a situação das assinaturas digitais de 12 veículos em 2022. O número de assinantes digitais avançou quase 3% no ano passado, chegando a um total 1.115.895. Apesar do resultado positivo, esse avanço é o menor registrado desde 2018.
As publicações que tiveram as maiores quedas são Extra (-69,1%), Correio Braziliense (-12,3%) e O Popular (-10,6%). Confira o levantamento completo aqui.
O Festival 3i, um dos maiores eventos de jornalismo digital da América Latina, será realizado de 5 a 7 de maio, na Casa da Glória, casarão histórico localizado na região central do Rio de Janeiro. O evento será presencial.
Realizado pela Associação de Jornalismo Digital (Ajor), o encontro reunirá profissionais do jornalismo para discutir inovação, empreendedorismo, sustentabilidade e a potência do jornalismo digital brasileiro e latino-americano. As inscrições serão pagas, cujos valores que ainda serão divulgados, mas o evento terá transmissão gratuita no YouTube.
Em breve, a Ajor divulgará mais detalhes do festival, como valores, formatos e temas de discussão. Interessados em mandar sugestões de debates, palestrantes e mesas podem enviá-las para o e-mail [email protected].
Em 2022, o Festival 3i foi pela primeira vez realizado em formato 100% online e gratuito. Durante os dez dias de evento, o canal do Festival no YouTube recebeu mais de 19 mil visualizações.
Além disso, a Ajor realizou em novembro a quarta edição do Festival 3i Nordeste, que reuniu mais de 200 pessoas na Universidade Católica de Pernambuco, em Recife.
O WhatsApp liberou no Brasil a Função Comunidade, que permite envio de mensagens para até cinco mil pessoas simultaneamente.
O WhatsApp liberou no Brasil a Função Comunidade, que permite envio de mensagens para até cinco mil pessoas simultaneamente. Previsto para ser lançado em 2022, o recurso havia sido impedido de operar no ano passado em decorrência do período eleitoral.
De acordo com a Meta, conglomerado detentor do aplicativo, o objetivo da funcionalidade é facilitar a organização de discussões com muitos interlocutores. “Acreditamos que as Comunidades tornarão mais fácil para um diretor de escola reunir todos os pais e responsáveis para compartilhar avisos importantes e criar grupos para turmas específicas e atividades extracurriculares ou voluntárias”, ressaltou a empresa em comunicado.
Para acessar a função, quem utiliza o Android deve clicar em ‘mais opções’ (os três pontinhos no canto superior direito) e depois tocar em ‘nova comunidade’. Já no iOS, o caminho começa no ícone ‘nova conversa’ e na sequência em ‘nova comunidade’. Em ambos os casos, os usuários poderão dar um nome ao servidor, além de adicionar uma descrição e foto de perfil. Após isso é possível ainda acrescentar um grupo pré-existente ou criar um novo.
A comunicadora Lana Holanda entrou para o Programa de Proteção Legal para Jornalistas, da Associação de Jornalismo Investigativo (Abraji).
Rogério Florentino, de Cuiabá (MT), está sendo alvo de uma ação judicial após publicação da reportagem Governador estuda fechar acordo com empresário investigado pela PF, em seu site Conexão MT. A queixa-crime movida pelo empresário Pedro Eugênio Gomes Procópio da Silva, proprietário de duasempresas do setor de mineração que operam na cidade, argumenta que o título e o texto da matéria seriam injuriosos e teriam causado dano moral por dizer que ele era investigado pela Polícia Federal.
O processo também pede a condenação de Florentino pelo crime de injúria e de maneira aumentada, por ter sido cometido diante de várias pessoas, além da fixação de um valor de reparação pelos danos morais.
De acordo com a Abraji, a reportagem tem como ponto de partida uma reunião que ocorreu entre o empresário autor da ação e o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes. A partir disso, reúne informações sobre processos judiciais em que as empresas e o empresário estão envolvidos, citando trechos de documentos jurídicos, além de contextualizar questões societárias da empresa e a sua relação com o governador Mauro Mendes.
A defesa do Florentino destaca que a matéria foi baseada em documentos públicos obtidos de processo judicial que tramita sem nenhum sigilo no TRF-1, além de informações extraídas de bancos de dados públicos como o da Receita Federal.
Cleber Moletta, da Rádio Cultura de Guarapuava, do interior paranaense, conquistou três prêmios em 2022 e terminou na primeira colocação entre os +Premiados Jornalistas do Ano
Após meses de pesquisas, em que foram apurados, analisados e inseridos os resultados de 183 prêmios de jornalismo, quase 80 deles ainda em atividade, o Ranking dos +Premiados da Imprensa Brasileira consolida-os e chega aos resultados de sua 12ª edição.
Pela primeira vez a pesquisa deixa seu tradicional formato, com os resultados sendo divulgados ao longo das primeiras semanas do ano nas páginas de Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas, e ganha uma edição especial, exclusiva e unificada, que já está disponível em formato digital.
Com algumas surpresas, e outras figurinhas marcadas, a pesquisa apontou Cleber Moletta, da Rádio Cultura de Guarapuava, no interior do Paraná, como o +Premiado Jornalista do Ano. Ele foi o primeiro profissional de fora de um grande centro, e que atua em uma mídia local, a conseguir tal feito.
Cleber Moletta, da Rádio Cultura de Guarapuava, do interior paranaense, conquistou três prêmios em 2022 e terminou na primeira colocação entre os +Premiados Jornalistas do Ano
E o jornalismo independente ou local também esteve presente nas outras duas posições do pódio, com a pernambucana Alice de Souza, da revista Azmina e do The Intercept Brasil, na segunda posição, e Rone Carvalho, do Diário da Região, de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, em terceiro.
Nos recortes regionais, além de Cléber (Sul), Alice (Nordeste) e Rone (Sudeste), lideraram a pesquisa Igo Estrela e Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, no Centro-Oeste, e Eliane Brum, que vem atuando de maneira independente, na Região Norte.
+Premiados Jornalistas da História
Eliane Brum, a propósito, manteve-se isolada na liderança entre os +Premiados Jornalistas da História, com Miriam Leitão (Grupo Globo) na segunda posição, e Cid Martins (Rádio Gaúcha), em terceiro.
Já nos recortes regionais, Miriam lidera no Sudeste, uma vez que Eliane tem suas pontuações divididas pelas regiões Sul, onde começou a carreira, Sudeste, onde se consagrou como uma das principais jornalistas do Brasil, e Norte, onde vive desde 2017. Cid Martins é o primeiro no Sul, enquanto as demais regiões são lideradas por Fernando Rodrigues (Centro-Oeste), Demitri Tulio (Nordeste) e Lucio Flavio Pinto (Norte).
+Premiados Veículos e Grupos de Comunicação
Entre as publicações, o portal Metrópoles, de Brasília, repetiu o bom desempenho de 2020 e pela segunda vez em sua história foi o +Premiado Veículo do Ano. Antes dele, apenas a Folha de S.Paulo havia conseguido desbancar a TV Globo, que tradicionalmente lidera essa pesquisa, mas que neste ano terminou na quarta colocação. Completam o pódio o Estadão, na segunda posição, e a Folha, em terceiro lugar.
Entre os regionais, além de Metrópoles (Centro-Oeste) e Folha (Sudeste), lideraram as pesquisas o jornal O Povo, na Região Nordeste, a TV Liberal, no Norte, e Rádio Gaúcha e Zero Hora, empatados no Sul do País.
Houve poucas mudanças entre os +Premiados Veículos da História, em que a TV Globo mantém grande vantagem na liderança, seguida por Folha de S.Paulo e O Globo. A única mudança nos Top 10 foi a Record TV, que ultrapassou o Jornal do Brasil, ocupando a nona posição. Nos Regionais, as lideranças mantiveram-se com Correio Braziliense (Centro-Oeste), Jornal do Commercio (Nordeste), A Crítica (Norte), Zero Hora (Sul), além da TV Globo, no Sudeste
E entre os grupos de comunicação, o Grupo Globo unificou mais uma vez os títulos de +Premiado do Ano e da História. Completam o pódio no levantamento anual os grupos RBS e Metrópoles, e no histórico, novamente RBS, porém com os Diários Associados na terceira posição.
Além dos recortes regionais, a pesquisa também trouxe algumas curiosidades, como um ranking por plataforma de atuação dos veículos, e um comparativo com o formato das mídias premiadas em 2022 e ao longo da história.