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sexta-feira, abril 3, 2026

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Egressos de O Jornal lançam O Dia Alagoas

Jobson Pedrosa, Eliane Pereira e Deraldo Francisco – todos egressos de O Jornal, diário que deixou de circular em dezembro passado – uniram forças e lançaram no início do mês o semanário O Dia Alagoas. Com tiragem de três mil exemplares, o jornal circula com 24 páginas de reportagens especiais, além das colunas de Deraldo – que também assina como diretor-geral –, Roberto Bahia, Jair Barbosa e Roberto Vilanova. Da equipe de O Jornal também vieram os repórteres Iracema Ferro, Luciano Milano, Pedro Barra, Laisa Santa Rosa, Igor Pereira e a estagiária Candice Almeida. Completa o time o estagiário Eduardo Leite. Jobson também lidera, com o Sindicato de Jornalistas de Alagoas (Sindijornal), o grupo de ex-funcionários de O Jornal que está cobrando na Justiça encargos devidos pela empresa: a última parcela da multa rescisória, além de FGTS e INSS – este, de acordo com o repórter, não era pago desde 2007: “Foi descontado do nosso salário, mas não foi repassado para o INSS”.   O jornal é vendido a R$ 0,50 em bancas de todo o Estado e em alguns cruzamentos de Maceió. Os contatos são [email protected] e 82-3023-2092. Alexandre Lino – Ex-repórter de Política de O Jornal, Alexandre Lino está na assessoria de Imprensa da Câmara de Vereadores de Maceió. Seus novos contatos são [email protected] e [email protected].

Estadão extingue dois cargos de editor-executivo

Laura Greenhalgh e Luiz Américo Camargo estão em novas funções no Estadão. Ela, de Cultura, passou a atuar como repórter especial e estreará, em data a ser definida, uma coluna quinzenal no Caderno 2, reportando-se diretamente à editora-chefe Cida Damasco. Nesse ínterim, passará 60 dias em Londres, em período de estudos. Luiz Américo, de Publicações, continuará como colunista de Paladar e também atuará como consultor do projeto Paladar em todas as suas frentes, em parceria com a área de Produtos e Projetos, sob a responsabilidade do Ilan Kow, além de se dedicar a empreendimentos pessoais ligados à gastronomia. Os cargos que ocupavam, de editores executivos, foram extintos. No comunicado dirigido à redação, o diretor de Conteúdo, Ricardo Gandour, afirmou que “o movimento se situa no contexto do amadurecimento das equipes e da evolução da carreira dos profissionais, fatores que ao mesmo tempo viabilizam a simplificação da estrutura e a redução de níveis hierárquicos, providências inerentes à permanente gestão de recursos”. Aguardam-se para abril novas mudanças estruturais no jornal, entre elas a transferência da Agência Estado para o espaço da antiga redação do Jornal da Tarde no 6º andar do prédio da empresa, para onde deverá seguir também a editoria de Economia&Negócios, inclusive com o portal de Economia, a fim de formar uma grande redação econômica integrada. Os suplementos semanais, que lá estão atualmente, mudam-se para a redação do Estadão.

Renato Andrade é o novo secretário de Redação da Folha no DF

Renato Andrade, coordenador de Economia da sucursal de O Estado de S. Paulo, Em Brasília, despediu-se no último dia 25/3 e assume a partir desta semana a sucursal da Folha de S. Paulo, em substituição ao secretário de Redação Igor Gielow, que passou a dirigir a publicação em Brasília, no lugar de Melchíades Filho. Por enquanto, o posto de Renato no Estadão permanece vago. Ele estava em sua segunda passagem pelo jornal, onde permaneceu, por último, quatro anos – entrou pela primeira vez em 1996 e voltou em 2009. Ele brinca: “Agora saí do Real Madri para o Barcelona”.

André Chaves assume iG e BRZ Tech

André Chaves foi promovido, na semana passada, a presidente do iG e membro do Conselho Executivo da BRZ Tech, empresa de desenvolvimento de tecnologia (as chamadas “tecnologias disruptivas”). Ele havia sido contratado em outubro de 2012 como vice-presidente de Operações do iG. Tanto iG como BRZ Tech são integralmente controlados pelo grupo Ongoing, que detém ainda 30% da Ejesa, editora dos jornais Brasil Econômico, O Dia e Meia Hora. Juntamente com a Oi, de telefonia, compõem o braço Ongoing TMT (telecomunicações, mídia e tecnologia) no Brasil. O grupo Ongoing, multinacional portuguesa na origem, tem atuação bastante diversificada, constando de seu portfólio empresas nas áreas financeira, de consultoria, mercado imobiliário, infraestrutura e energia. Sua prioridade declarada é o mercado global de língua portuguesa, no qual o Brasil responde por três quartos do volume. A importância dos negócios locais ficou clara no início deste mês (7/3), quando Nuno Vasconcellos, presidente do Conselho de Administração da Ongoing, veio ao Rio de Janeiro para um evento que talvez não justificasse essa movimentação: o lançamento de mais uma página regional do iG (ver J&Cia 887). Sua presença foi saudada pelo governador Sérgio Cabral como demonstração de que “o grupo Ongoing acredita no Estado” e os investimentos no Rio são “uma reintegração dos laços entre Brasil e Portugal”. Na rápida abertura do evento, André Chaves disse, entre outras coisas, que o iG pretende trazer para o Brasil avanços tecnológicos. Ora, se uma empresa de mídia conta, no mesmo grupo, com uma operadora de telecomunicações, isto significa considerável vantagem competitiva. A Oi, da holding Brasil Telecom, é a segunda do País no seu segmento e pertence em 22% à Portugal Telecom, que também faz parte da Ongoing. Ao final do encontro, André Chaves falou a Jornalistas&Cia. Perguntado se a Oi no Brasil pode acompanhar o que há de avanço tecnológico na Portugal Telecom, respondeu: “O tamanho do mercado brasileiro não se compara com o de Portugal. Por exemplo, instalar fibra ótica lá é completamente diferente de atingir todo o território aqui”. Sem dúvida, qualquer inovação tecnológica no Brasil fica muito mais difícil de ser implantada do que em qualquer país da Europa, tanto pela extensão geográfica como pelo tamanho mesmo do mercado. No ano passado, a BRZ Tech foi considerada pelo The Huffington Post como uma das mais inovadoras e com grande potencial de crescimento no mercado de tecnologia mundial. A empresa é a criadora do Realtime Messaging System & Framework. Chaves traduziu essa marca: “É algo que o iG iniciou no Brasil. Está funcionando experimentalmente. Significa o publisher saber, sem o delay comum de dois minutos, quem está lendo o quê, e quando. Isso é importante para organizar a cobertura, os posts – entregar para o leitor o que ele quer, imediatamente, enquanto ele ainda está lendo a notícia”. Interessa saber em que isso amplia a participação do iG, hoje o quinto portal mais acessado do Brasil. Chaves comenta: “O iG não deve necessariamente ser o maior, mas o mais rentável. Vai voltar a ter o perfil de inovação de seu lançamento, tanto editorial como no e-commerce. E aderir à mentalidade das telecoms, como B2B para o mercado. Vamos também prestar serviços para outros veículos, um benchmarking das telecoms, que já fazem isso entre si. A tecnologia tem um motivo: é cada vez mais relevante para o usuário. O que falta é o Brasil se enxergar como protagonista. Nossas empresas, hoje, exportam tecnologia de ponta. Precisamos encontrar nossa vocação, não podemos nos considerar coadjuvantes”. Apesar do pouco tempo de casa, André Chaves parece pronto para suas novas atribuições. Entre elas, a de ser um dos rostos mais visíveis do grupo Ongoing no Brasil.

Memórias da Redação ? O furo

Texto de Plínio Vicente da Silva ([email protected]) ressalta a importância do bom e velho furo de reportagem. O furo             Bons tempos aqueles em que a maior glória de qualquer jornalista era dar furo na concorrência. Esse, aliás, não era prazer único daqueles que atuavam nos grandes jornais e nas emissoras de rádio e televisão de ponta da capital, mas também de quem trabalhava em veículos de todos os tamanhos nos mais distantes rincões da Pátria. Muitos foram os que se fizeram jornalistas aprendendo a importância da boa notícia, aquela bem apurada, bem escrita e por isso bem dada. Coisa que nos tempos modernos, o da volúpia de quem abusa das redes sociais e da total ausência de responsabilidade com a informação, parece já não ter a mínima importância. Internet era assunto de visionários, coisa futurista que hibernava nos laboratórios de pesquisa e nas cabeças dos gênios que se dedicavam a uma nova ciência, a informática. As oficinas gráficas mais modernas já haviam substituído os tipos móveis de Gutenberg pela composição a quente, mas nas redações o máximo que se via dessa modernidade era a chegada das novíssimas Olivetti Línea 98, que vieram substituir as mais velhas, como a Lexicon 80, minha companheira de tantos anos. Eu adorava essa pequena notável, pesada, com estrutura de metal – a que, de longe, melhor aguentou o batente pesado das redações. Salete, minha mulher, a chamava de “a outra”, alegando que eu passava mais tempo com a velha máquina do que com a própria esposa. Aqueles não eram tempos fáceis. Em 1978 vivíamos sob o tacão de uma ditadura que fazia jus ao nome, principalmente devido ao controle da informação e à repressão imposta aos informadores que ousavam escrever ou falar com independência. Entretanto, o regime militar já sinalizava no horizonte com a possibilidade de dar início à distensão, o que nós, jornalistas, víamos como uma luz surgindo no fim do túnel. Nessa época eu tocava o Jornal da Cidade, de Jundiaí, depois de suceder a Waldemar Gonçalves na Chefia de Redação, e fazia frilas domingueiros para a Edição de Esportes do falecido JT. Foi nesse tempo que comecei a cultivar um sonho: atravessar o corredor do 6º andar e ir trabalhar na redação do Estadão. O que acabaria fazendo em julho de 1979, convidado para cobrir férias na editoria de Interior, chefiada por Ademar Orichio, um dos melhores amigos que conquistei na minha passagem pelo jornal da família Mesquita. Voltando ao JC, Sandro Vaia, um dos seus criadores, ao dar-lhe vida o transformara numa espécie de clone gráfico do Jornal da Tarde, onde trabalhava. O concorrente – o mesmo de ainda hoje – era o Jornal de Jundiaí, o JJ, e a disputa diária pelo mercado e pela notícia beirava as raias de uma guerra. Quem trabalhava num, odiava o outro. Dificilmente alguém trocava de camisa, foram raros os casos ao longo daqueles tempos. Orgulha-me dizer que foi nas minhas mãos que o diário comandado por Pedro Geraldo Campos e Gustavo Maryssael de Campos passou por uma grande transformação. O projeto que comandei lhe deu as condições necessárias para levar aos seus leitores – os de banca e assinantes – um produto de qualidade bastante aceitável. Como, por exemplo, a implantação de um novo parque gráfico, que entre outras melhorias ganhou uma impressora offset. Com ela, o tempo de rodagem da edição – que nos dias de semana chegava a 20 mil exemplares e a até 30 mil aos domingos – foi reduzido de várias horas para no máximo 40 minutos. Isso nos permitia trabalhar com um fechamento em que o deadline podia avançar até alta madrugada. As mudanças incluíram também a redação, cuja modernização, entretanto, devido ao momento político, não foi além de algumas novidades tecnológicas, pois os computadores eram ainda um sonho distante e pensar livre ainda não era um livre pensar. Entretanto, as matérias eram agora compostas não em linotipos e sim em máquinas eletrônicas IBM, com a incrível capacidade – pasmem!!! – de armazenar até seis mil caracteres na memória. Outra novidade foi a instalação de um telex, que abastecia a redação com o noticiário nacional distribuído pela Agência JB e o internacional, pela Associated Press. Isso permitiu que aposentássemos o rádio-gravador, com o qual capturávamos o Grande Jornal Falado Tupi para podermos “chupar” e copidescar as notícias mais importantes de fora de Jundiaí. Com tamanha folga no deadline, podíamos nos dar ao luxo de fechar a edição altas horas, pois o ganho de tempo com a impressão garantia o compromisso de o jornal ser entregue aos assinantes sempre antes das 5 horas da manhã. Numa dessas madrugadas estávamos à espera de uma matéria sobre jogo do Paulista de Jundiaí, o time de futebol profissional da cidade, que o saudoso Sidney Mazzonni fora cobrir no interior. A foto e um texto de não mais que 20 linhas tapariam o buraco aberto na página 8. Enquanto o repórter não chegava, de vez em quando eu ia ao telex ver se pintara alguma notícia interessante. Mas nada que merecesse reabrir a edição. Na metade da madrugada desse dia, 28 de setembro de 1978, lá pelas 3 e tanto, a notinha de meia linha, carimbada de urgente, me chamou a atenção: “Morreu o papa João Paulo I. Mais informações em instantes”. Instintivamente, chamei José Luiz, o Marrom, secretário-gráfico e clicherista do jornal, e pedi que removesse do past-up a manchete sobre um acidente de trânsito e abrisse espaço para uma nova. Nesse meio tempo Mazzoni chegou, escreveu a matéria de esportes, fechou a 8 e veio me ajudar na mudança da 1ª. Mas o deadline estava no limite, não dava para esperar por muito mais informações e o máximo que fizemos foi uma manchete: “Morre Paulo 1º, papa por um mês”; e sob ela, um olho: “Oriundo de família humilde, o ex-cardeal de Veneza, Albino Luciani, empossado chefe da Igreja Católica, Apostólica, Romana em 26 de agosto passado, nasceu em Forno di Canali em 17 de outubro de 1912. Foi o primeiro papa nascido no século XX e também o primeiro a usar um nome composto”. Naquele dia pude sentir o verdadeiro prazer proporcionado pelo bom jornalismo. Numa época em que o telex e o telefone eram apenas os mais evoluídos ancestrais de meios de comunicação instantâneos dos tempos atuais, como MSN, Twitter e Facebook, furamos o JJ e só isso já era apoteótico. Mas é bem provável também que a manchete do Jornal da Cidade tenha-se transformado num furo nacional. Desmintam-me se estiver errado…

Abril lançará Veja Brasília

A Editora Abril anunciou a publicação, provavelmente na primeira semana de junho, da Veja Brasília, nos mesmos moldes e projetos das já existentes em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O comando da Redação será de Ricardo Castanho, que já foi repórter e editor de Gastronomia do Guia Quatro Rodas.

Desde o lançamento de Veja BH, em maio de 2012, ele estava à frente do núcleo Veja Cidades, em São Paulo, responsável pelas edições Comer & Beber nas cidades de Porto Alegre, Salvador, Manaus, Goiânia, Belém, Brasília e ABC Paulista.

Com a mudança de Ricardo, a editora Fernanda Guzzo deverá ser promovida à Chefia de Veja Cidades. Vale dizer que Fernanda não tem nenhum parentesco com José Roberto Guzzo, ex-diretor da revista e que hoje é colunista de Exame. A revista também prepara um novo projeto gráfico, que está sendo tocado pela equipe de Arte de Veja São Paulo.

De papo pro ar – Cristo em teste

O paraibano de Umbuzeiro Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello, o Chatô, que implantou a televisão no Brasil em 1950 e foi chamado de gênio da raça etc., certa vez foi procurado por um jornalista que lhe pediu emprego como redator de um de seus jornais.

Como teste, Chatô exigiu um texto sobre Jesus Cristo. Ao que o candidato teria perguntado:

– Contra ou a favor?

Diz a lenda que ele ganhou o emprego na hora.

Chatô tem sido tema de sambas de enredo e até de um xaxado do rei baião Luiz Gonzaga, que lá pras tantas diz: Vou chamar dr. Assis/Meu patrão sabe o que diz….

Record Rio promove novos cortes

A Record cortou perto de 20 pessoas de seu quadro no Rio na última 6ª feira (22/3), entre elas os repórteres Carlos Ferreira, Cristina Cruz, Felipe Guedes e Leonardo Sales, citados por Patrícia Kogut em sua coluna no Globo. Também foram cortados os cargos de editores de texto, editores de imagem e produtores. Os funcionários fizeram manifestação na sede da empresa, em Benfica, e distribuíram uma carta aberta, que foi enviada a deputados estaduais e federais. Representantes dos sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas denunciaram o fato ao Ministério Público por considerá-lo “dispensa em massa” e devem ser abertos dois inquéritos. Desde o início do ano têm ocorrido demissões, atrasos no pagamento de salários e cancelamento de férias agendadas. Outro que saiu, mas a pedido, foi Júlio Teixeira Rebouças, que desde 2010 era editor do Domingo Espetacular.

Oposição entra na Justiça para suspender eleições na ABI

Ao ver frustradas suas tentativas de se inscrever às próximas eleições na ABI, a Chapa Vladimir Herzog, de oposição, contratou advogado e entrou na Justiça nesta 4ª.feira (27/3) com pedido de liminar para a suspensão do pleito, marcado para 26 de abril.

Segundo Paulo Jerônimo, o Pajê, um de seus integrantes, a solicitação terá entre suas bases o não cumprimento, por parte da atual diretoria, presidida por Maurício Azêdo, de regras estatutárias para o pagamento de atrasados de associados, a criação de prazos fictícios para impedir a oposição de regularizar a situação de seus integrantes e outras irregularidades. “Fomos impedidos de pagar atrasados de integrantes da nossa chapa, mas Azêdo o fez para os da chapa da situação, e temos comprovação disso”, afirma Pajê.

Em nota postada no próprio site da ABI informa-se que a Comissão Eleitoral, presidida por Continentino Porto, proclamou a Chapa Prudente de Morais Neto como única inscrita. Pajê garante que o único objetivo da oposição “é salvar a ABI, que está à beira da bancarrota”.

Brasil Econômico negocia com SJSP e greve é suspensa temporariamente

A direção do Brasil Econômico reuniu-se na tarde desta 4ª. Feira, 27/3, com o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, na sede da entidade, no Centro de São Paulo, e abriu negociações relativas ao futuro da equipe de profissionais na redação da capital paulista. Com isso, a perspectiva de greve desaparece momentaneamente, até pelo menos 2ª.feira, 1° de abril, quando em nova assembleia os jornalistas decidirão o que fazer. A empresa concordou em não demitir mais ninguém até o dia 17 de abril e até a próxima 4ª.feira, 3 de abril, prometeu enviar informações concretas sobre a transferência para o Rio e que benefícios oferecerá aos jornalistas que demitir em São Paulo. Com isso a tensão diminuiu e a equipe fica na expectativa dos desdobramentos das negociações. O relato foi feito à equipe pelo diretor do Sindicato, Paulo Zocchi, que participou diretamente das conversas. 

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