Damos as boas-vindas a um estreante no espaço, Eduardo Brito da Cunha, ou apenas Eduardo Brito, editor de Política do Jornal de Brasília, que nos mandou uma história sobre João Emílio Falcão, profissional de imprensa do DF morto perto da virada do milênio. O “senador” Nascido no interior do Piauí, em família de classe média, João Emílio Falcão desembarcou em Brasília no final dos anos 1960, para trabalhar como repórter. Passou pela Folha de S.Paulo, pela assessoria de imprensa do Ministério da Educação e, enfim, chegou ao Jornal do Brasil, à época uma das mais cobiçadas redações do Distrito Federal. Foi fazer o que gostava, cobrir o Congresso, onde se dedicava a uma área à época vista como menor: os debates em comissões permanentes e a tramitação de projetos. Os astros da cobertura política preferiam acompanhar as intrigas e a articulação das lideranças, até porque, em plena ditadura militar, o papel decisório do Legislativo era algo próximo a zero. Foi então que ocorreu o vendaval representado pelas eleições de 1974. Só para lembrar, àquela época o presidente da República, os governadores e os prefeitos das principais cidades não eram eleitos, mas nomeados. Com a censura e a irrelevância dos mandatos restantes, os eleitores pouco se mobilizavam. Nas eleições de 1970, das 46 cadeiras de senador em jogo, a oposição consentida, o MDB, ganhou apenas cinco, três delas no Rio de Janeiro, uma destas para substituir um cassado. Pouca gente esperaria o sopro dos votos de protesto que ocorreria quatro anos depois. Das 22 cadeiras de senador em jogo nas eleições de 1974, o MDB faturou 16. Ainda por cima, uma das poucas cadeiras que restaram à governista Arena era de Teotônio Vilela, que se revelaria muito mais oposicionista que os emedebistas. Um escracho. Justamente pelo resultado lotérico e imprevisto, muitos dos novos senadores que desembarcavam em Brasília eram zebras eleitorais. Em todos os sentidos. Em condições normais, não se elegeriam sequer vereadores. Ao mesmo tempo, havia figuras de peso, que deixariam marcas na história, como Paulo Brossard, Marcos Freire ou Mauro Benevides, este ainda hoje no Congresso. Entre eles o mineiro Itamar Franco, desconhecido no plano federal, que vinha da prefeitura de Juiz de Fora e era conhecido mais pelo temperamento mercurial do que pela ideologia. Também dessa safra, o campeão de votos Orestes Quércia diria, sobre Itamar, que ninguém deveria se impressionar com o temperamento. Era um político frio, centrado, como todos os demais. “Sobre essa história de temperamental”, avisava Quércia, “ninguém se engane, pois é só uma questão de estilo. Só não me perguntem que estilo é esse, porque eu nunca entendi”. João Emílio Falcão empolgou-se com a mudança de clima representada pela chegada de tantas figuras diferentes. Aproximou-se imediatamente dos recém-chegados. Apadrinhou os mais toscos – e eram muitos. Em questão de semanas, virou uma referência para eles. Levava todos à sua casa, paparicava, explicava endereços, indicava quem poderia consertar a torradeira elétrica. Também, e principalmente, mostrava o caminho das pedras dentro do Legislativo. Teve seus grandes momentos. Chegados pouco antes em Brasília, os novatos do MDB precisavam escolher novo líder. Tudo apontava para a recondução de Franco Montoro, um dos poucos vindos na safra anterior. Mas havia quem quisesse Paulo Brossard. (Acreditava-se que o gaúcho faria oposição mais vigorosa do que o acomodatício Montoro; o tempo viria a demonstrar que era o contrário). Pois foi João Emílio Falcão quem passou a organizar as reuniões da bancada do MDB, agora com vinte senadores. Racharam: dez com Montoro e dez com Brossard. Sentado na ponta da mesa – não na presidência, de Montoro, mas na outra ponta, em frente – Falcão foi quem fez a proposta salomônica. Brossard ficaria por um ano, Montoro pelo seguinte. Para mostrar que as coisas haviam mudado, Brossard seria o primeiro. Os 21 acabaram concordando. Falcão, definitivamente, era o vigésimo primeiro. Então deputado – só chegaria ao Senado em 1978 –, Tancredo Neves precisava da boa vontade dos senadores para uma indicação. Não se dava com o único mineiro do MDB, Itamar, visto como aliado de seu arquirrival Magalhães Pinto. (Aliás, Tancredo e Itamar nunca se gostaram). Sugeriram-lhe que falasse com Falcão. Tancredo aceitou. “Ótimo”, disse, “vou procurar ainda hoje o senador Falcão”. Itamar evitava o debate institucional. Preferia cutucar o governo em questões mais técnicas, alegando sua condição de engenheiro. Pela primeira vez em mais de cinco anos, a oposição tinha número suficiente para formar CPIs. O arenista João Calmon conseguiu assinaturas de emedebistas para abrir uma investigação sobre o Mobral, uma farsa do regime. Itamar também recolheu apoios e criou a CPI do Programa Nuclear, menina dos olhos do presidente militar de plantão, Ernesto Geisel. João Emílio Falcão entrou com tudo na CPI do Programa Nuclear. Em pouco tempo falava mais de centrífugas e de urânio do que um mulá iraniano hoje. Em um sábado, o Jornal do Brasil publicou matéria sobre uma questão técnica, mas de grandes implicações políticas, ligada ao programa nuclear. Cheia de declarações de Itamar Franco. Àquela época nem sempre o Jornal do Brasil assinava as matérias, inclusive por conta de birras internas. Mal começara o plantão de sábado quando tocou o telefone da sucursal, no edifício Denasa. Atendeu o chefe de Reportagem, um paulista jovem, que chegara pouco tempo antes a Brasília e, se conhecia bem as manhas da profissão, não tinha grande intimidade com os políticos. Do outro lado, um furioso Itamar Franco. Reclamava que o Jornal do Brasil publicara “uma loucura”. Nunca, em momento algum, havia dado entrevista a ninguém do jornal. Nunca fizera qualquer comentário que se parecesse com o que estava na matéria. Tudo o que estava no texto era invencionice barata, sem relação com o que a CPI – “a minha CPI”, dizia ele – vinha fazendo no momento. Após quase meia hora em que Itamar mostrava crescente irritação, o chefe de Reportagem avisou-o de que entraria em contato com o repórter e de que, se fosse mesmo o caso, seguiria a orientação do Jornal do Brasil, que previa o direito de resposta. A matéria, claro, era de João Emílio Falcão. Que não estava de plantão. Àquela época ainda não havia celulares, que apareceriam mais de uma década depois. Aí surgiu a complicação. Falcão havia desaparecido. Embora casado, e bem casado, ele nunca escondera seu entusiasmo por mulheres, digamos, menos jovens. “Elas já sabem tudo”, comentava, malicioso. Pelo jeito, aparecera alguém no pedaço. Mandou-se um carro a todos os pontos em que Falcão poderia estar, a todos os bares que frequentava – não eram tantos assim, ainda mais na Brasília daquele tempo – e à casa de todos os amigos dele. Nada. Domingo, cedo, Itamar de novo ao telefone. Vasculhara a edição do Jornal do Brasil sem encontrar a retratação que desejava. O chefe de Reportagem desculpou-se, disse que não conseguira contato com o autor, provavelmente em viagem. Como sabia do bom relacionamento de Falcão com os emedebistas, evitou citar seu nome. Acalmou Itamar como pode. Foi difícil. O senador ficou de ligar mais tarde. Falcão continuava desaparecido. Noite de domingo, Itamar outra vez no telefone. O pobre chefe de Reportagem já havia usado todas as desculpas que conhecia. Até que Itamar fez a pergunta óbvia. Afinal, quem havia escrito a malfadada matéria? Constrangido e pressionado, o chefe acabou entregando: – João Emílio Falcão. – João Emílio Falcão? – Sim. Fez-se silêncio do outro lado da linha. Trinta segundos, um minuto. Itamar enfim respondeu. – Então deixa pra lá. Se foi o Falcão que escreveu, provavelmente é mesmo o que eu penso. Passar bem. Leia mais + Memórias da redação – PUM + Memórias da Redação – Luta armada + Memórias da Redação – A mulher proibida de escrever
36º CNJ terá ato em memória das vítimas da ditadura
Como parte do 36º Congresso Nacional dos Jornalistas, que será realizado em Maceió de 2 a 6/4, a organização marcou para 4/4, às 19h, um ato político-cultural no Monumento ao Menestrel Teotônio Vilela para homenagear as vitimas da ditadura e protestar contra a crescente violência contra jornalistas no Brasil. Segundo Valdice Gomes, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, “será um ato aberto a toda a sociedade, com participação de membros da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade dos Jornalistas”. Além de receber o 36º CNJ, Maceió sediará o I Encontro Nacional dos Jornalistas pela Igualdade Racial (I Enjira), em 2/4, das 8h às 17h, no Centro de Convenções Ruth Cardoso, em Jaraguá, com o tema Os jornalistas e a construção da igualdade racial na mídia. O evento reunirá cerca de cem integrantes das Comissões de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojiras) de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Alagoas, Paraíba e Bahia, além do Núcleo de Jornalistas Afrobrasileiros do Rio Grande do Sul e profissionais que discutem a temática nos demais sindicatos da categoria e em outros Estados do Brasil. Com o tema central O jornalismo, o jornalista e a democracia, o 36º CNJ contará com uma programação diversificada e as participações de diversas personalidades, entre elas o sociólogo francês Dominique Wolton; símbolos da resistência dos jornalistas brasileiros à ditadura, como Audálio Dantas e Raimundo Pereira; o ministro dos Esportes Aldo Rebelo, também jornalista; e o presidente da Federação Internacional dos Jornalistas Jim Boumelha. Durante o evento, o jornalista, professor e pesquisador José Marques de Melo será homenageado com a Comenda de Honra da Fenaj por sua trajetória de contribuição ao desenvolvimento do jornalismo e da organização da categoria. As inscrições de delegados encerraram-se em 17 de março, mas prosseguem abertas no site do congresso a interessados em participar como observadores (jornalistas e estudantes). Mais informações com Fátima Almeida (82-9973-3168). Leia mais + Fenaj prepara a 36ª edição do Congresso Nacional dos Jornalistas + Gazeta do Povo publica artigo reacionário e, em seguida, um pedido de desculpas + Aberta indicação de nomes para o Conselho de Comunicação Social do Congresso
IVC diz que edições digitais revertem queda na circulação de revistas
A análise do IVC sobre a circulação de revistas no segundo semestre do ano passado, considerando somente as publicações com dados das edições digitais que a entidade audita, apontou crescimento de 5,8% em relação ao primeiro semestre de 2013 e de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2012. Para as revistas sem números de edições digitais foram constatadas quedas de 3% e 4,4%, respectivamente. O conjunto das revistas auditadas (com e sem edições digitais) teve declínio de 3,1% na circulação, na comparação entre 2013 e 2012. As assinaturas tiveram leve variação, de -0,04%, enquanto a venda avulsa caiu 9,2%.
As publicações semanais e quinzenais tiveram menor declínio médio, com redução de 2%, e as mensais apresentaram retração de 5,3% na circulação. Pedro Martins Silva, presidente executivo do IVC, afirma que “em dezembro de 2013, as edições digitais representaram 9,2% da circulação das publicações que informaram esses dados. A tendência de ler revistas em dispositivos digitais é crescente e acreditamos que o mesmo ocorre em outros títulos”.
Por conta desse movimento, este ano o Instituto terá também informações sobre leitores que compram tanto a edição impressa como a digital, o que caracteriza a sobreposição. Com isso, poderá apurar quanto desse crescimento é devido a novos leitores, bem como o volume correspondente à migração do impresso para o digital.
Pesquisa da CDN revela que maioria dos internautas está contra as manifestações
Desde fevereiro, com a retomada dos protestos populares, a área de Análise e Tendências da CDN, responsável pelo Índice de Qualidade de Exposição na Mídia Social (IQEM-S), mergulhou nessa questão específica. E chegou a constatações interessantes. Por exemplo, o último capítulo da análise sobre as manifestações revela que a ação daqueles que protestam nas ruas não conta com a simpatia dos autores de posts. Embora a maioria concorde com a legitimidade das manifestações, 74% dos internautas se mostram contra elas. Mais pela forma do que pelo conteúdo, principalmente após o episódio envolvendo Santiago Andrade, cinegrafista da Band morto por um rojão disparado por um manifestante que teria confessado agir por dinheiro. Os internautas até concordam com questionamentos sobre Copa, corrupção e outras pautas colocadas nas manifestações, mas repudiam a violência, criticam o fato de alguns dos manifestantes receberem dinheiro e desconfiam dos reais interesses de quem está nas ruas. Sobra até para a imprensa, vista como tendenciosa. “Estamos começando esse trabalho mais sistemático dos posts sobre as manifestações, e talvez no futuro próximo possamos chegar à conclusão de que esse resultado tenha sido influenciado pela morte do cinegrafista da Band; mas por enquanto é surpreendente saber que a maioria dos usuários das redes sociais é contra esse tipo de manifestação”, diz Fernando Pesciotta, responsável pela área de Análise da CDN. Segundo ele, num universo de mais de 722 mil posts utilizados como referenciais e analisados, velhas pautas continuam valendo: transporte, mobilidade e a eficiência das gestões públicas não são protagonistas centrais, mas têm lá sua relevância para os internautas. Leia mais + Múltiplos ângulos de um mesmo fato + Abraji denuncia 96 agressões a jornalistas em protestos desde junho + Câmara paulistana debate relação entre manifestações de rua e redes sociais
Mudanças na programação da Rádio Globo
A Rádio Globo mexe na programação e nas equipes, em busca de um perfil cada vez mais regional. Assim, o Show do Antônio Carlos, que era nacional e passa a ser veiculado apenas no Rio, reduziu a equipe com a saída de Verônica Guimarães. Em contrapartida, em São Paulo, para o novo programa A hora é agora foram contratados os apresentadores Roni Magrini e Zulaiê Cobra, e a produtora Margarida Pinheiro. Fábio Azevedo deixou o Esporte no Rio e seu substituto está definido, faltando apenas assinar o contrato. Lolô Penteado, que acumulava participação na emissora e no Extra, continua integralmente no jornal. Em São Paulo, saiu Carlos Maglio, que deve ser substituído ainda este mês. Outras mudanças recentes no Rio foram a chegada de Diana Rogers (ex-Rádio Tupi), para reforçar a reportagem nos Amarelinhos; e a transferência de Patrícia Ingo, que fazia assessoria de imprensa na emissora e passou a produtora. No início do ano, entrou Renato Barone, repórter de Policia, e Marcos Vasconcellos juntou-se ao time do futebol para cobrir o Vasco. Leia mais + Maurício Menezes volta à Rádio Globo como coordenador Artístico + Claudio Henrique de Oliveira assume direção da Rádio Globo + Vaivém das Redações!
Gazeta do Povo publica artigo reacionário e, em seguida, um pedido de desculpas
A Gazeta do Povo, de Curitiba, abriu espaço em sua edição de 18/3 para o artigo Acorda, Brasil! Quem decide é o povo!, em que Maria Araújo e Cristina Peviani, integrantes da organização nacional da Marcha das Famílias com Deus pela Liberdade, fazem a apologia do golpe militar de 1964 e defendem, entre outras coisas, a destituição da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer; a dissolução do Congresso Nacional; a intervenção em todos os governos estaduais e municipais e seus respectivos legislativos; e a intervenção no Supremo Tribunal Federal. Ao veicular o artigo em seu portal, o jornal acrescentou a ele um pedido de desculpas aos leitores, afirmando ter errado ao publicá-lo. Diz um trecho da nota do diário: “A defesa da liberdade de expressão não significa que toda e qualquer opinião deva encontrar amparo nos meios de comunicação que primam pela responsabilidade, ainda que represente única e exclusivamente a visão de seus autores. O artigo em questão defende posições incompatíveis com um debate pautado pelo respeito às liberdades democráticas e aos direitos do cidadão”. Veja os dois textos na íntegra Leia mais + Renyere Trovão é novo editor do caderno Automóveis, Motos & Cia + GT recomenda criação de Observatório de Violência contra Comunicadores + Os mais vitoriosos de todos os tempos – Região Sul
Prêmio FCW de Arte recebe mais de 300 inscrições
A Fundação Conrado Wessel recebeu 305 inscrições para a 12.ª edição do Prêmio FCW de Arte (Fotografia). Os ensaios fotográficos, com o tema Brasil: um país emergente, vieram de 18 Estados, além do Distrito Federal; o maior número de inscrições, 123, é de São Paulo. Os 15 melhores trabalhos integrarão um livro comemorativo da premiação. Desses finalistas, serão escolhidos os três vencedores, que receberão prêmios nos valores de R$ 114,3 mil (1º lugar), R$ 42,8 mil (2º) e R$ 42,8 mil (3º). O resultado final do concurso será divulgado em 31/3 e a cerimônia de premiação ocorrerá em 9/6, na Sala São Paulo, juntamente com a entrega do Prêmio FCW de Ciência, Cultura e Medicina. Leia mais + Prêmio FCW abre inscrições + Aberto prazo para concorrer ao FCW de Fotografia + Movimentação em O Globo consolida foco no digital
Associação Riograndense de Imprensa lança prêmio de Jornalismo Ambiental
A ARI, em parceria com a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Abes-RS e a Braskem, lançam o Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental. A iniciativa homenageia um dos principais ambientalistas gaúchos e visa a incentivar a produção de reportagens focadas na preocupação com o meio ambiente. Direcionada a profissionais da imprensa gaúcha e estudantes de jornalismo, a premiação será dividida em seis categorias, com prêmio de R$ 5 mil aos primeiros colocados e R$ 1 mil para a categoria Estudante. Mais informações e inscrições em www.premiojornalismoambiental.com.br. Leia mais + Congresso Estadual dos Jornalistas do RS terá participação de Mário Magalhães + Bruno Cassali assume a Coordenação de Esportes da RBS TV + Os mais vitoriosos de 2013 – Região Sul
Victor Martins e Simone Caldas deixam a Economia do Correio Braziliense
Victor Martins, que cobria Ministério da Fazenda, deixou a equipe de Economia do Correio Braziliense e começou no Broadcast do Estado de S. Paulo, na cobertura do Banco Central, em substituição a Eduardo Cucolo, que seguiu há pouco para a Folha de S.Paulo. Quem também deixou a editoria do Correio foi a sub Simone Caldas, agora gerente de Comunicação na Associação dos Magistrados Brasileiros. Para o lugar dela chegou em 17/3 Rozane Oliveira, vinda da Bahia. Na AMB, além de Simone, integram a equipe Renata Brandão e Daise Lisboa, no núcleo de Conteúdo; a estagiária Fernanda Madeira; o editor de Arte Marconio Martins; e Cíntia Nunes, da In Press, no atendimento à imprensa. Leia mais + Naira Trindade retorna ao Correio Braziliense + Mudanças na Secretaria de Imprensa da Presidência da República + Dados publicados em J&Cia apontam quase 500 demissões em redações em 2013
Adriana Reis deixa o Diário de Pernambuco após 17 anos
Adriana Reis fez acordo com o Diário de Pernambuco e deixou em fevereiro o jornal, onde estava havia quase 17 anos. Gerente de Internet desde setembro de 2007, responsável pela área de jornalismo e negócios dos portais do grupo Diários Associados em Pernambuco (Pernambuco.com e Diariodepernambuco.com.br), ela começou no jornal como repórter em 1997, foi depois editora-assistente e colunista de Informática e editora do Pernambuco.com até passar a gerente da área. É pós-graduada (lato sensu/e-MBA) em Planejamento, Gestão e Marketing Digital pela Fecap e Master em Jornalismo Digital pelo IICS, ambos em São Paulo. Disponível para frilas, atende pelo [email protected]. Leia mais + Os mais vitoriosos de 2013 – Região Nordeste + Rede Globo unifica os sites de emissoras próprias e afiliadas + Justiça cerceia imprensa em Pernambuco







